Mostrar mensagens com a etiqueta 3 pontos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 3 pontos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 21 de abril de 2013

Dever cumprido

Na véspera do dérbi que opõe Benfica e Sporting, os Dragões deslocaram-se ao terreno do Moreirense, em partida da 26.ª jornada do Campeonato, para somar três pontos e pressionar o Benfica. O FC Porto, como diz o ditado, não deixou para amanhã o que podia fazer hoje.
Sem margem para errar, os Dragões entraram em campo com uma novidade no onze. Vítor Pereira lançou Christian Atsu e relegou Steven Defour para o banco de suplentes. Tudo o resto... foi um FC Porto de volta ao habitual figurino: Helton na baliza (Fabiano tinha sido escolha na última partida da Taça da Liga), enquanto que Otamendi e Mangala formaram a dupla de centrais.
Tal como vem sendo hábito, os Bicampeões Nacionais tiveram sempre muita posse de bola, futebol de pé para pé, mas sem grande velocidade na circulação de jogo.
As coisas não estiveram fáceis para os Portistas. O Moreirense, bem fechado na defesa, tentou explorar o contra-ataque e as bolas paradas. De resto, a equipa de Moreira de Cónegos até começou melhor. Aos seis minutos, os Axadrezados obrigaram Helton a defesa apertada, após um remate cruzado de Fábio Espinho.
O FC Porto respondeu, aos 18 minutos, por Fernando. O Polvo obrigou Ricardo Ribeiro a grande defesa! O médio Portista chutou, em arco, mas o guarda-redes do Moreirense voou e evitou o primeiro golo dos Portistas.
No entanto, a equipa da casa voltou a chegar perto das redes de Helton, aos 23 minutos. Nabil Ghilas quase marcava mas valeu aos Dragões a atenção de Helton. O Franco-argelino levou a melhor sobre Mangala mas Helton foi rápido a sair dos postes e negou o golo ao atacante que completava hoje 23 anos de vida.
Era, pois, numa toada morna que o encontro se desenrolava. O Moreirense cortava as linhas de passe, o FC Porto não conseguia marcar.
Mas quem tem Jackson Martínez pode estar sossegado da vida. O Colombiano desmontou a defesa do Moreirense, aos 34 minutos. Cha Cha Cha apareceu na cara do guarda-redes Verde e Branco e não falhou, depois de um passe de 'nota artística' de Danilo.
Até ao intervalo, o FC Porto ainda reclamou uma grande penalidade. Já em tempo de descontos da primeira etapa, Atsu, à entrada da área, caiu mas Marco Ferreira, o árbitro da partida, mandou seguir. Tudo somado e atendendo ao rendimento, o FC Porto foi a vencer para os balneários pela margem mínima mas com justiça.
Sem qualquer mexida para o segundo tempo nas equipas, o FC Porto acabou por entrar endiabrado. Os Portistas chegaram confiantes e com a firme intenção de carimbar os três pontos.
Aos 52 minutos, Fernando deu 'corpo' a essa ideia e fez o segundo golo. O Brasileiro, sem marcação, recolheu a bola e rematou para uma defesa por instinto de Ricardo Ribeiro. Ainda assim, na recarga o Polvo acabou por não perdoar. 0 X 2 e respiravam de alívio os Portistas.
Três minutos depois... o terceiro para a equipa da Invicta. Jackson Martínez, que não marcava há seis jogos consecutivos, já tinha aberto o marcador e acabou por ampliar a vantagem. Lucho colocou a bola na perfeição para um chapéu do Colombiano a Ricardo Ribeiro. O terceiro golo em tons de azul e branco derrubou toda e qualquer intenção do Moreirense em alcançar qualquer ponto.
Os minutos que se seguiram viram, pois, o FC Porto a gerir bem a vantagem, a testar a sua organização e a espreitar a baliza do Moreirense.
A equipa de Augusto Inácio, que procurava amealhar pontos para a sua fuga aos últimos lugares, enfrentava dificuldades perante o conjunto de Vítor Pereira. No entanto, aos 84 minutos, Ghilas ameaçou marcar mas valeu (outra vez) Helton. O guarda-redes do FC Porto voltou a levar a melhor no 'diálogo' com o avançado do Moreirense; Ghilas apareceu na cara de Helton, já dentro da área, mas o guarda-redes desviou.
Até final - já com Liedson e Izmaylov em campo nos últimos minutos - Danilo podia ter feito o quarto golo dos Bicampeões Nacionais. O internacional Brasileiro, após jogada individual, rematou forte em zona frontal mas o guarda-redes do Moreirense evitou o golo.
O FC Porto saiu de Moreira de Cónegos com os três pontos. Missão cumprida para a equipa da Invicta. O Benfica terá agora direito de resposta.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Helton

domingo, 31 de março de 2013

Nota Positiva no Exame de Coimbra

O FC Porto somou a sua oitava vitória consecutiva na história das deslocações a Coimbra para o Campeonato. Os Dragões derrotaram a Académica (0 x 3) Mangala, Danilo e Castro marcaram os golos do triunfo Portista.
O FC Porto entrou em campo com a ideia fixa de reduzir, à condição, a margem para o líder Benfica. O conjunto Portista sabia que apenas uma vitória interessava diante de uma aflita Académica, também ela, a precisar de pontos para fugir aos últimos lugares.
No jogo 100 (em todas as provas oficiais) de James Rodríguez com a camisola Azul e Branca, El Bandido teve a companhia de Izmaylov e Jackson Martínez no ataque. Quanto a João Moutinho voltou ao ser lugar no meio-campo, após dois jogos pela Selecção Nacional.
Na primeira parte, o FC Porto dominou como quis uma Académica sem ideias e apática. Os Dragões, sem pressionar muito, foram colecionando ocasiões de golo mas acabaram por ir a vencer para os balneários (apenas) por uma bola a zero.
Ao intervalo valia o golo de Eliaquim Mangala, aos 16 minutos. O Francês, mais forte e mais alto do que a defesa da Académica, foi ao 'segundo andar' cabecear para o fundo da baliza, após cruzamento perfeito de João Moutinho na direita do ataque.
Antes disso, o FC Porto viu ainda os ferros negarem-lhe mais golos. Aos 24', James bateu um livre mas a bola bateu no poste. Passados dois minutos, o mesmo James cruzou para Mangala levar a bola a 'beijar' os ferros.
Sem grande desgaste, os Bicampeões Nacionais passearam em Coimbra. De resto, a primeira (e única) jogada de real perigo do lado dos Estudantes, na primeira parte, aconteceu aos 41 minutos; Wilson Eduardo bateu com força, após mau corte de Otamendi na defesa, mas a bola foi à figura de Helton.
No regresso dos balneários... a mesma toada. O FC Porto a gerir e a segurar uma Académica que apareceu com outra atitude.
A equipa de Pedro Emanuel, com mais ilusão, tentou o golo mas seria o FC Porto a fazer o segundo, aos 52'; Lucho assistiu magistralmente Danilo e o defesa Brasileiro, de ângulo apertado, rematou a contar para o fundo da baliza de Ricardo.
A vencer por 0 x 2, o FC Porto podia ter feito o terceiro logo de seguida. Aos 55', Jackson Martínez falhou por milímetros a recepção de bola e perdeu tempo de remate e João Dias tirou o 'pão da boca' ao Cha Cha Cha.
Daí em diante, os 5 mil 832 espectadores que marcaram presença no Estádio Cidade de Coimbra viram o jogo cair na pouca intensidade que já tinha. O FC Porto não permitiu qualquer reacção à Académica no último quarto de hora e conseguiu mesmo ampliar a vantagem.
Aos 89 minutos, André Castro - que tinha entrado para o lugar de Defour - marcou num belo remate, de fora da área, de primeira. O menino formado nas escolas Portistas coloca a bola no fundo das redes sem hipóteses para Ricardo.
Os Bicampeões somaram, desta forma, a sua 18.ª vitória na Liga Portuguesa. Os Azuis e Brancos somam agora 60 pontos. Já a Académica continua com os mesmos 21 pontos. Os Estudantes continuam em zona de perigo na tabela mas fora dos lugares de descida.
 
Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Lucho Gonzalez

quarta-feira, 27 de março de 2013

3 pontos para variar

Como é fado Lusitano, só à incontável ocasião de golo é que Portugal se libertou dos demónios em Baku, no Azerbaijão, na passada terça-feira. Bruno Alves (63’) e Hugo Almeida (79’) - já tinham marcado por esta ordem na última visita aos Azeris - expurgaram os males de uma Selecção perdulária com dois golpes de cabeça que deixam Portugal de pensamento fixo no Brasil.
 
Era preciso lavar o rosto das feridas de Tel Aviv e Paulo Bento começou por acrescentar uma alteração à ausência forçada de Cristiano Ronaldo. O Capitão, castigado, foi substituído por Vieirinha – que bela exibição -, enquanto Danny entrou no “onze” por troca com o apagadíssimo Silvestre Varela. E a verdade é que a nova imagem Portuguesa mostrou-se agradável em Baku; só o golo, esse mal tormentoso, é que teimava – por capricho do poste ou pela crónica ineficácia de Hélder Postiga – em sonegar-se ao jogo Lusitano. Mas já lá vamos.
 
A primeira nota do jogo vital de Baku vai para a defesa, sector esburacado e desconcentrado em Israel e transversal a toda a qualificação. Na primeira parte, só aos seis minutos e aos 34’ houve perigo junto a Rui Patrício, num remate cruzado de Ismailov e após um canto que lançou a confusão na área Portuguesa. De sobressaltos no primeiro tempo estamos conversados, também porque os Azeris se mostraram relativamente inofensivos.
 
Pois bem, falemos agora do histórico fado do desperdício Lusitano, personificado – sem que aqui haja qualquer espécie de perseguição – na figura de Hélder Postiga. Se os números até lhe dão crédito na Selecção – é o melhor marcador da equipa na qualificação -, as tantas e tantas ocasiões que desperdiça levam o mais paciente do adepto à loucura. Em Baku, esbanjou cinco bolas de golo – uma delas inacreditável – só nos primeiros 45 minutos.
 
Se aos 17 minutos o remate de meia distância foi travado pelo mérito de Kamran Agayev, as restantes são da inteira responsabilidade do ponta-de-lança Português. Aos 13’ e aos 22’ desviou fraco de cabeça após cruzamentos de Danny e de Vieirinha (repito, o Melhor em Campo); aos 27’ foi lento na reacção a uma bola que gritava por um toque sobre a linha e aos 45+3, bem… aí não há explicação: o avançado do Zaragoza até apareceu bem na antecipação, mas desviou tão mal, de cabeça, à figura de Agayev. E com isto, o intervalo chegou apeado no 0 x 0.
 
O primeiro momento-chave após o reatamento deu-se aos 55 minutos, quando o avançado Azeri Rauf Aliyev se esticou no lance com Pepe e viu o segundo cartão amarelo. A consequência lógica pinta-se de vermelho e Portugal passava da obrigação de vencer à supraobrigação de bater o Azerbaijão. Paulo Bento não tardou a mudar e tirou o médio Meireles para reforçar o ataque com Hugo Almeida, aos 58 minutos.
 
Faltava, pois, aquele golpe de libertação; o exorcismo demoníaco do golo. Deu-se, por fim, nas alturas e pela cabeça de Bruno Alves, que já tinha feito o mesmo em Tel Aviv. Foi aos 63 minutos, na sequência de um canto perfeito de João Moutinho. O defesa central do Zenit, Capitão de Portugal na ausência de Ronaldo, saltou bem alto ao primeiro poste e desatou o zero que ameaçava ser contagioso para os minutos finais.
 
Seja como for, a Selecção das «Quinas» está longe de limar os defeitos, sobretudo os da mentalidade que Paulo Bento aflorou após o empate em Israel. Ao golo da libertação seguiu-se o jogo da mastigação; a vantagem devolveu a Portugal a sonolência sobranceira que não raras vezes conduz ao precipício. A coisa correu bem, porque um Azerbaijão – e ainda para mais com 10 – não teve manta suficiente para esticar até Rui Patrício.
 
Para arrumar a questão apareceu Hugo Almeida, aos 79 minutos, também ele de cabeça, após cruzamento de Fábio Coentrão. Curiosamente, após a história de desperdício da primeira parte, Portugal acabou por provar na segunda que se podem fazer golos sem esbanjar um pote de oportunidades - apesar do falhanço inacreditável de João Pereira, aos 92'; e com 11 pontos somados, a pressão cai agora para Israel. Quanto a Portugal, segue-se a Rússia - sem Pepe, que viu o segundo amarelo - e a derradeira esperança de reacender a luta pelo 1.º lugar. É preciso é não o vender o peixe da desistência antecipadamente…
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Vieirinha

domingo, 6 de janeiro de 2013

Serviços Mínimos garantem os 3 pontos

Para o FC Porto a vitória é um lugar comum. A equipa Portista procura e ganha. Continua firme e não desarma. Faz por isso e não se esgota quanto o golo aparece. É uma tarefa que até parece fácil. Não o é. Raras são as vezes em que ganhar é fácil. Não é, dificilmente é. Ontem, no Dragão, foi isso mesmo. Difícil. Muito difícil mas o FC Porto derrotou o Nacional (1 x 0).
Na abertura do calendário da bola no ano civil de 2013... os Dragões só queriam a vitória. Claro que os Portistas têm ainda um jogo em atraso por realizar - diante do Vitória de Setúbal – mas a equipa Azul e Branca entrou em campo com a certeza de que não podia escorregar nesta jornada.
Desde o começo da partida... o FC Porto teve de arcar com as despesas de jogo. A equipa do Dragão pressionou mais, criou melhores oportunidades de golo e foi dando maiores motivos de interesse a uma partida fria... como a noite na Invicta.
Perante a pressão Portista, no entanto, o Nacional da Madeira viu-se obrigado a recuar no terreno e a fechar-se na defesa mas conseguiu manter um certo equilíbrio até sofrer o primeiro e único golo da primeira parte, aos 24 minutos, por Jackson Martínez; o Colombiano, após um canto marcado por João Moutinho, saltou mais alto que os centrais e cabeceou para o fundo da baliza.
 
Daí em diante, o FC Porto ficou por cima da partida, sempre com bola, seguro e muito rápido em campo. Valeu ao Nacional um punhado de boas defesas do seu guarda-redes, Vladan, que foi negando o segundo aos Portistas.
De registo ficou, por exemplo, um belo remate de Jackson, aos 42'. Seria, garantidamente, um dos golos da temporada; o guarda-redes dos Insulares estava adiantado e Jackson, quase do meio-campo, rematou mas Vladan conseguiu recuar a tempo para fazer uma grande defesa!
Até ao final da primeira parte o Dragão apenas viria a lamentar a lesão de James Rodríguez. El Bandido, que treinou de forma condicionada durante toda a semana, viu-se obrigado a sair mais cedo. Para a semana há Benfica e o departamento médico Portista preferiu não arriscar.
Para a segunda parte os técnicos mexeram no xadrez. Vítor Pereira viu-se obrigado a trocar o lesionado James por Defour, enquanto que Manuel Machado lançou Keita para o lugar de Mihelic.
Na terceira vez que Nacional e FC Porto se defrontaram esta época (0 x 2 na Taça da Liga e 0 x 3 na Taça de Portugal para os Dragões) os segundos 45 minutos não alteraram a matriz de jogo: Nacional a tentar uma "gracinha" num contra-ataque e o FC Porto a tentar o segundo que teimava em não aparecer.
João Moutinho (que excelente momento de forma) ia pautando o jogo Portista e preenchia o campo com muita qualidade. Fosse de bola corrida ou de bola parada, Moutinho criava perigo. Aos 55', por exemplo, o internacional Português apareceu bem na esquerda, tirou João Aurélio da frente, rematou forte mas Vladan fez uma boa defesa.
O jogo, está bom de ver, dava aquilo que os jogadores Portistas queriam dar. Não admira, portanto, que os 27 mil 109 espectadores esperavam (alguns desesperavam) para ver no que ia dar o final desta partida.
A equipa de Manuel Machado, alheia à pressão Portista, procurava manter-se fechada e tentava, por isso, um contra-ataque rápido ou uma bola parada para surpreender o Dragão.
O FC Porto não agarrava o resultado e o Nacional começava a sonhar. Vítor Pereira, no banco, queria o segundo golo... qual toque de despertador para carimbar mais três pontos. Mas ele teimava em não chegar.
O Dragão vivia, por assim dizer, a temer uma qualquer espécie de matreirice insular que podia chegar a qualquer momento. Mas ela não chegou e o FC Porto somou mais três pontos. A equipa pressiona o Benfica, que só entra em campo hoje, e para a semana há clássico na Luz.

Retirado de zerozero

Melhor em Campo: João Moutinho

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Um Jackson à Madjer

O FC Porto venceu o Sporting, no Dragão, por 2 x 0, numa partida da sexta jornada da Liga Zon Sagres. Um FC Porto inteligente em campo e dois golos Colombianos chegaram para um Sporting macio e desgarrado.
Em clima de festa, os Portistas, com o mesmo onze que havia vencido o Paris SG para a Liga dos Campeões, começaram a partida ao ataque, empurrando a equipa de Oceano para o seu último reduto.
O FC Porto, que entrou "mandão" em jogo, teve uma vantagem avassaladora nas oportunidades de golo ao longo dos primeiros 45 minutos. Os lances de perigo junto à baliza de Rui Patrício sucederam-se. Aos 6', por exemplo, Jackson ameaçou o golo, mas Rui Patrício fez uma bela defesa. Era o aviso para o que estaria por vir.
Quatro minutos depois, o Colombiano "implodiu" o Dragão com um golaço de calcanhar, após um grande passe de Danilo. Na área, Jackson Martínez, de costas para a baliza, tocou a bola de calcanhar e bateu o guarda-redes internacional Português! Estava feito o 1 x 0.
Já o Sporting, na fita deste jogo, tentava as proezas de forma individual. De resto, na noite do Dragão, Izmailov foi o mais esclarecido. Ele, quase só ele, tentava remar contra uma maré Azul mas o conjunto não atingiu um plano de relevo, salvo, ainda, a frescura de interpretação de Carrillo.
Não admira, portanto, que o Leão apenas conseguisse fazer o seu primeiro remate, digno desse nome, aos 17', quando o FC Porto jogava com menos uma unidade, já que Maicon se havia lesionado antes e Mangala ainda não tinha entrado.
Com um futebol rápido – às vezes "asfixiante" - James e companhia colocaram sempre em sentido este Sporting glacial, depressivo e triste que se apresentou com Schaars, Cédric e Wolfswinkel como apostas de Oceano Cruz.
Curiosamente, a partida perdeu emoção, sobretudo, com as constantes paragens.
No regresso dos balneários, a equipa de Oceano não conseguia desmontar a "teia" de Vítor Pereira, que via no campo os seus jogadores controlarem literalmente todas as operações. Com acerto matemático na circulação e (alguns) rasgos de brilhantismo, o FC Porto podia ter sentenciado a partida aos 55 minutos de penálti, depois do árbitro considerar que Cédric Soares jogou a bola com a mão dentro da área. Lucho, chamado a bater a bola, atirou ao poste.
Aos 72', o Sporting perdeu, por duplo amarelo, Marcos Rojo. A jogar com menos um, os Leões acabaram por sofrer o segundo golo que o FC Porto - amadurecido, forte e disciplinado no seu objectivo de vencer - foi sempre farejando.
James Rodrígues, outro Colombiano, encarregou-se de bater com sucesso o penálti, aos 84'. Patrício ainda tocou na bola mas esta levava carimbo de golo. 2 x 0 e os três pontos estavam entregues.
A verdade é que o FC Porto volta a colar-se ao Benfica no topo da tabela com 14 pontos e soma o 60º jogo sem perder em casa para a Liga Portuguesa. O Sporting, esse, tem muitos pontos... de interrogação.

Retirado de zerozero

Melhor em Campo: João Moutinho