Na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Nacional da Madeira, Vítor Pereira atirou praticamente a toalha ao chão, dizendo que o título será entregue ao Benfica. No entanto, na Choupana, os jogadores Azuis e Brancos deitaram qualquer polémica para trás das costas e limitaram-se a fazer o que lhes competia, conquistar os três pontos para colocar pressão sobre os Encarnados, acabando por vencer por 3 x 1.
Fundamental foi a entrada forte em jogo por parte dos Dragões, pois aos 22 minutos já vencia, por três golos de diferença, com golos de James Rodríguez, Mangala e Lucho González, de grande penalidade. A reacção do Nacional da Madeira também surgiu de penálti, com Candeias a ser o autor do tento de honra da formação orientada por Manuel Machado.
Fundamental foi a entrada forte em jogo por parte dos Dragões, pois aos 22 minutos já vencia, por três golos de diferença, com golos de James Rodríguez, Mangala e Lucho González, de grande penalidade. A reacção do Nacional da Madeira também surgiu de penálti, com Candeias a ser o autor do tento de honra da formação orientada por Manuel Machado.
Com este resultado, o FC Porto continua no segundo lugar e está provisoriamente a um ponto do Benfica, que esta segunda-feira defronta o Estoril. Por sua vez, o Nacional da Madeira corre o sério risco de ficar arredados das competições europeias na próxima temporada.
Dificilmente o FC Porto teria imaginado uma entrada tão boa em jogo, a ponto de chegar a meio da primeira parte com uma vantagem de três golos.
O primeiro golo do encontro, apontado por James Rodríguez aos dez minutos após uma jogada em esforço de Silvestre Varela e assistência de Jackson Martínez para a finalização do compatriota, surgiu já depois dos Bicampeões Nacionais terem ameaçado a baliza defendida por Gottardi por duas vezes: uma ameaça foi de James Rodríguez e a outra, antes do golo do número 10, teve a assinatura de Jackson Martínez.
Conseguida a vantagem no marcador com o golo de James Rodríguez, o FC Porto poderia ter ampliado o resultado cinco minutos depois, mas o cabeceamento de Mangala foi travado pela barra da baliza do Nacional da Madeira.
Nesta altura era a equipa orientada por Vítor Pereira que dominava o jogo e por isso foi uma questão de tempo até Mangala fazer o 0 x 2 de calcanhar, embora no momento da assistência de João Moutinho o Francês esteja adiantado.
Ainda os adeptos Azuis e Brancos festejavam o golo de Mangala e já Cosme Machado assinalava uma grande penalidade a favor dos forasteiros, oportunidade que, aos 22 minutos, Lucho González aproveitou para colocar o resultado em 0 x 3.
Até à obtenção do terceiro golo do FC Porto, o Nacional da Madeira não tinha conseguido causar perigo junto da baliza de Helton, acabando o golo dos madeirenses por surgir de penálti ao minuto 27, com o árbitro a marcar mão de Mangala dentro da área. Na conversão, Candeias viu Helton a adivinhar o lado e a tocar no esférico, mas o voo do brasileiro foi insuficiente para impedir o tento dos insulares.
No entanto, apesar do golo sofrido, os comandados de Vítor Pereira continuam por cima do jogo e até ao intervalo podiam ter ampliado a vantagem, não fosse a grande defesa de Gottardi após remate de Silvestre Varela.
No entanto, apesar do golo sofrido, os comandados de Vítor Pereira continuam por cima do jogo e até ao intervalo podiam ter ampliado a vantagem, não fosse a grande defesa de Gottardi após remate de Silvestre Varela.
Para a segunda parte, Vítor Pereira pedia mais do mesmo à sua equipa, mas o mesmo não se pode dizer de Manuel Machado que, insatisfeito com o rendimento dos seus jogadores ao longo dos primeiros 45 minutos, fez duas substituições ao intervalo, fazendo entrar Claudemir e Ladji Keita para os lugares de Moreno e Mateus.
A verdade é que as substituições não surtiram efeito e o FC Porto, não tão ofensivo como na primeira parte porque também não precisou disso, acabou por controlar a partida, oferecendo a posse de bola ao adversário mas mantendo-o longe da baliza à guarda de Helton.
Apesar de menos rematador, certo é que o FC Porto foi a equipa que esteve mais perto de marcar ao longo da segunda parte, apesar do resultado não ter sofrido alterações. Primeiro foi Danilo que viu Miguel Rodrigues a cortar um cruzamento seu para o poste e logo a seguir foi Lucho González a aproveitar um erro defensivo e a obrigar Gottardi a defesa difícil. Por seu lado, o melhor que os Insulares conseguiram foi um remate perigoso de Candeias ao lado, à entrada do minuto 90.
Retirado de zerozero
Meljhor em Campo: Silvestre Varela

Bem sujinho ontem... Mais uma vez!
ResponderEliminarPenaltis a cair do céu, golos em fora de jogo. Imagine-se se era noutro jogo...
Meu caro espero que tenha percebido a itronia do título por mim escolhido para este texto.
ResponderEliminarE mais não digo: A seu tempo escreverei o que tiver de escrever.
Jogo para cumprir calendário já que a APAF já sentenciou o campeão. Resta-nos cumprir a obrigação e vencer os jogos que faltam.
ResponderEliminarEspero que o próximo jogo seja a demonstração do querer, da classe, da ambição e do carácter. Evitar a festa dos lampiões no nosso Estádio é o mínimo que poderemos exigir.
Um abraço