domingo, 13 de abril de 2008

Ganhar com a quase equipa B

Embalado pela liderança avassaladora na Liga, em que já somou 21 triunfos, o conjunto orientado por Jesualdo Ferreira visitou o Sul do país com o amealhar de mais três pontos em mente, intenção que cumpriu de forma determinada, aliando ao bom desempenho um ensaio positivo para o jogo das meias-finais da Taça de Portugal, em que volta a defrontar os sadinos.

Precisamente a pensar no encontro da próxima terça-feira, o treinador do F.C. Porto apresentou algumas alterações no «onze» inicial, nada comprometedoras em relação às pretensões da equipa, que mostrou ambição desde o primeiro minuto. Quaresma foi dos mais irreverentes, tendo saído dos seus pés os lances capitais da primeira metade do desafio, no decorrer da qual os Dragões se revelaram notoriamente superiores.

Lisandro, aos 25 minutos, após cruzamento do número 7, e Mariano, aos 30, traduziram em vantagem no marcador a hegemonia azul e branca, que só não assumiu contornos maiores, porque o excelente remate de Lucho González, que havia feito a assistência para o segundo golo, embateu na barra da baliza de Eduardo. Seis minutos depois, Hugo reduziu para o V. Setúbal.

O F.C. Porto saiu para o intervalo com um resultado favorável, mas nem por isso baixou os braços no segundo tempo da partida. Quaresma criou, mais uma vez, grandes dificuldades ao adversário, que só subiu de rendimento nos últimos instantes do jogo, não fazendo, no entanto, esquecer os primeiros 45 minutos dos Dragões, que justificam por completo o resultado final.


Positivo: Num jogo em que o FC Porto apresentou uma quase equipa B, em que jogaram apenas alguns dos habituais titulares, vou destacar pela positiva a rapidez com que o Dragão decidiu o jogo, sendo que era desnecessário ter sofrido um golo ainda na 1ª parte, mas o Guardião Nuno manteve as redes Portistas invioladas até ao fim.

Negativo: Destaco aqui três coisas; primeiro a táctica do Setúbal que jogou numa toada ultra defensiva, não deixando que este fosse um bom jogo disputado por duas boas equipas, assim não compensa ir ao estádio ver a bola. Outra coisa é a nossa Comunicação social, que ao que me quer parecer vive das polémicas porque mal acabou o encontro vieram logo gritar bem alto que os dois golos do porto foram irregulares, como se as decisões voltassem atrás. Meus Srs. profissionalismo exige-se. Por último, pela negativa e muito, Cláudio Pitbull, que mais uma vez demonstrou que não vale a pena estar a insistir com este jogador que é medíocre e serve muito bem para equipas medíocres como esta equipa sadina, uma vez que entrou em campo e nada de especial fez.



Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode.

2 comentários:

dragao vila pouca disse...

Para a taça tem de ser um Porto melhor, de Honra, um Porto Tri-Campeão, o Vitória é uma bela colheita e até tem um treinador que já começou a pressionar o árbitro para terça-feira.
Um abraço

Nicolau d'Almeida disse...

Na Terça, será um Porto bravo que subirá ao relvado com a mente no Jamor. Não pode ser de outra maneira. Porto sempre!

Cumprimentos.