Mostrar mensagens com a etiqueta Arsenal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arsenal. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Obrigado Ronaldo

A propósito do Ballon d’Or, actualmente designado Bola de Ouro da FIFA, hoje vou fazer inveja aos adeptos mais novos e dedicar esta crónica ao meu amigo Jaime Tavares.
 
Tive a felicidade de ver jogar Pelé ao vivo que foi, para mim, o melhor futebolista de sempre, e jogadores fabulosos como Maradona, Di Stéfano, Puskas, Platini, Garrincha, Zico, Kubala, Gento, Beckenbauer. Depois vem uma plêiade de grandes jogadores como Eusébio, Coluna, Cruiff, Bobby Charlton, Gullit, Zidane, Baresi. Nos últimos 22 anos, desde que existe o prémio de Melhor Jogador do Mundo no actual formato, outros nomes viriam a distinguir-se.
Recordo-me bem de Plattini, Van Basten, Romário, e nos últimos 10 anos, Ronaldo, (o gordo), Zidane, Figo, Ronaldinho, Cristiano Ronaldo e Messi, todos estes vencedores do troféu onde se destacaram Zidane (3 vezes), Ronaldo (3 vezes) e Ronaldinho (2 vezes).
 
Façamos aqui um parêntesis para salientar o facto de esta selecção que se classificou na passada terça-feira para o Mundial, ter na sua génese, nada mais, nada menos, do que onze atletas que passaram ou ainda jogam no Futebol Clube do Porto.
 
Além destes privilegiados, queria recordar agora alguns dos “nossos”, que me lembro a partir do António Araújo. Nunca vi jogar Valdemar Mota, Acácio Mesquita, Siska, e Pinga de quem o meu padrinho Domingos Nascimento (dos Grandes Armazéns Nascimento, onde hoje estão o C&A e a FNAC) dizia maravilhas. E não os vi jogar por um motivo: ainda não tinha nascido!
Daí para a frente, com 10 anos (tínhamos ganho ao Arsenal por 3-2) fugia da escola para ir espreitar os treinos na Constituição. O meu ídolo era inevitavelmente o “mãos-de-ferro”, o fantástico Barrigana a que se seguiram outros guarda-redes: Mlynarczik, Pinho, Vítor Baía, Helton. Falando da defesa é inevitável recordar: Vírgílio, Carvalho, João Pinto, Branco, Geraldão, Inácio, Celso, Fernando Couto, Aloísio, Jorge Costa, Pepe e Bruno Alves. Na linha média, meu Deus! Rodolfo, Frasco, Pavão, André, Paulinho Santos, Pedroto, Pacheco, Jaime Magalhães, Madjer, Maniche, Costinha, Drulovic, Anderson, Deco, Raúl Meireles, Lucho. Lá na frente, então, é escolher 3 dos melhores! Hernâni, Carlos Duarte, Custódio Pinto, Cubillas, Seninho, Duda, Oliveira, Gomes, Domingos, Futre, Kostadinov, Derley, Jardel, Lisandro. Chegamos à minha equipa ideal do Futebol Clube do Porto exceptuando os jogadores actuais:
Fechado o parêntesis e regressando à actualidade, resta salientar o feito épico dos atletas que constituíram a base da selecção, não regateando o esforço despendido, equipa técnica incluída, e toda a estrutura e apoio prestado pela Federação.
Não queria terminar estes apontamentos sem dizer que ficaria muito satisfeito se Ronaldo ainda conseguisse ganhar a Bola de Ouro. Seria um merecido prémio nesta fase estonteante da sua carreira. Quanto a alguns maldizentes, pseudo-críticos de pacotilha, digo-lhes a frase habitual. Resvalam na couraça da minha indiferença.
 
Até à próxima

sábado, 5 de outubro de 2013

¡¡Hala Madrid!!: Bater na mesma tecla

Não tenho prazer nenhum em estar sempre a falar no mesmo, mas o tempo vai-me dando a cruel razão por muito que não gostasse de a ter. Já perceberam do que vou falar mais uma vez. Sim Gareth Bale, o tal melhor jogador da Liga Inglesa que custou a módica quantia de cem milhões de euros. 
 
Para que o Galês chegasse a Madrid foi preciso montar-se um circo onde palhaços e palhaçadas não faltaram até porque se em Barcelona se pagou mais de 50 Milhões (disfarçados e não disfarçados) em Madrid tinha-se de se fazer algo de igual ou até mesmo melhor. Se o Jogador encaixa na equipa e se é realmente necessário isto é um problema que o treinador terá de resolver e ponto.
 
Gareth chegou a Madrid, jogou por decreto e sem estar devidamente integrado na equipa e o Real Madrid CF empatou a duas bolas no terreno do Villarreal CF. No jogo seguinte a equipa Blanca foi a Istambul impor uma derrota pesada ao Galatasaray tendo Bale começado a partida no banco e entrou m ais tarde não tendo jogado absolutamente nada. A partir daí nunca mais jogou dado que está sempre lesionado uma vez que se lesiona no aquecimento da equipa. Lá com isto já vamos, salvo erro, em três jogos em que o Sr. cem milhões não joga porque está no Departamento Médico a recuperar de lesões.
 
Mas o mesmo já não acontece quando se trata de jogar pelo País de Gales. Aí já não há lesões no aquecimento que impeçam Bale de dar uns toques na bola. Para além de estupidamente caro, Bale mostra, mais uma vez, que é um péssimo profissional. Péssimo profissional que é gozado e bem em Barcelona e por muito que me custe tenho de lhes dar razão.
 
Depois há ainda quem tenha a distinta lata de se indignar quando eu afirmo com todas as letras que Gareth Bale é um barrete. Apenas lamento que seja um barrete tão caro. 
 
E como já não bastasse eu, simples adepto afirmar tal coisa eis que recentemente André Villas-Boas disse publicamente que não há garantias de o Galês se afirmar em Madrid porque a pressão é muito grande. Pelo menos o Departamento Médico da Casa Blanca está satisfeito com tão fabulosa contratação. 
 
Não obstante esta fabulosa política de contratações que não tem levado0 a nada, eis que temos Carlo Ancelotti a dar uma de patrão. Quando questionado se Mesut Özil faz falta á equipa Merengue eis que este diz que O Alemão não interessa. Bem, é preciso ter-se muita coragem para se dizer uma alarvidade destas sabendo que para a posição 10 tem apenas Isco e Isco e sabendo que Mesut Özil tem simplesmente “partido a louça toda” ao serviço do Arsenal de Londres.
 
Vale a pena continuar a bater na mesma tecla?

domingo, 4 de agosto de 2013

A maldição e a malapata Azul e Branca

Ao sétimo jogo de pré-época chegou a primeira derrota do FC Porto. Os Tricampeões Nacionais perderam com o Galatasaray por uma bola a zero. Os Azuis e Brancos tiveram duas grandes penalidades e não as converteram. OGala teve uma e meteu a bola no fundo das redes. Bem se pode dizer que a diferença esteve no castigo máximo.
 
O FC Porto subiu ao tapete do Emirates Stadium, casa do Arsenal, com a intenção de testar as suas capacidades frente ao Campeão da Turquia. A uma semana do arranque oficial da época Azul e Branca, em Aveiro, diante do Vitória de Guimarães, Paulo Fonseca entregou a baliza a Fabiano Freitas e deu tempo de jogo a Kelvin, Defour, Maicon e Abdoulaye.
 
Perante a armada de Istambul, que contou com as estrelas da companhia - Drogba, Sneijder e Altintop –, o Dragão entrou a deitar fogo em Londres. Logo aos dois minutos, Jackson Martínez obrigou Fernando Muslera a sair dos postes para evitar o golo.
 
Os primeiros minutos de jogo viram um FC Porto mais activo e o Galatasaray a jogar mais na expectativa. A equipa de Paulo Fonseca teve em Steven Defour uma referência interessante no miolo. Já Varela e Kelvin, com alguma falta de velocidade, tentaram construir jogadas de perigo para Jackson, o homem mais avançado no ataque Portista.
 
O Colombiano teve, de resto, uma soberana ocasião para abrir o activo, aos 18 minutos. Varela foi derrubado na área e o árbitro assinalou grande penalidade. Chamado a bater o castigo máximo, Jackson Martínez permitiu a defesa de Muslera.
 
A perdida do Cha Cha Cha fez o Galatasaray crescer ainda mais, sendo que o aparecimento de Drogba não foi também alheio a esta subida de produção dos Turcos. O ex-Chelsea, muitas vezes assobiado quando tocava na bola, obrigou Fabiano a defesa apertada, aos 27 minutos. O guardião Portista mostrou serviço e travou o remate do experiente Costa-marfinense.
 
Até ao descanso, Lucho ainda teve nos pés a possibilidade de abrir o marcador. Kelvin meteu para Jackson e o Colombiano, dentro da área, deu a bola atrasada para o remate de El Comandante.
 
Para o segundo tempo, Paulo Fonseca colocou Licá e Mangala e retirou de campo Alex Sandro e Varela. A entrada dos Portistas foi, todavia, mais discreta. OGala, pelo contrário, assumiu mais as despesas de jogo e foi criando perigo junto à baliza de Fabiano Freitas. Não raras vezes, Sneijder, Altintop e Drogba obrigaram a defesa Portuguesa a trabalho extra.
 
A pressão no último terço deu frutos para a turma de Fathi Terim. À entrada para os últimos 30 minutos, o Galatasaray chegou ao golo de grande penalidade. Mangala derrubou Eboue e Felipe Melo ganhou no duelo com Fabiano.
 
Aos 77 minutos, o FC Porto podia ter empatado. Danilo foi travado dentro da área turca. O árbitro apontou para a marca dos 11 metros mas, desta vez, Jackson Martínez cedeu o lugar a Lucho. O Capitão Portista não fez melhor que o Colombiano e também falhou a grande penalidade.
 
Os últimos minutos, tal como quase toda a segunda metade, viram um FC Porto sem criar perigo junto à baliza Turca.
 
Num teste com nível de Champions, os Tricampeões Nacionais deixaram indicações várias ao Técnico Azul e Branco. A principal, pois claro, é o trabalho extra na marcação de grandes penalidades. É que os Dragões saíram de campo com o castigo máximo no futebol, a derrota.
 
A equipa de Paulo Fonseca terá agora novo teste, hoje, frente aos Italianos do Napoli.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Danilo

sábado, 13 de agosto de 2011

Silêncio que vai começar a choradeira

Começou o Campeonato Nacional e consequentemente também arranca a choradeira habitual por parte de SL Benfica e Sporting CP. Se bem que as pressões típicas do Clube da Águia começaram mais cedo pois, pelo que se sabe, os Adeptos Benfiquistas tem autorização para partir dentes aos Árbitros que estejam no Centro Comercial perto do ninho que muitos apelidam de Catedral.

Confesso que no momento em que estou a escrever esta crónica que ainda não sei qual o resultado do Benfica em Barcelos, mas isto é secundário porque quer o Benfica ganhe, empate ou perca com o Gil Vicente e o Futebol Clube do Porto ganhe em Guimarães, vamos ter a choradeira do costume por parte dos Encarnados. È sempre assim, pois todos os anos se cria a ilusão de que o Benfica está mais forte e coisa e tal, e os reforços desta vez é que são bons e só o Benfica é que tem olho para ir buscar Jogadores de tão elevado calibre, etc., etc., etc. Em resumo, a ladainha é sempre a mesma, os figurantes no campo é que por vezes são outros.

Mas como se já não bastasse ter de aturar um chorão que tem a mania que é o maior do Mundo e do Bairro, eis que esta temporada os Viscondes de Alvalade prometeram voltar á postura de Calimeros que caracterizou o famoso “Zbording” de Paulo Bento. Godinho Lopes já tem as armas prontas e mal ganhou as eleições no Sporting afirmou a plenos pulmões que o Leão este ano vai estar mais atento às arbitragens e que vai denunciar o que achar que tem de ser denunciado. Estão lançados os dados e para que a panelinha seja mais forte e o eco da choradeira leonina seja maior, pressione quem tem de pressionar e incomode quem tem de incomodar, eis que o Presidente do Sporting se rodeou de muito boa gente, ou não fosse de uma importância extrema a inclusão de Luís Duque e de Carlos Freitas no Departamento de Futebol do Sporting CP. Claro que o “El Loco” Eduardo Barroso também tinha de estar presente nos Corpos Directivos de Alvalade, pois não há circo sem palhaços.

Portanto, podemos concluir que esta nova Temporada que arrancou ontem será longa e muito barulhenta e que os Dragões, e demais equipas de Arbitragem Portuguesas, terão de enfrentar muitas pressões, agressões e confusões. Isto claro se os tais da 2ª Circular Lisboeta não se lembrarem de convocar os Corpos Sociais para declararem guerra aos Moinhos de Vento que tanto assustavam D. Quixote.

Já agora, deixo aqui um sério aviso ao Clube Azul e Branco para que tenha muito cuidado com o já famoso túnel do Clube da Catedral do Clube que ganha tudo na Pré Temporada e que não sabe perder, porque parece que um tal de Garay gosta muito de distribuir fruta nesta zona. Que o digam Van Persie e o Arsenal de Londres… Pelo que ouvi aquilo até abanou por todos os lados. Portanto, Hulk e Sapunaru que tenham muito juizinho e não caiam na nova armadilha que está a ser preparada.