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sexta-feira, 6 de abril de 2012

¡¡Hala Madrid!!: A grande injustiça

È sabido que quando o Real Madrid CF contraria o suposto poderio Catalão que a máquina da propaganda afecta ao Barcelona começa rapidamente a movimentar-se no sentido de minar o mais possível o que de genial tem feito a equipa de Mou e Companhia. 

Este tipo de estratégia faz parte do futebol, se bem que por norma é algo que só mesmo a gente de baixo nível tem por hábito utilizar. Aqui em Portugal tal sucede com certos sectores da Comunicação Social e o SL Benfica… Não é por acaso que se diz que entre o Benfica e o Barcelona as semelhanças são mais do que muitas uma vez que parecem ter os mesmos péssimos hábitos e mau perder, mas isto é tema de conversa que terá de ficar para outra ocasião.

Como é sabido, tem existido uma enorme pressão da parte de Empresários e dos Rivais dos Merengues para destabilizar um dos “produtos” da Casablanca: Gonzalo Higuaín.

O Argentino, que desde muito novo se mudou para Madrid, tem sido alvo de um tratamento baixo e deplorável da parte de muita gente que com o objectivo de destabilizar coloca o El Pipa a milhas da Capital Espanhola sendo que em sua troca virá o genro de Maradona. Chegou-se mesmo ao ponto de se colocar Higuaín como moeda de troca (juntamente com mais uns bons milhões de € como é obvio) para que o Manchester City liberte o Kun Agüero.

Bem a meu ver aquele que é somente o 4º Melhor Marcador de La Liga BBVA com 20 golos marcados em 28 partidas ao serviço dos Merengues merecia da parte de todos um pouco de mais respeito e de consideração pelo trabalho que tem feito. Afinal de contas o Argentino é um dos símbolos do Clube e já custa imenso a um Madridista ver o eterno Raul a mostrar a sua qualidade noutros Campeonatos e ter de aturar um mimado Casillas que deveria ter metade da humildade que El Pipa tem. 

Gonzalo não é um super atleta como o Cristiano Ronaldo, não é um Matador como o Benzema, não tem o Génio de Kaká nem tem a magia de Di Maria, mas é um lutador que sente a Camisola Blanca como poucos. Para além disto marca golos e ajuda a resolver jogos complicados contra equipas que se “fecham” na sua defesa e de lá não saem nem que o céu lhes caia na cabeça.

O Real Madrid CF não pode ter só Artistas de gala pois o Futebol não é somente feito por Artistas da Bola. Muitas vezes são os “Jogadores Operários” que surgem com a sua raça e querer a resolver uma partida que os Génios não conseguem “descomplicar”

Por isto espero sinceramente que esta campanha suja contra o Higuaín manobrada pelos Senhores da Catalunha pare de vez. Estes Cavalheiros que olhem para dentro da sua própria casa e tragam ao Mundo a trapalhada que existe no FC Barcelona pois não é pelo facto de a Unicef ser muita amiga do FC Barcelona que por lá habita a perfeição.

Ficam aqui as minhas sugestões para se entreterem a escrever postas de pescada em vez de andarem a chatear o Clube Merengue: Renovação de Pep Guardiola e queda do Mito de Gentleman da Catalunha.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Resultado mentiroso afasta FC Porto da Liga Europa

Não houve coelhos na cartola nem toques de magia, mas a malapata Inglesa continua: os pés desinspirados de Otamendi e os mágicos de Kun Agüero fizeram a diferença. O FC Porto foi superior, diante de um cínico Manchester City, e acabou por dizer "bye bye" à Liga Europa, vergado a números exagerados.

Se havia alguma pontinha de esperança entre as hostes Azuis e Brancas, as Lusas, refira-se, Kun Agüero encarregou-se de as dissipar. 19 segundos de jogo, Otamendi coloca a bola nos pés de Nigel de Jong que dá para Touré, este abre para Agüero que atira para a direita de Helton, inaugurando o marcador.

Bastava um golo para o FC Porto reentrar na eliminatória mas rapidamente a contabilidade se complicou.

Diante de um City cauteloso, cínico e a jogar "à italiana" e com um murro no estômago daqueles, mal os pitons das chuteiras dos jogadores pisaram o relvado, o FC Porto reagiu bem, à Campeão, de acordo com o que se esperava do detentor do Troféu.

É um motor, silencioso, com pés de lã, que sabe acelerar e pausar o jogo, que vê linhas de passe onde outros não conseguem, que cria quando a maré enche. João Moutinho puxou dos galões e comandou um FC Porto de posse, ofensivo, trabalhador, disciplinado.

Foi aliás dos pés dele, formiguinha trabalhadora do meio-campo dos Dragões, que saiu o primeiro remate, logo a seguir ao golo, mostrando o caminho da baliza dos Citizens aos seus companheiros. Moutinho matou no peito, rematou à meia-volta, mas ao lado. A seguir Varela tentou, mas de cabeça, atirando à figura de Joe Hart, que pouco ou nada fez na primeira parte.

O City apostava nas bolas longas, no contra-ataque, na velocidade, e aos 16 minutos Helton saiu dos postes e negou com os pés o golo de Yaya Touré, voltando a ser decisivo pouco depois. El Kun Agüero ganha em velocidade a Fernando, Helton não tem outro remédio senão abandonar a baliza e o Argentino, perspicaz, ensaia o chapéu que, caprichosamente, bate na trave. Seria um belo golo do avançado de 23 anos.

Com James irrequieto e Hulk, aparentemente, muito sozinho no ataque, o FC Porto respondeu, tentando furar uma barreira defensiva enorme e sem uma referência clara na grande área. Lucho também tentou, minutos antes do intervalo, atirando por cima, seguindo-se-lhe Otamendi, numa segunda bola.

A dupla Touré e Agüero, nesta partida com Nasri menos visível do que habitualmente, continuou a colocar a defesa dos Azuis e Brancos em sentido, mas percebia-se, no reatamento da partida, que o emblema Inglês estava mais cauteloso, mais defensivo, colocando mais gente atrás e apostando, ainda mais, é verdade, nas bolas longas e de ruptura, sempre explorando a velocidade dos seus dianteiros.

David Silva sobressaiu no segundo tempo e ainda assustou nos primeiros minutos do reatamento, mas o FC Porto foi chegando para as encomendas lá atrás, não conseguindo, no entanto, fazer das suas lá na frente.

Lucho, aos 52 minutos, tirou tinta ao poste direito da baliza guardada por Joe Hart e os Portistas, na resposta, aproveitando uma arrancada de Hulk, obrigaram o guardião a ir ao relvado, anulando o lance. A seguir foi James, gritou-se golo no Ettihad, mas o menino Colombiano estava em posição irregular e não contou.

Aos 69 minutos Roberto Mancini lançou Dzeko no jogo, abdicando de Nasri, e esse foi o princípio do fim dos Dragões: fresquinho, forte fisicamente e muito rápido, o Bósnio, que há poucos meses defrontou Portugal no play-off de apuramento para o Europeu, fez gato sapato de uma defesa frágil e cansada.

Cinco minutos depois da sua entrada, Agüero fez a abertura e Dzeko, surgindo embalado na direita, fez o segundo dos Citizens. Rolando, da cabeça perdida no frio de Manchester, protestou, e acabou por ver o segundo amarelo, deixando os Azuis e Brancos à mercê de um City muito forte fisicamente e muito poderoso em termos de individualidades.

Aos 84´, David Silva, assistido por Pizarro, bateu, outra vez, Helton e a seguir foi o próprio Chileno, numa jogada individual, aproveitando um lance infeliz de Sapunaru, a fazer o quarto.

Contas feitas, e depois de uma exibição de um FC Porto com bons apontamentos e pormenores, fica para a história uma malapata inquebrável – o FC Porto continua sem conseguir ganhar em Terras de Sua Majestade – e uma goleada pesada, injusta face à produção das duas equipas.

Melhor em Campo:João Moutinho

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

"Queremos revalidar este título"

Vítor Pereira e Hulk deixaram bem patente que o Futebol Clube do Porto não vai a Inglaterra para passear. Está em jogo um título que foi brilhantemente conquistado na temporada anterior assim como está mais do que visto que os Azuis e Brancos podem muito bem bater o pé aos Citizens.

No Futebol nunca existiram impossíveis e não será agora que passarão a existir só porque os Dragões tem de dar a volta a um 2 a 1 favorável ao Manchester City FC. E também já vai sendo tempo de acabar com esta mania absurda de que os Portistas nunca conseguiram vencer nas Terras de Sua Majestade. Já está mais do que na hora de se acabar com os complexos de inferioridade.

O actual City não é mais do que um brinquedo de um Xeque que não tem mais que fazer ao dinheiro que ganha com a extração de Petróleo. Para além disto o Treinador dos Ingleses tem incutido á sua equipa uma mentalidade muito Italiana e tal verifica-se numa equipa que pode fazer muito mais do que aquilo que nos tem mostrado. Vincent Kompany, Yaya Touré, David Silva, Mario Balotelli e Kun Agüero são algumas das estrelas da companhia, com o Espanhol David Silva a ocupar o destaque de Estrela Maior. De resto os Citizens são uma equipa banal que na Liga Inglesa recorre á velocidade para se fazer notar e nas Competições Europeias raz da pancadaria o seu ponto mais forte.

Um FC Porto concentrado e consciente de que pode bater-se de frente contra este Manchester City FC é bem capaz de passar á fase seguinte da Liga Europa e fazer história. O importante é que os agoirentos do costume se calem de vez e que Vítor Pereira não invente em nenhuma ocasião.

Para esta partida o Treinador Português não vai poder contar com Danilo, Mangala (ambos lesionados) e Avaro Pereira que se encontra a cumprir castigo.

Lista de Convocados: Helton, Lucho González, Maicon, João Moutinho, Cristian Rodríguez, Kléber, Hulk, Rolando, Varela, James Rodríguez, Djalma, Sapunaru, Fernando, Alex Sandro, Otamendi, Bracali, Defour e Tomás Podstawski.    

Onze provável (4x3x3): Helton, Sapunaru, Rolando, Otamendi, Alex Sandro, Fernando, Lucho, João Moutinho, James Rodriguez, Varela e Hulk.

O jogo disputa-se hoje em Manchester, às 17H, com o FC Porto a partir em desvantagem, depois da derrota em casa por 1 x 2, e esta partida pode ser seguida em directo aqui no Mística.