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domingo, 23 de outubro de 2016

Regresso à fortaleza do Dragão

imagem retirada de zerozero

Nuno Espírito Santo (NES) tinha afirmado na antevisão do FC Porto x FC Arouca que queria fazer do Estádio do Dragão a fortaleza do Futebol Clube do Porto. Ora pelo que assisti hoje esta fortaleza parece estar mesmo de regresso depois de ter sido completamente destruída por Julen Lopetegui e José Peseiro. A verdade seja dita que hoje o Arouca não jogou absolutamente nada por culpa - quase que por inteira - dos atletas azuis e brancos.

Confesso que fiquei um tudo ou nada preocupado quando entrei no Estádio e vi qual seria o onze inicial do FC Porto pois NES tinha optado por regressar ao “velho” 4x3x3 fazendo entrar Jesús Corona para o lugar de Otávio. Dizia eu para mim mesmo que tal era mais uma consequência do que aconteceu em Brugge onde o 4x4x2 demonstrou ter sido uma péssima aposta do que propiamente uma necessidade técnico táctica para enfrentar o FC Arouca.

Felizmente os primeiros minutos de jogo mostraram que eu não tinha muita razão para criticar NES pela opção pois o Dragão entrou forte e dominador! Só não começou a vencer aos primeiros minutos da partida porque o poste da baliza de Bracali assim não o quis, mas Jesús Corona bem que me5recia o golo após o enorme trabalho ofensivo que realizou neste lance.

Estava dado o mote para este jogo. O FC Arouca a defender com todos os seus jogadores em campo e o FC Porto a atacar com cabeça, tronco e membros (coisa rara de há uns anos para cá). O FC Porto nem pareceu uma equipa – ainda - em construção. É um facto que o Arouca terá exagerado na sua mentalidade defensiva, mas há que dar mérito aos Dragões por terem sabido atacar e defender com inteligência e eficácia. O Arouca ia à frente sempre que podia, mas quando o fazia “esbarrava” numa dupla de centrais de nome Felipe e Marcano que faziam aquilo que se exige a uma dupla de centrais: cortar a jogada e não complicar (postura a mentar sff). Iker Casillas foi mais um espectador do que o guardião do FC Porto pois eram raras (raíssi9mas) as vezes em que a equipa arouquense chegava com perigo à baliza azul e branca.

Em suma; o Futebol Clube Porto soube aproveitar um Arouca que veio à “fortaleza” do Dragão “jogar para o pontinho”. Mérito seja dado a NES por ter sabido explorar tal factor, mas há que aguardar pelos próximos jogos para que tenhamos a certeza de que o que se passou hoje não foi um fogacho. Tenhamos em linha de conta que hoje até Héctor Herrera pode jogar mais ou menos bem(!), o que evidencia a pobreza franciscana do jogo que o FC Arouca levou a cabo na invicta cidade do Porto.

Uma palavrinha final para Brahimi. Confesso que sou um grande admirador das qualidades futebolísticas do argelino, mas começa a ser mais do que tempo de Brahimi perceber que futebol não é só fintas e mais fintas sobre si mesmo. Saber fintar o adversário e passar a bola no momento certo é algo que se exige a um jogador de classe mundial. Brahimi é um destes jogadores. Só lhe falta saber qual o timming certo para passar a bola em veza de andar às voltas sobre si mesmo com a bola no pé.

Chave do Jogo: Inexistente. O jogo foi praticamente controlado pelo Futebol Clube do Porto.

Arbitragem: Nota positiva. Manuel Mota e a sua equipa de arbitragem não complicaram um jogo que nunca foi complicado de se arbitrar.

Positivo: André silva. Um ponta de lança como poucos. André Silva pode ser ainda um “miúdo” mas já se comporta como gente graúda. Excelente no posicionamento e nas desmarcações. André Silva é um “clone” do saudoso Fernando Gomes. Tivesse o moço sido formado numa certa Academia e o que já não se dizia sobre ele.

Negativo: Jesús Corona. O mexicano até que entrou bem e fez por ser a principal figura da partida, mas rapidamente “se eclipsou” e acabou por desparecer por completo. Exigia-se mais a um atleta que ainda esta semana mostrou que sabe jogar muito e bem.
 
Artigo publicado no Blog o gato no telhado

domingo, 7 de agosto de 2016

Submarino ao fundo

A noite portista teve muito calor e, por isso, frente ao submarino amarelo, o dragão deu um mergulho de ambição para a nova temporada. Os azuis e brancos revelaram já ter ideias bem trabalhadas (ainda que em natural crescimento), não faltando uma noção da ideia de jogo que vai agora amadurecendo. Vitória por uma bola a zero com um golo de André Silva.
 
Numa fase em que vai assimilando as ideias de Nuno Espírito Santo, o FC Porto embalou no relvado do Dragão com um apoio notável vindo das bancadas. É, de resto, essa a primeira nota de destaque. Estádio cheio, bancadas plenas de ambição e apoio constante à equipa azul e branca.
 
No terreno de jogo, cedo a turma portista procurou mostrar qualidade na saída com bola. Com André André a jogar mais adiantado no terreno (na posição 10), Danilo Pereira e Herrera tinham a missão de fazer coberturas e iniciar a construção, que passou muito pelos corredores (Otávio e Corona). 
 
Na frente, André Silva esteve quase sempre mexido. Foi dele, de resto, o primeiro golo portista na nova época em jogos caseiros. Minuto 13, minuto de sorte para o jovem atacante que bateu Asenjo, depois de uma jogada de insistência de Otávio na esquerda (o jovem brasileiro vai somando pontos - bem a dar largura atacante, foi frequente vê-lo a baixar para apoiar Alex Telles).
 
Após o golo portista, o encontro perdeu intensidade (a que o calor elevado que se fez sentir na Invicta não será alheio) mas o dragão foi trocando a bola com critério e procurando soluções para chegar com perigo às redes do submarino amarelo.
 
A equipa espanhola tentou dividir mais a posse em alguns períodos do encontro mas o meio-campo portista foi impondo a sua lei, sendo que no setor mais recuado a atenção ao adversário foi frequente. Daí que o Villarreal não tenha conseguido criar muito perigo junto das redes de Casillas, que teve uma noite tranquila na festa de apresentação dos azuis e brancos.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Otávio

domingo, 2 de agosto de 2015

Dragão mostra melhoras em Colónia

O FC Porto foi melhor e mais forte que o Valencia em muitos aspectos do jogo. O empate sem golos, no final dos 90 minutos, castigou um Dragão muito activo que pecou, ainda assim, no momento da finalização. Os Azuis e Brancos - que acabariam por vencer 4 x 5 nos penáltis - criaram oportunidades, apresentaram boa circulação e ocuparam bem os espaços. As trocas de jogadores, tão habituais neste tipo de encontros, retiraram ritmo ao duelo mas Lopetegui tirou, por certo, boas notas deste encontro.
 
Com quatro reforços no onze titular, o FC Porto entrou forte e a mandar no terreno de jogo, procurando criar oportunidades de golo e impondo respeito ao Valencia. Rápido, prático e com boas movimentações, o emblema da Invicta apresentou-se bem.
 
Julen Lopetegui viu uma equipa Azul e Branca forte na pressão, a não deixar a turma che jogar, e uma linha média a mostrar já algumas rotinas nesta fase. André André e Danilo Pereira tentaram sempre dar equilíbrio ao conjunto Portista, controlando bem os espaços.
 
Esteve melhor o FC Porto na primeira parte. Mais posse, mais remates, melhor a atacar, a defender também e a ter a melhor oportunidade do jogo; logo ao segundo minuto, Aboubakar a rematou ao travessão da baliza do Valencia.
 
Com o avançar do jogo, o ritmo caiu e as faltas foram mais constantes num duelo que ao intervalo registava um nulo, que castigava mais o FC Porto que merecia estar a vencer pelo que tinha produzido.
 
No regresso e já com Imbula, o jogo viveu uma fase menos boa, com muitas faltas e picardias no terreno de jogo. De resto, o duelo não foi tão intenso como nos primeiros 45 minutos. Ainda assim, o FC Porto esteve sempre concentrado e com o foco na circulação de bola. As oportunidades não foram tantas e o desgaste nas pernas dos jogadores foi-se fazendo sentir. No entanto, nos últimos minutos, os dragões procuraram criar algumas dificuldades à equipa contrária, que tentou sempre fechar os caminhos da sua baliza.

Hoje a turma Portista tem novo duelo, desta vez diante do Stoke City.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: André André

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Foi à Dragão!

O Tricampeão nacional respondeu às vitórias dos rivais de Lisboa com um triunfo em Vila do Conde. Esta temporada, os Dragões não facilitaram num terreno onde na última época tinham deixado dois pontos (1 x 3).
O FC Porto entrou em Vila do Conde a saber que precisava dos três pontos, sob pena de ver os rivais Sporting e Benfica mais longe.
A primeira surpresa da noite veio na folha da constituição das equipas. Paulo Fonseca apostou em Carlos Eduardo para o meio-campo Portista. Licá também voltou ao onze Azul e Branco, tal como Otamendi que rendeu o castigado Mangala no eixo defensivo. Josué e Defour, por seu lado, ficaram no banco.
Na equipa do Rio Ave o destaque foi para a ausência do avançado Hassan, que começou o duelo no banco.
O FC Porto entrou apostado em marcar cedo e, na verdade, os Portistas não tiveram que esperar muito tempo para fazer a festa. Aos seis minutos, Carlos Eduardo, na esquerda do ataque Azul e Branco, cobrou um livre e Maicon apareceu entre os centrais do Rio Ave a empurrar para o fundo da baliza Vilacondense. O central do FC Porto antecipou-se a Ederson e cabeceou forte.
Perante uns Dragões bem organizados e a pressionar alto, o Rio Ave mostrou algumas dificuldades em travar a "armada" Portista. Ainda assim, a equipa de Nuno Espírito Santo chegou ao empate, aos 21 minutos, por Edimar. Numa fase mais lenta da partida, Varela perdeu a bola para Diego que assistiu Edimar para o golo.
Com o resultado empatado, o FC Porto voltou a ameaçar as redes do Rio Ave. Otamendi, na sequência de um pontapé livre cobrado para a área, testou Ederson, mas o guarda-redes Vilacondense não arriscou e defendeu de forma segura. Depois do Argentino foi a vez de Maicon atirar aos ferros da baliza de Ederson, após um canto de Carlos Eduardo.
Os minutos que se seguiram até ao intervalo viram um Rio Ave mais recuado mas a fechar bem os caminhos para a sua baliza. Pelo contrário, o FC Porto instalou-se no meio-campo contrário mas denotou dificuldades para "furar" a defensiva contrária.
Os Tricampeões tinham muito mais bola, mais ataques, mais remates mas voltaram a falhar na finalização, um problema que o próprio Paulo Fonseca vem lamentando nas conversas com os jornalistas.
No regresso dos balneários nenhum dos técnicos alterou as "peças". Tal como no primeiro tempo, também na segunda metade o FC Porto entrou a pressionar alto e a tentar o golo. Lucho deixou o primeiro aviso, depois de um lance de entendimento com Fernando.
Não marcou Lucho, marcou Jackson Martínez. O avançado Colombiano voltou a mostrar serviço. Aos 51 minutos, Jackson, depois de um trabalho de Silvestre Varela, saltou sozinho ao primeiro poste para o segundo golo Portista; a bola saiu fora do alcance do guarda-redes Ederson, ele que negou o terceiro aos 56 minutos, depois de um lance de Carlos Eduardo.
O golo do Cha Cha Cha provocou uma espécie de "travão" no ritmo do jogo. O Rio Ave, sempre bem organizado no terreno, procurava chegar perto da baliza de Helton mas o FC Porto foi sempre controlando e deixando o relógio do árbitro avançar. A ideia dos Azuis e Brancos passava, ainda assim, por tentar o terceiro golo e, desse modo, colocar "uma pedra" em cima do resultado.
E, na verdade, o golo apareceu. Aos 82 minutos, Danilo aumentou a contagem. Depois de um livre cobrado à entrada da área, a bola bateu na barreira e voltou para trás onde o defesa disparou rasteiro para o fundo da baliza.
Os três pontos seguem para a cidade Invicta. O FC Porto continua a dois pontos do líder Sporting e em igualdade pontual com o Benfica. Já o Rio Ave que apenas venceu um jogo esta época dentro de portas, logo na segunda jornada frente ao Vitória de Setúbal, somou a sua sexta derrota consecutiva em casa.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Silvestre Varela

domingo, 15 de dezembro de 2013

Sem tretas

Depois de mais uma vitória do Sporting CP o jogo de hoje torna-se vital para o Futebol Clube do Porto. Hoje apenas interessa vencer e vencer. De outra forma os Dragões correm o sério risco dever o primeiro lugar afastar-se ainda mais aumentado a contestação em torno de Paulo Fonseca.
 
Há que jogar em Vila do cone com ambição, organização e totalmente alheio a todo o tipo de ruído que exista em torno da equipa Azul e Branca. Isto porque de certeza que o Rio Ave FC de Nuno Espirito Santo vai tentar enervar o mais possível uma já muito instável equipa do FC Porto. E tem jogadores para isto. 
 
Felizmente Tarantini, capitão dos Vila Condenses, ficará de fora deste jogo mas Braga (o Jogador que marcou três golos ao FC Porto de Jesualdo Ferreira em pleno Dragão), Ahmed Hassan e Ukra vão jogar contra os Portistas e são um perigo constante para um Dragão hesitante e com a moral em baixo.
 
Os pontos mais fracos do Rio Ave são a sua linha defensiva e o factor casa. Mas é muito importante que os Dragões não entrem em campo confiantes de que basta apenas assentar nestes dois pontos para ficar com os três pontos. Vai ser preciso muito, mas mesmo muito trabalho para se vencer hoje em Vila do Conde.
 
Os regressos de Carlos Eduardo e Kelvin são as notas de destaque na Lista de Convocados elaborara por Paulo Fonseca para o jogo frente ao Rio Ave, este domingo, às 20h15, em Vila do Conde, referente à 13.ª jornada da Liga.
 
O médio e avançado Brasileiros regressam assim à convocatória do treinador Portista, rendendo Mangala e Ricardo em relação aos jogadores chamados para o duelo com o Atlético de Madrid, para a UEFA Champions League. O central Francês vai cumprir um jogo de castigo após completar uma série de cartões amarelos, enquanto o avançado Português fica de fora por opção.
 
Lista de Convocados: Helton e Fabiano (g.r.), Danilo, Lucho, Maicon, Josué, Jackson Martínez, Quintero, Ghilas, Reyes, Herrera, Varela, Licá, Carlos Eduardo, Fernando, Alex Sandro, Kelvin, Otamendi e Defour.
 
Onze provável (4x2x3x1): Helton, Danilo, Maicon, Otamendi, Alex Sandro, Fernando, Defour, Lucho, Josué, Varela e Jackson.
 
Vamos tentar disponibilizar alguns streams para que possam acompanhar esta decisiva e importante partida em directo. Passem pelo Blog.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Deu goleada... Menos mau.

O FC Porto venceu o Rio Ave por 4 x 0 e carimbou o passaporte para a final da Taça da Liga, jogo no qual terá como adversário o SC Braga, que nas meias-finais eliminou o Benfica.
Para afastar o Rio Ave nas meias-finais da Taça da Liga e garantir a qualificação para a sua segunda final na prova, os Azuis e Brancos marcaram quatro golos na segunda parte, etapa na qual os forasteiros jogaram quase sempre com dez jogadores por causa da expulsão de Oblak.
James Rodríguez, de grande penalidade, Fernando, Defour e Mangala foram os jogadores que inscreveram o nome na lista dos marcadores e que permitem que o FC Porto esteja numa final da Taça da Liga, algo que não acontece há três anos
O FC Porto terminou a primeira parte do jogo com o Rio Ave com 65 por cento de posse de bola, mas tais números apenas servem para perceber que os Azuis e Brancos, tal como se esperava, tiveram o esférico na sua posse, pois no que diz respeito a oportunidades foi ela por ela.
Tanto os Dragões como a formação de Vila do Conde tiveram duas verdadeiras ocasiões de golo, mas em ambas não conseguiram inaugurar o marcador, mantendo-se, por isso, um justo empate a zero ao intervalo.
Defour, logo aos dois minutos, teve a primeira oportunidade, mas o remate do Belga, que surgiu em boa posição na área, saiu fraco e à figura de Oblak. Na resposta, Ukra, com um bom trabalho desde o lado direito, rematou forte mas ao lado da baliza defendida por Fabiano.
Sempre com o FC Porto com mais posse de bola e a jogar no meio-campo defensivo do Rio Ave, James Rodríguez e Castro (este quase sem querer porque deu o corpo à bola numa tentativa de alívio de um defesa forasteiro) ainda obrigaram Oblak a estar atento e a executar defesas fáceis.
Contudo, a melhor ocasião dos Bicampeões Nacionais surgiu dos pés de Maicon que aos 38 minutos, com um remate perigoso após um bom trabalho na área adversária, obrigou Oblak a aplicar-se para manter o nulo no marcador.
Ainda assim, a última ocasião de golo teve como protagonista Hassan. Numa das raras vezes em que o Rio Ave conseguiu chegar à linha de fundo, o jovem avançado Egípcio, na sequência de um cruzamento de Bebé, antecipou-se a toda a defesa do FC Porto e apareceu ao primeiro poste para rematar ao lado, num lance em que Fabiano estava completamente batido.
Na segunda parte a toada do jogo manteve-se e foi do lado do FC Porto que surgiu o primeiro remate, com Castro a rematar por cima da baliza defendida por Oblak, guarda-redes que foi protagonista pela negativa aos 54 minutos.
O guarda-redes do Rio Ave, depois de ter sofrido seis golos no Estádio da Luz, cometeu uma grande penalidade no Estádio do Dragão, que acabou praticamente por ditar a eliminação da equipa comandada por Nuno Espírito Santo e o apuramento dos Dragões para a final da Taça da Liga.
Num lance que começou nos pés de Fernando, que fez um excelente passe para Jackson, Oblak, na tentativa de evitar que o Colombiano dominasse a bola, acabou por derrubá-lo dentro da área e viu o cartão vermelho directo. Na conversão do castigo máximo, já com Ederson Moraes na baliza adversária, James Rodríguez não desperdiçou a oportunidade e inaugurou o marcador.
Se quando estava 11 contra 11 o FC Porto dominava o jogo a seu bel-prazer, com menos um jogador tudo se complicou para o Rio Ave. A equipa de Vítor Pereira ameaçou o segundo golo por intermédio de Fernando aos 62 minutos, mas Ederson manteve o 1 x 0 no marcador, algo que não conseguiu fazer dez minutos mais tarde. Aí, o médio Brasileiro recuperou a bola no meio-campo, serviu Defour e o Belga assistiu o «polvo» para o segundo golo no jogo.
Apesar da desvantagem, o Rio Ave teve uma boa situação para marcar por Tarantini, mas o médio rematou ao lado. Logo no lance seguinte, a sete minutos dos 90, Defour fez o 3 x 0, natural para a forma como o jogo se desenrolou a partir do momento em que o FC Porto desfez o nulo.
No último lance do jogo, já depois de Marat Izmaylov ter sido expulso por agressão a Lionn (o Russo vai falhar a final da Taça da Liga), Mangala colocou o resultado com contornos de goleada e estabeleceu o 4 x 0 final.
 
Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Fernando

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Dragão quase que congelou

Jackson Martínez é o íman do futebol Portista em 2012/2013, epicentro do bom e do mau que alavanca a caminhada do FC Porto na liderança partilhada do Campeonato. O Colombiano "bisou" na vitória por 2 x 1 sobre o Rio Ave, mas muito antes ia “borrando a pintura” com um “Panenka” falhado. Leia tudo!
O primeiro momento no Dragão aconteceu aos 31 minutos: Filipe Augusto derrubou Marat Izmaylov dentro da área proibida e Artur Soares Dias apontou para a marca dos ’11’ metros. Assumiu a responsabilidade Jackson Martínez – tinha falhado a última frente ao SC Olhanense – e no duelo com Oblak “puxou” da sobranceria e correu… mal. O “Panenka” do Colombiano morreu nas mãos do guarda-redes Esloveno que o Benfica emprestou ao Rio Ave.
O episódio provocou “azia” nas bancadas do Dragão, que não deixaram de criticar o momento do melhor marcador da Liga com assobios pontuais; e como ficou pior o estado de Alma Portista aos 38 minutos. Maicon falhou o cálculo de entrada à bola e Braga escapou-lhe nas costas; o trabalho do avançado Português é sublime, com um primeiro chapéu a Helton, uma finta a Maicon e o 0 x 1 para os visitantes
O FC Porto, mais uma vez, ficava em desvantagem na própria casa, e logo «no momento» em que não se pode perder pontos no ombro-a-ombro com o Benfica. Tentou reerguer-se o Bicampeão na “bomba” de Lucho González que Oblak defendeu com estilo (45’) – está um senhor guarda-redes, o Esloveno – e logo depois (45+1) chegava nova grande penalidade para os Dragões, a castigar um corte com o braço de Marcelo.
A cena repetia-se, com Jackson Martínez a aceitar o duelo com Oblak, mas desta vez o remate do Colombiano foi menos artístico e mais forte, apesar de Oblak ainda ter tocado na bola. O empate fazia-se em estilo de redenção, até porque Jackson, antes dos festejos, pediu desculpa à plateia Azul e Branca. Seguiu-se o descanso e a entrada de James Rodríguez para o posto natural, rendendo Izmaylov.
A entrada de El Bandido foi a primeira mexida de Vítor Pereira na procura da vantagem, com Steven Defour a render Lucho aos 67 minutos. Antes, aos 49 minutos, o FC Porto criou perigo numa boa combinação entre Lucho e Jackson; o remate final do Colombiano levava “lume” mas Oblak continuou imune ao “fogo” do Dragão. Do outro lado, Nuno Espírito Santo jogava as suas cartas, com Tope a entrar para o lugar de Braga, marcador Vila-condense no Porto.
Na noite dos penáltis, o Rio Ave também fez queixa, quando aos 57 minutos se registou um choque entre Otamendi e Ukra na área Portista, ainda assim insuficiente no entender de Artur Soares Dias para novo castigo máximo.
Tempo para puxar a fita do jogo até aos 77 minutos, quando Jackson Martínez termina a história da redenção ao «Panenka» falhado. O 22º golo do Cha Cha Cha na Liga – cruzamento de James e bom trabalho na pequena área - deu os três pontos ao FC Porto que, apesar de mais um susto, cede a pressão ao Benfica, que hoje recebe o FC Paços de Ferreira.

Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Otamendi

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Mais do mesmo se faz o favor

 
Estamos no intervalo do FC Porto x Málaga CF e os Dragões estão em vantagem. Contudo esta pequena paragem não servirá para que os Azuis e Brancos descansem um pouco antes de medirem novamente forças com a Equipa Espanhola dado que o Rio Ave FC vai querer também testar este FC Porto dominador.
 
O jogo diz respeito á liga Zon Sagres, Liga esta que é liderada em conjunto por Portistas e Benfiquistas dado que a malta da Luz “não descola” na perseguição ao primeiro lugar da tabela classificativa. Desta vez serão os Azuis e Brancos a jogar primeiro e não há nada como vencer para criar uma pressão ainda maior aos comandados de Jorge Jesus.
 
Contudo não há Bela sem senão… Como é óbvio o Rio Ave vai querer continuar a ser uma das equipas sensação do Campeonato Português e para tal vai querer pontuar no Dragão. A equipa do Espirito Santo (não a do Banco nem da Bíblia, mas sim do Nuno) tem estado a realizar um Campeonato muito interessante apesar de ter no seu Plantel um conjunto de Jogadores pouco mediáticos.
 
Jan Oblak (Guardião emprestado pelo SL Benfica), Nivaldo, Jeferson, Tarantini, Wires, André Vilas Boas, Braga, Ukra (antigo Jogador do FC Porto), Bébé (Jogador emprestado pelo Man. United) e Ahmed Hassan são alguns dos bons Atletas que nuno terá à sua disposição para fazer uma surpresa no Dragão. Apesar de tudo o Jogador que deverá merecer maior atenção da parte de Vítor Pereira é o Egípcio Hassan que tem marcado muitos e importantes golos nas últimas Jornadas.
 
Para tentar vencer mais uma difícil partida, Vítor Pereira está privado de Alex Sandro e Mangala, que cumprem um jogo de suspensão, e de Atsu, que apresenta uma mialgia num músculo adutor da coxa esquerda, para a recepção ao Rio Ave, da 20.ª jornada da Liga. A recuperação plena de Defour permite-lhe, em contrapartida, incluir o Belga entre a lista de 18 opções para o jogo.
 
Às três ausências forçadas, o treinador do FC Porto acrescentou uma quarta alteração, promovendo a inclusão de Kelvin (por troca com Sebá) numa convocatória que regista ainda os regressos de Defour, Quiño e Abdoulaye.
 
Lista de Convocados: Helton, Danilo, Lucho, Maicon, Quiño, Castro, João Moutinho, Jackson, James, Izmaylov, Varela, Liedson, Abdoulaye, Fabiano, Fernando, Kelvin, Otamendi e Defour.
 
Onze provável (4x3x3): Helton, Danilo, Otamendi, Maicon, Abdoulaye, Fernando, João Moutinho, lucho, Izmaylov, Varela e Jackson.
 
O FC Porto x Rio Ave FC joga-se a partir das 20h15 de hoje, no Estádio do Dragão e poderá se acompanhado em directo aqui no Mística.

sábado, 29 de setembro de 2012

Manter-se no comboio

Vítor Pereira disse em conferência de imprensa que apesar de ainda estarmos numa fase muito ”verde” da Liga Zon Sagres é importante evitarem-se os sempre desagradáveis deslizes. Temos então que esta deslocação a Vila do Conde não pode ser olhada como algo de fácil apesar de o Clube local não estar a passar pelo melhor dos momentos.
 
O Rio Ave FC tem um treinador “muito jovem” a comanda-lo e tal tem-se notado naquelas alturas cruciais em que é necessário "sacar um coelho da cartola". Nuno Espírito Santo por norma apresenta sempre uma equipa muito bem preparado, mas quando lhe mexe sai quase sempre asneira da grossa. Que os digam os Vila-condenses quando perderam com o CS Marítimo e SC Braga.
 
Mas isto não quer dizer que os Dragões vão ter pela frente um adversário acessível. Isto porque os Pescadores de Vila do Conde contam nas suas fileiras com Jogadores de qualidade e muito interessantes. À cabeça está o fantástico Guarda-redes Eslovaco Jan Oblak (Jogador emprestado pelo SL Benfica) que traz uma enorme segurança á baliza Vila-condense. Depois temos o azarado Alberto Rodríguez que apesar de ser um Central que não conseguiu brilhar ao seu bom nível no Sporting CP é sem sombra de dúvida o melhor da linha defensiva do Rio Ave FC.
 
Daí para a frente a Equipa de Vila do Conde apresenta um conjunto de Jogadores medianos como Tarantini, Vítor Gomes, Wires e outros que fazem da experiência a sua mais-valia.
 
Um Futebol Clube do Porto concentrado e aplicado seguindo a linha daquilo que tem vindo a fazer até á presente data levará com toda a certeza este Rio Ave de vencida. O importante é não relaxar.
 
Os regressos de Otamendi, Fernando e Lucho às escolhas de Vítor Pereira, em detrimento de Abdoulaye, Iturbe e Kelvin, são as grandes novidades da Lista de Convocados do FC Porto para a deslocação ao Estádio do Rio Ave FC, em Vila do Conde. Rafa, ainda em tratamento, é o único lesionado do plantel.
 
Lista de Convocados: Helton, Fabiano, Danilo, Lucho, Maicon, Castro, João Moutinho, Jackson, James, Kleber, Miguel Lopes, Varela, Mangala, Fernando, Alex Sandro, Atsu, Otamendi e Defour.
 
Onze provável (4x3x3): Helton, Miguel Lopes, Maicon, Otamendi, Alex Sandro, Fernando, João Moutinho, Lucho, James, Varela e Jackson.
 
Os Dragões defrontam hoje os Vila-condenses, pelas 20h30, em partida referente à 5.ª Jornada do Campeonato Nacional, e esta partida poderá ser seguida em directo aqui no Mística.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Nuno continua Dragão

A F.C. Porto – Futebol, SAD e Nuno Espírito Santo chegaram a acordo para a renovação do contrato de trabalho do guarda-redes por mais duas temporadas. O novo vínculo do atleta é válido até 2011.

«Como é facilmente compreensível, estou muito feliz por ter assinado novo contrato com o F.C. Porto, clube onde me sinto muito bem e no qual tenho vivido momentos inesquecíveis», pouco depois de ter concedido uma entrevista de fundo à revista do clube.

«As minhas declarações à próxima edição da Dragões, que sairá brevemente, dizem tudo sobre o estado de espírito que estou a atravessar nesta fase da minha carreira e da minha ligação ao F.C. Porto», desvendou.

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode

sábado, 7 de junho de 2008

Nuno na Selecção

Portugal actuou de acordo com os regulamentos e solicitou à UEFA a substituição do guarda-redes Quim que contraiu uma fractura num punho no treino de ontem, portanto antes do início do Euro’2008, e chamou para o substituir Nuno Espírito Santo, guardião do FC Porto, que viajará amanhã de manhã para a Suíça.

No jogo de hoje, frente à Turquia, estará no banco de suplentes o jovem guarda-redes do Sporting, Rui Patrício.

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode