sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Medíocre = Stepanov

Um minuto. Uma ligeira viagem de 60 segundos, uma poeira numa existência de sucessos. Instantes decisivos. Daqueles que marcam. Quaresma e Lisandro isolados na cara de Reina, dois golos por gritar, o infortúnio a cancelar aquilo que a crença de um Dragão poderoso podia alcançar. Estes foram os traços coloridos da noite gelada de Anfield. O que se seguiu foi a preto e branco, uma manipulação divina. Uma enorme mentira. O Liverpool, como se esperava, forçou a entrada neste desafio. Pressentia-se nervosismo, uma estranha vontade de mostrar confiança no treinador. Anfield parecia berrar sem a convicção tradicional. De bola parada, todavia, soltou a goela. Tinham passado 19 minutos de equilíbrio, de aferições mútuas. Nada mais que isso. À meia hora, todavia, a revolta portista. Kaz rasgou a esquerda, superou dois oponentes e cruzou. O voo perfeito da bola encontrou a testa de Lisandro. O gesto, em queda, dificílimo, resultou em golo. E que golo! O F.C. Porto estava lançado para uma aventura que seria sublime. Foram minutos diabólicos, culminados com uma arrancada vigorosa de Quaresma e um desenho lindo de morrer, um esquiço de obra de arte que Lucho ofereceu para Lisandro rubricar. A bola deslizou para um buraco negro. Anfield tremeu. The Kop, a famosa bancada vulcânica, não ruiu, mas terá aberto brechas. Num minuto, dois terramotos. Os portistas mereciam festejar. A coragem revelada, o futebol de transições aceleradas podia fixar-se nos compêndios. A partida terminaria logo aí. O Liverpool jamais regressaria das cinzas. E na segunda parte, quando o equilíbrio imperava e Jesualdo Ferreira lançava novos condimentos na fervura da ambição, Torres reapareceu no jogo. Para arrancar e marcar. Os deuses do futebol, por essa altura, já deviam coçar a barriga de tanto rir. Mas não lhes bastava. Queriam interferir ainda mais. Por que não um erro de arbitragem? Pois bem, Rosetti veria a mão de Stepanov na área de Helton, mas não seria capaz de percepcionar a falta clara sofrida pelo sérvio. Gerrard converteu o castigo, o Liverpool suspirou de alívio. A vitória, festejada com especial fulgor, não lhe escaparia. Quase sem querer, numa canto em que Kuyt parece obstruir a saída de Helton, Crouch desviou para a rede. A farsa deste resultado estava concluída. Quem viu sabe que, nas margens do rio Mersey, o futebol não terminou 4-1. Passemos ao Positivo e Negativoo deste jogo:
Positivo: Por mais incrível que possa parecer não há mesmo nada a destacar de positivo, nem o golo do Futebol Clube do Porto que foi um desenho táctico perfeito.

Negativo: Mais uma vez e como não podia deixar de ser vou destacar pela negativa o Prof. Jesualdo Ferreira e Stepanov… O Sérvio já mostrou pela TERCEIRA vez, sim pela TERCEIRA VEZ, que não tem categoria para jogar num clube como o Futebol Clube do Porto. Falhou em Marselha, falhou na Amadora e agora destruiu por completo a equipa em Liverpool… Alheiras (Prof. Jesualdo), tira o gajo e manda-o para a equipa de reservas imediatamente!!! Jesualdo mais uma vez errou e foi um erro dramático, quem o mandou tirar o Kaz que apesar de não ter feito um jogo brilhante pelo menos segurava o ataque dos Ingleses e até fez assistência para o golo de Lisandro… E porque a aposta em Sterpanov num jogo que era importante? Enfim… que venha o Benfica onde vamos mais uma vez assistir á COBARDIA do Alheiras…


Que venha o Benfica e ganhem!! Saudações Portistas!!

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