
Em Leiria deu-se início à sétima jornada da Liga Zon Sagres, com a equipa local a mostrar que o arranque fraquinho que teve é coisa do passado. Os homens de Pedro Caixinha mandaram no jogo de forma categórica e subjugaram os vizinhos de Coimbra. A Académica tem alternado jogos de puro genialismos com outros de mediocridade.
A primeira parte foi um desenrolar de oportunidades falhadas pelos da casa. No início da segunda parte a Briosa equilibrou um pouco e chegou ao golo, no entanto rapidamente voltou a baixar de rendimento e tentou defender o resultado. A insistência dos leirienses deu frutos e, por Carlão primeiro e Zhang mais tarde, deram a volta ao resultado e justiça ao marcador.
Os algarvios de Olhão, que ainda são novatos na liga principal, continuam a brilhar. Em vez da esperada luta pela manutenção quase parece que lutam pelo título. Estão em segundo lugar com os mesmos pontos que Guimarães e Benfica. Voltaram a dar uma lição de futebol contra o Setúbal que continua sem ganhar em Olhão. Com uma primeira parte de arrasar construiram a vantagem que não mais deixaram fugir. Os sadinos ainda reduziram mas foi sol de pouca dura. Resultado final 3-1 para o Olhanense.
Na Madeira o Nacional e o Portimonense disputaram uma partide de fraco futebol. Os visitantes ainda se adiantaram no marcador mas, no minuto seguinte, os alvi negros voltaram ao empate. Num jogo sem muitas oportunidades a igualdade foi desfeita por um querer ligeiramenet maior dos madeirenses. Marcaram mais dois golos, levaram os três pontos e ultrapassaram uma fase de derrotas.
Sete jogos três empates e quatro derrotas. Mau, muito mau mesmo. Rio Ave e Maritimo mostraram porque estão os dois em último lugar. Um jogo fraquinho e sem golos, de espantar em especial o Maritimo que terminou a época passada num lugar europeu e esta época ainda não sabe o que é vencer no campeonato.
Duas partes distintas na Figueira da Foz. A primeira dominada pela Naval que materializarou esse dominio e parecia estar a dar um pontapé na crise de resultados, especialmente em casa onde não ganha há mais de seis meses. Resultado ao fim de 45 minutos: 1-0. Segunda parte o oposto, o Paços de Ferreira entrou a todo o gás e aos 5 minutos já tinham a reviravolta consumada. O que sobrou do jogo foi um domínio acentuado dos castores que com estes 3 pontos respiram um pouco melhor no meio da tabela. Uma curiosidade, a vantagem no jogo parece ter sido atribuida por muitos ao vento, que na primeira parte soprava a favor da Naval e com a troca de campo a favor do Paços, para mim são desculpas esfarrapadas.
No jogo grande da jornada Benfica e Braga demonstraram o que este jogo representava para ambos. Um jogo muito disputado por duas equipas que vinham de um desaire europeu. O resultado poderia ter sorrido para qualquer dos lados, mas acabou por sorrir aos da casa num lance de garra e raiva de Carlos Martins. Os guarda-redes foram figuram preponderantes (Roberto parece finalmente ter encontrado a tranquilidade e boas exibições) com muito trabalho a parar as tentativas de golo de parte a parte.
O principal destaque nesta partida vai para o facto de se perceber que o Benfica não é um bicho papão, não mete medo e está ainda longe da equipa que foi no ano passado. Se é verdade que dominaram (era o seu dever), também é verdade que acabaram encolhidos a defender a vantagem magra e os 3 pontos. Não tarda muito vão jogar no Dragão e aí vamos ver o que tem este Benfica para dar, a meu ver muito pouco e a aposta na vitória do Porto é inevitável (já ganhei uns trocos no jogo da Supertaça), mais ainda, espero um pouco mais que ganhar apenas pela margem mínima.
Por último o Sporting. O que dizer? Mais um empate com uma equipa nitidamenet inferior, mais um empate quando a vitória quase que parece ser pouco e não se ve solução para estea equipa. Novamente dominaram como lhes competía, mas não marcam, produzem pouco e os guarda-redes adversários chegam para as encomendas. O único ponto positivo parece ser o renascer de Postiga, de tal maneira que foi mesmo chamado à selecção.
Contra um Beira-Mar a fechar bem, sem sorte ou um lance fortuíto, os leões afundam-se agora no décimo lugar. A luta pela Europa começa a revelar-se dificil, já nem me refiro à luta pelo título. Paulo Sérgio não é treinador para o Sporting mas o clube também não é gerido como deve ser. Só uma profunda revolução poderá mudar os acontecimentos. No entanto, mais casos vêm a público ,como o de Izmailov, que não auguram nada de bom para os lados de Alvalade.
Uma última nota para o jornal “a Bola“ que na sua capa de terça-feira dizia que se acabou a invencibilidade do Porto. No meu entender da lingua portuguesa, o Porto continua invencível pois não foi derrotado mas apenas empatou. Esses senhores que não se apressem a derrotar o Porto antes que isso realmente aconteça. Coisa que eu acho que ainda deve demorar um pouco mais.
A primeira parte foi um desenrolar de oportunidades falhadas pelos da casa. No início da segunda parte a Briosa equilibrou um pouco e chegou ao golo, no entanto rapidamente voltou a baixar de rendimento e tentou defender o resultado. A insistência dos leirienses deu frutos e, por Carlão primeiro e Zhang mais tarde, deram a volta ao resultado e justiça ao marcador.
Os algarvios de Olhão, que ainda são novatos na liga principal, continuam a brilhar. Em vez da esperada luta pela manutenção quase parece que lutam pelo título. Estão em segundo lugar com os mesmos pontos que Guimarães e Benfica. Voltaram a dar uma lição de futebol contra o Setúbal que continua sem ganhar em Olhão. Com uma primeira parte de arrasar construiram a vantagem que não mais deixaram fugir. Os sadinos ainda reduziram mas foi sol de pouca dura. Resultado final 3-1 para o Olhanense.
Na Madeira o Nacional e o Portimonense disputaram uma partide de fraco futebol. Os visitantes ainda se adiantaram no marcador mas, no minuto seguinte, os alvi negros voltaram ao empate. Num jogo sem muitas oportunidades a igualdade foi desfeita por um querer ligeiramenet maior dos madeirenses. Marcaram mais dois golos, levaram os três pontos e ultrapassaram uma fase de derrotas.
Sete jogos três empates e quatro derrotas. Mau, muito mau mesmo. Rio Ave e Maritimo mostraram porque estão os dois em último lugar. Um jogo fraquinho e sem golos, de espantar em especial o Maritimo que terminou a época passada num lugar europeu e esta época ainda não sabe o que é vencer no campeonato.
Duas partes distintas na Figueira da Foz. A primeira dominada pela Naval que materializarou esse dominio e parecia estar a dar um pontapé na crise de resultados, especialmente em casa onde não ganha há mais de seis meses. Resultado ao fim de 45 minutos: 1-0. Segunda parte o oposto, o Paços de Ferreira entrou a todo o gás e aos 5 minutos já tinham a reviravolta consumada. O que sobrou do jogo foi um domínio acentuado dos castores que com estes 3 pontos respiram um pouco melhor no meio da tabela. Uma curiosidade, a vantagem no jogo parece ter sido atribuida por muitos ao vento, que na primeira parte soprava a favor da Naval e com a troca de campo a favor do Paços, para mim são desculpas esfarrapadas.
No jogo grande da jornada Benfica e Braga demonstraram o que este jogo representava para ambos. Um jogo muito disputado por duas equipas que vinham de um desaire europeu. O resultado poderia ter sorrido para qualquer dos lados, mas acabou por sorrir aos da casa num lance de garra e raiva de Carlos Martins. Os guarda-redes foram figuram preponderantes (Roberto parece finalmente ter encontrado a tranquilidade e boas exibições) com muito trabalho a parar as tentativas de golo de parte a parte.
O principal destaque nesta partida vai para o facto de se perceber que o Benfica não é um bicho papão, não mete medo e está ainda longe da equipa que foi no ano passado. Se é verdade que dominaram (era o seu dever), também é verdade que acabaram encolhidos a defender a vantagem magra e os 3 pontos. Não tarda muito vão jogar no Dragão e aí vamos ver o que tem este Benfica para dar, a meu ver muito pouco e a aposta na vitória do Porto é inevitável (já ganhei uns trocos no jogo da Supertaça), mais ainda, espero um pouco mais que ganhar apenas pela margem mínima.
Por último o Sporting. O que dizer? Mais um empate com uma equipa nitidamenet inferior, mais um empate quando a vitória quase que parece ser pouco e não se ve solução para estea equipa. Novamente dominaram como lhes competía, mas não marcam, produzem pouco e os guarda-redes adversários chegam para as encomendas. O único ponto positivo parece ser o renascer de Postiga, de tal maneira que foi mesmo chamado à selecção.
Contra um Beira-Mar a fechar bem, sem sorte ou um lance fortuíto, os leões afundam-se agora no décimo lugar. A luta pela Europa começa a revelar-se dificil, já nem me refiro à luta pelo título. Paulo Sérgio não é treinador para o Sporting mas o clube também não é gerido como deve ser. Só uma profunda revolução poderá mudar os acontecimentos. No entanto, mais casos vêm a público ,como o de Izmailov, que não auguram nada de bom para os lados de Alvalade.
Uma última nota para o jornal “a Bola“ que na sua capa de terça-feira dizia que se acabou a invencibilidade do Porto. No meu entender da lingua portuguesa, o Porto continua invencível pois não foi derrotado mas apenas empatou. Esses senhores que não se apressem a derrotar o Porto antes que isso realmente aconteça. Coisa que eu acho que ainda deve demorar um pouco mais.
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