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sábado, 11 de julho de 2009

José Gomes: «O futebol vive das movimentações de mercado e nós, equipa técnica do FC Porto, percebemos isso.»

Agradado com os primeiros dias de trabalho dos jogadores, José Gomes diz-se de algum modo surpreendido com a forma célere como os novos atletas têm aprendido alguns princípios gerais do modelo de jogo do FC Porto e conta entrar na competição oficial com o máximo de eficiência possível.
O adjunto do treinador Jesualdo Ferreira aproveitou a superflash deste sábado de manhã, realizada no Olival, para fazer um balanço do arranque da época 2009/10, mostrando-se plenamente confiante no plantel e no ataque à conquista do Penta.

«Os jogadores estão a trabalhar muito bem. É natural, por causa das férias, que sintam alguma fadiga, que pode inclusive acumular-se, mas também é para isso que aqui estamos.»
«Atendendo aos conteúdos que vêm sendo abordados, devo dizer que tem sido até de algum modo surpreendente a forma como eles [os novos jogadores] já aprenderam alguns princípios gerais do nosso modelo de jogo.»

«A grande vantagem de trabalharmos num clube organizado é podermos concentrar-nos naquilo que são as nossas funções. Sabemos que há pessoas em todas as áreas, incluindo na de aquisição de jogadores, que cumprirão também as suas tarefas e serão igualmente responsáveis e competentes. A nossa preocupação é trabalhar e melhorar.»

«Estamos tranquilos quanto à questão de eventuais aquisições. Sabemos que as pessoas responsáveis, com quem a equipa técnica, concretamente o professor Jesualdo Ferreira reúne diariamente, farão o que for melhor para o FC Porto.»

«Será uma época diferente, naturalmente, face às ausências de Lucho e Lisandro, mas essa é uma situação que já se verificou igualmente em anos anteriores. O FC Porto é um clube que potencia de forma eficaz os activos que tem, vende-os bem, mas a verdade é que tem conseguido sempre reequilibrar o plantel com muita qualidade e obter sucesso desportivo. Isso deixa-nos completamente descansados a esse nível.»
«O futebol vive das movimentações de mercado e nós, equipa técnica do FC Porto, percebemos isso. Confiamos em todas as pessoas do clube que tomam decisões relacionadas com essa matéria e aguardamos com toda a serenidade o momento de juntarmos aqueles que integrarão definitivamente o plantel.»

«Será feito um ajuste relativamente simples ao trabalho dos internacionais (não tão grande como sucedeu no ano passado, em que o período de dias que separou o início dos trabalhos de uns e de outros foi maior).»

«Estamos concentrados em melhorar os jogadores que temos e potenciar os que já cá estão, para que todos em harmonia consigamos entrar com o máximo de eficiência possível naquela que é a nossa forma de jogar. No final, esperamos, naturalmente, celebrar a conquista do Penta.»

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Maicon: «O FC Porto é o melhor clube de Portugal e uma referência muito grande na Europa.»

Recém-chegado aos Tetracampeões, Maicon elogia o companheirismo do grupo, factor que facilitou a sua integração. O defesa brasileiro promete empenhar-se ao máximo em prol da equipa e espera construir o seu caminho no futebol sem olhar a comparações.

«Fui bem recebido, a adaptação foi muito boa e temos um grupo muito companheiro, o que facilitou a minha chegada. Espero fazer um bom trabalho e ajudar o grupo onde for preciso. Vou trabalhar para isso. Se Deus quiser, vou conseguir essa meta».

«Vou trabalhar, independentemente da saída ou não [de Bruno Alves], vou dar o meu máximo nos treinos e em campo para conquistar o meu espaço».

«O FC Porto é o melhor clube de Portugal e uma referência muito grande na Europa. Estou muito feliz com esta vinda para o FC Porto e espero dar-lhe continuidade».

«Na minha opinião, as comparações não colam. O Pepe fez o caminho dele e cabe-me a mim fazer o meu futuro. Procuro trabalhar e dar o meu máximo dentro de campo. Ainda é cedo para pensar no futuro, tenho muito que trabalhar, muito que suar a camisola do FC Porto».

«Ter um companheiro mais experiente na defesa é melhor, mas a experiência adquire-se jogando. Espero jogar, porque a experiência ganha-se nos jogos».

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Nuno: «O Beto foi um guarda-redes que demonstrou qualidade por onde passou e será bem recebido aqui.»

É um dos jogadores mais experientes do plantel portista e não rejeita o papel de liderança dentro do grupo. Na Superflash que antecedeu o treino da tarde desta sexta-feira, Nuno elogiou o esforço dos novos companheiros para a integração na equipa e sublinhou a qualidade que estes acrescentam à formação azul e branca.
«Ainda é cedo para tecer grandes comentários, mas com certeza que os reforços vêm acrescentar qualidade. É de realçar a vontade de trabalhar que têm demonstrado e a disposição para aprender e adaptarem-se à realidade do novo clube»

«O Beto foi um guarda-redes que demonstrou qualidade por onde passou e será bem recebido aqui. Tem que se adaptar e nós vamos ajudar nisso»
[Sobre a liderança no grupo] «Pelos anos que tenho, poderei ser importante nesse papel. Face à saída do Pedro Emanuel, que era o nosso capitão e tinha uma mensagem forte dentro do balneário, cabe-me a mim e a outros com mais anos de clube, passar essa mensagem e ajudar o grupo, sempre no sentido positivo»

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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Miguel Lopes: «Tenho estatuto para estar aqui e vou trabalhar ao máximo para que o FC Porto seja Penta»

Fascinado com a grandeza do clube, mas confiante nas suas capacidades para se impor na equipa, Miguel Lopes mostra-se disposto a «dar o máximo» para ajudar o FC Porto. Na fase final da recuperação de uma lesão, o jovem português espera uma adaptação rápida aos Dragões e promete contribuir para a conquista do Penta.

«A adaptação tem sido muito boa, os meus colegas têm-me ajudado muito e esta experiência tem sido uma mais valia para mim. Estou certo de que, com a ajuda deles, vou integrar-me bem».

«As minhas expectativas, neste momento, são de recuperar bem da lesão, tentar fazer o meu melhor e ajudar o FC Porto. Quero recuperar bem e depois logo se vê. Tenho estatuto para estar aqui e vou trabalhar ao máximo para que o FC Porto seja Penta».

«Estou a recuperar de uma lesão, mas penso que estamos de igual para igual no grupo e vou trabalhar para conseguir um lugar na equipa. Vou tentar estar no máximo das minhas capacidades, estar de corpo e alma neste clube e dar outra vez o título de campeão ao FC Porto»

«Qualquer jogador que esteja num grande clube é porque o merece e porque tem qualidade. Isso é fundamental aqui e o FC Porto conta apenas com jogadores de qualidade».

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Fernando: «Os jogadores são bem recebidos no FC Porto.»

Ritmo intenso e apuro físico crescente têm marcado o regresso dos Dragões ao trabalho, na preparação para a nova temporada. Fernando reconhece o cansaço natural após o período de férias, mas não hesita em sublinhar a ambição do grupo, que tem a renovação do título como meta desejada.

O médio azul e branco vincou as suas impressões em torno das primeiras sessões de trabalho do FC Porto, na Superflash que antecedeu o treino da tarde do plantel portista, no CTFD PortoGaia.

«O nosso objectivo é sempre vencer e este vai ser mais um ano difícil, mas vamos em busca do Penta. Os jogadores que chegaram são bons e espero que se adaptem o mais rápido possível para ajudarem o grupo».

«Os jogadores são bem recebidos no FC Porto. É sempre difícil chegar ao FC Porto, porque é uma grande equipa, com grandes jogadores, e não é fácil para quem chega adaptar-se. A pressão é muito grande e vamo-nos adaptando aos poucos. Felizmente, na época passada, tive a oportunidade de fazer um bom trabalho».
«A época passada foi muito boa, mas espero que este ano seja ainda melhor. Vou trabalhar para isso».

[Sobre as saídas de Lucho e Lisandro] «São grandes jogadores e vão fazer muita falta, mas estou certo de que o FC Porto vai cobrir as suas ausências com outros grandes jogadores».

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

O Dia a Dia do FC Porto: Farias ausente do Treino

Avança no Olival a preparação da nova época azul e branca. O FC Porto cumpriu, esta quarta-feira, o segundo treino da temporada, assinalado pelas ausências de Farías, Miguel Lopes e Orlando Sá. O argentino apresenta uma bursite traumática no joelho esquerdo e os dois portugueses continuam a recuperar das respectivas intervenções cirúrgicas.
Farías fez trabalho de ginásio e tratamento; Miguel Lopes fez treino condicionado; e Orlando Sá fez trabalho de ginásio.

Finalizada a manhã de trabalho, os jogadores concluem durante a tarde os exames médicos, voltando a reunir-se amanhã para uma dupla sessão de treino.
O primeiro ensaio, a decorrer à porta fechada, está marcado para as 10h00, enquanto o segundo, inteiramente aberto à comunicação social, principia às 17h.
Antes disso, pelas 16h45, realiza-se a superflash nº 2 da época 2009/10.

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode

Tomás Costa: Para estar no plantel e ganhar um lugar na equipa é preciso trabalhar sempre forte.»

Confiante e entusiasmado para aquela que poderá ser a época mais importante da sua carreira, Tomás Costa espera afirmar-se em definitivo no plantel azul e branco e promete defender a camisola do clube ao máximo. Quanto a ambições, não hesita: «O FC Porto é o Campeão e o rival a vencer. Depende de nós revalidar o título».

As primeiras declarações do médio argentino na nova época foram proferidas esta quarta-feira de manhã, em superflash realizada no CTFD PortoGaia, no Olival.

«Estou contente pelo Lisandro, mas fico triste por vê-lo sair. Era um jogador importante para o FC Porto e é um grande amigo.»
«Para estar no plantel e ganhar um lugar na equipa é preciso trabalhar sempre forte. Este ano vai ser fundamental para mim – quem sabe até mesmo o mais importante da minha carreira – e penso que tenho de trabalhar o dobro. O período de adaptação já passou. Somei muitos jogos, sinto-me mais cómodo e tenho de me afirmar em definitivo e retribuir a confiança que o FC Porto depositou em mim.»

«Tenho uma boa opinião sobre os novos jogadores. O que conheço melhor é o Belluschi – é argentino e já participou inclusive num derby da minha cidade [Rosário] – e parece-me um grande jogador. Creio que o FC Porto se está a armar bem. Mantendo a base que o técnico pretende, estou certo de que vai ser uma boa temporada.»

«O Lisandro e o Lucho são jogadores importantes para qualquer equipa do Mundo e será, naturalmente, difícil substituí-los. Cabe aos que cá estão trabalhar duro e garantir qualidade ao plantel.»

«O FC Porto é o Campeão e o rival a vencer. Depende de nós revalidar o título. Representamos um grande de Portugal e sabemos que temos de defender a camisola do clube ao máximo.»

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Varela: «Penso que posso acrescentar velocidade ao FC Porto.»

Ainda a dar os primeiros passos de Dragão, Silvestre Varela revela que veio para o FC Porto com uma mentalidade forte e tem como meta ajudar o clube a cumprir os seus objectivos. Está seguro do seu valor e acredita que vai chegar exactamente onde pretende.
O avançado falou à comunicação social esta quarta-feira de manhã, numa superflash conjunta com Tomás Costa, realizada no relvado do CTFD PortoGaia, no Olival.

«Vim para o FC Porto com uma mentalidade forte. Quero mostrar o meu valor e ajudar o clube a cumprir os seus objectivos.»
«Os primeiros dias têm sido muito bons. Eu e os outros novos jogadores fomos muito bem recebidos e estou bastante satisfeito.»

«Tenho de olhar para a frente e continuar a trabalhar. Sei que tenho valor e acredito que vou chegar onde quero.»
«Com Lisandro ou sem Lisandro, teria de trabalhar na mesma e é isso que pretendo fazer, até porque o FC Porto tem outros jogadores de valor.»

«Penso que posso acrescentar velocidade ao FC Porto.»
«A conversa com o mister [referindo-se a um momento do treino de ontem, terça-feira] foi normal. Estava apenas a corrigir-me algumas situações. Só tenho de ouvir e procurar cumprir.»

«Sou um jogador ambicioso e quero andar para a frente, mas é ao treinador que caberá decidir se vou jogar ou não com regularidade.»
«É um clube muito organizado [referindo-se ao que mais o impressionou no FC Porto] e isso nota-se face aos títulos que tem ganho.»

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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Carlos Queiroz: «A equipa está forte e com muito entusiasmo»

Após o primeiro treino em que pôde contar com todos os jogadores convocados, o treinador lusa garantiu que Portugal irá realizar uma exibição de “grande qualidade” frente à Albânia.
Carlos Queiroz fez passar uma imagem de grande confiança nos seus jogadores, colocando mesmo o seu adversário sob aviso face forma como Portugal se irá apresentar.
“A equipa está forte e com muito entusiasmo. Aos portugueses digo para porem os olhos nos nossos jogadores na hora de começar o jogo porque vão sentir da parte deles uma grande vontade de não os desiludir”, declarou Queiroz.

O seleccionador prometeu também que a selecção nacional irá procurar o resultado ao longo dos 90 minutos, confiando na “honestidade e atitude” da sua equipa.

"Não há cá paciência. Não temos tempo a perder. Cada recuperação pode fazer o resultado. Nestes 90 minutos, cada uma das coisas em cada momento vai fazer a diferença, com o pensamento de estarmos no Mundial", sublinhou.

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Jesualdo Ferreira: «Estou certo de que os jogadores do Paços vão entrar em campo com grande motivação.»

Atenções voltadas para a final da Taça de Portugal, com «quilometragem a zero» e motivação em alta. Jesualdo Ferreira reforça que a única preocupação que tem em mãos é o duelo com o Paços de Ferreira, num momento único da temporada em que «todos querem estar». Para o jogo de domingo, o técnico portista deixa um desejo: «que seja um bom espectáculo».

Sem favoritos
«Uma final da Taça é sempre um jogo único, em que poucos podem estar presentes. É o último jogo da época, numa competição paralela, que permite que as equipas normalmente encaradas como menos fortes ganhem títulos. É uma competição com um contexto diferente de uma prova de campeonato e em que sabemos não haver favoritos. O nosso favoritismo é conferido pelo percurso histórico, mas temos de provar as nossas hipóteses dentro de campo. Este é um jogo que todos querem ganhar e onde todos querem estar. É um jogo em que o Paços vai procurar entrar para a história e em que o F.C. Porto vai procurar juntar mais um título à sua história».

Paços na final com mérito
«Recordo que o Paços começou a época na segunda liga, mas fez um bom campeonato e soube resistir a alguns maus resultados na fase inicial da temporada. Fez um trajecto na Taça muito bom e está nesta final com todo o mérito. Espero que seja um bom jogo e um bom espectáculo e, independentemente da legitimidade do Paços em querer ganhar, espero que o F.C. Porto vença».
Concentração máxima«Estou certo de que os jogadores do Paços vão entrar em campo com grande motivação. É uma boa equipa, com um bom treinador, que vai certamente exigir do F.C. Porto concentração máxima. É um jogo de cariz diferente, de expectativas diferentes, mas não duvidem de que os meus jogadores estão motivados».

Preocupação única
«Temos um jogo para jogar e uma final para disputar. Essa é a única preocupação que tenho por agora. O futuro no futebol é sempre curto, aquilo que se projecta é sempre uma estratégia de curto prazo. Trabalhámos juntos há três anos e conquistámos três títulos de campeão, era o que faltava estarmos incómodos nesta fase. A minha única preocupação é o jogo da final».
Lamento por Lucho«Tenho pena que o Lucho não esteja presente neste jogo. É o único jogador que está indisponível».

Condições para o espectáculo
«A única questão que se coloca em torno do Estádio Nacional é saber se tem ou não condições para receber um jogo destes. Lamento que não seja um espaço configurado para receber em condições de segurança e conforto os eventos de qualquer modalidade. Vou ter muito gosto em estar lá, e a minha única questão é a de saber porque é que uma estrutura fantástica como aquela não tem condições para que possa ser um ícone do país».

Quilometragem a zero
«Não gostei de não ter ganho nenhuma final pelo F.C. Porto e todos sabem que convivo mal com empates, quanto mais com derrotas. Os nossos créditos que resultaram do título não contam para este encontro. Neste momento estamos de novo com zero quilómetros e temos de mostrar novamente o nosso valor».

Palavra para Paulo Costa
«Quero deixar uma palavra para Paulo Costa. Parece-me que o facto de estar na final é um bom prémio de carreira e ele merece-o. Espero que também seja feliz nesta final».

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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Rodríguez: «Sinto-me em casa»

Assinou pelo F.C. Porto em cinco minutos com o objectivo de ganhar títulos e não se enganou. Ao fim de apenas uma temporada, já é Campeão Nacional e tem agora pela frente a possibilidade de vencer a Taça de Portugal. Rodríguez sente que seria importante para o grupo terminar a época com a conquista de mais um troféu e promete, por isso, plena concentração para o jogo contra o Paços de Ferreira.

O nº 10 azul e branco revelou as suas expectativas para o encontro de domingo (que tem lugar no Estádio do Jamor, às 17h00) na superflash realizada esta quinta-feira, no relvado do CTFD PortoGaia, no Olival, aproveitando ainda a ocasião para se afirmar muito contente no F.C. Porto: «Sinto-me em casa».

«Sem dúvida que ganhar a Taça de Portugal é outro grande objectivo da temporada. Seria importante para o grupo terminar a época com mais um troféu e uma boa forma de seguirmos para férias.»

«Não creio que haja favoritos. As equipas estão muito equilibradas. Vai ser, seguramente, um jogo competitivo e o F.C. Porto terá de dar o máximo para conseguir a vitória.»

«Todos os rivais merecem o nosso respeito. Não foi à toa que o Paços de Ferreira se qualificou para a final. Há que lhe reconhecer mérito. Acredito que o jogo vai ser repartido.»

«A festa do campeonato já passou. Esta semana temos trabalhado muito e está tudo a correr bem.»

«Estou muito contente no F.C. Porto. No início foi um pouco duro, mas fomos melhorando e, felizmente, conseguimos cumprir o objectivo de ser Campeões.»

«Sinto-me em casa. Tenho vários anos de contrato com o F.C. Porto e espero ganhar muitos títulos aqui.»

«Ter assinado pelo F.C. Porto foi algo muito importante na minha vida. Não sei se terá sido a melhor coisa que fiz, pois também já vivi momentos bonitos noutros clubes de outros países, mas o importante é que estou cá, tenho dado o máximo pelo clube e há muito respeito. Agora há uma Taça de Portugal para conquistar.»

«Já conhecemos bem o Paços de Ferreira. É um rival duro, que marca muito bem e pressiona bastante. Vai ser, certamente, uma partida única, pois trata-se de uma final.»

«Claro que é importante ter o Hulk à disposição da equipa. Todos conhecemos as suas qualidades e poderá ser, claramente, uma mais-valia.»

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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Jesualdo Ferreira: «Não falo de jogadores de outras equipas.»

À espera de um jogo aberto, entre duas equipas com atitudes positivas, Jesualdo Ferreira pretende voltar a festejar com os adeptos portistas a conquista do Tetracampeonato, no derradeiro encontro da presente edição da Liga. O técnico azul e branco garante um grupo motivado e desejoso de terminar a época em alta, quer no campeonato, quer também na final da Taça de Portugal.

Taça fica para depois
«A gestão da equipa que vou fazer não tem a ver com a final da Taça, mas antes com o jogo frente ao Sporting de Braga. Vai jogar a equipa que eu achar que é a melhor para este encontro. Depois deste jogo, ainda teremos uma semana para trabalhar e pensar na Taça de Portugal. A estrutura e os processos da equipa vão continuar os mesmos. Este jogo e o da final são encontros distintos, com uma orientação comum, que é ganhar».

Celebrar com os adeptos
«Sei que o estádio vai estar quase cheio e pretendemos continuar a festa do Tetra pela cidade. A nossa intenção é de voltarmos a fazer os festejos com os nossos adeptos e os portuenses no coração da cidade. Só depois vamos pensar na final da Taça».

Bom jogo em perspectiva
«Com o F.C. Porto campeão e o Sp. Braga a querer o quarto lugar da liga, sabemos que o encontro entre as duas equipas abre boas expectativas para um bom jogo. O Braga é uma equipa positiva, que seguramente vem ao Dragão jogar para ganhar, da mesma forma que o F.C. Porto faz sempre. Perante este quadro de motivações, espero um bom jogo no domingo. Queremos terminar o campeonato com uma vitória que pretendemos oferecer a todos os adeptos».

Motivação em alta
«Nesta segunda volta, empatamos duas vezes em que não fomos eficazes e, de há uns meses a esta parte, temos sido eficazes e pretendemos continuar dessa forma. Tudo vamos fazer para jogarmos um futebol atractivo, que puxe pelo público. Os jogadores estão muito motivados e desejosos de que a época acabe, mas que acabe com vitórias».

Futuro a seu tempo
«Não falo de jogadores de outras equipas. Enquanto não forem jogadores do F.C. Porto não falo. Ainda não acabou o campeonato e ainda há a Taça para disputar. Nós não criámos nenhum tabu, quem gerou essa questão foi a imprensa. As questões em torno do futuro são, para mim, importantes, mas não podem ocupar espaço nem tempo no meu trabalho diário».

Melhor preparados para a final
«As condições vividas na época passada foram diferentes das actuais. O facto de termos sido campeões a seis jornadas do fim, com mês e meio de distância até à final da Taça, tornou difícil para nós a manutenção dos níveis de concentração e motivação. Tivemos um momento difícil frente ao Nacional e quando chegámos à final, o Sporting estava com muito mais ritmo do que nós. Este ano a situação é diferente, os jogadores são outros, as equipas são diferentes e a rotina de trabalho está mais próxima dos momentos decisivos. Preparamos duas semanas muito intensas e os jogadores querem acabar bem a época. Estou certo de que o rendimento do F.C. Porto na final da Taça vai ser muito melhor do que o do ano passado».

Permanente densidade de jogos
«A densidade de jogos desde o início da segunda fase da época, que eu entendo ser desde Janeiro, foi constante e obrigou-nos a garantir permanentemente ritmo e capacidade de resposta aos diferentes desafios com que nos deparámos. Olhando a tudo isso e ao trabalho que fizemos, temos necessariamente pena que a época acabe agora, sobretudo porque as coisas estão bem. Estamos a trabalhar desde 7 de Julho e os jogadores tiveram apenas seis dias de férias no Natal. Dentro deste quadro, o que fizemos nesta segunda fase da época, e domingo podemos conseguir o 13º jogo consecutivo sem perder para a liga, é digno de nota».

Alvalade e Braga determinantes na corrida pelo título
«Considero que os momentos decisivos deste título foram os jogos de Alvalade e de Braga. Em Alvalade, conseguimos manter a liderança, depois de um arranque menos bom e da derrota com o Arsenal. Em Braga, ganhando à 15ª jornada, assumir a liderança da liga foi determinante para garantirmos dentro da equipa e da estrutura do clube a estabilidade para solidificar processos e comprometer os jogadores com os nossos desígnios. Considero que o Fernando e o Hulk foram as maiores revelações desta temporada e que o Bruno Alves foi o jogador mais sólido do campeonato, capaz de resistir aos 52 jogos que fizemos ao longo da época. Acima de tudo, a equipa foi capaz de se alargar, de conquistar cada vez mais jogadores para o seu núcleo forte. Demonstrámos capacidade para resistir às críticas e o nosso desempenho na Champions League foi um atestado da capacidade da equipa. Na minha opinião, ao contrário do que normalmente se afirma, a equipa que se reconstruiu para esta época foi o F.C. Porto e deu-me um gozo muito grande ter ganho o campeonato nestas circunstâncias».

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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Jesualdo Ferreira: «Não confirmo nada e as questões levantadas nas notícias, pelos jornais, não me preocupam.»

Recusando desviar atenções dos três jogos que restam até ao final da temporada, Jesualdo Ferreira promete fazer a gestão da equipa de modo a apresentar o melhor onze em cada encontro. O treinador portista espera dificuldades no próximo desafio, a deslocação à Trofa, mas assegura a ambição dos Dragões, que pretendem terminar o campeonato em alta.

Gestão da equipa
«Não é nossa filosofia alterarmos a equipa apenas para dar minutos aos jogadores. Em relação à última equipa que apresentámos, pelos menos três jogadores não poderão alinhar na Trofa. Temos essas alterações forçadas para fazer, mas a nossa gestão da equipa será feita em função dos jogadores e em função do jogo que temos pela frente. Estou certo de que o F.C. Porto vai apresentar a melhor equipa neste encontro».

Seriedade mantém-se
«Este é um jogo importante para nós, porque queremos terminar bem o campeonato, porque temos dez vitórias consecutivas fora de casa e queremos conquistar a 11ª, e porque não vamos agora deixar de fazer o que costumamos fazer. Vamos continuar a ser sérios. O clima de euforia e festa que vivemos era inevitável e mau era se não estivéssemos felizes com aquilo que conseguimos».

Adversário complicado
«Este encontro, mais os dois que faltam até ao fim da época, encerrarão um ciclo de 52 jogos e de muita intensidade competitiva. Vamos defrontar uma equipa com objectivos definidos, que já roubou pontos aos três grandes, e que nos vai colocar muitas dificuldades. Ainda assim, como venho dizendo há algum tempo, quanto mais dificuldades colocam no nosso caminho, melhor nós nos apresentamos».

Tulipa treinador com futuro
«Quando jogou contra nós no Dragão, o Tulipa referiu que o F.C. Porto jogava na Champions da mesma forma que o Trofense jogou no Dragão. O que o treinador do Trofense disse certamente não correspondeu à sua intenção e eu sei que quando estamos debaixo de pressão dizemos coisas que escapam à nossa intenção. O Tulipa é um treinador jovem, com claras capacidades para ser um grande treinador no futuro e o que disse na altura não afectou em nada a nossa relação. Amanhã lá estarei para o cumprimentar antes do jogo e para lhe desejar sorte, mas não para este jogo. Queria apenas fazer este reparo para que não haja nenhum mal-entendido em torno desta situação. Vai ser um encontro muito difícil para o Trofense, como também será para o F.C. Porto».

Notícias não desviam atenções
«As abordagens são naturais quando se ganha. Não confirmo nada e as questões levantadas nas notícias, pelos jornais, não me preocupam. Até ao final da época, nada nos desviará das nossas intenções e das nossas ambições. A manifestação dos jogadores na sala de imprensa do Dragão foi a continuação do que aconteceu no Estádio. Foi uma festa bonita. A equipa do F.C. Porto é aquilo que puderam ver desde o início da temporada. Sabemos quando temos de ser sérios e quando podemos relaxar e saborear os resultados do nosso trabalho. Foi uma manifestação natural e profunda dos jogadores, que recebi com muito agrado. No entanto, ainda faltam três jogos para o final da época, temos três jogos para ganhar e mais um título que queremos conquistar. Até lá, nada desvia as nossas atenções».

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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Rabiola: «A festa de domingo foi fantástica.»

Com apenas 19 anos, Rabiola já sabe o que é ser Campeão. A sensação – recorda, reportando-se à festa de domingo – é «fantástica» e o prémio mais do que merecido. Mas há mais para conquistar e o jovem avançado mantém as ambições bem elevadas.

O nº 29 azul e branco falou à comunicação social esta quinta-feira de manhã, no relvado do CTFD PortoGaia, no Olival, no âmbito da superflash de antevisão do jogo frente ao Trofense (29ª ronda da Liga), que se realiza no próximo sábado, às 19h45, no Estádio do Trofense.

«Espero jogar mais alguns minutos até ao final da época, mas a decisão é do mister.»

«Esperava jogar o que joguei. Vim de uma lesão, não me encontrava a cem por cento e só na parte final é que me comecei a sentir melhor. Agora posso dizer que estou preparado para jogar mais minutos.»

«Vamos ver se ainda vou a tempo de marcar um golo.»

«Não houve a possibilidade de sair em Janeiro. A comunicação social é que falou nisso. Eu não soube de nada.»

«Sempre quis ficar no F.C. Porto. O meu objectivo era ser Campeão.»

«Trabalhamos todos os dias para ganhar e não é pelo facto de o Trofense precisar de pontos que vamos facilitar.»

«Não tenho preferência. Seja contra o Trofense ou o Sp. Braga, o que quero é jogar.»

«É verdade que a lesão acabou por atrapalhar de alguma forma os planos para esta época, pois a recuperação foi longa e depois disso ainda tive de adquirir ritmo de jogo. No entanto, isso foi conseguido na Liga Intercalar e agora sinto-me melhor preparado.»

«A próxima temporada será claramente diferente. Já não estou lesionado e parto em igualdade de circunstâncias com os meus companheiros.»

«Espero ganhar ainda mais títulos esta época, nomeadamente a Finalíssima da Liga Intercalar (sendo que já vencemos a Final a Norte) e a Taça de Portugal.»
«A festa de domingo foi fantástica. Tratou-se do coroar de um ano de trabalho e todos merecemos ser Campeões Nacionais.»

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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Jesualdo Ferreira: «A recuperação do Hulk é um sinal da competência do F.C. Porto e da competência do próprio jogador.»

Ansiedade controlada, concentração absoluta e determinação para alcançar o triunfo. São estes os argumentos que Jesualdo Ferreira apresenta na preparação do jogo frente ao Nacional, domingo, às 20h15, no Estádio do Dragão. O treinador portista pretende dos seus jogadores uma abordagem séria ao encontro com a equipa madeirense e espera contar com o apoio incondicional dos adeptos azuis e brancos.

Ambiente normal
«O nosso sentimento é de desejo que o jogo, este e os outros que restam até ao fim da época, chegue depressa. Um sentimento de grande confiança, de vontade de estar num estádio esgotado e sentir os adeptos connosco, com a intenção de atingir os objectivos que definimos desde o início. A situação da equipa é normal, mas é natural que nestes jogos, que antecedem a conquista de títulos, os jogadores sintam mais ansiedade. Mas é um sentimento igual a muitos outros».

Adversário forte
«Vamos jogar contra uma grande equipa, que luta por um lugar europeu e que tem objectivos bem definidos. De resto, todos os adversários que vamos defrontar até ao final da época têm objectivos bem definidos. O Nacional está a fazer um campeonato excelente, é um adversário tradicionalmente difícil, mas é também um adversário que nos interessa para chegarmos aos nossos objectivos. Quanto mais difícil é o quadro que enfrentamos, melhor é a nossa atitude e a forma de ambicionarmos mais do que o quanto baste. O F.C. Porto sabe o que tem de fazer no domingo e o Nacional obriga-nos a estar atentos, concentrados e com as capacidades em alta».

Quadro motivacional alargado
«No F.C. Porto, neste momento, não existem apenas questões relacionadas com as metas do treinador. Há cinco jogadores da equipa em vias de se tornarem tetracampeões, feito que os coloca num núcleo pequeno de atletas que já o conseguiram. Há outros jogadores que podem ser tricampeões, ganhar pela segunda vez ou estrearem-se enquanto campeões, pelo que temos um quadro de motivação muito grande, que ultrapassa de longe a questão centrada no treinador. Temos também ainda muitos objectivos que perseguimos: temos mais três jogos para ganhar, vimos de uma série de dez vitórias consecutivas fora de casa e temos mais um jogo para ganhar nesse sentido, somos a equipa com menos golos sofridos e queremos manter-nos nessa condição e ainda temos a Taça de Portugal para ganhar. Neste contexto, não me parece correcto estar a falar apenas do treinador quando há muito mais motivações nos processos da equipa».

Sem razões para mudar
«Esta semana fiz o mesmo que tenho feito em outras e vou continuar a fazê-lo até ao final da época. Se essa postura tem corrido bem até aqui, porquê alterá-la?»

Outros objectivos
«Os campeonatos no F.C. Porto sabem sempre a pouco, porque esse sabor termina logo depois da conquista, já que há quase de imediato outros títulos para ganhar. Terminado o campeonato, temos a Taça para disputar, seguem-se as férias e depois começa um novo ciclo para a equipa. A missão de um treinador é ganhar e de um treinador do F.C. Porto é ganhar sempre».

Competência de Hulk
«A recuperação do Hulk é um sinal da competência do F.C. Porto e da competência do próprio jogador. Todos os atletas são diferentes e trabalham de forma distinta, mas a recuperação do Hulk é um indício da sua própria competência. Quando entender que ele está em condições de jogar, estará na equipa. Logo se vê se vai ser na final da Taça ou não».

Empenho colectivo
«Falei com os capitães de equipa num quadro de liderança para que todos estejam comprometidos com o trabalho do grupo. Temos 24 jogadores e outras tantas individualidades na equipa e é importante podermos conversar para saber das necessidades do grupo e direccionarmos as nossas atenções. Ninguém ganha nada sem o comprometimento de todos. O grupo é forte quando entende quais os objectivos que persegue. Todos temos personalidades diferentes e a forma de, colectivamente, ganharmos domingo a domingo é com todos comprometidos com o trabalho. Sabemos que temos de jogar bem e ser fortes para ultrapassarmos o adversário e, quando entrarmos em campo no domingo, será esse o nosso objectivo».

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Mariano: «Estamos prontos para o início da partida.»

Sem entrar em grandes euforias e muito menos concentrado na possibilidade de ser Campeão ainda antes de o F.C. Porto entrar em campo, Mariano prefere focar todas as atenções no jogo contra o Nacional, a realizar-se no domingo, às 20h15, no Estádio do Dragão, que espera encontrar naturalmente cheio.

Na superflash de antevisão do desafio da 28ª e antepenúltima jornada da Liga, decorrida esta quinta-feira de manhã, no relvado do CTFD PortoGaia, no Olival, o nº 11 azul e branco alertou para a importância de os Dragões entrarem «fortes» na partida frente à equipa madeirense e procurarem «ganhar desde o primeiro minuto».

«Estamos prontos para o início da partida. É importantíssimo que entremos fortes e a procurar ganhar desde o primeiro minuto. É nesse objectivo que temos de nos concentrar e não na possibilidade de festejar.»

«A ansiedade que o grupo vive é normal. Temos um objectivo importante, que é sermos Tetracampeões, mas sabemos que é preciso manter a tranquilidade e continuar a trabalhar da mesma forma todos os dias, pois só assim conseguiremos atingi-lo.»

«Se nos sagrarmos Campeões no hotel ficaremos naturalmente mais tranquilos, mas não é esse o nosso pensamento. Estamos focalizados em fazer o nosso trabalho e ganhar o nosso jogo. A linha de orientação que seguimos ao longo de todo o campeonato mantém-se: não queremos depender dos outros.»

«A celebração de um título é um momento inesquecível, não só para os elementos do clube, mas também para os adeptos que nos acompanham. No ano anterior, tivemos a felicidade de festejar e espero que isso se repita.»

«Foi uma época mais dura. No ano passado, na altura do Natal, já tínhamos uma larga vantagem pontual sobre os adversários e nesta não fomos tão regulares no início. O grupo necessitou de mais algum tempo de adaptação, mas o que é importante é que conseguiu superar as dificuldades. Neste clube há condições para trabalhar com tranquilidade e isso ajudou-nos a solidificar a consistência do nosso jogo e a alcançar melhores resultados.»

«Esperamos sempre o Estádio do Dragão cheio. Sabemos que os nossos adeptos nos acompanham em todos os jogos, independentemente do local onde se realizam, e tenho a certeza de que vamos sentir esse mesmo apoio na partida de domingo. Trata-se de um momento importante para os jogadores e o clube e contamos com eles.»

«Não é a mim que compete definir a questão do treinador. Jesualdo Ferreira tem feito um bom trabalho e, no meu caso em particular, posso dizer que me ajudou muito, mas é o clube e ele próprio que têm de decidir se continua ou não.»

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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Jesualdo Ferreira: «O F.C. Porto define todas as coisas com tempo e antecedência.»

A deslocação complicada a um terreno tradicionalmente difícil que os Dragões enfrentam no jogo da 27ª jornada da Liga tem, de acordo com Jesualdo Ferreira, de ser resolvida com concentração e intensidade. O técnico portista ambiciona a vitória no encontro de domingo, que significará mais um passo no caminho para a renovação do título.

Preparar jogo difícil
«A equipa está a readaptar-se a uma vida nova, a uma semana de trabalho mais longa e a treinos mais dirigidos para determinadas situações de jogo. Quem tiver o cuidado de analisar o nosso trajecto desde Janeiro perceberá a intensidade do esforço a que os jogadores foram sujeitos em função da distribuição dos jogos que tivemos. Há um conjunto de factores que influenciaram e que influenciam a nossa vida a partir desta semana, mas que são situações normais no futebol. Queremos recuperar rapidamente os jogadores com problemas físicos e procurámos preparar bem o jogo com o Marítimo, que é um adversário difícil e uma equipa bem diferente daquela que enfrentámos na primeira volta».

Adversário forte, reduto complicado
«O Marítimo é uma equipa que pratica um futebol positivo, um adversário difícil que joga num terreno tradicionalmente complicado. A alteração do quadro do adversário desde a última vez que o defrontámos, obriga-nos a entender melhor essa equipa, sem nunca alterar a identidade do F.C. Porto».

Responsabilidade de triunfar
«A única coisa que queremos é demonstrar capacidade para discutir o jogo e fazer um resultado positivo. O F.C. Porto tem responsabilidade de ganhar o campeonato, tem quatro pontos de avanço e estão doze para discutir. Atribuírem-nos o favoritismo não nos desmobiliza nem altera a nossa abordagem à partida. Este é um jogo muito importante para nós».

Fase decisiva
«A quatro jornadas do fim, as posições têm de começar a ficar clarificadas. Da nossa parte, sabemos que temos dois jogos fora difíceis e dois em casa muito difíceis. Ao contrário dos nossos adversários directos, vamos defrontar equipas com objectivos definidos e é nesse sentido que estamos a preparar-nos. Temos quatro jogos para ganhar e vamos fazer tudo para o conseguir».

Outros objectivos para além da renovação
«Eu e o F.C. Porto temos objectivos próximos mais importantes que esse tipo de discussão [a renovação]. Quando se está concentrado é difícil que outras coisas ocupem o nosso espírito. O Fucile deu a sua opinião, que não vincula nada, nem mais ninguém».

Pré-temporada preparada atempadamente
«O F.C. Porto define todas as coisas com tempo e antecedência. Conheço o local onde vai decorrer a pré-época, já lá passei férias e é um sítio muito giro».

Vantagem boa, sem garantias
«A vitória neste jogo é o caminho mais seguro porque depois faltarão três jornadas para sermos campeões. A única coisa que nos pode preocupar neste momento é o facto de sabermos que podemos ser campeões se ganharmos os jogos que temos pela frente. Temos uma vantagem boa, que não garante nada. Queremos ganhar os jogos todos até ao fim do campeonato».

Capacidade colectiva
«Já perdemos jogos com o Lucho e com o Hulk. O mais importante é a capacidade que a equipa tem de resolver os problemas colectivamente. Quem não tiver uma base colectiva forte, ganhará jogos mas não ganhará títulos. Os nossos objectivos curtos são as questões em torno deste jogo, os mais longínquos são excelentes: sermos campeões. Sou eu que tenho a responsabilidade daquilo que produzirmos ou não produzirmos e estou seguro de que vamos conseguir produzir resultados».

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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Fucile: «Acho que Jesualdo Ferreira é um grande treinador.»

A conclusão do campeonato está próxima e Fucile sabe que os quatro jogos que faltam disputar são determinantes. O mais importante, para já, é o que vai opor os Dragões ao Marítimo e o lateral só pensa em triunfar: «Vamos encará-lo como uma final e tentar naturalmente ganhar».

As considerações do internacional uruguaio foram vincadas esta quinta-feira de manhã, no relvado do CTFD PortoGaia, no Olival, no decurso da superflash de antevisão do encontro frente à equipa insular, marcado para as 20h15 de domingo, no Estádio dos Barreiros, na Madeira.

«Ainda faltam quatro jogos para a conclusão do campeonato e nada está decidido. Vamos encarar a visita ao Marítimo como uma final e tentar naturalmente ganhar.»

«O jogo de domingo é realmente muito importante e pode traduzir um grande passo rumo ao título. A expectativa é enorme. Temos trabalhado duro e esperamos trazer um bom resultado da Madeira.»

«O Hulk e o Lucho são dois jogadores determinantes. Actuaram em quase todas as partidas da época e revelaram-se decisivos. No entanto, está provado que nesta equipa todos são importantes. É por isso mesmo que seguimos na frente do campeonato e nos encontramos entre as oito melhores equipas da Europa.»

«Acho que Jesualdo Ferreira é um grande treinador. Gostaria que ficasse, mas não se trata de uma decisão nossa.»

«Faço parte de um grupo e fico obviamente contente quando os meus companheiros jogam bem [referindo-se ao momento de forma de Sapunaru]. Se continuarmos a vencer, vamos somar mais um título e isso é muito importante para mim. Não interessa quem joga. O fundamental é ganhar e obter glória e prestígio.»

«Sim, é verdade que as lesões foram complicadas, mas isso faz parte do futebol.»

«Estou sempre pronto e preparado para voltar, seja contra quem for e onde for.»

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sábado, 25 de abril de 2009

Jesualdo Ferreira: «Gostaria que não me levassem a equipa toda antes de acabar o campeonato e a Taça de Portugal.»

Com respeito pelo adversário, mas confiante numa atitude séria e ganhadora por parte da sua equipa, Jesualdo Ferreira entende que não é altura de os Dragões se acomodarem nem há adversários ideais para o fazer. Seriedade e ambição são as notas dominantes da receita do técnico portista para o jogo de domingo, às 19h15, frente ao V. Setúbal.

Jogo difícil
«Não há adversários ideais, o que há é adversários com capacidades distintas. O F.C. Porto quer ganhar este jogo e encaramo-lo como o mais difícil no nosso horizonte, sobretudo por ser o próximo. O V. Setúbal merece o nosso respeito, pelo seu historial no futebol português, pela cultura futebolística daquela região, onde nascem grandes talentos da modalidade e que só o actual contexto coloca em dificuldades. Respeitamos o clube, a equipa e os seus profissionais».

Discurso ganhador
«A nossa vontade é a de fazer um jogo sério, de acordo com os nosso objectivos e ganhar o encontro. Este é um jogo tão importante quanto outros por que já passámos e que foram talvez mais mediáticos. Não podemos mudar o nosso discurso quando as ideias que defendemos são as mesmas. Não faz sentido acomodarmo-nos».

Proteger o jogo e os jogadores
«Repito o que já havia dito: nós ficamos tristes quando os jogadores se lesionam ou são lesionados. A nossa política é a de protegermos os jogadores e dar-lhes condições para que recuperem bem. Será sempre a equipa a ultrapassar as dificuldades que vamos tendo, nunca o faremos apenas em termos individuais. Não é esse o nosso processo. Temos de enfrentar estas situações de acordo com as nossas intenções e convicções, com os processos que a equipa desenhou ao longo destes meses. Vamos continuar a ser uma equipa séria, honesta, competitiva e com vontade de ganhar jogos».

Perder não é agradável
«Passámos a eliminatória na Amadora, que era o nosso objectivo, mas perdemos e não gostamos de o fazer. O jogo não foi aquilo que queríamos, mas também considero que podíamos ter empatado ou até ganho na Amadora. O resultado não serve de aviso, serve apenas de passagem entre duas competições, em que surgiram problemas que teremos de resolver. O F.C. Porto perdeu e não gostamos que isso aconteça».

Promover o jogo
«Não vou comentar as declarações de outros treinadores. O F.C. Porto fez uma declaração e teve a presença de um jogador que mostrou o sentimento do grupo. O nosso posicionamento é muito simples: defendemos que se deve proteger e promover o jogo, obedecendo a um conjunto de princípios básicos, que se reflectem até no próprio futebol português. Entendemos que a nossa equipa deve ser séria, respeitar os árbitros, os adeptos e os adversários, respeitar o próprio jogo. Não se trata de beneficiar ninguém, apenas de proteger o jogo para que os jogadores em campo possam ser competentes e exprimir-se de forma a que o jogo seja mais atractivo».

Grupo preparado para ganhar
«Gostaria que não me levassem a equipa toda antes de acabar o campeonato e a Taça de Portugal. Há uma grande diferença entre aquilo que é a vida dos clubes e o que é a vida dos jornais. O grupo tem de estar concentrado no seu trabalho e preparado para ganhar. Os jornais têm de fazer notícias para vender. São duas vidas diferentes, a de uma equipa e a dos jornais».

25 de Abril impulsionou evolução
«Procurei sempre através do meu trabalho e das minhas convicções seguir em frente, sempre lutei muito. A mudança de regime tem a ver com o que é a vida das pessoas e dos países. A partir do momento em que as coisas se abriram para as pessoas pensarem, os mais capazes foram os que evoluíram, as pessoas ganharam outros mecanismos, e só a incultura não nos deixou avançar mais. Neste processo aconteceram alterações em todas as áreas da vida, incluindo no futebol. Eu conheço as diferenças entre o futebol de antes do 25 de Abril e de depois dessa data. É capaz de ser verdade dizer-se que o F.C. Porto ganhou mais desde que se implantou a democracia. Que querem que diga mais?».

Avaliações difíceis
«Gostaria de festejar o 36º aniversário do 25 de Abril aqui, mas sei o que é a vida profissional em qualquer área e entendo que essa avaliação tem de ser feita de forma séria e entendível por todos e aceite por toda a gente. Sei por experiência própria que não é nada fácil fazer avaliações».

Apoio dos sócios
«Os sócios do F.C. Porto sabem que vamos ter três jogos em casa e dois fora de casa e que temos quatro pontos de avanço sobre o nosso adversário directo. Eles querem ganhar o campeonato como nós e face ao que fizemos até agora, ao nosso percurso, temos de estar nestes jogos como estivemos em Coimbra, em Manchester ou em Madrid. Queremos os nossos sócios connosco para abordarmos as dificuldades que vamos ter pela frente».

Referência a Virgílio
«Quero referir-me aqui a Virgílio. Nunca o vi jogar, mas quando comecei a perceber o futebol ouvi falar muito do “Leão de Génova” e tentei perceber porquê. Conheço a sua história e sei que a família do Virgílio foi o F.C. Porto, ao lado da sua família de sangue. Quero expressar as minhas sentidas condolências às duas famílias que o Virgílio teve. Ele é a imagem que os jogadores e os adeptos podem ter actualmente daquilo que é ser um jogador “à F.C. Porto”».

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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Tomás Costa: «É lamentável que lesões como a do Hulk aconteçam.»

Desapontado com a lesão de Hulk, sobretudo pelo modo como aconteceu, Tomás Costa descansa, no entanto, os adeptos, adiantando que o F.C. Porto se sente «forte» e tem plena confiança em todos os jogadores. As ausências do avançado e de Lucho não deixam ninguém indiferente, mas não vêm de forma alguma enfraquecer o grupo. Muito pelo contrário, explica: «Só nos fazem querer ganhar ainda mais».

As observações do nº 20 sobre a actualidade azul e branca foram partilhadas esta quinta-feira de manhã, no relvado do CTFD PortoGaia, no Olival, no decurso da superflash de antevisão da recepção ao V. Setúbal (26ª jornada da Liga), agendada para as 19h15 de domingo, no Estádio do Dragão.

«Sabemos que a Liga ainda não acabou e estamos conscientes de que ainda não somos Campeões. Sentimo-nos muito fortes, estamos em vantagem e queremos somar mais uma vitória, de modo e chegarmos mais tranquilos à partida contra o Marítimo.»

«O Lucho e o Hulk são peças muito importantes, mas o plantel tem jogadores com qualidade para os substituir. Quem joga no F.C. Porto é porque tem capacidade para o fazer e há que demonstrá-lo.»

«É lamentável que lesões como a do Hulk aconteçam. Logo no início do jogo [Estrela da Amadora-F.C. Porto] foram cometidas muitas faltas. Já em Guimarães tinha sucedido o mesmo. Não sei se houve um objectivo claro de lesioná-lo, mas a verdade é que vinha sofrendo muitas faltas e os adversários nem sequer eram sancionados por isso. O mesmo se passa com o Lucho, o Lisandro e o Rodríguez. Jogar forte contra o F.C. Porto é uma coisa, mas tem de haver respeito. Afinal de contas, somos todos companheiros de profissão. De qualquer forma, estamos tranquilos, pois sabemos que o Hulk é forte e vai recuperar rápido.»

«Já nos reunimos e demos todo o nosso apoio ao Hulk. A sua ausência e a do Lucho só nos fazem querer ganhar ainda mais. Vamos fazê-los ver que há jogadores que os podem render e que têm muita vontade de vencer. Seja como for, mesmo que não joguem mais esta época, tenho a certeza de que se vão sentir igualmente Campeões, pois demonstraram muita coisa e mereceram ganhar muitas partidas.»

«Sentimos naturalmente a falta deles em campo. Qualquer jogador fica tranquilo quando têm em bola. No caso do Hulk, quando teve de sair na Amadora, a equipa ressentiu-se um pouco, mas o mais importante foi termos conseguido assegurar a passagem à final da Taça de Portugal.»

«Todos sabem que o Bruno Alves é um jogador muito forte. O que é preciso analisar é quantos amarelos é que viu ou quantas vezes foi expulso. Há momentos e momentos. Há faltas que são claramente tácticas e depois há aquelas como a que o Hulk sofreu… Enfim, já passou. O que queremos agora é pensar em jogar e ganhar, que é o nosso principal objectivo.»

«Gostamos muito de actuar no Estádio do Dragão e nesta ponta final do campeonato seria importantíssimo contarmos com o apoio de todos os nossos adeptos, para alcançarmos em definitivo uma vantagem maior e ficarmos mais tranquilos.»

«Independentemente dos momentos que atravessam, os adversários merecem sempre o nosso respeito. Contra o Estrela, muitos também achariam que o jogo estava ganho e as coisas complicaram-se. O importante é mantermos a concentração. Confiamos muito no nosso grupo e acredito que estamos preparados para vencer o V. Setúbal.»

«Sim, podemos dizer que há uma vontade grande de que o campeonato termine rapidamente. Há muitos jogadores novos e alguns, como eu, por exemplo, nunca se sagraram Campeões. A ansiedade é normal.»

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode