sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Medíocre = Stepanov

Um minuto. Uma ligeira viagem de 60 segundos, uma poeira numa existência de sucessos. Instantes decisivos. Daqueles que marcam. Quaresma e Lisandro isolados na cara de Reina, dois golos por gritar, o infortúnio a cancelar aquilo que a crença de um Dragão poderoso podia alcançar. Estes foram os traços coloridos da noite gelada de Anfield. O que se seguiu foi a preto e branco, uma manipulação divina. Uma enorme mentira. O Liverpool, como se esperava, forçou a entrada neste desafio. Pressentia-se nervosismo, uma estranha vontade de mostrar confiança no treinador. Anfield parecia berrar sem a convicção tradicional. De bola parada, todavia, soltou a goela. Tinham passado 19 minutos de equilíbrio, de aferições mútuas. Nada mais que isso. À meia hora, todavia, a revolta portista. Kaz rasgou a esquerda, superou dois oponentes e cruzou. O voo perfeito da bola encontrou a testa de Lisandro. O gesto, em queda, dificílimo, resultou em golo. E que golo! O F.C. Porto estava lançado para uma aventura que seria sublime. Foram minutos diabólicos, culminados com uma arrancada vigorosa de Quaresma e um desenho lindo de morrer, um esquiço de obra de arte que Lucho ofereceu para Lisandro rubricar. A bola deslizou para um buraco negro. Anfield tremeu. The Kop, a famosa bancada vulcânica, não ruiu, mas terá aberto brechas. Num minuto, dois terramotos. Os portistas mereciam festejar. A coragem revelada, o futebol de transições aceleradas podia fixar-se nos compêndios. A partida terminaria logo aí. O Liverpool jamais regressaria das cinzas. E na segunda parte, quando o equilíbrio imperava e Jesualdo Ferreira lançava novos condimentos na fervura da ambição, Torres reapareceu no jogo. Para arrancar e marcar. Os deuses do futebol, por essa altura, já deviam coçar a barriga de tanto rir. Mas não lhes bastava. Queriam interferir ainda mais. Por que não um erro de arbitragem? Pois bem, Rosetti veria a mão de Stepanov na área de Helton, mas não seria capaz de percepcionar a falta clara sofrida pelo sérvio. Gerrard converteu o castigo, o Liverpool suspirou de alívio. A vitória, festejada com especial fulgor, não lhe escaparia. Quase sem querer, numa canto em que Kuyt parece obstruir a saída de Helton, Crouch desviou para a rede. A farsa deste resultado estava concluída. Quem viu sabe que, nas margens do rio Mersey, o futebol não terminou 4-1. Passemos ao Positivo e Negativoo deste jogo:
Positivo: Por mais incrível que possa parecer não há mesmo nada a destacar de positivo, nem o golo do Futebol Clube do Porto que foi um desenho táctico perfeito.

Negativo: Mais uma vez e como não podia deixar de ser vou destacar pela negativa o Prof. Jesualdo Ferreira e Stepanov… O Sérvio já mostrou pela TERCEIRA vez, sim pela TERCEIRA VEZ, que não tem categoria para jogar num clube como o Futebol Clube do Porto. Falhou em Marselha, falhou na Amadora e agora destruiu por completo a equipa em Liverpool… Alheiras (Prof. Jesualdo), tira o gajo e manda-o para a equipa de reservas imediatamente!!! Jesualdo mais uma vez errou e foi um erro dramático, quem o mandou tirar o Kaz que apesar de não ter feito um jogo brilhante pelo menos segurava o ataque dos Ingleses e até fez assistência para o golo de Lisandro… E porque a aposta em Sterpanov num jogo que era importante? Enfim… que venha o Benfica onde vamos mais uma vez assistir á COBARDIA do Alheiras…


Que venha o Benfica e ganhem!! Saudações Portistas!!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Magia no Dragão

Não houve tempo para pensar nos danos que a aproximação do Benfica, concretizada no dia anterior em Coimbra, poderia gerar neste FC Porto. Uma equipa tocada por dois empates consecutivos marcou logo aos cinco minutos e resolveu depressa um problema: que nível de stress poderia gerar o prolongar da igualdade diante da outra equipa ainda invicta no campeonato. O jogo haveria de ser mais tranquilo do que o esperado e mais tarde se saberia que foi sem aparente dificuldade que os portistas mantiveram a distância de quatro pontos a seis dias de jogar com o Benfica. A liderança do FC Porto, que já dura desde 28 de Novembro de 2005, vai ultrapassar o primeiro dia de Dezembro de 2007. O golo de Lisandro, mais um de pé esquerdo, esvaziou o primeiro receio portista e, estranhamente, não encheu o Setúbal. Nem em desvantagem os sadinos deixaram de acreditar que não bastava preencher bem os espaços. Até que estavam bem distribuídos no campo, quase sempre na metade defensiva, mas sempre incapazes de estender um jogo que o FC Porto foi mantendo sempre perto da área de Eduardo. Ora, portistas perto da baliza contrária significa, habitualmente, perigo e foi isso que sucedeu ao ponto do resultado de 1-0 parecer pouco ao intervalo. Nesse período foram contabilizados cinco lances de perigo criados por um FC Porto diferente na forma e no conteúdo. Entrou Pedro Emanuel e Cech, mas também inverteu-se o triângulo do meio-campo, com Raul Meireles a ficar quase em linha com Paulo Assunção e Lucho a avançar para as costas do trio de ataque. Aliás, foi essa maior proximidade do argentino à área adversária que esteve no início do lance que Lisandro concluiu para abrir o marcador. O que resta da primeira parte, com sequelas na segunda metade, são os momentos em que o FC Porto parece ficar em stand-by. Repousa com um golo no colo e fica à espera que, em desvantagem, o adversário seja mais afoito e abra espaços na sua defesa. Com o Setúbal podia ter esperado sentado. Só que, desta feita, ao imobilismo sadino respondeu o FC Porto com uma segunda parte melhor, numa rotação superior aos 45 minutos iniciais. O que constitui uma novidade, porque sabe-se como, regra geral, a etapa complementar é o lado B do líder do campeonato. A falta de pontaria foi adiando a justiça, porque se a vitória nunca esteve em causa, o volume do marcador pareceu estar sempre aquém da produção. Mais uma mão-cheia de boas oportunidades até que Quaresma matou a pontapé o fantasma da Reboleira e a pressão do Benfica. Dois em um, com um golo fantástico e um género de "punch line" da boa exibição de Quaresma e da equipa.

Fonte: OJOGO
Não foi um jogo para adepto ver, eu estive no Dragão a assistir a esta partida e confesso que a dada altura o encontro me estava a aborrecer, mas foi sobretudo um jogo seguro em que o Futebol Clube do Porto deu um safanão á pequena crise que se vinha a manifestar após os resultados de Belenenses e Amadora. E Quaresma teve um lance de génio que pôs o estádio de pé quando o publico já se encontrava totalmente possuído pela pasmaceira que o jogo estava a ser. Passemos ao Positivo e Negativo:

Positivo: Aqui vou destacar 3 nomes; Lucho Gonzalez sempre muito esforçado e que com os seus passes de régua e esquadro fez uma excelente assistência para o El Matador Lisandro Lopez que esteve pura e simplesmente incansável durante todo o jogo (faz lembrar o Derlei dos Bons Tempos) e por último Quaresma que esteve meio apagado no jogo, quase a deambular o jogo todo mas que teve um lance de génio no final e marcou um golo que foi um hino ao futebol!!!

Negativo: Aqui destaco mais uma vez a Cobardia de Jesualdo Ferreira, que demorou tanto tempo a fazer as substituições… Até custava ver os jogadores a sofrer em campo com tanto cansaço acumulado e o Prof. não mexia… Ganhe coragem Jesualdo e lá porque nos dois jogos anteriores teve más opções não quer dizer que tenha de ser assim tão… COABRDE nos jogos futuros… Espero que em Janeiro isto não vá dar asneira como o ano passado.

Saudações Portistas!!

domingo, 25 de novembro de 2007

A pensar no futuro...

A selecção portuguesa de futebol já conhece os seus adversários para a fase de qualificação do Mundial de 2010. Portugal ficou colocado no grupo 1 onde vão também estar as selecções da Suécia, Dinamarca, Hungria, Albânia e Malta. Portugal partia para o sorteio como cabeça de série, visto que ocupa o oitavo lugar no ranking mundial da FIFA, e já sabia, à partida que não iria enfrentar as selecções da Itália, Espanha, Alemanha, República Checa, França, Holanda, Croácia e Grécia. Quanto à Itália, actual campeã mundial, terá como adversárias as equipas da Geórgia, Chipre, Irlanda, Bulgária e Montenegro. Estas selecções integram o grupo 8. O sorteio realizou-se em Durban, na África do Sul, onde estiveram presentes representantes de 180 países. Em 2009, depois de todos os apuramentos, realizar-se-á na Cidade do Cabo o sorteio final para o Mundial 2010 na África do Sul.

Com um grupo destes com 3 galos (Portugal, Suécia e Dinamarca) para 2 poleiros é caso para dizer, força nas canetas e deixem-se de tretas que o maior é Portugal, mas tem de o provar em campo…

Saudações Portistas!!!

sábado, 24 de novembro de 2007

Este ano exigo a Dobradinha!!

IV eliminatória da Taça de Portugal




Jogos entre clubes da:Bwin Liga

Benfica - Académica
Belenenses - Paços de Ferreira

Bwin Liga e Liga Vitalis

Estrela da Amadora - Fátima (LV)

Bwin Liga e II Divisão

Sporting - Louletano (II)
Chaves (II) - FC Porto
Camacha (II) - Braga
Leiria - Nelas (II)
Leixões - Torreense (II)
Atlético (II) - Guimarães
Operário (II) - Setúbal

Bwin Liga e III Divisão

Nacional - Cova da Piedade (III)
Serzedelo (III) - Naval

Liga Vitalis

Penafiel - Vizela

Liga Vitalis e II Divisão

Lagoa (II) - Santa Clara
Carregado (II) - Olhanense
Real (II) - Aves
Feirense - Lusitânia (II)
Anadia (II) - Freamunde
Messinense (II) - Gil Vicente

Liga Vitalis e III Divisão
Rio Ave - Rebordosa (III)
Beira Mar - Torre de Moncorvo (III)
Sertanense (III) - Portimonense

II Divisão
Moreirense - Machico
Infesta - Juventude de Évora

II e III Divisões
Valdevez - Tocha (III)
Oliveirense - Mondinense (III)
Abrantes - Monsanto (III)

Clubes isentos desta eliminatória: Boavista e Marítimo

Vou citar o que disse uma internauta adepta do Futebol Clube do Porto acerca deste sorteio da Taça: "D. Chaves - FCPorto para a Taça de Portugal. Espero que o 'alheiras' não repita (outra vez) o mesmo erro ao desprezar o adversário. Esta competição é para ganhar!!!" Entenda-se "Alheiras" como sendo o Jesualdo Ferreira. E mais palavras para quê?

Saudações Portistas!!

Foi mau... Mas deu

Valeu a pena sofrer. Se calhar até nem era preciso, porque Portugal perdeu muitos pontos nesta qualificação - não ganhou a nenhum dos candidatos ao apuramento - mas o que mais interessa é que a Selecção Nacional vai estar pela quinta vez na fase final de um Campeonato da Europa, a quarta consecutiva. Um ponto nesta última jornada chegava para garantir a qualificação e para evitar que a Finlândia conseguisse pela primeira vez o apuramento para um Europeu, e isso foi conseguido à custa de muito trabalho, sofrimento e também porque teve pelo seu lado um público que não se cansou de puxar pela equipa. Daí que tenha sido um final com motivos para festejar, num jogo em que Luiz Felipe Scolari regressou ao banco, depois de ter cumprido três jogos de castigo. O seleccionador de Portugal voltou e apresentou uma novidade no onze inicial com a inclusão de Pepe. O defesa-central tornou-se no quarto jogador brasileiro a jogar pela selecção portuguesa, depois de Lúcio Soares (de 1960 a 1962), Celso Matos (1976 a 1978) e Deco (estreou-se em 2003). Em boa hora Felipão apostou no jogador do Real Madrid, que regressou ao Dragão para dar solidez defensiva e para formar uma excelente dupla com Bruno Alves, com quem poderá jogar uns bons seis oito anos, já que o brasileiro tem 24 anos, enquanto o central do FC Porto tem 25 (completa 25 no próximo dia 27). A entrada de Pepe permitiu a Fernando Meira avançar para o meio-campo, como trinco, e dessa forma a equipa das Quinas passou a contar com dois elementos altos para travar o futebol aéreo dos finlandeses. A estreia de Pepe levou ainda Scolari a abdicar de Simão, o que se justificou pela necessidade de ganhar mais um elemento com características defensivas, isto porque quem tinha mesmo de ganhar eram os finlandeses. Mas curiosamente foi Portugal quem criou mais e melhores oportunidades. Não fez um jogo bonito, é certo, mas mostrou uma equipa compacta, com espírito de entreajuda e com vontade de chegar ao golo para ganhar a tranquilidade tão necessária, até porque sabia-se que o adversário, mesmo sem incomodar muito a baliza defendida por Ricardo, podia marcar e estragar a festa aos portugueses.


Fonte: OJOGO

É um facto... Foi mau demais mas Portugal lá está pela quarta vez consecutiva num Europeu... Mas atenção, porque se formos para lá com estas exibições não sei até que ponto será necessario fazer como os Austriacos e por a circular uma Petição para retirar a Selecção Nacional do Torneio dado que as exibições são de tão baixa qualidade... Espero que o Sr Scolari não seja frequentador deste Blog senão ainda corro o sério risco de levar um soco ou então de ser chamado de burro ou de ingrato... Passemos ao Positivo e Negativo.

Positivo: Aqui vou destacar como é obvio o apuramento de Portugal para o Euro 2008 apesar de a Campnha ter sido tão má. E agora não enfrentaremos na primeira fase a Espanha, Roménia e Alemanha... Como eu queria uma Grécia no nosso grupo, até porque como diz o Povo: "A Vingança é um prato que deve ser servido frio". O outro destaque vai para José Bosingwa, que esteve numa noite verdadeiramente sensacional e a justificar a atenção de alguns dos melhores clubes europeus que ontem estiveram no Dragão, Portugal criou sempre imenso perigo pela faixa direita, até porque o lateral-direito entendeu-se bem com Cristiano Ronaldo e com Quaresma. Era precisamente pelas alas que Portugal criava boas jogadas, quase sempre com a bola a terminar na área, onde apareciam Nuno Gomes e Maniche a tentar o golo.

Negativo: A pessima exibição de Portugal e isto: "Antes de desaparecer inesperadamente, Scolari acabou no contra-ataque. "O que é que a Finlândia fez para ganhar? Vocês têm é de massacrar o treinador deles. Faço por Portugal mais do que fiz pelo Brasil e só recebo situações desagradáveis. Eles não arriscaram nada, não tiveram chances. E o burro sou eu?", questionou.". Com este tipo de atitudes Scolari é MAIS DO QUE BURRO, é ESTÙPIDO todos os dias Carago!!! Ganha 30 mil Euros por mês e ainda vem com estas cenas depois de um apuramento sofrivel?

Saudações Portistas!!!


domingo, 18 de novembro de 2007

Dragão 5 estrelas

O Palco das Emoções portistas comemorou na sexta-feira, 16 de Novembro, o seu quarto ano de existência. O dia festivo em torno do Estádio do Dragão, espaço de história curta mas já bastante preenchida, foi assinalado, entre outros eventos, numa cerimónia que contou com a presença do presidente do F.C. Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa. Emblemático e imponente, alvo de um assinalável reconhecimento um pouco por todo o Mundo, o Estádio do Dragão é já uma referência inevitável na vida desportiva e cultural da cidade do Porto. Ao longo dos quatro anos de existência, o palco azul e branco já viveu inúmeros momentos de glória, prenúncio evidente de outras ocasiões marcantes que aqui, por certo, terão lugar. Quatro anos volvidos sobre o inesquecível dia de emoções que marcou todos os adeptos portistas, celebrado da melhor forma com uma noite de gala e o triunfo do F.C. Porto sobre o Barcelona, por 2-0, a 16 de Novembro de 2003, o Estádio do Dragão voltou, esta sexta-feira, a ser o centro das atenções azuis e brancas.
O dia do quarto aniversário foi devidamente assinalado numa cerimónia na Tribuna VIP do Estádio do Dragão, presenciada pelo presidente do F.C. Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa. O Dragão já recebeu a visita de quase 3,2 milhões de espectadores - isto apenas em jogos oficiais do FC Porto - o que, para se ter uma ideia mais aproximada, significa que toda a gente que vive nos nove conselhos da área metropolitana do Porto já foi à bola pelo menos duas vezes ou que toda a população de países como o Uruguai, da Jamaica ou da Arménia, que a amanhã defronta Portugal em Leiria, já passou pelas bancadas do estádio. Impressionante. O Dragão está de parabéns pelo quarto aniversário, numa altura em que o campeonato está parado. Será, portanto, a Selecção a festejar a data, de preferência com um triunfo sobre a Finlândia, num palco que já se tornou numa referência desportiva e cultural da Invicta. Desde a apoteótica noite em que a lotação esgotou para ver um espectáculo de luz, som e muitas emoções, o Dragão já foi palco de 81 partidas oficiais do FC Porto. O registo é óptimo para os donos da casa que venceram 52, empataram 20 e perderam apenas 9 jogos, com um saldo de 135 golos marcados contra 49 sofridos. Pelo meio, foi palco dos festejos de três campeonatos nacionais e da recepção aos campeões europeus, em Maio de 2004. O Dragão ainda tem uma vida curta, se comparada com o do seu antecessor, mas já viveu inúmeros momentos de glória que toda a nação azul e branca pretende não sejam interrompidos com o início de mais um ano de vida. Parabéns Dragão. O Dragão fez anos e uma das prendas foi entregue pela Associação Portuguesa de Certificação que distinguiu o palco portista com um prémio especial, que o tornará no único estádio de 5 estrelas do Mundo certificado em termos de Qualidade e Ambiente. A distinção foi entregue à PortoEstádio.


Saudações Portistas!!!


Ainda no quase

A Selecção Nacional está a 90 minutos de carimbar o passaporte para estar na fase final do Euro'2008, mas para lá chegar terá de jogar muito mais do que fez ontem, em Leiria, num estádio-talismã. O cabeceamento espectacular de Hugo Almeida, que continua a demonstrar a sua veia goleadora - já vai no 12º remate vitorioso nos últimos 15 jogos pelo Werder Bremen e pela equipa das Quinas -, foi do melhor que se viu. Um lance bem concluído pelo ponta-de-lança português, após um excelente cruzamento de Bosingwa.
Para a história fica o resultado, num jogo muito fraco e que não deu motivos ao público para esquecer o frio. Os espectadores bem tentaram puxar pela equipa, mas a dada altura desistiram e em determinados momentos assobiaram para demonstrar o descontentamento por aquilo que se estava a passar no relvado. Depois dos dois últimos empates em casa, com a Polónia e a Sérvia, em jogos nos quais a equipa portuguesa esteve a ganhar, havia o receio de um novo empate que podia comprometer seriamente a qualificação. Tal não aconteceu e Flávio Murtosa concluiu 100 por cento vitoriosa a sua passagem pelo banco como treinador principal. Para a próxima, no Estádio do Dragão, já estará Scolari, que cumpriu ontem o terceiro jogo de castigo. Felipão viu o jogo num dos camarotes e certamente também não terá gostado da exibição. Com um quarteto defensivo muito diferente daquele que alinhou na última partida, no Cazaquistão - apenas Bruno Alves voltou a jogar -, e com um meio-campo algo diferente ao nível do posicionamento táctico, já que desta vez Maniche recuou para jogar ao lado de Miguel Veloso, isto apenas quando a equipa não tinha a posse de bola. Quando Portugal passava à fase de construção, o médio do Atlético de Madrid avançava no terreno e ajudava Simão, que ontem tinha a missão de construir jogo, algo que não foi conseguido na totalidade, já que o antigo capitão do Benfica sentia-se mais à vontade a jogar nas faixas.
Fonte: OJOGO
Desta vez vou apenas colocar o Negativo e Positivo pois acho que quanto a este jogo o excerto do Jornal OJOGO já diz tudo.
Positivo: Aqui vou colocar Bosingwa e Hugo Almeida porque foram estes dois jogadores que deram a vitória a Portugal e os consequentes 3 pontos num jogo que se pode apelidar de sofrivel... De resto muito pouco de positivo há a colocar...
Negativo: Podia colocar aqui a exibição de Portugal mas não o vou fazer, vou antes colocar a estúpida mania que a Comunicação Social tem de ser tendenciosa, porque é terrivel estar a ouvir um relato da Antena 1 e ter um dos relatores sempre, mas sempre a dizer mal de Quaresma, Bosingwa e de todos os jogadores do Futebol Clube do Porto que estão a representar Portugal!!! Raios até quando vai ser esta Treta?? Começem a ganhar vergonha nesta cara e tentem ser aquilo que pedem aos outros para ser, DESPORTISTAS e acima de tudo PORTUGUESES!!!
Saudações Portistas!!!

Reboleira para relembrar...

Para o FC Porto, o jogo teve cinco minutos a mais. Os astros alinharam-se a favor do Estrela nessa parte final, conjugando-se, aí, com uma sucessão de erros portistas que desencadearam a inesperada reviravolta num resultado que parecia certo. É o que dá pôr pontos finais onde se pedem apenas vírgulas. Na procura da causa das coisas, rebobina-se o filme e a resposta andará algures entre essa ilusão de que estaria tudo resolvido, em parte reflectida nas substituições de Jesualdo, passando também pela saída precipitada de Helton ou pela asneira ainda maior de Stepanov. Dois deslizes separados por instantes e que moralizaram um adversário ainda a tentar perceber como lá chegou. O certo é que chegou e subtraiu mais dois pontos às contas do FC Porto, que viu a vantagem na classificação emagrecer em duas jornadas consecutivas. Pior: ficará a remoer nisso durante quinze dias. Antes desse caos de cinco minutos, houve um paraíso de 85. Vamos a ele, embora já se saiba que a coisa não acaba bem. Os portistas entraram de pé esquerdo, o que nem sempre é mau. Se for o de Lisandro, é, até, meio caminho andado para se marcar. Mas houve outro argentino antes desse. Voltou Lucho e o FC Porto organizou-se. Ou melhor: desorganizou-se de forma ordenada. Para que o jogo de palavras não embrulhe o cérebro, explique-se a ideia, que é bem mais simples do que parece. O regresso de Lucho permitiu a Jesualdo reposicionar as peças no sítio certo, mas sem as amarrar aos espaços onde rendem mais. Sentindo-se segura, a equipa soltou-se, trocando os olhos às marcações do Estrela. Raul e Lucho andavam de um lado para o outro, num movimento sincronizado com Tarik, Lisandro e Quaresma, também eles apostados em circular para baralhar. Apesar da resistência inicial do Estrela, que avançou uns metros na tentativa de impor respeito, o FC Porto progredia no campo numa mistura de movimentos. Entre o carrossel, com a linha da frente a rodar por completo, e o acordeão. Curioso, este último: Quaresma e Tarik procuravam zonas interiores, enquanto Lucho e Meireles flanqueavam. O ataque encolhia e esticava de forma harmoniosa. E eficaz. Afinal de contas, os dois golos nasceram de jogadas flanqueadas pelos médios. Primeiro Meireles, a cruzar para Lisandro; depois Lucho, a começar o que Meireles concluiu. Vantagem confortável e um Estrela incapaz de dar a volta, apesar das entradas de Jeremiah e Mateus. Daí à gestão portista, foi um instante: saiu Lucho, Tarik e Meireles. O problema é que os outros também saíram. Não o corpo, mas a cabeça. E já se sabe o que acontece quando não há cabeça…
Fonte: OJOGO

Não quero ser muito crítico, mas o que se passou na Amadora foi de bradar aos céus com tanta asneira em campo... Por vezes estes resultados são necessários para obrigar as equipas a despertar para a realidade e enfrentarem os próximos jogos com seriedade e garra, mas não posso deixar de reparar que em dois jogos o Futebol Clube do Porto perdeu 4 pontos e agora tem o Benfica a 4 pontos... Basta um empate frente ao Setúbal no Dragão no próximo fim de semana e lá vai o Campeão Portista á Luz sob brasas... Isto para não falar na euforia que anda pelas hostes Vemelhas (e não encarnadas que eu não sou Mouro) dado que tem sido um desespero para aqueles lados da 2ª circular no que concerne a resultados da equipa da Águia... São como os parasitas que vivem na dependência dos outros. Passemos aos pontos Positivos e Negativos deste jogo:

Positivo: A única coisa de positivo que se retira deste tão mau jogo é o facto de o Porto ter um goleador que faz lembrar os bons tempos de Jardel, marcando um golo por jogo. Estou a falar de Lisandro Lopez e esperemos que esta boa forma do argentino continue porque nada me dará mais prazer do que ver Lisandro a fuzilar a baliza de Quim mais do que uma vez quando o Dragão for á Luz.
Negativo: Eu disse no último Post que ia estar atento a Stepanov e mais uma vez este jogador esteve mal (já são 3 jogos seguidos a errar e a sofrer golos por causa destes erros) , pois a falta que este cometeu na grande área Portista foi do mais infantil que já vi no futebol... Não será hora de Jesualdo voltar a pôr o João Paulo? Helton também falhou a meu ver e Jesualdo está a começar a fazer a asneira do costume e mostrar que é cobarde... Faça a gestão da equipa Professor!!!!
Saudações Portistas!!

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

O Mouro Louco

Antes das teorias, das teses e das conjunturas que mais adiante vão tentar explicar o jogo de ontem no Dragão, é justo, ou melhor, é absolutamente necessário começar esta crónica pelo fabuloso golo de Tarik. Um golo assim, uma gambeta que não envergonharia Maradona, é mais ou menos como um eclipse solar: um evento cósmico que, se tivermos sorte e estivermos no sítio certo à hora exacta, podemos ter o privilégio de presenciar apenas uma vez na vida e para o qual nem é conveniente olhar directamente sob risco de cegueira, tal a intensidade do seu brilho. Um brilho tornado ainda mais intenso pelo cinzentismo que lhe servia de cenário quando, com quase meia-hora de um jogo mastigado, triturado e deglutido pelo meio-campo do Marselha, Tarik arrancou. O marroquino ultrapassou os seus marcadores directos no meio-campo, ganhou velocidade, deixou para trás os dois centrais do Marselha e ainda teve tempo, energia e presença de espírito para sentar o guarda-redes Mandanda antes de rematar para uma baliza que ele próprio tinha colocado à sua mercê. Um golo fantástico, para mais tarde recordar, mas falso como Judas. É que o Marselha entrou bem melhor do que o FC Porto. Sem Lucho, Jesualdo Ferreira optou por fazer avançar Cech para o meio-campo, deslocando Raul Meireles para a direita, mantendo a estrutura da equipa, mas perdendo consistência, especialmente nas manobras ofensivas. Com Raul Meireles indeciso entre ser ele próprio e tentar ser Lucho, com Cech perdido nas marcações dos franceses, mas também com Bosingwa ainda a acusar as limitações provocadas pela recente lesão e com Quaresma desinspirado, o FC Porto sentiu enormes dificuldades para empurrar o jogo para o meio-campo dos franceses durante a primeira hora de jogo. Para isso também contribuiu a pressão alta do Marselha, que começou a partida firmemente instalado no meio-campo portista, com os centrais encostados ao círculo central, diminuindo a distância do jogo para a baliza de Helton e aumentando-a em relação à baliza de Mandanda. Curiosamente, seria precisamente esse espaço livre que Tarik iria explorar no lance do primeiro golo, que mexeu no jogo, equilibrando-o. Os franceses acusaram o toque e o FC Porto cresceu até ao meio-campo do Marselha, mas até ao intervalo ficou a sensação de que a vantagem dos portistas era frágil. Uma impressão confirmada no arranque da etapa complementar. O golo do Marselha ameaçou devolver o jogo ao guião do primeiro tempo, mas Jesualdo reagiu. Primeiro tirou Cech do meio-campo e acrescentou Postiga ao ataque, depois trocou Raul Meireles por Bolatti e o FC Porto instalou-se no meio-campo do Marselha. Com Quaresma finalmente a jogar para a equipa, o golo de Lisandro ainda teve direito a ensaio à barra, antes de fixar o resultado e deixar o FC Porto instalado no primeiro lugar do Grupo A em vésperas da visita a Liverpool.
Fonte: OJOGO
Positivo: Não vou dizer mais nada a não ser um nome : TARIK!! E quem quiser saber porque que veja e reveja o golo que este marcou frente ao Marselha… Será que temos ai a reencarnação de Madjer?

Negativo: Para variar Postiga, mais uma vez nada faz em campo, não remata, não passa, pura e simplesmente só corre de um lado para o outro e não atrapalha as jogadas, mas de resto é uma NULIDADE!! Devia sair em Dezembro mas não emprestado mas sim VENDIDO e a qualquer preço!!! Stepanov também não esteve isento de culpas no golo dos franceses, mas dado que tem sido bastante regular não lhe vou tecer grandes criticas, mas estarei atento a futuras exibições do central Sérvio.

E mais uma vez o Futebol Clube do Porto demonstrou dentro do campo que é a melhor, mas de longe a melhor das melhores equipas Portuguesas da actualidade.. E tudo isto sem Lucho que muitos diziam que ia ser o fim do mundo para as hostes Azuis e Brancas o facto de este estar lesionado… Enfim, mais uma vez a Caravana passa e os cães ladram… E depois desta jornada Europeia é caso para se dizer: quem pode pode, quem não pode que se ponha na alheta, pois das 3 equipas que disputaram os jogos da UEFA esta semana apenas uma ganhou e está quase nos Oitavos de Final da Liga dos Campeões, sendo que Sporting empatou e quase hipotecou a passagem á próxima fase mas garante a entrada na Taça UEFA e Benfica está praticamente arredado das competições Europeias… Mais uma vez a equipa que Portugal detesta é aquela que mais alto leva o seu nome no Mundo.

Saudações Poirtistas!!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Basta de incompetência!!!

Foi-se o recorde de vitórias consecutivas, interrompido à nona tentativa, sobrou a certeza: sem Lucho, o FC Porto mecânico, preciso e esclarecido avariou. A fatia mais grossa da explicação está aqui, com causa e efeito à vista desarmada. Sem o argentino, os portistas viram-se perdidos num labirinto, forçados a experiências inesperadas para tentar esconder essa orfandade. Já lá vamos. Primeiro, os elogios devidos ao Belenenses. Atrevido e consistente, pelo menos até marcar, descobriu uma espécie de sucedâneo da pólvora: não é que quando se ataca, sem exageros nas amarras defensivas, há o risco de se pontuar? Por mais elementar que pareça, ainda há quem não tenha chegado lá. Voltando a Lucho. Ou melhor, à falta dele. Seguiu-se o caos na organização do FC Porto. Leandro Lima saltou do banco para a esquerda e Quaresma mudou para a direita, mantendo-se a proximidade entre Postiga e Lisandro. O Belenenses agradeceu esta opção, embalando no domínio a meio-campo, onde ficou em superioridade clara. Jesualdo percebeu o erro e tratou de reconfigurar esse improviso com outro: Lisandro colou-se à esquerda - estranhamente, porque ele está mais habituado ao outro flanco, para onde, de resto, seguiria mais tarde - Leandro Lima passou para uma zona mais central, com as costas guardadas por Paulo Assunção e Raul Meireles, permanecendo Quaresma à direita por mais alguns minutos. Pelo meio, não do terreno mas destes movimentos todos, houve um golpe de Postiga a contrabalançar as coisas. Aproveitando a distracção do árbitro, que não o viu em fora-de-jogo, apostou no remate, numa bola que ganhou asas por baixo do corpo de Costinha. O frango entalava o Belenenses e permitia aos portistas ganhar fôlego. Não muito, porque a desorganização permanecia. Sem Bosingwa, que costuma esticar bem o jogo, Jesualdo preferiu abdicar de Tarik, afunilando tudo pelo meio. Postiga e Lisandro, juntos, teriam mais força para ultrapassar as torres que Jesus tem no meio da defesa, mas a lateralização ficou seriamente comprometida. Pior do que isso, Rodrigo Alvim ganhou asas com a liberdade. As consequências não tardaram. Zé Pedro descobriu o caminho da baliza de Helton, logo a abrir a segunda parte, premiando a persistência da sua equipa. Espicaçado, o FC Porto ainda tentou espernear, ganhando força com a entrada de Tarik, ainda que à custa do sacrifício de Leandro Lima. Mais contido depois de ter empatado, o Belenenses arrumou-se atrás para jogar com os nervos do adversário. Nem Adriano os resolveu, apesar da inclinação final sobre a baliza de Costinha. O empate não se desfez, mas ainda falta saber se haverá consequências. Mínimas, apesar de tudo.

Fonte: OJOGO
Positivo: confesso que desta vez me foi muito dificil destacar algo de positivo nesta jornada, não pelo facto de o Porto ter empatado em casa, mas pelo simples facto de que o jogo foi mesmo muito mau (alías a minha preocupação já era latente no intervalo, quase como se a adivinhar que algo de mau iria acontecer e ainda para mais estive a seguir o jogo ao vivo no meu lugar anual). Mas mesmo assim há sempre algo a destacar de positivo e deste ultimo jogo a unica coisa de jeito foi a paciencia dos adeptos Portistas que num jogo realizado a uma SEXTA Á NOITE, depois de um dia inteiro de trabalho tiveram a coragem e força suficiente para ir apoiar a sua equipa. Sim estes são a unica coisa que se pode dizer que seja positiva porque toda a gente que acompanha o futebol sabe muito bem o sacrificio que é preciso fazer para se ver um jogo num dia da semana e muitas vezes há quem tenha de fazer a sua gestão finenceira, mas nem por isto os Portistas deixaram de comparecer em bom número.
Negativo: Ficam aqui três nomes; Jesualdo Ferreira, Leandro Lima e Helder Postiga. Jesualdo por causa da sua estupida opção de colocar Postiga no onze inicial e deslocar Lisandro para as Alas (zona onde o Argentino pouco rende), sendo que na segunda parte ainda tentou emendar a asneira com a entrada de Tarik mas sem sucesso; Leandro Lima, uma palavra para o descrever, HORRIVEL, entra e não faz nada de nada, e não me vou alongar mais quanto a Leandro porque lhe quero dar o beneficio da duvida por ser ainda muito jovem; e para terminar Postiga, que apesar de ter marcado um golo não fez mais nada durante o resto do jogo... Não remata, não passa, pura e simplesmente o Postiga não existe em campo, é uma verdadeira NULIDADE e devia sair em Dezembro na minha opinião.
Uma última palavra para as arbitragens desta ultima jornada; já é chegada a hora de dizermos basta à burrice e incompetência de alguns arbitros, é pura e simplesmente demais para a minha pachorra estar a ler jornais, adeptos e treinadores que só dão enfase a erros de arbitragens... É chegada a hora dos adeptos, jornalistas e treinadores começarem a canalizar estas criticas para os altos responsaveis da arbitragem e não utilizar isto para denegrirem a BOA IMAGEM da NOBRE INSTITUIÇÂO que é o Futebol Clube do Porto. Por isto caros Portistas e adeptos do futebol em geral, é chegada a hora de darmos o grito de guerra e de pormos um ponto final nesta autentica palhaçada que tem sido as arbitragens!! EXIJO DA PARTE DA LIGA PORTUGUESA DE FUTEBOL ARBITROS COMPETENTES PARA OS JOGOS DO FUTEBOL CLUBE DO PORTO PARA QUE SE ACABE DE VEZ COM AS BOCAS FOLEIRAS DOS INVEJOSOS DA CAPITAL QUE TENTAM TODOS OS DIAS SEJA ATRAVÉS DE JORNAIS SEJA ATRAVÉS DE BLOGS DENEGRIR AQUELE QUE È O MELHOR CLUBE PORTUGUÊS E QUE TEM LEVADO BEM ALTO O NOME DE PORTUGAL!!! BASTA!!!
Saudações Portistas!!