segunda-feira, 26 de junho de 2017

Matar o Mensageiro

Parece ser a tática do clube da treta. Em vez de um snniper contratam focas amestradas que colocam na Comunicação Social. Por exemplo, os avençados da SIC e Rascord (Cofina) e da TVI24 (Média Capital) são miseráveis. Seguem religiosamente a cartilha de desvalorização dos conteúdos só se preocupando em saber “como foram obtidos”. 
 
Numa das últimas edições, a fingir que eram comentadores independentes, a TVI24 teve o desplante de colocar lado a lado o Bacalhau à Braz e António Rola, um empregado dos encarnados na formação de jovens árbitros (?) cujas funções na ”instituição” provavelmente devem incluir o ensino aos “caceteiros” do plantel como fazer bloqueios e outras faltas de forma que estas não sejam marcadas.
Nesse programa apareceu um impreparado “diretor de comunicação” que não comunicou coisa nenhuma. Apenas fez umas acusações esfarrapadas à “situação económica” do nosso clube não se percebendo o que tem a ver o cú com as calças. A “zanga” do Bacalhau à Braz com os outros cartilhados do programa foi de ir às lágrimas. 
 
Mais recentemente num dos órgãos oficiosos do clube da treta, o imbecil do Dia Seguinte pegou na deixa e repetiu a cartilha que a divulgação dos emails é devida à “situação económica do FC Porto”! Ah sim? Então, para variar, porque não fala antes sobre os débitos da “instituição” e os seus acólitos? Ó pr’a “eles” quanto devem!
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Atacar Francisco J. Marques por estar insolvente é mais uma atitude rasca desta cambada. Deviam olhar para dentro. O Ativo “vendável” da SAD não chega para liquidar 1/3 dos débitos.
 
Tecnicamente está falida há anos, e embora já tenham sugado o galinheiro para a SAD, com certeza que não estarão a pensar em vendê-lo para pagar a quem devem.
 
Estes são grosso modo os débitos daquela gente. Só gostava de saber quantos destes caloteiros vão conseguir pagar. Quem os encobre já sabemos. As marionetas distribuídas pelos pasquins da capital e pela caixinha que mudou o mundo. Cada qual o melhor…
De ir às lágrimas foi o aparecimento do pagador de promessas ex-presidente da LIGA Mário Figueiredo. Todos sabemos para que serviu esta marioneta de Vieira. Conseguiu que o clube da treta fosse autorizado a fazer as transmissões dos seus próprios jogos e ainda deu uma mãozinha na profissionalização dos árbitros. Classificar aquela gente como “profissionais” só mesmo por graça! Gostava de saber se aqueles oito vão ser despedidos ou aumentados.
Para terminar bem a semana o nosso Clube entregou às entidades competentes os elementos que dispõe para provar a teia que está montada à volta da instituição. A divulgação prévia de alguns dos emails evita que, como de costume, metam aquilo numa gaveta. É que agora “eles” sabem que nós sabemos o que a casa gasta. Aconteça o que acontecer nada será como dantes. Todos perceberam a batota que deu 4 títulos nos últimos anos.
 Assim vai o “tetra da treta”. O polvo encarnado em todo o seu esplendor. 
 
Até à próxima

domingo, 25 de junho de 2017

Dominar, relaxar e ganhar

imagem retirada de zerozero
Dominar, relaxar e ganhar. É assim que se pode descrever a vitória de Portugal sobre a Nova Zelândia. É um facto que a FIFA procurou dar oportunidade a outras selecções quando retirou a Austrália da zona de qualificação da Oceânia, mas depois vemos aquilo que esta Nova Zelândia é capaz e rapidamente percebemos que a medida não terá sido assim muito feliz. E nem vale a relembrar a participação do Taiti na Taça das Confederações de há quatro anos…

Ora sendo a equipa neozelandesa um conjunto de “bons rapazes”, nãos erai de esperar outra coisa senão uma vitória portuguesa. Claro que a displicência poderia vir a fazer mossa (o México que o diga), mas para quem viu o jogo rapidamente percebeu que com maior ou menor dificuldade Portugal ia vencer o jogo. Faltava era saber por quanto.

Contudo podemos, e devemos, realçar a displicência e lentidão de processo demonstrado pelo onze escalado por Fernando Santos nos primeiros minutos do jogo. Perante uma equipa que quando confrontada com a técnica da nossa selecção recorria, vezes sem conta, à violência seria de esperar que Portugal tivesse já um score bem volumoso no final da primeira parte, mas tal não sucedeu porque numa primeira fase os lusos andaram “devagar, devagarinho” e Cristiano e/ou Quaresma que resolvessem. Foi nesta mesma fase que reparei (outra vez) que a construção de jogo não pode ser entregue a João Moutinho…Sempre que a bola chegava aos seus pés o jogo ofensivo de Portugal “empanava” quase que por completo. Não fosse Danilo Pereira o jogador que é e acredito que Portugal chegaria ao intervalo a vencer somente por uma bola a zero.

Tirando a fase inicial da partida onde o jogo português pareceu ter andado meio perdido, tudo o resto correu de feição a Fernando Santos que conseguiu conquistar mais um dia de descanso e renovar o físico dos seus comandados. Só é pena que Pepe tenha tido uma entrada estúpida que o impede de disputar a fase seguinte… Mas quando se fala de Pepe já todos sabemos o “que a casa gasta”.

Agora venha Alemanha ou Chile. E não me venham cá com tretas porque tanto uma equipa como a outra equipa são difíceis. Relembro que Portugal vai disputar a meia-final de uma prestigiada competição.

MVP (Most Valuable Player): Eliseu. O açoriano não começou muito bem o jogo (tal como toda equipa portuguesa), mas rapidamente procurou sair do “marasmo” acabando por realizar uma excelente exibição. Especialmente no ataque onde esteve sempre muito perigoso nos cruzamentos para a área neozelandesa.

Chave do Jogo: Apareceu somente no minuto 80´ do jogo para resolver o dito a favor de Portugal. Até esta altura em que André Silva marcou o terceiro golo, a partida esteve longe de ficar resolvida. Não que a Nova Zelândia representasse um perigo real para os portugueses, mas sim porque um golo neozelandês poderia muito bem enervar uma equipa portuguesa que em muitos momentos do jogo revelou algumas dificuldades em impor o seu futebol.

Arbitragem: Não se pode dizer que o árbitro e restantes auxiliares estiveram mal no jogo. A meu ver o Sr. Mark Geiger e restante equipa procuraram sempre passar ao lado do jogo, mas se tivessem começado a sancionar mais cedo a excessiva dureza neozelandesa não teria vindo mal ao mundo.

Positivo: Fernando Santos (mais uma vez). O seleccionador nacional promoveu algumas alterações no onze inicial (especialmente em sectores chave) e deu-se bem com tais “mexidas”. Refrescou a equipa e ganhou o grupo. Muito bem Mister!

Negativo: A insensatez de Pepe. Já todos conhecemos Pepe, mas estando o jogo como esteva (decidido) era escusado o central ter feito o que fez para ver o cartão amarelo. Fica de fora das meias-finais e vai obrigar a que a dupla de centrai tenha de ser refeita.
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (24/06/2017)

sábado, 24 de junho de 2017

O Cantinho das Modalidades

  • Andebol
- O lateral-esquerdo Patrick Lemos, jogador do FC Porto que na segunda metade da época transata esteve emprestado ao Avanca, está entre os convocados da seleção brasileira para o Mundial de juniores, que se realiza na Argélia, entre os dias 18 e 30 do próximo mês de julho.

O Brasil está inserido no Grupo C da competição, juntamente com Espanha (18 de julho), Tunísia (20 de julho), Rússia (21 de julho), Burkina Faso (23 de julho) e Macedónia (24 der julho). Os quatro primeiros classificados de cada um dos quatro grupos seguem em frente na prova.


  • Basquetebol
- Miguel Miranda renovou o contrato que o liga ao FC Porto por uma temporada, ficando assim assegurada a sua continuidade no plantel dos Dragões para 2017/18. Miguel Miranda regressou ao FC Porto no início de julho de 2016, depois de terminar o vínculo com a Ovarense.

O poste português, com 38 anos, 2,05 metros e 125 internacionalizações, iniciou-se como profissional no FC Porto, clube pelo qual se sagrou campeão nacional por três vezes: em 1997, 1999 e 2011. Na época de 2000/01 deixou as Antas e mudou-se para o Queluz, que representou durante seis épocas, somando mais um título de campeão nacional em 2005. Em 2007 e 2008, Miguel Miranda foi bicampeão ao serviço da Ovarense. - Pedro Bastos renovou o contrato que o liga ao FC Porto por duas temporadas, ficando desta forma garantida a sua continuidade no plantel dos Dragões para 2017/18, tal como Miguel Miranda. Esta renovação com o base português, de 22 anos, contempla ainda a possibilidade de as duas partes prolongarem o vínculo até 2019/20.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Pensamento da Semana: Aonde é que pára a indignação?


Nuno Cabral não era observador, nem sequer o delegado da Liga desse jogo, refira-se. Segundo o Expresso, Luís Filipe Vieira terá, então, pedido a Paulo Gonçalves para que fizesse o que tinha de fazer para baixar a nota de Rui Costa: "Paulo, devíamos participar deste artista, pois brincou com o Benfica. Temos de dar-lhe cabo da nota".

Meses depois, Nuno Cabral enviou um email a Pedro Guerra, comentador e diretor de conteúdos da Benfica TV, a comunicar que a avaliação de Rui Costa descera de 3,5 para 2,0. "Inicialmente o observador atribuiu-lhe 3,5. Com a nossa reclamação passou para 2,0", terá escrito Nuno Cabral a Pedro Guerra.


in ojogo

Servindo-me do título de um famoso filme dos anos 80, repito a pergunta que serve de título a esta publicação:

Aonde é que pára a indignação da APAF perante este facto trazido ao conhecimento de todos por intermédio do semanário Expresso

Ou será que a dita Associação só se indigna quando o nome do Futebol Clube do Porto surge associado a uma qualquer suposta polémica que envolva os árbitros portugueses?

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Portugal bom vs Portugal mau

imagem retirada de zerozero
Hoje em Moscovo assistimos às duas facetas da nossa selecção. Na primeira parte tivemos um Portugal autoritário que impôs o seu futebol a uma Rússia que está longe - muito longe mesmo - de ser aquela selecção que dominava o futebol europeu e que “dava cartas” nos Mundiais de futebol. Já na segunda parte os papéis inverteram-se dado que Portugal foi recuando no terreno de jogo e a Rússia aproveitou-se de tal para colocar em prática o seu simples futebol. Felizmente o “fantasma” do tempo de compensação não apareceu para assombrar Portugal, embora o dito até tenha tentado marcar presença.

Ora tudo isto para dizer que Portugal venceu e fez por isto, mas bem que poderia ter evitado a pobrezinha segunda parte com que nos brindou. Até que se compreende que se diga que o jogo não era fácil porque os russos jogaram em casa e tiveram (quase) sempre o apoio incondicional dos seus adeptos, mas tendo em consideração que esta equipa do leste da europa é tão limitada em termos técnicos e que o seu futebol é tão simples seria de esperar que Portugal impusesse o seu futebol com relativa facilidade. Especialmente se tivermos em linha de conta que as alterações que Fernando Santos promoveu foram muito boas. Adrien Silva no lugar de Moutinho era óbvio dado que Moutinho já é aquele “maestro” de outros tempos, contudo eu teria mantido Quaresma no onze inicial e retirado André Gomes para no seu lugar colocar o fabuloso Bernardo Silva, mas não foi isto que aconteceu e terá sido (talvez) muito por isto que Portugal realizou uma segunda parte tão pobrezinha. Muito bem vista foi a troca de Fonte por Bruno Alves tendo em consideração, repito, o futebol directo da equipa da Rússia, se bem que Pepe poderia ter deitado tudo a perder no último minuto de jogo num canto a favor dos russos.

Em suma, não obstante a dupla faceta que a equipa de Todos Nós mostrou hoje Portugal está com um pé e meio na fase seguinte da prova. Convêm é não encher o peito de ar e entrar com tiques de vedeta no próximo jogo diante da Nova Zelândia. O México está neste momento a fazer tal coisa e a pagar um preço bem cario por tal.

MVP (Most Valuable Player): Cédric Soares. O defesa lateral direito português realizou (mais um) excelente jogo. Fantástico na defesa e excelente no apoio ao ataque sempre que para tal era solicitado. Desta vez não marcou, mas Portugal bem que pode estar agradecido a Cédric pelo excelente desempenho em campo. Especialmente na segunda parte onde a “avalanche” ofensiva russa foi grande.

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento alguma algumas das equipas foi capaz de criar um lance que colocasse um ponto final na partida a seu favor.

Arbitragem: Quando a equipa de arbitragem tem qualidade o vídeo árbitro torna-se completamente obsoleto. Foi o que aconteceu nesta partida. O único erro que se pode apontar ao árbitro foi o de não ter expulso Georgiy Dzhikiya por agressão a Pepe na segunda parte.

Positivo: Fernando Santos. O seleccionador nacional percebeu o que tinha de fazer após o frustrante empate com o México na jornada inaugural e apostou numa série de mudanças no onze inicial, mudanças estas que fizeram com que Portugal tivesse derrotado a Rússia.

Negativo: Falta de eficácia. Parece que a nossa selecção não se liberta do velho problema da falta de eficácia. Tantas e tantas oportunidades desperdiçadas na segunda parte. Tal poderia ter ditado o desfecho negativo desta partida. Felizmente a sorte protegeu a equipa lusa.

Artigo publicado no blog o gato no telhado (21/06/2017)

terça-feira, 20 de junho de 2017

Fair-Play Financeiro

A UEFA castigou o nosso Clube devido ao incumprimento das regras do fair-play financeiro. Estamos obrigados a pagar cerca de 700 mil euros mas a penalização poderá chegar aos 2,2 milhões de euros, dependendo do cumprimento do acordo que tivermos estabelecido com a UEFA. Contudo sabemos que na próxima época só poderá inscrever 22 jogadores (em vez dos habituais 25) para as competições europeias. Caso até à temporada 2020/2021 os prejuízos não diminuam o FC Porto poderá ser afastado das provas da UEFA. Para os menos habituados a estas minudências passo a resumir o que se passou.

Como os meus amigos devem estar recordados, a Sad do nosso clube apresentou nos últimos 3 anos os seguinte resultados: em 2013/2014 40M€ de prejuízo. Em 2014/2015 19,3M€ de lucro. Em 2015/2016 58,4M€ de prejuízo o que eleva os resultados negativos sob análise para 79M€. Sempre que no período ultrapassar os 30 milhões, o painel de verificação da UEFA envia o processo para os órgãos disciplinares. Foi o que aconteceu este ano.

Desta forma, o FC Porto terá agora de registar perdas controladas, passando a ter as contas auditadas pelo Comité de Controlo Financeiro de Clubes da UEFA nas próximas quatro épocas. Isto significa que no presente ano desportivo que termina a 30 de Junho só poderá registar até 30M€ de prejuízo. Até à temporada 2020/21, a SAD terá de alcançar um 'break-even', isto é, ter Resultados Operacionais equilibrados. Não poderá gastar mais do que aquilo que ganha.
Em termos rigorosos, os clubes podem gastar até mais 5 milhões de euros do que ganham por período de avaliação (três anos). No entanto, podem exceder este limite até um certo nível, se ele estiver inteiramente coberto por uma contribuição/pagamento por parte do dono do clube ou entidade envolvida. Isto evita o acumular de uma dívida insustentável.

A falta de conformidade com os regulamentos não significa que um clube seja excluído automaticamente, mas não haverá exceções. Dependendo de vários fatores (por exemplo, a tendência do resultado para o equilíbrio das contas), podem ser impostas várias medidas disciplinares a um clube. Há vários tipos de sanções;

a) Advertência
b) Repreensão
c) Multa
d) Dedução de pontos
e) Retenção das receitas de uma competição da UEFA
f) Proibição de inscrição de novos jogadores nas competições da UEFA
g) Restrição ao número de jogadores que um clube pode inscrever para a participação em competições da UEFA, incluindo um limite financeiro sobre o custo total das despesas com salários dos jogadores inscritos na lista principal (A) para a participação nas competições europeias
h) Desqualificação das competições a decorrer e/ou exclusão de futuras competições
i) Retirada de um título ou prémio 
Um pormenor que não se percebe muito bem neste Regulamento, feito presumivelmente para salvaguardar o equilíbrio dos clubes, é como o clube da treta que apenas tem Contas equilibradas à custa de um Passivo gigantesco fica fora das sanções. A artimanha tem sido comprar paletes de jogadores (tem mais de 120 sob contrato) e depois emprestá-los aos clubes adversários com dois intuitos. O primeiro que estejam impedidos de jogar contra a sua equipa e o segundo que sejam os outros a fazer de barriga de aluguer valorizando os atletas que mais tarde poderão ser transacionados com mais-valias significativas.

No nosso caso, que é o que nos interessa, resta-nos a solução de refazer a equipa com os jogadores que regressam ao plantel e transacionar as sobras. Evidentemente que os potenciais compradores conhecendo as nossas dificuldades tentarão gastar o menor dinheiro possível em eventuais compras. Também não podemos ignorar que o excelente acordo com a MEO onde vamos arrecadar bons Proveitos só começa a produzir efeitos a partir da época 2018/2019. Não vamos ter vida fácil nos próximos anos.

Até à próxima