O guarda-redes da casa foi o principal responsável pelo facto de a equipa de Jesualdo Ferreira não ter festejado dois ou três golos ainda na primeira parte. Kuschman bloqueou os remates de Candeias, Tomás Costa e Farías e reforçou os níveis de confiança dos seus companheiros, que foram capazes de soltar as amarras defensivas num lance de bola parada e inaugurar o marcador. O empate, mais do que justo, surgiria como o F.C. Porto menos desejava, num auto-golo forçado pela excelente jogada de Mariano González.
A reentrada do Dragão foi arrebatadora. Farías abanou a rede logo aos 46 minutos, Lucho, num remate excelente, reforçou a vantagem e Lino, a cerca de meia hora do fim, terminou com todas as dúvidas. Se é que ainda restavam dúvidas acerca da superioridade do F.C. Porto sobre o Gutersloh, equipa dos escalões secundários da Alemanha.
Destaque para a presença de muitos emigrantes portistas nas bancadas, que aproveitaram a oportunidade para exibir a afeição ao F.C. Porto e reforçar o baú das suas memórias azuis e brancas.
O F.C. Porto apresentou a seguinte equipa:
Ventura; Fucile, Pedro Emanuel, Rolando e Nelson Benítez; Bolatti, Lucho e Tomás Costa; Candeias, Ernesto Farías e Mariano Gonzalez.
Na segunda parte entraram Helton, Lino, Tengarrinha, Fernando e Alan.
Não é Portista quem quer, só é Portista quem pode
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