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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

¡¡Hala Madrid!!: O Melhor do Mundo

O Melhor Jogador do Mundo é Português e Merengue. Cristiano Ronaldo foi novamente agraciado com o título de Melhor Jogador do Mundo ao ter recebido das mãos de Pelé o seu segundo FIFA Ballon d'Or. Tal é motivo de orgulho para todos os Portugueses e é também para todos os Merengues porque contam com os serviços do CR7.
 
A concorrência era de peso dado que Lionel Messi também “rebentou” com todos os recordes de golos marcados na última Liga BBVA. Já o msmo não se pode dizer de Franck Ribéry dado que este fazia parte da lista de candidatos porque integra a equipa que na época anterior dominou a Europa do futebol, e como tal não é surpresa nenhuma que o Francês tenha sido o “elo mais fraco” e o terceiro classificado nesta votação.
 
O prémio está atribuído e já ninguém o tira das mãos de Ronaldo. Como já aqui disse, em Portugal e Madrid o orgulho impera e Cristiano continua a mostrar serviço de enorme qualidade e muita vontade de trabalhar e de melhorar. Já o mesmo não sucede para os lados da Catalunha onde impera uma azia tremenda que nos mostra o péssimo caracter dos Blaugranas.
 
Fico sem perceber a admiração que muitos Portugueses (e Portistas) têm pelo FC Barcelona quando é sabido que estes desprezam tudo o que seja Português. 
 
Em Barcelona já tiveram este tipo de reprovável postura no passado e pelos vistos no presente continuam com o mesmo tipo execrável de comportamento. Saber perder e respeitar faz parte de Clubes que se dizem grandes, mas tal não se aplica aos Culés que só sabem olhar para o seu umbigo e nada mais.
 
Naturalmente que a palhaçada (porque não há outro nome para descrever tal coisa) de Joseph "Sepp" Blatter, Presidente da FIFA, quando resolveu comparar Cristiano Ronaldo a um Comandante ajuda a que se construam certas teorias da conspiração. Assim como é deveras complicado escolher o Melhor do Mundo entre Ronaldo e Messi, mas este prémio nunca foi marcado pela justiça porque quando alguém o vence comete-se uma enorme injustiça para com quem o perde. Ronaldo sentiu isto na pele durante anos a fio.
 
Mas tal deve ser complicado de se explicar a Tata Martino e seus pares que vieram recentemente a público dizer que o Melhor do Mundo não é o Melhor Jogador. Kompensan, Rennie e uma “dose cavalar” de bom senso recomendam-se.
 
Termino fazendo um pequeno comentário a uma frase da autoria de Piqué.  O Atleta do Barcelona disse á CNN que "El Barça fue un bastión de la resistencia durante el franquismo".
 
Uma mentira contada muitas vezes não se torna verdade até porque durante o Franquismo o FC Barcelona foi dos poucos Clubes que Franco não quis incomodar. Já outros tiveram que mudar o seu nome e símbolo sob pena de serem severamente punidos pelo Regime como foi o caso do Real Madrid CF por exemplo.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Obrigado Ronaldo

A propósito do Ballon d’Or, actualmente designado Bola de Ouro da FIFA, hoje vou fazer inveja aos adeptos mais novos e dedicar esta crónica ao meu amigo Jaime Tavares.
 
Tive a felicidade de ver jogar Pelé ao vivo que foi, para mim, o melhor futebolista de sempre, e jogadores fabulosos como Maradona, Di Stéfano, Puskas, Platini, Garrincha, Zico, Kubala, Gento, Beckenbauer. Depois vem uma plêiade de grandes jogadores como Eusébio, Coluna, Cruiff, Bobby Charlton, Gullit, Zidane, Baresi. Nos últimos 22 anos, desde que existe o prémio de Melhor Jogador do Mundo no actual formato, outros nomes viriam a distinguir-se.
Recordo-me bem de Plattini, Van Basten, Romário, e nos últimos 10 anos, Ronaldo, (o gordo), Zidane, Figo, Ronaldinho, Cristiano Ronaldo e Messi, todos estes vencedores do troféu onde se destacaram Zidane (3 vezes), Ronaldo (3 vezes) e Ronaldinho (2 vezes).
 
Façamos aqui um parêntesis para salientar o facto de esta selecção que se classificou na passada terça-feira para o Mundial, ter na sua génese, nada mais, nada menos, do que onze atletas que passaram ou ainda jogam no Futebol Clube do Porto.
 
Além destes privilegiados, queria recordar agora alguns dos “nossos”, que me lembro a partir do António Araújo. Nunca vi jogar Valdemar Mota, Acácio Mesquita, Siska, e Pinga de quem o meu padrinho Domingos Nascimento (dos Grandes Armazéns Nascimento, onde hoje estão o C&A e a FNAC) dizia maravilhas. E não os vi jogar por um motivo: ainda não tinha nascido!
Daí para a frente, com 10 anos (tínhamos ganho ao Arsenal por 3-2) fugia da escola para ir espreitar os treinos na Constituição. O meu ídolo era inevitavelmente o “mãos-de-ferro”, o fantástico Barrigana a que se seguiram outros guarda-redes: Mlynarczik, Pinho, Vítor Baía, Helton. Falando da defesa é inevitável recordar: Vírgílio, Carvalho, João Pinto, Branco, Geraldão, Inácio, Celso, Fernando Couto, Aloísio, Jorge Costa, Pepe e Bruno Alves. Na linha média, meu Deus! Rodolfo, Frasco, Pavão, André, Paulinho Santos, Pedroto, Pacheco, Jaime Magalhães, Madjer, Maniche, Costinha, Drulovic, Anderson, Deco, Raúl Meireles, Lucho. Lá na frente, então, é escolher 3 dos melhores! Hernâni, Carlos Duarte, Custódio Pinto, Cubillas, Seninho, Duda, Oliveira, Gomes, Domingos, Futre, Kostadinov, Derley, Jardel, Lisandro. Chegamos à minha equipa ideal do Futebol Clube do Porto exceptuando os jogadores actuais:
Fechado o parêntesis e regressando à actualidade, resta salientar o feito épico dos atletas que constituíram a base da selecção, não regateando o esforço despendido, equipa técnica incluída, e toda a estrutura e apoio prestado pela Federação.
Não queria terminar estes apontamentos sem dizer que ficaria muito satisfeito se Ronaldo ainda conseguisse ganhar a Bola de Ouro. Seria um merecido prémio nesta fase estonteante da sua carreira. Quanto a alguns maldizentes, pseudo-críticos de pacotilha, digo-lhes a frase habitual. Resvalam na couraça da minha indiferença.
 
Até à próxima

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

¡¡Hala Madrid!!: O tema do momento

Não queria falar sobre a enorme questão que surgiu recentemente. Não o queria fazer porque já é do conhecimento público a forma pouco honesta como a FIFA é presidida e também é do conhecimento público a forma nada tendenciosa como decorre a votação para o FIFA Ballon d'or.
 
Para mais eu sempre disse que o “único Lionel Messi” que merecia o Título de Melhor Jogador do Mundo foi o de Pep Guardiola que juntamente com o FC Barcelona ganhou quase tudo o que havia para ganhar numa época (convêm lembrar que o Real Madrid CF venceu a Copa del Rey tendo derrotado o FC Barcelona na Final de Valência). Daí para a frente a Bola de Ouro não foi entregue ao melhor mas sim ao que teve a melhor empresa de marketing a trabalhar para ele. Provavelmente a única excepção foi Iniesta que fez da Espanha a Selecção que é hoje.
 
Isto tudo para dizer que desde que o Ballon d'or da revista France Football passou para a égide da FIFA eu deixei de me interessar pelo assunto. Passou tudo a ser uma simples jogada de Marketing onde a maior parte das vezes se comete a injustiça de atribuir o prémio a quem não o merece. Para mais o Presidente da FIFA até faz campanha por um determinado Atleta da sua simpatia.
 
Contudo desde a triste figura de Blatter que ridicularizou Cristiano Ronaldo em público que não se fala noutra coisa senão no prémio de Melhor Jogador do Mundo, prémio que já estava destinado a Messi sem que este tenha feito algo de extraordinário na época anterior e na actual. 
 
E mais se fala neste tema depois da galáctica exibição de Ronaldo ao serviço da Selecção Portuguesa ante a Suécia. O assunto é tema de debate tanto em Portugal como em Espanha e agora até a Argentina se meteu “ao barulho” porque o Presidente da FIFA quer tapar o sol com a peneira ao reabrir a votação para a eleição do Melhor Jogador do Mundo.
 
Isto é elucidativo da mesquinhez do tema aqui em análise. Messi tem um enorme talento mas não fez nada de outro Mundo na época anterior e neste momento passa mais tempo lesionado do que a jogar, Franck Ribéry também nada de mais fez senão fazer parte de uma máquina Germânica de jogar futebol que se sagrou Campeã Europeia na época anterior. Resta então Cristiano Ronaldo que nada venceu na temporada passada mas que actualmente está a “partir a louça toda” em Madrid e em Portugal.
 
Se quisermos que haja um pequeno respingo de justiça o Melhor Jogador do Mundo deverá ser Cristiano Ronaldo, mas até que ponto isto será correcto e irá de encontro ao espírito do prémio?