Numa breve análise, um dado salta à vista: nas três ocasiões em que F.C. Porto e Sporting se encontraram na final da Taça de Portugal, a discussão ficou reservada para um segundo jogo, que então se denominava Finalíssima. Os Dragões venceram duas, rompendo um equilíbrio persistente com dose redobrada de sacrifício e deixando para a história desempenhos memoráveis.A primeira edição do duelo entre os Dragões e a formação de Alvalade na final da Taça de Portugal, remonta à época de 1977/78. Iniciava-se então o ciclo de disputas levadas até ao derradeiro encontro, em jogos decisivos marcados pelo equilíbrio. Depois de um empate a uma bola no primeiro encontro, a Finalíssima reverteu em triunfo sportinguista por 2-1, com o golo azul e branco a s
er apontado por Seninho. Apesar do revés na Taça, a formação então orientada por José Maria Pedroto era já detentora do título de Campeão Nacional, conquistado alguns dias antes.
Decorreu mais de uma década até que portistas e verde e brancos voltassem a cruzar caminhos na final da Taça. Para não variar, e desenhando uma tradição que posteriormente se implementou, a discussão ficou reservada para o segundo jogo, depois de um empate a zero registado na primeira partida. Na Finalíssima, a equipa de Bobby Robson, onde pontificavam, entre outros, jogadores como Vítor Baía, João Pinto, André ou Drulovic, acabou por se impor por 2-1, com os golos de Rui Jorge e de Aloísio a selarem a conquista do troféu pelos Dragões.
er apontado por Seninho. Apesar do revés na Taça, a formação então orientada por José Maria Pedroto era já detentora do título de Campeão Nacional, conquistado alguns dias antes.Decorreu mais de uma década até que portistas e verde e brancos voltassem a cruzar caminhos na final da Taça. Para não variar, e desenhando uma tradição que posteriormente se implementou, a discussão ficou reservada para o segundo jogo, depois de um empate a zero registado na primeira partida. Na Finalíssima, a equipa de Bobby Robson, onde pontificavam, entre outros, jogadores como Vítor Baía, João Pinto, André ou Drulovic, acabou por se impor por 2-1, com os golos de Rui Jorge e de Aloísio a selarem a conquista do troféu pelos Dragões.
Foi já na viragem do século que as duas formações se reencontraram no derradeiro desafio da Taça de Portugal. Na época 1999/00, a discussão do troféu volt
ou a ser levada para o segundo jogo, depois de um empate a uma bola registado na primeira final. Ao segundo encontro, os golos de Deco e Clayton resolveram a partida a favor dos Dragões, na altura orientados por Fernando Santos, numa equipa que contava ainda com Vítor Baía, Jorge Costa, Capucho ou Jardel como figuras de proa.
ou a ser levada para o segundo jogo, depois de um empate a uma bola registado na primeira final. Ao segundo encontro, os golos de Deco e Clayton resolveram a partida a favor dos Dragões, na altura orientados por Fernando Santos, numa equipa que contava ainda com Vítor Baía, Jorge Costa, Capucho ou Jardel como figuras de proa.Oito anos depois da última final disputada, F.C. Porto e Sporting voltam a encontrar-se na discussão da Taça de Portugal, desta feita numa partida única, da qual sairá, obrigatoriamente, o novo detentor do troféu. O Estádio Nacional é, uma vez mais, o cenário de um duelo de contornos históricos, marcado pelo equilíbrio, que se resolve a 18 de Maio, a partir das 17 horas.
Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode
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