Por vezes até as grandes estrelas do Futebol passam por situações um tudo ou nada embaraçosas... E foi o que se passou com o El Comandante Lucho como nos conta esta notícia tirada do Jornal OJOGO:
Dá-me o teu telefone, Lucho
TOMAZ ANDRADE
TOMAZ ANDRADE
Para lá das quatro paredes de Custóias asfixiadas com arame farpado, o preço de qualquer produto duplica ou triplica. Seja o preço de um cigarro, de umas calças ou de um telemóvel. Apesar de conhecer esta teoria, não foi por ela que Gonzalo Alfredo Reynoso pediu o telemóvel a Lucho, que até lhe daria um enorme jeito para combinar uma fuga ao estilo de "Prison Break". Na verdade, Gonzalo procura ajuda num
país que não é o dele e, sendo argentino como Lucho, nada melhor do que pedir auxílio a alguém que fala a mesma língua. Contextualizando, uma delegação do FC Porto composta por Vítor Baía, Lucho, Nuno Marçal (basquetebol), Ricardo Candeias (andebol) e Edo Bosch (hóquei em patins), mais alguns funcionários da SAD, visitou ontem a prisão de Custóias no âmbito de uma acção de carácter social a pedido daquele estabelecimento. Pouco passava das 15 horas quando a comitiva, acompanhada por um magote de jornalistas, passou a barreira de segurança, dando passos marcantes por corredores abafados, ladeados por ginásios cheios de músculos e tatuagens, olhares alegres, outros desconfiados, rumo a salas de trabalho que exercitam os reclusos em áreas como carpintaria, serralharia e mecânica. O destino final era a biblioteca, onde passava um vídeo do FC Porto-Ajax e onde estava ta
mbém uma exposição de troféus portistas. Um recluso romeno desenhou nas paredes as caras ilustres de Fernando Pessoa, Luís de Camões, José Saramago, Eça de Queiroz e Florbela Espanca, para dar um ar intelectual à coisa, e foi neste ambiente que Baía, Lucho e companhia foram recebidos. E enquanto o ex-guarda-redes falava com os jornalistas, um recluso a roçar os 100 kg, com T-shirt caveada e rabo de cavalo, aproximou-se de Lucho e pediu-lhe o número de telefone. Em castelhano, o que desde logo despertou a atenção geral. Para não haver equívocos, o recluso pegou no bloco de notas de O JOGO e escreveu o nome completo e o número de recluso, o 48. Gonzalo Alfredo nasceu em Buenos Aires há 30 anos, é adepto do River Plate e confessou a Lucho que o viu jogar muitas vezes. A má vida levou-o ao tráfico de droga e conduziu-o até Portugal, onde foi preso. "Pedi-lhe o número de telefone para ver se me ajuda. Estou muito feliz por encontrar um compatriota", disse depois . Lucho não lhe deu o número, mas ficou de o ajudar.
país que não é o dele e, sendo argentino como Lucho, nada melhor do que pedir auxílio a alguém que fala a mesma língua. Contextualizando, uma delegação do FC Porto composta por Vítor Baía, Lucho, Nuno Marçal (basquetebol), Ricardo Candeias (andebol) e Edo Bosch (hóquei em patins), mais alguns funcionários da SAD, visitou ontem a prisão de Custóias no âmbito de uma acção de carácter social a pedido daquele estabelecimento. Pouco passava das 15 horas quando a comitiva, acompanhada por um magote de jornalistas, passou a barreira de segurança, dando passos marcantes por corredores abafados, ladeados por ginásios cheios de músculos e tatuagens, olhares alegres, outros desconfiados, rumo a salas de trabalho que exercitam os reclusos em áreas como carpintaria, serralharia e mecânica. O destino final era a biblioteca, onde passava um vídeo do FC Porto-Ajax e onde estava ta
mbém uma exposição de troféus portistas. Um recluso romeno desenhou nas paredes as caras ilustres de Fernando Pessoa, Luís de Camões, José Saramago, Eça de Queiroz e Florbela Espanca, para dar um ar intelectual à coisa, e foi neste ambiente que Baía, Lucho e companhia foram recebidos. E enquanto o ex-guarda-redes falava com os jornalistas, um recluso a roçar os 100 kg, com T-shirt caveada e rabo de cavalo, aproximou-se de Lucho e pediu-lhe o número de telefone. Em castelhano, o que desde logo despertou a atenção geral. Para não haver equívocos, o recluso pegou no bloco de notas de O JOGO e escreveu o nome completo e o número de recluso, o 48. Gonzalo Alfredo nasceu em Buenos Aires há 30 anos, é adepto do River Plate e confessou a Lucho que o viu jogar muitas vezes. A má vida levou-o ao tráfico de droga e conduziu-o até Portugal, onde foi preso. "Pedi-lhe o número de telefone para ver se me ajuda. Estou muito feliz por encontrar um compatriota", disse depois . Lucho não lhe deu o número, mas ficou de o ajudar.Fonte: OJOGO
Eu só queria lá estar para ver a cara do nosso grande Argentino LOL LOL Imaginem o que é levar assim com um Mal Encarado que nos pede o nº de Telemóvel… Deve ter sido giro… Mas fica aqui mais um exemplo como o FC Porto consegue ser muito grande não se esquecendo daqueles que por opção ou falta de sorte seguiram uma Vida de Crime.
Saudações Portistas!!!
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