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terça-feira, 17 de abril de 2018

Rui Gomes da Silva é um Porco

Sim eu sei. Este blogue chama-se Mística Azul e Branca e eu deveria falar sobre isso. Mas não consigo. Sempre que este porco fala sobe-me a mostarda ao nariz e tenho que lhe saltar em cima! O homem mete-me nojo. Quando Guilherme Aguiar, afinal o único que percebe alguma coisa do que se está ali a falar, tenta explicar algum assunto o malcriado com a conivência de outro cartilheiro, Paulo Garcia, interrompe o diálogo. Então alguém lhe meteu na cabeça que poderia ser o próximo presidente e o porco acreditou!
 
Como é apoiante das claques ilegais da ”instituição” com o compadrio dos borlistas João Paulo Rebelo Secretário de Estado do Desporto e de outro benfiquista, António Costa, os amigos das claques deram-lhe uma coluna às segundas-feiras no “novogeraçaobenfica” onde vai promovendo a sua candidatura ao clube! As claques tem todo o interesse nisso. Com ele podem continuar ilegais. O porco agora cospe no prato que o tornou conhecido, aproveita o tempo de Antena na SIC e põe as orelhas do amigo de peito a arder. Sabemos que mesmo assim será difícil bater LFV. O Rei-Sol está atento e sabe que no dia que sair da “instituição” bate com os ossos na cadeia. Então inaugura Casas. Sempre são 50 votos garantidos em cada uma. Como há mais de 200 Casas “é só fazer as contas” como dizia o outro. 
Antes de ser corrido RGS “tinha orgulho” em pertencer à Direção de um clube cujo presidente em nome das suas empresas falidas tem 600 milhões de euros de dívida aos Bancos e não paga; a SAD tem um Passivo Financeiro (aquilo que deve à Banca) de 273 milhões de euros que anda a empurrar para a frente com sucessivos Empréstimos Obrigacionistas; e o próprio Sport Lisboa e Benfica ainda não pagou o remanescente do galinheiro (que praticamente lhe foi oferecido por Santana Lopes e pelo Estado). RGS hipocritamente mostra-se muito admirado quando os “parolos cá de cima” cumprem as suas obrigações. Vale e Azevedo comparado com estes caloteiros era um menino bem comportado. 
 
Na revista Nova Gente ficamos a saber pela voz de outro pobre-diabo, José Eduardo Moniz, que quando Marcelo Rebelo de Sousa participou no programa da TVI, RGS imiscuiu-se no trabalho do então comentador o que obrigou Marcelo a sair do programa
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Vejam as suas opiniões no tal blogue em contraste com o seu “amor ao Benfica"
 
Eu sei que há quem julgue que se não tivéssemos "vendido" Renato Sanches, e, este ano, Ederson, Lindelof e Nélson Semedo, teríamos equipa para discutir a sério a Liga dos Campeões! Eu sei que há quem julgue faltar - ainda a esta equipa - um guarda-redes, um defesa direito, um central muito rápido para poder substituir Luisão, um número 8 para podermos - a sério - ser candidatos ao penta!
 
Ou seja o porco critica as vendas e opções da Direção de que fez parte durante anos. Agora diz que deviam ter a equipa do ano passado completa para ganhar o Penta, ou seja, está a fazer a cama ao orelhudo! Mas vai ter que trabalhar muito. O orelhas que já está a sentir-se apertado até montou um Gabinete de Crise!
Até à próxima canalhice do porco!
 
Foto montagens JOSE LIMA

quarta-feira, 9 de maio de 2012

É sempre a mesma História

Alguns amigos que fazem o favor de ler as minhas crónicas, por vezes perguntam-me porque não escrevo sobre aspectos técnicos da equipa ou das arbitragens e, sobretudo, sobre a pergunta do momento: deve ou não Vítor Pereira ficar no Dragão? Faz-me lembrar a primeira novela que a RTP passou, já há muitos anos, Gabriela, onde a determinada altura a pergunta-chave que aguentou vários episódios era (convém ler com sotaque brasileiro): “será q’ás moças do Bataclan devem sair na prôcissão?”

Sendo um portista da velha guarda conheço a história do clube de trás para a frente e da frente para trás. Comecei a ver os jogos do Futebol Clube do Porto no Campo da Constituição e, tal como o nosso Presidente, também lá assisti aos encontros das amadoras, nomeadamente o basquetebol, hóquei, andebol, etc. e, de quando em vez, recordo em textos alguns dos acontecimentos mais relevantes. Lembro-me como se fosse hoje, do célebre episódio Calabote (estive lá), da inauguração do Estádio das Antas, das constantes mudanças de presidente, dos jogadores fabulosos que tivemos, ainda o senhor Pinto da Costa era seccionista, a começar pelo mítico trio Barrigana, Virgilio, e Carvalho, o argentino Porcel, Pedroto, Pavão, Oliveira, Jaburu, Flávio, etc. Era o “tal tempo” em que perdíamos os jogos “só por atravessar a ponte”. Felizmente que, com o assumir da presidência, tudo se foi transformando, outros atletas fantásticos foram aparecendo. Cubillas, Futre, Madjer, Fernando Gomes, Paulinho Santos, Jorge Costa, Vítor Baía, Jardel, Aloísio, Kostadinov. Nos anos 2000, Jorge Andrade, Ricardo Carvalho, Bruno Alves, Pedro Mendes, Bosingwa, Costinha, Paulo Ferreira, Deco, Raul Meireles, Pepe, Quaresma, Lisandro, Lucho, Derlei, Helton, Hulk, Moutinho, Falcão, Rolando, Fernando, James, etc. que suportados por uma grande máquina, voltaram a dar mais um xito aos Amigos dos Túneis.

Por isso compreendi bem as palavras elogiosas do Dr. Guilherme Aguiar no programa Dia Seguinte, não só para o nosso presidente mas, para toda a estrutura daquela casa. Posso dizer sem nenhuma hesitação que é o único comentador de programas desportivos que sabe do que está a falar. Os outros são um desastre a começar pelo inenarrável Rui Silva, que não percebe absolutamente nada de futebol, nem do que se está a passar na “instituição”. Dias Ferreira, esse, conhece muito bem as histórias do seu clube, nomeadamente, o caos financeiro que se avizinha quando o BES acordar.

No canal das sopeiras, o descalabro não tem limites. Fernando Seara, o marido daquela locutora que aparece com uns penduricalhos, vestida de árvore de Natal a dialogar com um comentador masoquista, é um lambe botas, a distribuir queijadinhas de Sintra e camisolas dos chineses. Do seu currículo constam umas passagens por uns “Conselhos de Desporto” que ninguém sabe para que servem, e o de ter sido o grande responsável (foi o mandatário) pelo desastre da candidatura de Vieira que está a levar o clube à falência. O digno representante dos calimeros, Eduardo Barroso, pode perceber muito de fígados de cebolada mas quanto a futebol, zero absoluto.

Ressalve-se no Trio de Ataque a excelente postura e correcção de Júlio Machado Vaz, enquanto Rui Oliveira e Costa não diz nada de jeito, Miguel Guedes até tem pena dele, são asneirolas atrás de asneirolas. Então quando se mete a dissertar sobre o “4-4-2 em losango” é um fartar de rir. Coitado do homem que nem nas sondagens acerta.

Na Imprensa escrita, A BOLHA continua a encher-me as medidas. Todos os dias são atirados para as páginas do pasquim nomes e mais nomes de possíveis reforços para a “instituição”, provavelmente para juntar aos 70 que andam por aí espalhados. Miguel Sousa Tavares que critica o senhor Pinto da Costa 10 meses por ano, como estamos em Maio é o mês de dizer bem. Vá lá que desta vez não falou no Vieirinha, no Paulo Costa nem no Candeias. Quem sabe se não estará aqui um potencial candidato ao lugar de Vítor Pereira? No artigo desta semana, também promete uma réplica a Cruz dos Santos sobre a importantíssima questão da bola-na-mão, ou da mão-na-bola. Eu, se fosse a ele, não disputava este mano-a-mano. Com o Cruz dos Santos, leva banhada de certeza.

Compreendem agora, os meus amigos, porque não vale a pena comentar o jogo jogado? É sempre a mesma história! Foram tantos títulos, no futebol e noutras modalidades (317, só nas equipas seniores) que começa a ser demais. Mas, como também disse no Dia Seguinte o Dr. Guilherme Aguiar, este campeonato foi recebido com um misto de alegria e tristeza. Qualquer coisa falhou, não correu conforme estamos habituados.

Mas também, com um Sporting “sem ser roubado” nos primeiros jogos da época, e um Braga “normal” na ponta final do campeonato, a “instituição era despejada borda fora, nem punha os cotos na UEFA. E não venha para aqui o choradinho dos salários do Leiria que, em termos absolutos, nem representa assim tão grande rombo. Quaisquer centenas de milhares de euros poderiam ter resolvido o problema, se tivéssemos um presidente da Liga à altura em vez de um fantoche, rodeado de marionetas.

Se o problema do dinheiro fosse mesmo um problema, imagine-se como estaria o clube da treta à procura, não de milhares, mas de centenas de milhões. Por isso o presidente que, internacionalmente, não ganha um título há 50 anos, anda Europa fora, com o catálogo dos excedentários debaixo do braço, a tentar impingir as “pérolas”. Nesse clube também “é sempre a mesma história” mas com os treinadores.

Até para a semana