Coesão defensiva e eficácia atacante são duas expressões que explicam, em linhas gerais, mais um triunfo portis
ta no Nacional da I Divisão, desta feita na recepção ao Óquei de Barcelos. Os Dragões seguem firmes na liderança da prova, mantendo larga a margem de avanço sobre a restante concorrência. Não durou mais do que dez minutos o equilíbrio na partida, altura em que Emanuel Garcia assumiu o protagonismo no jogo, criando e concluindo um lance individual de fino recorte, que colocou os Dragões na frente do marcador. A partir daqui, foi sempre do F.C. Porto a iniciativa atacante do encontro, com o adversário a remeter-se ao seu sector recuado, procurando não deixar alargar a vantagem Portista. A vontade dos minhotos acabaria por ser ultrapassada graças ao bom jogo colectivo dos Hexacampeões Nacionais que, uma vez mais, investiram Reinaldo Ventura do papel de executor do domínio Portista. O melhor marcador do campeonato consolidou a sua posição cimeira na lista dos goleadores, assinando dois remates certeiros que atribuíram contornos de maior tranquilidade à caminhada azul e branca, que
nem o tento forasteiro, alcançado em cima do intervalo, conseguiu perturbar. Chegados ao descanso a vencer por dois golos de diferença, 3-1, os Dragões entraram na segunda metade a gerir a vantagem, explorando sempre que possível as oportunidades concedidas pelo adversário. Neste período brilhou igualmente o sector recuado Portista, com especial destaque para o guardião Edo Bosch, que juntou a defesa de uma grande penalidade a diversas outras intervenções de absoluta segurança. A coesão defensiva deu azo a um novo balanceamento ofensivo do F.C. Porto, que rendeu frutos em duas ocasiões quase consecutivas. André Azevedo foi o primeiro a juntar o seu nome à história do jogo, apontando o quarto golo Portista, seguido por Ricardo Figueira, que, a caminho do apito final do árbitro, assinou o derradeiro tento dos Dragões. Antes do final da partida, e quando a festa inundava já as bem preenchidas bancadas do Pavilhão de Fânzeres, houve ainda tempo para novo golo dos visitantes, insuficiente, porém, para impedir o merecido triunfo Azul e Branco.
ta no Nacional da I Divisão, desta feita na recepção ao Óquei de Barcelos. Os Dragões seguem firmes na liderança da prova, mantendo larga a margem de avanço sobre a restante concorrência. Não durou mais do que dez minutos o equilíbrio na partida, altura em que Emanuel Garcia assumiu o protagonismo no jogo, criando e concluindo um lance individual de fino recorte, que colocou os Dragões na frente do marcador. A partir daqui, foi sempre do F.C. Porto a iniciativa atacante do encontro, com o adversário a remeter-se ao seu sector recuado, procurando não deixar alargar a vantagem Portista. A vontade dos minhotos acabaria por ser ultrapassada graças ao bom jogo colectivo dos Hexacampeões Nacionais que, uma vez mais, investiram Reinaldo Ventura do papel de executor do domínio Portista. O melhor marcador do campeonato consolidou a sua posição cimeira na lista dos goleadores, assinando dois remates certeiros que atribuíram contornos de maior tranquilidade à caminhada azul e branca, que
nem o tento forasteiro, alcançado em cima do intervalo, conseguiu perturbar. Chegados ao descanso a vencer por dois golos de diferença, 3-1, os Dragões entraram na segunda metade a gerir a vantagem, explorando sempre que possível as oportunidades concedidas pelo adversário. Neste período brilhou igualmente o sector recuado Portista, com especial destaque para o guardião Edo Bosch, que juntou a defesa de uma grande penalidade a diversas outras intervenções de absoluta segurança. A coesão defensiva deu azo a um novo balanceamento ofensivo do F.C. Porto, que rendeu frutos em duas ocasiões quase consecutivas. André Azevedo foi o primeiro a juntar o seu nome à história do jogo, apontando o quarto golo Portista, seguido por Ricardo Figueira, que, a caminho do apito final do árbitro, assinou o derradeiro tento dos Dragões. Antes do final da partida, e quando a festa inundava já as bem preenchidas bancadas do Pavilhão de Fânzeres, houve ainda tempo para novo golo dos visitantes, insuficiente, porém, para impedir o merecido triunfo Azul e Branco.
Ficha do Jogo
Nacional da I Divisão – 20ª jornada (26 de Janeiro 2008)
Pavilhão Municipal de Fânzeres
Árbitros: Luís Peixoto e Jaime Vieira
F.C. Porto: Edo Bosch; Filipe Santos, Pedro Moreira, Reinaldo Ventura (2) e Emanuel Garcia (1)
Jogaram ainda: Caio, André Azevedo (1), Ricardo Figueira (1) e Jorge Silva
Treinador: Franklim Pais
Óquei de Barcelos: Luís Mendes; António Leal, Tiago Rafael, Cláudio Filho (1) e Nuno Resende (1)
Jogaram ainda: Hugo Costa e José Braga
Treinador: Vítor Silva
Ao intervalo: 3-1
Evolução do marcador: 3-0, 3-1, 5-1, 5-2
Saudações Portistas!!!
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