Voltou o FC Porto competente, como queria Jesualdo, mas não foi coisa que tenha durado muito. Aguentou-se assim
, firme e decidido, até ao primeiro golo, sem evitar depois um sono profundo que foi dando ao adversário a ilusão de crescimento, esvaziada a pontapé pelo único homem que não dorme: Lisandro. Esta vitória tem a cara dele, por ter sido capaz de combater a tentação de se satisfazer com uma vantagem magra e que só não se tornou mais perigosa porque o Boavista acha que o futebol de ataque se esgota nos lances de bola parada. Ou melhor: só conseguiu chegar à baliza dessa forma, em livres e cantos, o que ajuda a perceber que só tenha um golo em seis jornadas. Poupando nos adjectivos, ao FC Porto resta o consolo dos números, devidamente traduzidos numa liderança reforçada. Afinal, antes mesmo de ganharem este jogo, os portistas já tinham pontuado em Lisboa. Novamente a Norte, registe-se o óbvio no arranque: as entradas de Helton, Cech e Stepanov não comprometeram o equilíbrio de que Jesualdo não abdica. Do outro lado, Jaime Pacheco preferiu equilibrar-se mais atrás - prescindiu de Bangoura, dando como perdida a luta corpo a corpo com Bruno Alves e Stepanov, e elegeu Paulo Assunção como centro dos problemas. Assim se explica que, num dia de chuva, Edgar lhe tenha feito sombra de forma demasiado óbvia para passar despercebida. Se a opção tivesse dado certo, estaria garantido um ataque aos alicerces onde
assenta parte da segurança portista. Mas não resultou. O FC Porto conseguiu chegar-se à frente como de costume e, nos livres, Carlos foi generoso com Lisandro. O argentino perdeu a primeira oferta, mas aproveitou a segunda, deixando o Boavista afundado numa insegurança típica de quem percebe não ter resposta para o veneno dos outros. Zé Kalanga, Mateus e Edgar limitavam-se a fazer número, sobre a linha do meio-campo, sem força para engolir os metros de relvado que os separavam da baliza de Helton. À falta de perigo real para se entreter, o FC Porto decidiu relaxar. Bem cedo. Jesualdo percebeu o perigo e tratou de lançar Leandro Lima para espevitar o jogo, mas não adiantou muito. Já com Bangoura e sobretudo com Jorge Ribeiro a encurtar distâncias, o Boavista foi cumprimentando Helton, e enervava o público. Por arrastamento, os portistas mostravam-se mais intraquilos. Excepto Lisandro, numa omnipresença notável. O argentino andava em todo o lado, sem deixar de estar onde lhe competia, na área, para marcar o segundo golo e o ponto final definitivo no assunto.
Fonte OJOGO´
, firme e decidido, até ao primeiro golo, sem evitar depois um sono profundo que foi dando ao adversário a ilusão de crescimento, esvaziada a pontapé pelo único homem que não dorme: Lisandro. Esta vitória tem a cara dele, por ter sido capaz de combater a tentação de se satisfazer com uma vantagem magra e que só não se tornou mais perigosa porque o Boavista acha que o futebol de ataque se esgota nos lances de bola parada. Ou melhor: só conseguiu chegar à baliza dessa forma, em livres e cantos, o que ajuda a perceber que só tenha um golo em seis jornadas. Poupando nos adjectivos, ao FC Porto resta o consolo dos números, devidamente traduzidos numa liderança reforçada. Afinal, antes mesmo de ganharem este jogo, os portistas já tinham pontuado em Lisboa. Novamente a Norte, registe-se o óbvio no arranque: as entradas de Helton, Cech e Stepanov não comprometeram o equilíbrio de que Jesualdo não abdica. Do outro lado, Jaime Pacheco preferiu equilibrar-se mais atrás - prescindiu de Bangoura, dando como perdida a luta corpo a corpo com Bruno Alves e Stepanov, e elegeu Paulo Assunção como centro dos problemas. Assim se explica que, num dia de chuva, Edgar lhe tenha feito sombra de forma demasiado óbvia para passar despercebida. Se a opção tivesse dado certo, estaria garantido um ataque aos alicerces onde
assenta parte da segurança portista. Mas não resultou. O FC Porto conseguiu chegar-se à frente como de costume e, nos livres, Carlos foi generoso com Lisandro. O argentino perdeu a primeira oferta, mas aproveitou a segunda, deixando o Boavista afundado numa insegurança típica de quem percebe não ter resposta para o veneno dos outros. Zé Kalanga, Mateus e Edgar limitavam-se a fazer número, sobre a linha do meio-campo, sem força para engolir os metros de relvado que os separavam da baliza de Helton. À falta de perigo real para se entreter, o FC Porto decidiu relaxar. Bem cedo. Jesualdo percebeu o perigo e tratou de lançar Leandro Lima para espevitar o jogo, mas não adiantou muito. Já com Bangoura e sobretudo com Jorge Ribeiro a encurtar distâncias, o Boavista foi cumprimentando Helton, e enervava o público. Por arrastamento, os portistas mostravam-se mais intraquilos. Excepto Lisandro, numa omnipresença notável. O argentino andava em todo o lado, sem deixar de estar onde lhe competia, na área, para marcar o segundo golo e o ponto final definitivo no assunto.Fonte OJOGO´
E eis que a normalidade regressa ao reino do Dragão. Jesualdo apresentou o onze habitual e que tem dado bons resultados nos últimos jogos para a Bwinliga. O Derbi Trip
eiro, na minha opinião, foi um jogo mais ou menos bem disputado, sendo que na parte inicial a equipa Portista esteve sempre a carreegar e o Boavista remeteu-se á sua defensiva e foi sempre assim até ao Pistoleiro Lisandro marcar o 1º golo, após um falhanço do guarda redes Boavisteiro, a partir daí a equipa do Bessa subiu e deu muito boa répliica ao Dragão até á marcação do 2º golo também por Lisandro já na 2ª parte do jogo. Para ser sincero, acho que não há muito mais a dizer dado que os números falam por si e agora a distância pontual para os dois grandes da Capital são de 7 pontos para o Sporting e de 8 para o Benfica (que tal como eu tinha desejado "se mataram um ao outro" no Derbi de Lisboa ), sendo mesmo caso para dizer que tudo voltou á normalidade depoiis do que sucedeu em Fátima... Só espero é que esta normalidade dure muito tempo e que o Furtebol Clube do Porto consiga ter e manter ou até mesmo alargar a distância pontual para o 2º e 3º classificado para que o Dragão se concentre a fundo na Liga dos Campeões... Segue-se agora Besiktas em Istambul, Turquia e Académica em Coimbra...
eiro, na minha opinião, foi um jogo mais ou menos bem disputado, sendo que na parte inicial a equipa Portista esteve sempre a carreegar e o Boavista remeteu-se á sua defensiva e foi sempre assim até ao Pistoleiro Lisandro marcar o 1º golo, após um falhanço do guarda redes Boavisteiro, a partir daí a equipa do Bessa subiu e deu muito boa répliica ao Dragão até á marcação do 2º golo também por Lisandro já na 2ª parte do jogo. Para ser sincero, acho que não há muito mais a dizer dado que os números falam por si e agora a distância pontual para os dois grandes da Capital são de 7 pontos para o Sporting e de 8 para o Benfica (que tal como eu tinha desejado "se mataram um ao outro" no Derbi de Lisboa ), sendo mesmo caso para dizer que tudo voltou á normalidade depoiis do que sucedeu em Fátima... Só espero é que esta normalidade dure muito tempo e que o Furtebol Clube do Porto consiga ter e manter ou até mesmo alargar a distância pontual para o 2º e 3º classificado para que o Dragão se concentre a fundo na Liga dos Campeões... Segue-se agora Besiktas em Istambul, Turquia e Académica em Coimbra...Positivo: Hoje vou destacar como positivo o jogador Lisandro Lopez que a jogar me faz lembrar o Derlei nos bons tempos de Mourinho, não tem muita técnica mas é um jogador muito esforçado e não tem receio de ir aos ressaltos, tem um sentido de oportunidade impressionante, pena que seja fraquito no jogo aéreo. Num entrevisra o jogador já tinha manifestado que se sentia mais á vontade na zona de Ponta de Lança, e tinha toda a razão quando disse isto e é agora o melhor marcador do Futebol Clube do Porto e da Bwinliga.
Negarivo: Jaime Pacheco que mais uma vez tem uma atitude Anti Desportiva, ao andar aos pontapés aos baldes em pleno jogo... Quando é qie os Treinadores e Dirigentes começam a perceber que tem de ter uma certa postura em campo e a manter o nível que lhes é exigido? Assim o Futebol Português nunca mais evolui.
Saudações Portistas
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