A temporada 2011/2012 começou como terminou a anterior: com o FC Porto a vencer o Vitória de Guimarães e a erguer mais um Troféu, fazendo história no futebol Português, pois até hoje ainda nenhuma equipa tinha erguido a Supertaça Cândido de Oliveira por três ocasiões consecutivas.
Após uma Temporada em que a quebra de recordes foi constante sob o comando de André Villas-Boas, a expectativa criada em redor de Vítor Pereira era enorme. Em Aveiro, os Dragões tinham a oportunidade de estabelecer um novo recorde no número de Supertaças ganhas consecutivamente e não a desperdiçaram, naquele que foi o primeiro Troféu do sucessor do actual Treinador do Chelsea no comando técnico do FC Porto.
E quis o destino que o primeiro jogo do novo Treinador começasse exactamente da mesma forma que o de André Villas-Boas à frente dos Azuis e Brancos: no Estádio Municipal de Aveiro e com Rolando a inaugurar o marcador na Supertaça Cândido de Oliveira, exactamente ao minuto 3 e de cabeça, tal como havia acontecido no ano passado contra o Benfica.
Foi, de resto, um início de jogo muito forte por parte do FC Porto. Marcou cedo, numa bela jogada entre João Moutinho e Hulk, concluída, de cabeça, por Rolando, manteve quase sempre o controlo do jogo e esteve muito forte nas movimentações sem bola, recuperando o esférico de forma muito rápida, não deixando grande espaço de manobra para o Vitória de Guimarães construir jogo.
As dificuldades da equipa treinada por Manuel Machado eram evidentes. Raramente conseguia chegar à beira de Helton, mas, mesmo assim, acabou por chegar ao empate, através da marcação de um canto. Aos 33 minutos, Marcelo Toscano restabeleceu o empate, apontando de cabeça um golo que os Minhotos pouco fizeram para conseguir, não por falta de vontade, mas porque os Azuis e Brancos estavam realmente melhor na partida.
O empate, no entanto, durou pouco mais de cinco minutos. Aos 41 minutos, Rolando voltou a mostrar a veia goleadora em jogos da Supertaça e tornou-se na figura do jogo, ao desfazer o empate e ao dar a vitória por 2 x 1 ao FC Porto, que, assim, entrou a ganhar na nova Época.
Na segunda parte não houve golos e o FC Porto continuou a controlar as operações, embora tenha optado por manter a bola longe do Meio Campo defensivo, em vez de tentar ampliar a vantagem. Ainda assim, as melhores oportunidades foram dos Campeões Nacionais e defensivamente a equipa de Vítor Pereira não deu hipóteses ao Vitória de Guimarães, à excepção de um lance em que Maranhão quase aproveitou um desentendimento entre Rolando e Helton.
De resto, sem golos na etapa complementar, os maiores aplausos surgiram aos 66 minutos, quando os Colombianos Guarín e Falcao entraram em campo, eles que apenas começaram a treinar com o restante plantel há coisa de uma semana.
O FC Porto voltou a vencer o Vitória de Guimarães, tal como tinha acontecido na final da Taça de Portugal, e mostrou, pela forma como jogou ao longo dos 90 minutos, que não há qualquer ruptura com o passado recente, o que deixa boas perspectivas no horizonte dos Adeptos Azuis e Brancos para a nova temporada.
Os confrontos entre as duas equipas, contudo, não ficam por aqui e no próximo Domingo há mais um jogo agendado entre Vitória de Guimarães e FC Porto, com os mMnhotos a receberem os Campeões Nacionais na primeira jornada do Campeonato.
Melhor em Campo: Kléber
P.S: Surgiram aqui pelo Blog alguns Drs. do Futebol afirmando que eu, The Blue One, nada percebia de Futebol. Sucede pois que eu escrevi na antevisão desta partida que o FC Porto deveria ter cuidado com o jogo aéreo dos Vimaranenses. E não é que o Guimarães marcou um golo de cabeça após um Canto? Bem diz o Povo "que vozes de Burro não chegam aos Céus". Há mesmo pessoas que caladas são uns autênticos Poetas…..










