quinta-feira, 18 de outubro de 2007

O regresso da normalidade...

Makukula teve uma estreia de sonho pela Selecção A. Em vez de estar a passear tranquilamente em Bruxelas ou na Madeira, a aproveitar as miniférias que o Marítimo concedeu ao plantel, o ponta-de-lança viajou para o Azerbaijão, seguiu com a equipa para o Cazaquistão, e quase não teve tempo para se adaptar ao fuso horário. Nada que lhe tirasse a alegria de cumprir um sonho de criança. E mais feliz ficou quando Flávio Murtosa o mandou sair do banco. Aqueceu com tanto vigor que parecia que ia entrar no relvado sem autorização. Depois viu Hugo Almeida lesionar-se e entrou. Curiosamente, Makukula tinha sido chamado de emergência para ocupar a vaga de Nuno Gomes, que se lesionou no Azerbaijão. O azar de uns avançados foi a sorte de outro. Foi ainda a sorte de Portugal, que beneficiou e muito com a entrada do ponta-de-lança do Marítimo. Mostrou dinamismo, muita vontade de marcar e de ajudar. Fez tabelas, trabalhou imenso na área e tentou o golo com os pés e com a cabeça. Aos 82' resolveu mesmo, dando seguimento a um excelente cruzamento de Quaresma. Dois jogadores decisivos, duas apostas de Flávio Murtosa, pois além de permitir a entrada de Makukula, manteve Quaresma em campo, apesar de o extremo do FC Porto estar "apagado". Nada lhe saía bem, exceptuando a jogada e o cruzamento para o primeiro golo. Os artistas são assim. O primeiro golo de Portugal terminou com a resistência da defesa do Cazaquistão, uma equipa ingénua no ataque, mas extremamente concentrada e tacticamente bem estruturada em termos defensivos. O cazaques ocuparam bem os espaços, correram imenso e obrigaram Portugal a errar passes. Nesse aspecto a equipa portuguesa esteve mal, permitindo até que o adversário subisse no terreno para contra-atacar. O meio-campo português, sobretudo por Maniche e Deco, tentava abrir a defensiva do Cazaquistão com passes longos ou para as costas da defesa contrária, mas ontem os extremos, Quaresma e Cristiano Ronaldo, sentiam dificuldades em colocar a bola em Hugo Almeida. Quando o ponta-de-lança conseguia libertar-se e criava perigo, estava fora-de-jogo. No segundo tempo Portugal continuou a mandar no jogo, mas demorou a criar situações de perigo. O Cazaquistão mantinha-se fechado e havia que encontrar espaços. Quando Nani foi chamado por Flávio Murtosa, pensou-se que sairia Quaresma. Porém, surpresa das surpresas, saiu Maniche, passando o ex-sportinguista a funcionar como segundo avançado, enquanto Deco continuou a pautar o jogo, embora um pouco mais recuado. Depois Hugo Almeida deu lugar a Makukula. Portugal continuava a tentar o golo. Quaresma passava para o flanco direito, Nani para o esquerdo e Cristiano Ronaldo jogava ao lado ou no apoio a Makukula. O prémio para tanta insistência aconteceu aos 82', quando o ponta-de-lança do Marítimo inaugurou o marcador. A equipa das Quinas tinha então mais espaço para jogar e Ronaldo ampliou a vantagem, aos 90+2', a passe de Nani. Uma jogada perfeita entre os "diabos" do Manchester United. Estava consolidada a vitória e nem o golo do Cazaquistão assustou. Serviu apenas para os espectadores festejarem.
Fonte: OJOGO
Positivo: Positivo deste jogo há apenas a retirar os 3 pontos que Portugal somou e agora tem a qualificação quase na mão, dado que está em 2º lugar a 1 ponto do 1º que é a Polónia e a 3 pontos do 3º que é a Finlândia… Não vou realçar nem fazer de Makukula um Deus como a Comunicação Social está a fazer, pois de bestial a besta no Mundo do Futebol é um instante e esta euforia toda pelo jogador que deu o primeiro golo a Portugal quando todos nós não acreditávamos na vitória pode ser um pau de dois bicos… Basta que Makukula faça um mau jogo e passa logo a ser a besta da selecção nacional.


Negativo: Eu tive a oportunidade de acompanhar este jogo de Portugal pela Rádio, ouvindo a Antena 1 e o repórter que estava a fazer o relato era se não me engano o Sr. Nuno Matos conhecido adepto do Benfica e que me fez perder a paciência!!! Pois num jogo em que devíamos estar todos a torcer por Portugal este Jornalista esteve o jogo quase todo a dizer mal do Quaresma!! Era impressionante o vasto rol de criticas que este ia tecendo ao ala Portista que estava a representar a selecção nacional, mas não era o único, pois Ronaldo que é considerado o melhor jogador português da actualidade (também ele um ala estava a ter imensas dificuldades), mas este Sr. insistia em bater no Quaresma vezes sem conta… Eis que o 1º golo de Portugal nasce de um cruzamento espectacular de Quaresma como só ele sabe fazer para a área e Makukula marca o golo que abriu mais uma vitória a Portugal e este tal repórter nem nisto fala… Apenas se referiu a Makukula… Mas que falta de profissionalismo e se este Jornalista quer ser benfiquista, que o seja mas não faça mais relatos de Portugal pois para ele os jogadores que lhe interessam são apenas os do Benfica e do Sporting, porque os do Futebol Clube do Porto não existem… Raios para as Manadas Vermelhas!!!


Tal como o titulo deste Blog ainda existem jogadores com Mística no clube Azul e Branco que fazem dele um clube diferente dos outros onde a vulgaridade é a palavra de ordem e o amor á camisola não existe… Vejam esta noticia do jornal OJOGO e descubram porque digo isto…


Ao simbolismo de usar a camisola número dois, Bruno Alves pode juntar agora a opinião dos leitores de O JOGO que participaram no inquérito: uma esmagadora maioria considerou-o o melhor representante da mística do FC Porto no actual plantel. O conceito pode até ser vago e difícil de definir, mas uma parte significativa das mais de quatro mil respostas indicava o central como rosto que melhor traduz esse sentimento. Porque, garante quem já andou pelo balneário, mística é essencialmente isso: sentimento. Parte da culpa é de João Pinto, outro nome incontornável na matéria. Foi ele quem se lembrou de nomear quatro representantes adequados dessa bandeira que volta e meia é hasteada, abrindo caminho ao debate e ao resgate de memórias. Com outros nomes à mistura: além de João Pinto, Vítor Baía, Jorge Costa, Ricardo Carvalho, Rodolfo Reis, Virgílio, Hernâni ou Fernando Couto surgiram na ponta da língua. Fernando Gomes, Pôncio Monteiro ou Manuela Aguiar foram citando uns e outros, engrossando a lista de referências que resistem ao tempo. Um detalhe, a título de aviso: não confundir mística com talento ou hábito de ganhar. Estas duas condições entram na definição, claro, mas não garantem acesso directo à lista. Palavra de Manuela Aguiar, que usou José Mourinho para se explicar melhor. "É um grande treinador de futebol, ganhou tudo no FC Porto e até torço pelos clubes que dirige, ninguém duvide. Mas, para mim, não encarnava a mística do clube; não ficou a identificação total. Mística é mais do que ganhar; é sentir". E, ao que parece, Bruno Alves sente como é suposto. "Tem condições de liderança", concordam os três, ainda que Pôncio Monteiro salvaguarde a simpatia sazonal que, às vezes, se entrelaça neste tipo de discussões. Afinal, a mística mede-se nas atitudes, mas também não dispensa o tempo para apurar bem as ligações. Algumas mais plásticas e menos duradouras. Ser formado na casa não é condição indispensável para se marcar pontos no assunto e três dos nomes indicados por João Pinto servem de prova. Curiosamente, dos que foram mencionados no inquérito, só Lisandro não faz parte do núcleo de capitães. Pedro Emanuel, Lucho e Bruno Alves usam a braçadeira portista com regularidade. A isto chama-se, provavelmente, transportar a mística nos braços.
Fonte: OJOGO
Cada vez mais tenho orgulho em ser Portista!! Saudações Portistas!!

1 comentário:

lucho disse...

Crónicas do lucho em:
www.bibo-porto-carago.blogspot.com/