quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

A Teoria da Conspiração dos Tolinhos III

Ora bem, o Carnaval foi ontem, mas ao que parece os palhaços ainda andam pela rua… Atentem neste comentário feito pelo tal Lúcifer (um dos Calhaus com olhos do Blog AntiTripa):

“Amigos Benfiquistas:
FC PORTO E SPORTING METIDOS EM MAIS UMA EMBRULHADA
O presidente do Panatinaikos da Grécia deu hoje uma conferência de imprensa, na qual disse que o seu clube tinha a intenção de criar uma empresa de fundos de investimento de jogadores. Como é ilegal qualquer clube de futebol europeu ter empresas de fundos de investimento em jogadores, os jornalistas presentes nessa conferência de imprensa alertaram o presidente do Panatinaikos para esse facto e qual não foi a surpresa, quando este respondeu de pronto que deveriam estar enganados porque já existia um clube europeu com uma empresa do género e referiu tratar-se do FC Porto em Portugal e até o nome da empresa: First Portuguesse Football Player Fund.Sendo assim, melhor se compreende o facto do FC Porto, no dia 23 de Janeiro ter vindo à pressa comprar a totalidade dos passes de quatro dos seus jogadores para evitar ter problemas a nível da FIFA .O que se sabe ao certo é que esta empresa detinha até à semana passada uma parte dos passes dos jogadores do FC Porto, Ivanildo, Paulo Machado, Ricardo Quaresma e Vieirinha, altura em que os “dragões” anunciaram a compra na totalidade desses passes. O Sporting também recomprou por 2,474 milhões a percetagem de passes de jogadores seus à First Portugueses.A revogação do contrato assinado pela Sporting SAD e pelo First Portuguese foi anunciado há quatro meses. A SAD leonina readquiriu as percentagens dos passes de João Moutinho (10 por cento), Djaló (28 por cento), Saleiro (26,5) e Labarthe (20) por 2,747 milhões que somava a uma dívida de 765 mil euros. O total (3,24 milhões) foi pago em acções da SAD, numa percentagem total de 7,36 por cento do seu capital.O que não se sabia e que o presidente do Panatinaikos assegurou é que a empresa de fundos pertence ao FC Porto. Talvez se entenda melhor agora a execelente amizade que existe entre estes dois clubes do Porto e Lisboa.Helder Postiga foi cedido ao Panatinaikos e o presidente do clube Grego lá saberá do que fala.Esta denúncia pública poderá desencadear uma investigação para se ver a quem pertence de facto a First Portuguesse Football Player Fund.Nao há nada como realmente
Lucífer 02.06.08 - 8:01 am”

Como eu fiquei deveras curioso fui investigar de onde é que o tal Calhau tirou esta notícia e fui dar de caras a um Blog de um tal BateBola e realmente o indivíduo tem lá esta mesma notícia, mas no final faz esta ressalva:

“PS. Uma explicação: Retirei o último parágrafo porque nem sequer é da minha autoria. Simplesmente fiz um "copy" do artigo 18º do regulamento de transferências da FIFA e o resto veio colado sem eu dar por ela. Aliás, o parágrafo relacionado com o Sporting e percentagens dos jogadores também foi retirado desse site (www.fcporto.ws/Forum/viewtopic.php?id=4075) como podem verificar. Foi apenas um dado estatístico. Quem acusa o FC Porto de ser o "patrão" de empressa First Portuguesse Football Player Fund, não fui eu mas o presidente do Panatinaikos. Ele lá sabe porque o fez. Não confundam as coisas.”

Então resolvi mais uma vez dar um salto ao tal Fórum cujo Link nos é indicado pelo BateBola, e ai sim vi a VERDADEIRA NOTÍCIA, que é a seguinte:

Liquidez do negócio bateu no Fundo

CARLOS ALBERTO FERNANDES no OJOGO

Chegou ao fim a experiência do primeiro fundo de jogadores, o First Portuguese Football Players Fund. Um produto que ficou aquém das expectativas iniciais quer dos investidores, quer das SAD e que enfrentava agora a dificuldade adicional de contradizer, em alguns pontos, a nova regulamentação da FIFA em relação à gestão da propriedade dos direitos desportivos. Do ponto de vista das SAD (sobretudo das do Sporting e do FC Porto, embora também o Boavista tivesse cedido participações), o modelo de negócio revelou-se pouco interessante a partir do momento em que constataram que as mais-valias geradas pelas transferências foram de imediato resgatadas, ficando apenas uma pequena parcela para reinvestimento na participação em outros jogadores. Dinheiro perdido. "Não se verificou tanta disponibilidade para partilhar prejuízos e assumir riscos", concordam os responsáveis das SAD. Para o Fundo, a menor volatibilidade do mercado de transferências e essa diferença de perspectiva em relação ao produto conduziriam inevitavelmente à liquidação que esta semana se concretizou com a recompra pela FC Porto SAD das participações do fundo nos direitos desportivos de Ricardo Quaresma, Paulo Machado, Vieirinha e Ivanildo. A Sporting SAD já anunciara também, há quatro meses, a revogação do contrato com este mesmo fundo. Segue-se a Boavista SAD. Tratando-se de um produto financeiro novo, algumas das cláusulas contratuais poderiam também suscitar dúvidas do ponto de vista jurídico. O acordo firmado entre as SAD e o Fundo previa a partilha de informação sobre propostas de aquisição e a própria estratégia em relação a esses activos, estipulando um valor de referência a partir do qual as SAD seriam obrigadas a alienar os direitos desportivos dos jogadores ou a comprar a participação correspondente no Fundo. Um modelo desajustado e que dificilmente poderá ressurgir em moldes idênticos, embora o anúncio dos responsáveis da Orey Financial de uma eventual aposta num novo produto de investimento no futebol. Recorde-se que este fundo de investimento conseguira seduzir, nos primeiros anos de actividade (iniciada em 2001) quer os clubes - uma forma de se capitalizarem cedendo, sem grande risco ou restrições, uma parcela dos direitos desportivos de alguns dos seus jogadores de maior potencial e margem de progressão - quer os investidores.
Em Setembro
Sporting recomprou por 2,474 milhões
A revogação do contrato assinado pela Sporting SAD e pelo First Portuguese foi anunciado há quatro meses. A SAD leonina readquiriu as percentagens dos passes de João Moutinho (10 por cento), Djaló (28 por cento), Saleiro (26,5) e Labarthe (20) por 2,747 milhões que somava a uma dívida de 765 mil euros. O total (3,24 milhões) foi pago em acções da SAD, numa percentagem total de 7,36 por cento do seu capital.Negócios de sucesso não tiveram sequência. Numa primeira fase, a venda de Cristiano Ronaldo ao Manchester United e, depois, de Hugo Viana ao Newcastle, proporcionaram um bom índice de rentabilidade a quem apostou no portfolio de jogadores do Sporting do First Portuguese Football Players Fund. Mais tarde, em 2004, com a constituição do fundo do FC Porto, o investimento voltou a compensar. As transferências de Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Pedro Mendes e Deco (pós-título europeu) proporcionaram uma valorização de 37,8 por cento das aplicações financeiras nas percentagens dos direitos dos jogadores.Mas existiram outros investimentos sem nenhuma rentabilidade, ou que significaram prejuízos elevados, como sucedeu, por exemplo, no caso de Niculae. Uma vez que estavam estipulados valores de referência a partir dos quais os clubes teriam de vender ou recomprar as suas participações, verificaram-se algumas situações em que o fundo sentiu não ter o controlo sobre alegadas propostas que existiam para os jogadores. Conflitos de interesse, também nesse capítulo. FIFA proíbe influências externasNo artigo 18º do Regulamento de Transferências, a FIFA estabelece muito claramente: "Nenhum clube deve firmar um contrato que habilite essa outra entidade ou uma terceira entidade a interferir ou influenciar no emprego, em assuntos relacionados com transferências, nas suas políticas ou nos desempenhos das suas equipas." Ora, os termos do contrato de Associação de Interesses Económicos assinados pelas Sociedades Desportivas e pelo First Portuguese Football Player Fund continha cláusulas que se poderia considerar violarem os regulamentos, ficando as SAD sob a alçada do Comité Disciplinar da FIFA. Sobretudo na medida em que estipula a obrigatoriedade de vender ou comprar os direitos, abrindo campo a uma hipotética especulação com repercussões no comportamento das SAD. Este regulamento obrigaria a dar um enquadramento totalmente diferente ao modelo de fundos desenvolvido pela Orey Financial.

in OJOGO
Ora bem, o tal BateBola diz que quem acusa o Porto é o Presidente do clube Grego e eu pergunto onde foi o tipo buscar isto? E a ser verdade alguma vez o Presidente ou seja lá quem for vem a público dizer que vai cometer uma ilegalidade? Enfim, Calhau (o BateBola) com Calhau (o Lúcifer) deveria dar faísca e sair algum rasgo de inteligência, mas ao que me parece isto para eles é impossível… Enfim, e temos nós de conviver com este tipo de anormaizinhos…

Saudações Portistas!!!

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