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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Começar à Campeão

Acabou finalmente o jejum que todos nós, amantes do Desporto Rei, vínhamos fazendo desde o final do Campeonato do Mundo no Brasil. A Liga Portuguesa vai começar hoje e um dos eternos candidatos à conquista do Título vai dar o pontapé de saída na dita.
 
O sorteio da Liga Zon Sagres ditou que os Dragões comecem a sua época oficial em casa ante o CS Marítimo. Naturalmente que o favoritismo está todo do lado da equipa da casa, contudo existem vários factores que podem fazer pender a balança para os Insulares.
 
Este será o primeiro jogo de Julen Lopetegui como Treinador de um Clube Profissional ao mais alto nível. O mesmo é dizer que este será o primeiro dos grandes desafios que aguardam o Espanhol. O segundo tem a sua data marcada para o próximo dia 20 de Agosto, mas cada cosia a seu tempo e há que ver como joga este renovado Futebol Clube do Porto. Esperemos todos nós que jogue bem e que vença mesmo sem convencer.
 
Para além das dúvidas sobre o novo Porto e o seu comandante, há que ter em linha de conta que o Marítimo não vem à Invicta para passara férias e muito menos para servir de cobaia para o jogo que se segue. Para mais é certo e sabido que entre Portistas e Maritimistas existe um enorme mau estar e nada daria mais gozo aos Insulares do que vencer no Dragão.
 
É verdade que o CS Marítimo apresenta um Treinador novo e uma equipa renovada, mas a ambição europeia dos Madeirenses está bem viva e contam com Jogadores como Salin, Luís Olim e Danilo Pereira para alcançar o seu grande objectivo. É, sem sombra de dúvida, uma equipa que não deve de forma alguma ser subestimada.
 
A primeira convocatória oficial elaborada por Julen Lopetegui, tendo em vista o desafio frente ao Marítimo no Estádio do Dragão (Sexta-feira, 20H), na ronda inaugural da Liga Portuguesa, integra 18 jogadores.
 
Lista de Convocados: Andrés Fernández e Fabiano (g.r.); Danilo, Martins Indi, Maicon, Casemiro, Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez, Tello, Reyes, Evandro, Herrera, Adrián López, Ricardo, Alex Sandro, Óliver Torres e Rúben Neves.
 
Onze provável (4x3x3): Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Rúben Neves, Brahimi, Óliver Torres, Adrián López, Ricardo Quaresma e Jackson Martinez.
 
Vamos tentar disponibilizar alguns streams para que possam seguir esta partida em directto. Passem pelo Blog perto da hora do jogo.

sábado, 23 de novembro de 2013

Reiniciar o sistema

As paragens por causa das Selecções nem sempre são benéficas para os Clubes porque muitas vezes os Jogadores lesionam-se e o seu tempo de recuperação tem de ser suportado pelo Clube, mas o problema do FC Porto é outro bem mais complicado
 
È sabido que com a chegada de Paulo Fonseca ao Dragão os Portistas passaram a jogar noutro sistema táctico, e como qualquer mudança esta traz consigo novas rotinas que colidem com as antigas. Só o jogo a jogo é que vai melhorando o que se trabalha nos treinos e se aperfeiçoa a máquina. Ora este aperfeiçoamento vinha dando sinais positivos antes de o FC Porto ter de ceder os seus Jogadores às resspectivas Selecções. São duas semanas de paragem que o Nacional de Manuel Machado vai aproveitar para fazer surpresa no Dragão.
 
O CD Nacional já teve o condão de fazer das suas na Invicta e sempre em prejuízo do FC Porto. Chegou inclusive a golear os Dragões na sua própria casa num jogo onde Fábio Coentrão brilhou. Os tempos são outros mas os perigos são os mesmos e é sabido que apesar da melhoria a defesa Portista ainda não está ao seu nível e para mais Mangala não poderá jogar.
 
O Professor Manuel Machado irá com toda a certeza apresentar uma equipa defensiva que testará a paciência dos Dragões. Marcar cedo vai ser vital, mas vai ser muito complicado marcar golos ao Guardião Gottardi que é um dos pilares do Nacional Europeu. Claudemir e a sua técnica apurada na marcação de livres juntamente com a tenacidade de Rondón serão outras das dores de cabeça dos Portistas.
 
Vai ser sem sombra de dúvida um jogo de muita paciência numa noite que promete ser bastante fria na Invicta.
 
Os regressos de Helton, Reyes, Juan Quintero e Licá são as notas de destaque na convocatória elaborada por Paulo Fonseca para a recepção ao Nacional, agendada para hoje, às 20h15, referente à 10.ª jornada da Liga Zon Sagres.
 
Em relação à Lista de Convocados para o jogo em Guimarães, da 4.ª eliminatória da Taça de Portugal e que terminou com um triunfo Portista (2 x 0), registam-se assim as entradas dos quatro atletas acima referidos. Em sentido inverso, Bolat, Mangala, a cumprir castigo, Kelvin e Ghilas, lesionado, ficam de fora do embate com os Insulares.
 
Lista de Convocados: Helton e Fabiano (g.r.), Danilo, Lucho, Maicon, Josué, Jackson Martínez, Quintero, Reyes, Herrera, Varela, Licá, Carlos Eduardo, Ricardo, Fernando, Alex Sandro, Otamendi e Defour.
 
Onze provável (4x2x3x1): Helton, Danilo, Otamendi, Maicon, Alex Sandro, Fernando, Defour, Lucho, Josué, Varela e Jackson.
 
O FC Porto x CD Nacional tem o seu arranque aprazado para as 20h30 de hoje e poderá ser acompanhado em directo aqui no Mística.

domingo, 5 de maio de 2013

Limpinho! Limpinho!

Na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Nacional da Madeira, Vítor Pereira atirou praticamente a toalha ao chão, dizendo que o título será entregue ao Benfica. No entanto, na Choupana, os jogadores Azuis e Brancos deitaram qualquer polémica para trás das costas e limitaram-se a fazer o que lhes competia, conquistar os três pontos para colocar pressão sobre os Encarnados, acabando por vencer por 3 x 1.

Fundamental foi a entrada forte em jogo por parte dos Dragões, pois aos 22 minutos já vencia, por três golos de diferença, com golos de James Rodríguez, Mangala e Lucho González, de grande penalidade. A reacção do Nacional da Madeira também surgiu de penálti, com Candeias a ser o autor do tento de honra da formação orientada por Manuel Machado.
 
Com este resultado, o FC Porto continua no segundo lugar e está provisoriamente a um ponto do Benfica, que esta segunda-feira defronta o Estoril. Por sua vez, o Nacional da Madeira corre o sério risco de ficar arredados das competições europeias na próxima temporada.
 
Dificilmente o FC Porto teria imaginado uma entrada tão boa em jogo, a ponto de chegar a meio da primeira parte com uma vantagem de três golos.
 
O primeiro golo do encontro, apontado por James Rodríguez aos dez minutos após uma jogada em esforço de Silvestre Varela e assistência de Jackson Martínez para a finalização do compatriota, surgiu já depois dos Bicampeões Nacionais terem ameaçado a baliza defendida por Gottardi por duas vezes: uma ameaça foi de James Rodríguez e a outra, antes do golo do número 10, teve a assinatura de Jackson Martínez.
 
Conseguida a vantagem no marcador com o golo de James Rodríguez, o FC Porto poderia ter ampliado o resultado cinco minutos depois, mas o cabeceamento de Mangala foi travado pela barra da baliza do Nacional da Madeira.
 
Nesta altura era a equipa orientada por Vítor Pereira que dominava o jogo e por isso foi uma questão de tempo até Mangala fazer o 0 x 2 de calcanhar, embora no momento da assistência de João Moutinho o Francês esteja adiantado.
 
Ainda os adeptos Azuis e Brancos festejavam o golo de Mangala e já Cosme Machado assinalava uma grande penalidade a favor dos forasteiros, oportunidade que, aos 22 minutos, Lucho González aproveitou para colocar o resultado em 0 x 3.
 
Até à obtenção do terceiro golo do FC Porto, o Nacional da Madeira não tinha conseguido causar perigo junto da baliza de Helton, acabando o golo dos madeirenses por surgir de penálti ao minuto 27, com o árbitro a marcar mão de Mangala dentro da área. Na conversão, Candeias viu Helton a adivinhar o lado e a tocar no esférico, mas o voo do brasileiro foi insuficiente para impedir o tento dos insulares.

No entanto, apesar do golo sofrido, os comandados de Vítor Pereira continuam por cima do jogo e até ao intervalo podiam ter ampliado a vantagem, não fosse a grande defesa de Gottardi após remate de Silvestre Varela.
 
Para a segunda parte, Vítor Pereira pedia mais do mesmo à sua equipa, mas o mesmo não se pode dizer de Manuel Machado que, insatisfeito com o rendimento dos seus jogadores ao longo dos primeiros 45 minutos, fez duas substituições ao intervalo, fazendo entrar Claudemir e Ladji Keita para os lugares de Moreno e Mateus.
 
A verdade é que as substituições não surtiram efeito e o FC Porto, não tão ofensivo como na primeira parte porque também não precisou disso, acabou por controlar a partida, oferecendo a posse de bola ao adversário mas mantendo-o longe da baliza à guarda de Helton.
 
Apesar de menos rematador, certo é que o FC Porto foi a equipa que esteve mais perto de marcar ao longo da segunda parte, apesar do resultado não ter sofrido alterações. Primeiro foi Danilo que viu Miguel Rodrigues a cortar um cruzamento seu para o poste e logo a seguir foi Lucho González a aproveitar um erro defensivo e a obrigar Gottardi a defesa difícil. Por seu lado, o melhor que os Insulares conseguiram foi um remate perigoso de Candeias ao lado, à entrada do minuto 90.
 
Retirado de zerozero

Meljhor em Campo: Silvestre Varela
 

domingo, 6 de janeiro de 2013

Serviços Mínimos garantem os 3 pontos

Para o FC Porto a vitória é um lugar comum. A equipa Portista procura e ganha. Continua firme e não desarma. Faz por isso e não se esgota quanto o golo aparece. É uma tarefa que até parece fácil. Não o é. Raras são as vezes em que ganhar é fácil. Não é, dificilmente é. Ontem, no Dragão, foi isso mesmo. Difícil. Muito difícil mas o FC Porto derrotou o Nacional (1 x 0).
Na abertura do calendário da bola no ano civil de 2013... os Dragões só queriam a vitória. Claro que os Portistas têm ainda um jogo em atraso por realizar - diante do Vitória de Setúbal – mas a equipa Azul e Branca entrou em campo com a certeza de que não podia escorregar nesta jornada.
Desde o começo da partida... o FC Porto teve de arcar com as despesas de jogo. A equipa do Dragão pressionou mais, criou melhores oportunidades de golo e foi dando maiores motivos de interesse a uma partida fria... como a noite na Invicta.
Perante a pressão Portista, no entanto, o Nacional da Madeira viu-se obrigado a recuar no terreno e a fechar-se na defesa mas conseguiu manter um certo equilíbrio até sofrer o primeiro e único golo da primeira parte, aos 24 minutos, por Jackson Martínez; o Colombiano, após um canto marcado por João Moutinho, saltou mais alto que os centrais e cabeceou para o fundo da baliza.
 
Daí em diante, o FC Porto ficou por cima da partida, sempre com bola, seguro e muito rápido em campo. Valeu ao Nacional um punhado de boas defesas do seu guarda-redes, Vladan, que foi negando o segundo aos Portistas.
De registo ficou, por exemplo, um belo remate de Jackson, aos 42'. Seria, garantidamente, um dos golos da temporada; o guarda-redes dos Insulares estava adiantado e Jackson, quase do meio-campo, rematou mas Vladan conseguiu recuar a tempo para fazer uma grande defesa!
Até ao final da primeira parte o Dragão apenas viria a lamentar a lesão de James Rodríguez. El Bandido, que treinou de forma condicionada durante toda a semana, viu-se obrigado a sair mais cedo. Para a semana há Benfica e o departamento médico Portista preferiu não arriscar.
Para a segunda parte os técnicos mexeram no xadrez. Vítor Pereira viu-se obrigado a trocar o lesionado James por Defour, enquanto que Manuel Machado lançou Keita para o lugar de Mihelic.
Na terceira vez que Nacional e FC Porto se defrontaram esta época (0 x 2 na Taça da Liga e 0 x 3 na Taça de Portugal para os Dragões) os segundos 45 minutos não alteraram a matriz de jogo: Nacional a tentar uma "gracinha" num contra-ataque e o FC Porto a tentar o segundo que teimava em não aparecer.
João Moutinho (que excelente momento de forma) ia pautando o jogo Portista e preenchia o campo com muita qualidade. Fosse de bola corrida ou de bola parada, Moutinho criava perigo. Aos 55', por exemplo, o internacional Português apareceu bem na esquerda, tirou João Aurélio da frente, rematou forte mas Vladan fez uma boa defesa.
O jogo, está bom de ver, dava aquilo que os jogadores Portistas queriam dar. Não admira, portanto, que os 27 mil 109 espectadores esperavam (alguns desesperavam) para ver no que ia dar o final desta partida.
A equipa de Manuel Machado, alheia à pressão Portista, procurava manter-se fechada e tentava, por isso, um contra-ataque rápido ou uma bola parada para surpreender o Dragão.
O FC Porto não agarrava o resultado e o Nacional começava a sonhar. Vítor Pereira, no banco, queria o segundo golo... qual toque de despertador para carimbar mais três pontos. Mas ele teimava em não chegar.
O Dragão vivia, por assim dizer, a temer uma qualquer espécie de matreirice insular que podia chegar a qualquer momento. Mas ela não chegou e o FC Porto somou mais três pontos. A equipa pressiona o Benfica, que só entra em campo hoje, e para a semana há clássico na Luz.

Retirado de zerozero

Melhor em Campo: João Moutinho

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Foi um bom treino

O FC Porto iniciou a participação na sexta edição da Taça da Liga com uma vitória na Madeira, por 0 x 2, sobre o Nacional, na jornada inaugural do Grupo A. Os Dragões apresentaram-se na Choupana com o melhor "fato" à disposição, cabendo aos Argentinos Lucho González e Otamendi as honras do marcador.
 
A ausência de competição, em virtude do adiamento da partida em Setúbal e da paragem da Liga, "forçou" Vítor Pereira a apresentar um “onze” que se desviou da tradição Azul e Branca na Taça da Liga. Apenas Fabiano – no lugar de Helton – e Steven Defour – na posição de Fernando – não ostentavam o estatuto de titulares na equipa inicial dos Dragões, que à sexta edição da jovem competição procura conquistar o primeiro título.
 
Quanto a Manuel Machado, embora mais expectável, também não se coibiu de lançar em jogo o melhor “onze” disponível entre o plantel "alvinegro"; pois bem, o resultado de duas formações na máxima força sobre o relvado da Choupana foi um jogo agradável à vista, com superioridade Portista mas com lances de perigo a rondarem as duas balizas na primeira meia hora.

 Até ao golo de Lucho González, aos 32 minutos, Nacional e FC Porto repartiram protagonismo no que toca a ocasiões iminentes de golo, com Silvestre Varela a destacar-se entre os mais perigosos do lado portista. Aos 15 minutos, o extremo português isolou-se a passe de Steven Defour mas acabou por acertar em Gottardi, o «homem mais» na equipa insular.
 
A toada manteve-se, com Candeias e Mateus a representarem o perigo Madeirense junto a Fabiano, mas o nulo esticou-se até aos 32 minutos, altura em que Lucho González surgiu completamente solto de marcação a cabecear para a vantagem do FC Porto; o cruzamento, da direita, saiu do pé de James Rodríguez.
 
O "furo" de Lucho entre um relativo equilíbrio de forças levou à queda da qualidade do jogo até à hora do descanso. O FC Porto, mais experiente e dotado de outras armas técnicas, acabou por ser naturalmente mais perigoso na primeira etapa, com Gottardi e evitar um dilatar irrecuperável da diferença no marcador.
 
Qualquer que tenha sido o discurso de Manuel Machado nas "catacumbas" da Choupana, passou à história uma mão cheia de minutos após o reatamento da partida. Otamendi arrumou com as esperanças do Nacional em pontuar com um remate de pé esquerdo na zona frontal da área Madeirense, ampliando a vantagem portista para 0 x 2. Era a confirmação por escrito de um FC Porto superior, que só não chegou ao terceiro logo depois porque Gottardi travou as melhores intenções de James Rodríguez.
 
O que sobra desta história é fácil de contar: o visitante da Invicta apoderou-se da bola e do campo, ameaçou mais do que uma vez elevar os números do triunfo para níveis mais pomposos e nunca permitiu que o Nacional esboçasse a mínima reacção à desvantagem de dois golos. Por fim, o FC Porto saiu da Madeira com os três pontos de entrada e uma posição desde já confortável para chegar às meias-finais.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: James Rodríguez

sábado, 17 de março de 2012

Valeu pelos 3 pontos

O FC Porto conseguiu repetir o feito dos adversários directos na luta pelo título, Benfica e SC Braga, e foi à Choupana somar os três pontos, graças a uma vitória por 0 x 2.

Marc Janko regressou aos golos e apontou, juntamente com Alex Sandro, os dois tentos que garantiram a conquista dos três pontos e que permitem aos Campeões Nacionais manterem o primeiro lugar do Campeonato, ficando à espera daquilo que Benfica e SC Braga são capazes de fazer frente a Beira-Mar e Feirense, respectivamente.

O regresso de Marc Janko aos golos aconteceu num lance de alguma sorte dos parte dos Azuis e Brancos, com Moreno a rematar contra Álvaro Pereira e a bola, depois de bater no Uruguaio, a sobrar para o Austríaco, que dentro da área não perdoou e bateu Vladan, colocando novamente os Dragões no trilho dos triunfos, depois do empate caseiro com a Académica.

Mas desengane-se quem acredita que Marc Janko é a figura da partida por ter marcado o golo que praticamente garantiu os três pontos, pois a estreia a marcar de Alex Sandro apenas aconteceu já em tempo de compensação. O Nacional da Madeira vendeu cara a derrota e aproveitou da melhor forma a ausência de Fernando no meio-campo dos Portistas.

Depois de uma primeira parte em que o FC Porto teve o domínio do jogo e na qual podia ter ampliado a vantagem para 0 x 2, quando Rolando apareceu sozinho perante Vladan e tentou o pontapé de bicicleta que saiu por cima, o Nacional da Madeira apareceu transfigurado na etapa complementar.

Janko, logo a abrir os segundos 45 minutos, esteve muito perto de marcar mas Vladan defendeu para canto. Foi a antepenúltima ocasião de golo da equipa de Vítor Pereira no encontro, que só viria a incomodar novamente o guarda-redes adversário a quatro minutos dos 90, quando Rolando e Maicon cabecearam consecutivamente à barra após um lance de bola parada, e no tempo de compensação, altura em que Alex Sandro «matou o jogo».

Os Insulares começaram por criar perigo através do contra-ataque, mas aos poucos foram ganhando os duelos do meio-campo, que fez com que o FC Porto ficasse encostado às cordas. Mateus, Rondón e Candeias, principalmente estes três, foram uma autêntica dor de cabeça para os defesas dos Dragões e criaram várias oportunidades, que foram, na grande maioria, paradas por Helton, esse sim, a figura do jogo.

Vendo que o meio campo não estava a dar conta do recado, o que colocava o Nacional cada vez mais perto do golo do empate, Vítor Pereira optou por defender a magra vantagem, pondo de uma vez só Mangala e Alex Sandro, nos lugares de Crístian Rodríguez e Otamendi, que estava fisicamente desgastado.

Sem opções para lançar no miolo, à excepção do jovem Mikel, que nunca jogou pela equipa principal, estava visto que a sina do FC Porto era sofrer para segurar os três pontos. Pedro Caixinha ainda colocou Keita no ataque, mas o resultado manteve-se inalterável, embora o Nacional da Madeira tenha jogado para merecer outro resultado.

Apesar de ainda ter marcado mais um golo, o FC Porto soube sofrer na segunda parte e deixa a Madeira com os três pontos, que para as contas do Campeonato é o mais importante. A liderança continua, assim, a ser Azul e Branca e a bola está, agora, do lado de Benfica e SC Braga.

Melhor em Campo: Helton