sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

A Mística Azul e Branca nas outras Modalidades

Paulo Cunha é o único jogador do plantel portista a constar das fichas de jogo das quatro Taças da Liga conquistadas pelos Dragões, embora um outro nome sobressaia em todas elas: o de Alberto Babo, que, por uma vez, esteve do lado errado, precisamente na época em que Nuno Marçal saiu para a Oliveirense, numa transferência que lhe nega agora a condição de totalista. Em rigor, Alberto Babo esteve nas quatro vitórias portistas, mas, numa delas, apresentou-se como opositor, na qualidade de treinador do Queluz, o finalista derrotado em 2004, que mais tarde perderia também a discussão do título de campeão para o F.C. Porto, numa época em que os azuis e brancos acrescentariam a conquista da Taça de Portugal aos êxitos na Liga e na Taça da Liga. Em 2000, sob a orientação de Alberto Babo, com Paulo Cunha e Nuno Marçal na equipa e o Illiabum por adversário, o F.C. Porto ergueu a sua primeira Taça da Liga, à qual acrescentaria, meses mais tarde, a vitória na Taça de Portugal. O trio de repetentes voltaria a integrar as páginas douradas da competição em 2002, batendo a Portugal Telecom no encontro decisivo. Augusto Sobrinho, que ocupou lugar no banco de suplentes durante o triunfo de 2004, então com apenas 18 anos, ergueu a Taça da Liga pela segunda vez depois de consumada a vitória sobre a Ovarense, com um triplo de Frederick Gentry ao soar da buzina.

Saudações Portistas!!!

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