Para assistir em directo ao:
FC Porto x Cagliari
Braga x Leixões
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Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode
domingo, 3 de agosto de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
Cartoon do Dragão
Vencer sem muito esforço
Ponto prévio: qualquer avaliação é condicionada pela qualidade do adversário. E esta noite o Leixões foi pouco mais do que uma soma de várias fragilidades. Nesse sentido, portanto, o jogo do F.C. Porto no domingo com o Cagliari, uma equipa mais consistente a defender, servirá melhor para a análise. Como o resultado (3-0) traduz, aliás.Posto isto, e com a segurança que estas condicionantes (não) dão, arrisca-se pelo menos a dizer que este F.C. Porto já tem mecanismos colectivos bem afinados. Se calhar como nenhuma outra equipa portuguesa tem neste momento. Nesse sentido é obrigatório concordar com Quique Flores, quando ele diz que os azuis e brancos partem na frente.
Sobretudo na primeira parte, quando Jesualdo se serviu da equipa do ano passado reforçada por quatro jogadores novos (Rolando, Benítez, Guarín e Rodriguez) tornou-se evidente que há um fio de jogo, há uma segurança, há uma consistência no futebol da equipa muito próxima do que se viu o ano passado. Não é brilhante, mas é segura.
E ganha, claro. A vitória desta noite não tem contestação possível. Com um futebol simples, consistente atrás e rápido na frente, com saídas velozes para o ataque em três, quatro toques, o F.C. Porto criava situações de desequilíbrio. Como tantas vezes fez o ano passado. Ou seja, da última época para a primeira parte pouco mudou, portanto.
Ficha de jogo:
Estádio Municipal Axa, em Braga
Árbitro: Cosme Machado (Braga)
Assistentes: Tomás Santos e Henrique Parente
F.C. PORTO: Nuno (Ventura, 46m); Fucile, Pedro Emanuel, Rolando (Bruno Alves, 46m) e Benítez; Raul Meireles (Bolatti, 63m), Fredy Guarín (Tengarrinha, 83m) e Lucho (Tomás Costa, 46m); Mariano (Hulk, 46m), Lisandro e Cristián Rodriguez (Candeias, 63m).
LEIXÕES: Beto; Vasco Fernandes, Sandro, Nuno Silva e Hugo Morais (Diogo Luís, 46m); Bruno China, Castanheira (Paulo Tavares, 75m) e Chumbinho; Zé Manuel (Diogo Valente, 62m), Marques e Jorge Gonçalves (Braga, 75m).
Suplentes não utilizados: Berger, Ruben, Joel, Scoppa, Cacheira e Alexandre.Golos: Lucho (9m), Bruno Alves (62m) e Lisandro (69m).
Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Desporto Adaptado participa em Torneio Internacional
A equipa de basquetebol de Desporto Adaptado do F.C. Porto vai participar na primeira edição do Torneio Internacional Brigantium, competição agendada para os dias 26, 27 e 28 de Setembro, na cidade espanhola da Corunha.Pela primeira vez, a formação portista integra uma prova internacional que reúne instituições de Espanha, Brasil e Portugal, numa iniciativa alargada de convívio e integração destinada a todos os participantes.
Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode
Ciência do Futebol: Gilberto Madaíl
António Oliveira é um dos mais queridos treinadores do período Pinto da Costa. Mestre da táctica e perito em psicologia com os seus jogadores (quem não se lembra do 2-3 em San Siro ante o colosso A. C. Milan), ficará para sempre na história do clube por estar ligado ao penta campeonato e ter conduzido o F.C. Porto aos 4ºs de final da Liga dos Campeões. Recentemente ousou acusar Gilberto Madaíl de ser “incompetente”, indo mais longe ainda dizendo que teve a infelicidade de trabalhar com ele.Luís Filipe Vieira, presidente do eterno rival Benfica, não lhe ficou atrás e criticou também Gilberto, acusando-o de falta de frontalidade.
Madaíl não parece ser o tipo de presidente que assuma as rédeas da federação e chame a si a atenção nos momentos em que a instituição que preside mais necessita de um líder. É mais do tipo de presidentes que foge de toda a responsabilidade que lhe é atribuída e afasta de si a pressão nos momentos mais decisivos.
Quando Dragutinovic sentiu “ao de leve” o “carinho” de Scolari a defender os seus atletas, Madaíl chamou a si a responsabilidade de não advertir o treinador, defendendo-o e apoiando-o incondicionalmente. Isto já depois de episódios como aquele com os jornalistas espanhóis, em que o sempre correcto e super educado Scolari mandou-os “tomar no cú”.
Aquando da saída deste grande seleccionador, que encheu Portugal de títulos, Madaíl não advertiu Scolari do timming escolhido pelo Chelsea, responsabilizando o treinador e o clube inglês do insucesso no euro 2008 (após o anúncio do Chelsea, Portugal perdeu os 2 jogos que disputou. Apenas coicidência?), mas disse já saber de tudo à bastante tempo. Madaíl, como sempre, em cima do acontecimento, não evitou o (des)agradável anúncio do clube inglês.
Quando, neste defeso, o apito final já tinha corrido o mundo inteiro, Madaíl, sem meias medidas, convoca uma reunião do Conselho de Justiça para serem tomadas decisões quanto aos castigos de Pinto da Costa e Boavista F.C. A reunião do Conselho de Justiça correu dentro de toda a “normalidade” atendendo ao facto de este ser um órgão da FPF. Primeiro a reunião foi dada por terminada, pelo seu presidente, sem que ainda tivesse sido tomada uma decisão, antes do jantar, e a sua acta assinada por todos os conselheiros. Após o jantar e numa altura em que ainda se recebem horas extraordinárias, cinco conselheiros decidem fazer uma espécie de golpe de estado, bem ao estilo Mugabe, fazendo uma segunda reunião e respectiva acta.
Dada a delicadeza da questão, Madaíl chama a si a responsabilidade de validar ou não a reunião do Conselho de Justiça e, imagine-se, pediu um parecer (segundo Madaíl, totalmente isento) a Freitas do Amaral. Dado o parecer, que foi desfavorável às entidades da invicta, Madaíl chama novamente a si a responsabilidade aceitar ou não o parecer isento que pediu. E mais uma vez, num acto de coragem ímpar, Madaíl não pediu uma segunda opinião e aceitou o que lhe disseram. Se tivesse pedido uma segunda opinião, Madaíl ia ter que decidir qual das duas é que aceitava, talvez por isso mesmo, não o tenha pedido.
Engenheiro da Bola
Calla-te Guimarães!!!

UEFA repreende advogado do Guimarães
01h52m
N.A.L.
A UEFA notificou, ontem, Gonçalo Gama Lobo, advogado do Vitória de Guimarães, no sentido de o causídico não enviar mais documentos sobre o processo no qual os vimaranenses reclamam a entrada directa na Liga dos Campeões, em detrimento do F. C. Porto.
A missiva dá conta da mesma mensagem já ter sido expressa, em comunicado interno, a 16 de Julho, no entanto, o advogado do clube minhoto continuou a mandar mais documentação, negando ter recebido qualquer comunicação no sentido contrário. "Desconheço essa carta de 16 de Julho", explica, ao JN
Por isso, desde essa data, o advogado enviou à UEFA partes do parecer jurídico de Freitas do Amaral sobre as deliberações do Conselho de Justiça, o comunicado de Gilberto Madail, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, assim como o próprio comunicado do órgão federativo, dando conta da suspensão do presidente Pinto da Costa por um período de dois anos. Mas a UEFA pediu ao causídico para não dirigir mais elementos sobre o processo, pois o organismo que tutela o futebol europeu não vai tomar nenhuma acção disciplinar até o TAS (Tribunal Arbitral do Desporto) enviar as suas deliberações à UEFA. Neste capítulo, a mais alta instância jurídico-desportiva já tinha confirmado a decisão do Comité de Apelo, no sentido de manter o F. C. Porto na próxima edição da Liga dos Campeões, mantendo-se o actual quadro competitivo com o Vitória de Guimarães a disputar a pré-eliminatória da prova - o sorteio está agendado para hoje - e o Benfica, que também reivindicava a Champions, irá disputar a Taça UEFA
Documentos de nada valem
Na notificação da UEFA enviada ontem, com o conhecimento do F. C. Porto e do Benfica, o organismo também explica que "a correspondência enviada" pelos vimaranenses, "sem qualquer pedido do Comité de Controlo e Disciplina", como foi o caso, "não terá qualquer efeito" no processo
O organismo só irá ouvir as tomadas de posição do Vitória de Guimarães quando convocar o advogado Gonçalo Gama Lobo, naquilo que pode ser interpretado como um conselho ao causídico: "Convidámo-lo a guardar para si as opiniões legais sobre a resolução do processo, enquanto não for chamado para isso".
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