De um instante inesquecível de história pessoal, devidamente assinalado através de um remate justiceiro para d
eslindar um encontro de ambições distintas, fez-se emoção partilhada no palco privilegiado dos Dragões. Raul Meireles cumpriu o centésimo jogo no escalão maior do futebol português e presenteou-se com um golo de celebração colectiva, alargando a inquestionável vantagem do líder que, na viragem do campeonato, se cifra nos nove pontos. A ambição de tornar mais nítido o caminho para a revalidação do título, compeliu os Bicampeões Nacionais a invocar os mais robustos argumentos do carácter inimitável do líder. Desde cedo se percebeu que, apesar da insistência portista, a chave para o desfecho de sucesso na partida residia num pormenor que, pelo labor individual ou colectivo, assumisse contornos de maior dimensão
. Quaresma, Paulo Assunção, Lucho ou Lisandro, todos à sua vez, procuraram, ainda durante a primeira metade do encontro, desfazer a elaborada teia montada pela Naval, que raramente concedeu veleidades ao sector ofensivo azul e branco. Meireles quis mostrar-se, já após o descanso, como a possível figura-central de um encontro que, para si, assumia contornos inigualáveis, mas a defesa forasteira conseguiu adiar, em cima da linha de golo, o instante único que pouco depois surgiria. Da ameaça, o médio dos Dragões passou à acção, e deu igualmente expressão prática a um domínio evidente, ainda que infrutífero, da formação de Jesualdo Ferreira. Depois de Lisandro roubar, literalmente, a bola ao guarda-redes contrário, Paulo Assunção surgiu em posição privilegiada no coração da área navalista e «serviu de bandeja» Raul Meireles, que oportunamente se posicionou no local certo para juntar festa colectiva à emoção pessoal. Assinalada com sucesso a conclusão da primeira metade da liga, que conheceu um indiscutível domínio do líder de sempre, ficou igualmente expressa a imparável passada do Dragão, que assim dilatou a diferença face à concorrência directa na disputa pelo título. A justiça do triunfo, com Meireles a assumir o papel do seu princip
al executor, desbravou ainda mais o caminho para a ambicionada revalidação, que a cada etapa surge crescentemente mais nítido. Positivo: Num jogo muito fraquinho para quem esteve a acompanhar ao vivo como foi o meu caso, as únicas coisas de Positivo a destacar foram o excelente trabalho de Lisandro e de Meireles no golo Portista; em que Lisandro como sempre nunca desistiu da jogada e fez daquilo que parecia um lance inofensivo para a Naval no golo que nasceu de mais um portentoso remate de Raul Meireles. E ainda de Positivo e muito tivemos também a atitude da Naval que não veio ao Dragão defender e soube bater-se de frente com o Dragão na sua própria casa.
Negativo: Como eu disse, tive a oportunidade de mais uma vez assistir ao vivo a um encontro do Futebol Clube do Porto e posso afirmar que decididamente o Natal faz mal aos jogadores… Uma exibição terrível que se safa apenas com o golo da vitória… Passaram quase todo o jogo a trocar a bola no meio campo, mas sem progressão, como se a esperar que o Lucho (que estava em péssima forma diga-se de passagem) resolvesse a questão num rasgo de génio… Mas isto não pode ser assim Prof. Jesualdo!!! Se o jogador não rende tire-o de campo, arrisque, procure soluções!!! Não deixe que a sorte resolva as coisas por si. È bom que as coisas melhorem no próximo jogo frente ao Braga, senão ainda vamos ter um grande amargo de boca no próximo fim-de-semana. E fica a pergunta no ar: Será que ao Porto não lhe faltará um Nº 10 no meio campo? E porque não ir buscar o Ibson para esta posição?
Saudações Portistas!!
Negativo: Como eu disse, tive a oportunidade de mais uma vez assistir ao vivo a um encontro do Futebol Clube do Porto e posso afirmar que decididamente o Natal faz mal aos jogadores… Uma exibição terrível que se safa apenas com o golo da vitória… Passaram quase todo o jogo a trocar a bola no meio campo, mas sem progressão, como se a esperar que o Lucho (que estava em péssima forma diga-se de passagem) resolvesse a questão num rasgo de génio… Mas isto não pode ser assim Prof. Jesualdo!!! Se o jogador não rende tire-o de campo, arrisque, procure soluções!!! Não deixe que a sorte resolva as coisas por si. È bom que as coisas melhorem no próximo jogo frente ao Braga, senão ainda vamos ter um grande amargo de boca no próximo fim-de-semana. E fica a pergunta no ar: Será que ao Porto não lhe faltará um Nº 10 no meio campo? E porque não ir buscar o Ibson para esta posição?
Saudações Portistas!!
Sem comentários:
Enviar um comentário