O Mundo acordou hoje 24 de Junho de 2016 sob a decisão do Reino Unido abandonar a União Europeia ao fim de 59 anos da formação inicial depois dos fundadores Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e os Países Baixos terem dado o pontapé de saída.
Em 1973 a Dinamarca, Irlanda e Reino Unido aderiram à União Europeia aumentando para nove o número de estados membro. Nos anos 80 é a vez de se juntarem a Grécia, Espanha e Portugal. É assinado o Ato Único Europeu, um tratado programa, destinado a eliminar as dificuldades que se opõem ao livre fluxo de comércio na UE, criando assim o “Mercado Único e a livre circulação de pessoas e bens”. Na parte relativa ao futebolzinho permitiu exportarmos ao abrigo desse regime comunitário centenas largas de jogadores que, de outra forma, não cumpriam os pressupostos para ali trabalharem. Vai ser difícil exportar mais Mangalas e outros seres estranhos.
Nos anos 90 negoceiam-se dois tratados, o Tratado da União Europeia ou Tratado de Maastricht, de 1993, e o Tratado de Amesterdão, de 1999. Nessa década a União Europeia conta com mais três parceiros a Áustria, Finlândia e Suécia. Com o acordo de Schengen, as pessoas podem viajar sem passaporte e atravessam livremente as fronteiras.
No novo milénio mais países aderiram com a propósito de combater a criminalidade e sair da crise económica que atravessava a comunidade. Os estados membros passam então a ser: a Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta. Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia, e Suécia, a outros se anunciam.
Os efeitos são imprevisíveis, desde logo a quebra brutal das ações, a própria libra, e por tabela o Euro e a subida da taxa de juro. Os nossos compatriotas que por lá trabalham não se deverão preocupar para já, visto que o prazo previsto para que toda a legislação política, direito comunitário etc. seja adaptado à nova realidade, será pelo menos de dois anos, bem como a necessidade de rever toda a legislação do tratado entre os restantes países com esta saída/surpresa.
Como é um assunto na moda as geringonças de outros membros já pedem referendos à permanência ou saída dos seus estados. Enquanto isso andamos nós tão preocupados com o alargamento da Liga para 20 clubes!
Até à próxima



