sábado, 1 de novembro de 2008

E lá vão 3

O F.C. Porto Ferpinta somou a terceira vitória na Liga, ao vencer, no Barreiro, o Galitos, por 82-84, em jogo da sexta jornada da competição, a terceira cruzada com equipas da Proliga.

Num final de partida arrebatador, os Dragões, que iniciaram o quarto período em desvantagem (63-59), foram capazes de reverter o resultado a seu favor, convertendo 25 pontos e vencendo por um cesto.

O portista Kevin Martin, com 26 pontos e 10 ressaltos, foi o MVP da partida, que assinalou também o regresso de Paulo Cunha à competição, depois de operado a uma laceração do menisco externo do joelho esquerdo. Na sua estreia na Liga, o extremo português converteu três de quatro lançamentos livres e conquistou quatro ressaltos, em breves minutos de utilização.

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode

Ganhar á rasca...

O F.C. Porto recebeu e venceu, este sábado, o Benfica, em desafio da 6ª jornada do Campeonato Nacional de Hóquei em Patins. Os Dragões, que estiveram sempre na frente do marcador, carimbaram o triunfo com golos de Ricardo Figueira (logo aos 8 segundos) e Caio (5m e 15m).

Depois de ter assegurado a vantagem, ainda na primeira parte, a equipa orientada por Franklim Pais soube gerir da melhor maneira o resultado, ao longo do segundo tempo, tendo controlado por completo, aliando a esse sentido de inteligência uma boa exibição.

Ao somarem mais três pontos, os Heptacampeões afiançaram a continuidade na liderança da competição, na qual permanecem imbatíveis.

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode

Partir outra vez em último

O F.C. Porto vai partir da 15ª posição para a primeira corrida da quinta jornada da Superleague Formula, que se realiza este fim-de-semana, em Vallelunga, Itália. O carro azul e brancos, pilotado pelo francês Tristan Gommendy, foi um dos mais prejudicados pelas condições da pista, que se encontrava muito molhada durante a manhã deste sábado.

Gommendy até estava a ser um dos mais rápidos durante os treinos livres – começou por ser 8º na primeira sessão e alcançou o segundo melhor registo na seguinte -, mas não foi feliz quando a pista se tornou ainda mais «armadilhada», ficando por isso impedido de confirmar a evolução no asfalto de Vallelunga.

O monolugar do F.C. Porto, resto, só entrou em pista nos derradeiros minutos da qualificação, uma vez que a equipa teve de ultrapassar um incidente registado nos treinos anteriores. Recorde-se que o carro dos Dragões passou a ser preparado pela Hitech Racing depois da jornada do Estoril.

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode

Na formação o Dragão dá cartas

A manhã deste sábado foi marcada por três vitórias das equipas mais jovens do F.C. Porto. Na série 2 do Campeonato Distrital de Escolas de Futebol de 11, os azuis e brancos receberam o Grijó, no Centro de Treinos e Formação Desportiva, e venceram por 5-0, numa partida de domínio intenso e que poder terminado com um resultado ainda mais volumoso. João Rodrigues, Diogo Almeida, Bruce Iuri (bisou) e Ricardo António foram os marcadores dos golos.

Em futebol de 7, em jogo da série 4 do Campeonato Distrital de Escolas, os sub-10 do F.C. Porto triunfaram no terreno do Trofense por 2-11, com golos de Pedro Costa, Diogo Casimiro (5), Rui Gomes (2), Nuno Namora e Manuel Namora (2).

Também em futebol de 7, mas em desafio da série 1 do Campeonato Distrital de Escolas, os jovens Dragões impuseram-se em casa do Leixões por 1-3, num encontro intenso e muito disputado. Jorge Ferreira, José Teixeira e Nuno Vieira foram os marcadores de serviço.

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode

Liga Sagres: Naval x FC Porto, 18h45 - SPORTV1

FC Porto tem este sábado uma deslocação complicada á Figueira da Foz para defrontar a Naval 1º de Maio (18h45, SportTV1). com alguma expectativa que se espera pelo jogo do FC Porto, que depois desta atribulada semana, vai querer regressar às vitórias.

È esperado que o técnico Jesualdo Ferreira faça alterações na equipa, até pelos últimos resultados conseguidos. Admite-se que Hélton e Pedro Emanuel sejam chamados à titularidade, aumentando assim o capital de experiência no onze portista.

Sobre o jogo frente à Naval, o técnico do FC Porto referiu: « A Naval é uma boa equipa, que disputa os jogos com os grandes com um comportamento táctico bem definido. Demonstrou-o na Luz. Tem um bom treinador e, pelo que jogou, até poderia ter conseguido um resultado positivo na Luz. Esperamos uma equipa ainda mais difícil com uma defesa sólida, um meio-campo alterado em relação à época passada e um ataque que tem um perfil simples, com jogadores rápidos. Para nós, é importante termos um jogo difícil, porque, quanto mais difíceis forem as nossas tarefas, melhor jogamos. A ideia de facilidade é negativa.»

A principal novidade vai para o regresso de Hélton, por troca com Ventura, numa altura em que se começava a questionar o motivo da sua ausência. As restantes novidades são as chamadas de Benitez, Pelé e Tarik Sektioui sendo preteridos Candeias e Farías. No boletim clínico do clube azul e branco mantêm-se os nomes de Rabiola e Fucile com os jogadores a realizarem treinos condicionados.

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode

Parecer sobre o Parecer (Capítulo 4)

E remata de forma triunfal:

“São nulos os actos a que falte qualquer doselementos essenciais”.

Descreve no douto “parecer” quais são os elementos essenciais”:

  • os sujeitos (autor e destinatários),
  • o objecto e o conteúdo (substância da decisão), a forma, e o fim legal (interesse público a prosseguir).

Está-se mesmo a ver qual é a dica para o senhor Madail : “o interesse publico”.

Sim porque, os sujeitos são o Presidente e os Conselheiros, e a substância da decisão é o encerramento da Assembleia. Então está achada a solução para o problema: O interesse publico., ou seja: é do interesse público que o Boavista baixe de divisão, e que o senhor Pinto da Costa fique suspenso (é para aprender a não ganhar tantos campeonatos nos últimos 20 anos). Mas não contente com isto, o senhor Professor ainda teve tempo para arranjar (já vamos na pág. 63) um motivo, no seu entender mais consistente: O desvio de poder. E explica em pormenor o que significa:

“consiste, nestas hipóteses, na prática de um acto administrativo tendo em vista a satisfação de ou mais interesses privados – e não a prossecução do interesse público, que é, além de um dever legal, um imperativo constitucional (Constituição, art.266º, nº 1).”

Comentário: Mas então a manutenção do Paços de Ferreira, por exemplo, também não pode ser considerada “satisfação dum interesse privado”? Não se constituíram parte no processo? É só o Boavista a “parte interessada”?

Mas, curiosamente acrescenta a esta brilhante conclusão mais um juízo de intenções ao referir-se ao Presidente do CJ:

34. Terá sido isto o que se passou com o presidente do CJ, Dr. António Gonçalves Pereira, ao tomar, nas circunstâncias em que o fez, a decisão de encerrarabruptamente a reunião do CJ da FPF, em 4 de Julho de 2008?

E conclui com este raciocínio espantoso:

"…considero, na verdade, que, de um ponto de vista estritamente objectivo, é
possível concluir que opresidente do CJ:

- Não actuou na prossecução do interesse público;
- Actuou na prossecução de, pelo menos, dois interesses
privados.

Mais umas dezenas de palha, perdão, páginas sempre a considerar que tudo que o Presidente do CJ fez exorbitava as suas funções e, talvez sem querer, dá-lhe uma dica:

“Podia ter usado logo da palavra em defesa da honra; podia ter optado pela suspensão da reunião, a fim de tentar construir um consenso; podia até optar pelo adiamento da continuação da reunião para um dos dias seguintes; ou podia ter alegado que o assunto estava fora da ordem de trabalhos e por isso só podia ser tratado na próxima reunião, quando
estivesse devidamente agendado.”

Comentário: Quer dizer: passa dezenas e dezenas de páginas a dizer que o homem fez tudo para que a reunião fosse interrompida e no fim conclui que devia ter optado pelo adiamento da continuação da reunião!!!

Mas logo a seguir, não se coíbe de fazer mais um juízo de intenções ao descrever a personalidade do Dr. António Gonçalves Pereira:

“Com toda esta experiência acumulada, e sendo obviamente um advogado com larga prática da justiça desportiva no futebol -, o Dr. António Gonçalves Pereira foi formando a sua convicção sobre a solução mais adequada que, em seu entender, devia ser dada aos vários recursos pendentes no CJ. Concluiu que – e disse-o a todos os colegas - os recursos mereciam ter provimento, isto é, que o CJ devia revogar os acórdãos proferidos em 1ª instância pela Comissão Disciplinar da Liga e, portanto, fazer desaparecer as sanções aplicadas ao Boavista e ao Sr. Pinto da Costa. A conclusão era legítima, por ser uma das duas soluções possíveis, ambas teoricamente defensáveis. (Não estudei, e portanto não sei, qual delas era a mais acertada: esse aspecto da questão foi excluído da Consulta que me foi feita e por isso está fora do objecto do meu parecer).”

Então se o Presidente “sendo obviamente um advogado com larga prática da justiça foi formando a sua convicção sobre a solução mais adequada” etc, defendia “que os recursos deviam ter provimento” não era natural que lutasse por isso?

Continua na próxima semana

Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode