utivo sem sofrer golos e a ideia de que um FC Porto assim não é deste campeonato. A defesa, por exemplo, é, a par do AEK de Atenas, a menos batida da Europa. Pode ter sido resultado da mensagem do treinador, que alertara para o perigo do Leixões poder tornar-se num adversário mais difícil do que fora o Marselha, mas a verdade dos factos é que os portistas nunca haviam sido tão rápidos a inclinar a tendência de um resultado. Ainda o jogo não chegara aos 10 minutos e já Lisandro e Tarik haviam tratado de estabelecer uma vantagem a salvo de qualquer surpresa. Se os primeiros minutos são de estudo, então o professor dera uma lição exemplar. Com dois golos tão madrugadores, o FC Porto condenou o adversário a arrastar-se pelo jogo. Os portistas não precisaram de volta de lançamento, entraram a todo o gás e até Bolatti - rodeado de curiosidade por todo o lado - começou por se destacar na condução de jogadas de ataque, até porque o Leixões dispensou-o, inicialmente, do papel de trinco. Com maior ou menor intensidade, a primeira parte foi disputada com a mesma partitura: FC Porto com controlo absoluto, somando ataques ante um Leixões a tentar perceber que como sofrera dois golos antes mesmo de começar a suar. A partitura sofreu alterações com o intervalo, mas porque o FC Porto baixou o ritmo, ligou o piloto automático e ficou à espera que o relógio fosse consumindo minutos. O que foi conseguindo sem sobressaltos de maior, apesar de uma evidente melhoria do Leixões, em especial porque o suplente Filipe Oliveira se revelou melhor do que o titular Jorge Gonçalves. Já se sabe, com o FC Porto não se pode ficar pelas ameaças, resultando da quebra da promessa o regresso ao passado recente. A meio da segunda parte o jogo voltou a ganhar apenas um sentido e quando assim é, o mais certo é que Lisandro volte a marcar. O que sucedeu, numa altura em que Jesualdo Ferreira fizera duas substituições por livre vontade - a saída de Bosingwa fora forçada por nova lesão do lateral, ainda na primeira parte -, proporcionando mais uma oportunidade a Mariano e Postiga, ambas mal aproveitadas. quarta-feira, 31 de outubro de 2007
O Fantástico 8
utivo sem sofrer golos e a ideia de que um FC Porto assim não é deste campeonato. A defesa, por exemplo, é, a par do AEK de Atenas, a menos batida da Europa. Pode ter sido resultado da mensagem do treinador, que alertara para o perigo do Leixões poder tornar-se num adversário mais difícil do que fora o Marselha, mas a verdade dos factos é que os portistas nunca haviam sido tão rápidos a inclinar a tendência de um resultado. Ainda o jogo não chegara aos 10 minutos e já Lisandro e Tarik haviam tratado de estabelecer uma vantagem a salvo de qualquer surpresa. Se os primeiros minutos são de estudo, então o professor dera uma lição exemplar. Com dois golos tão madrugadores, o FC Porto condenou o adversário a arrastar-se pelo jogo. Os portistas não precisaram de volta de lançamento, entraram a todo o gás e até Bolatti - rodeado de curiosidade por todo o lado - começou por se destacar na condução de jogadas de ataque, até porque o Leixões dispensou-o, inicialmente, do papel de trinco. Com maior ou menor intensidade, a primeira parte foi disputada com a mesma partitura: FC Porto com controlo absoluto, somando ataques ante um Leixões a tentar perceber que como sofrera dois golos antes mesmo de começar a suar. A partitura sofreu alterações com o intervalo, mas porque o FC Porto baixou o ritmo, ligou o piloto automático e ficou à espera que o relógio fosse consumindo minutos. O que foi conseguindo sem sobressaltos de maior, apesar de uma evidente melhoria do Leixões, em especial porque o suplente Filipe Oliveira se revelou melhor do que o titular Jorge Gonçalves. Já se sabe, com o FC Porto não se pode ficar pelas ameaças, resultando da quebra da promessa o regresso ao passado recente. A meio da segunda parte o jogo voltou a ganhar apenas um sentido e quando assim é, o mais certo é que Lisandro volte a marcar. O que sucedeu, numa altura em que Jesualdo Ferreira fizera duas substituições por livre vontade - a saída de Bosingwa fora forçada por nova lesão do lateral, ainda na primeira parte -, proporcionando mais uma oportunidade a Mariano e Postiga, ambas mal aproveitadas. segunda-feira, 29 de outubro de 2007
O regresso do Clássico
uma acesa rivalidade que, em alguns casos chegou mesmo a vias de facto. Actualmente, os dois clubes mantêm excelentes relações institucionais, como comprova o acordo para a cedência de quatro jogadores - Vieirinha, Paulo Machado, Ezequias e Diogo Valente - alguns deles titulares indiscutíveis da equipa leixonense. De resto, o Leixões foi eleito como parceiro preferencial pela política de empréstimos dos Portistas, não só em virtude da proximidade, mas também por ter sido visto como o projecto mais consistente para uma utilização regular dos jogadores cedidos. Outro sinal dos tempos foi a realização, ainda antes do início da temporada, do Jogo dos Campeões, partida que juntou no Dragão o FC Porto, Campeão da Bwin Liga e o Leixões, vencedor da Liga Vitalis. Mas as coisas nem sempre foram tão pacíficas. Durante muitos anos, a rivalidade entre os dois clubes marcou os confrontos entre ambos, dentro e fora dos relvados. De resto, a história dos dois clubes está intimamente ligada. Afinal, foi precisamente contra o FC Porto e no antigo Estádio das Antas que o Leixões conquistou a Taça de Portugal, em 1960-61. Ainda a título de curiosidade, refira-se que o FC Porto venceu o último confronto, por 1-0, aos 85' e de grande openalidade... sexta-feira, 26 de outubro de 2007
O Dragão Gestor
as apenas depois de saber como correria o jogo. Pois bem, no final do jogo de ontem, o empate que o FC Porto arrancou a ferros no Vélodrome tem todo o ar de ser um excelente resultado. Porque a vinte minutos do fim os portistas estavam a perder, porque daqui por 15 dias os portistas voltam a ter a oportunidade de discutir o primeiro lugar com o Marselha, mas dessa feita no Dragão e também porque o Liverpool perdeu outra vez, agora com o Besiktas, o que significa que o FC Porto, tal como o Marselha, conseguiram aumentar a vantagem sobre os ingleses, aproximando-se ambos do objectivo de apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Quem prefere a perspectiva da garrafa meio-vazia, há-de dizer que o FC Porto perdeu uma boa oportunidade - ou três - de ganhar ao Marselha e subir ao primeiro lugar. E também tem razão. Começando pelas notícias, Jesualdo Ferreira mexeu ligeiramente no conteúdo da equipa, sem lhe alterar a forma. Mariano González jogou no lugar de Tarik e desempenhou o papel normalmente destinado ao marroquino sem grandes originalidades ou momentos de improviso, pelo menos momentos de improviso inspirados, o que servirá para explicar que apenas tenha resistido em campo até ao intervalo. Saiu, nessa altura, para dar lugar à segunda novidade da noite, o regresso de Hélder Postiga à equipa, também ele pouco inspirado, como se provou quando falhou uma das melhores oportunidades da noite. Antes disso, contudo, bastou ao FC Porto ser fiel ao seu sistema para dominar toda a primeira parte e encostar o Marselha à sua baliza. Aliás, durante esse primeiro tempo, os franceses pareceram muito mais
confortáveis a defender do que atacar, até porque sete dos onze titulares não se preocuparam com mais nada e isso inclui o guarda-redes, o quarteto defensivo, mas também os dois médios-defensivos, tão apressados a recuar no apoio aos centrais e aos laterais que acabavam por deixar imenso espaço para os médios do FC Porto explorarem. E Raul Meireles não se fez rogado. Rápido no aproveitamento desses espaços, surgiu duas vezes em posição privilegiada para rematar, mas perdeu ambos os duelos para Mandanda, que ainda contou com a ajuda dos postes para segurar o nulo até ao intervalo. A segunda parte trouxe mais novidades, para além da entrada de Postiga. Raul Meireles não resistiu ao esforço inconsequente da primeira parte e foi perdendo intensidade, enquanto o Marselha ia crescendo no meio-campo, empurrado nas alas pelas entradas de Arrache e Taiwo. Quando Niang marcou, na sequência de um canto que os portistas demoraram demasiado aliviar, o jogo já tinha mudado o centro de gravidade para mais perto da baliza de Helton. A boa notícia, para quem tinha dúvidas sobre qual seria a atitude da equipa de Jesualdo Ferreira em situação de desvantagem, foi que o FC Porto não baixou os braços, devolveu o jogo ao meio-campo dos franceses e fez por merecer o empate que surgiu de grande penalidade ou de grande justiça, como comentou alguém na bancada.Positivo: esta fase da época que o Futebol Clube do Porto está a passar é pura e simplesmente ESPECTACULAR!!! A equipa tem jogado unida e até parece que os jogadores jogam de olhos fechados. O resultado é um Futebol Clube do Porto 1º na Liga Portuguesa com uma distancia bem confortável para os seus Rivais de sempre e a possibilidade de no próximo jogo da Liga dos Campeões conquistar o 1º lugar do Grupo e conseguir a qualificação para a próxima fase… E quem diria que o Liverpool estaria tão mal na Europa do Futebol? Melhor ainda para as hostes Azuis e Brancas que tem a possibilidade de ir a Inglaterra conquistar uma vitória moralizadora e importante) não nos esqueçamos de que o Liverpool é só o actual Vice Campeão europeu).
Negativo: mais uma vez se notou o conservadorismo de Jesualdo Ferreira ao manter Leandro Lima no Banco e ao por no onze Mariano Gonzales… Não seria muito melhor ter entrado com o Tarik que sempre faz muito mais mossa nas defesas adversarias?? Lisandro é um jogador muito esforçado, mas necessita de alguém para o ajudar e Tarik a meu ver é este jogador pois tem muita força e alguma técnica. Jesualdo voltou a errar no intervalo ao colocar Hélder Postiga em campo que mais uma vez não rendeu NADA para variar… Se tiver que sair alguém em Dezembro que seja Postiga e o Futebol Clube do Porto que arranje um BOM Ponta de Lança de jeito (mais farias não por favor!!!!) e não andar sempre a seguir o “remendo” Lisandro, pois este não é um verdadeiro Ponta de Lança (falta-lhe muita técnica e só joga á base da força e o seu jogo de cabeça é muito fraquinho). Para já vai servindo, vamos a ver até quando…
Saudações Portistas!!
terça-feira, 23 de outubro de 2007
A Trivela e a Marselhesa
UEFA Champions League. À chegada ao aeroporto de Marselha Provence, a comitiva portista foi recebida por um sol outonal e um défice de alguns graus centígrados em relação à temperatura com que deixou o Porto.Depois de uma hora e meia de voo tranquilo, os Dragões seguiram de imediato para o hotel e com o treino de adaptação ao Estádio Vélodrome em agenda. O apronto de ambientação está marcado para as 19h30 locais (menos uma hora em Portugal), sendo precedido da habitual conferência de imprensa em que Jesualdo Ferreira e um jogador farão a abordagem ao encontro. A grande curiosidade do jogo de quarta feira reside em saber que resposta irá dar o Dragão depois de quase 15 dias de paragem na Competição devido aos trabalhos das Selecções Nacionais e da Taça da Liga (competição da qual o clube azul e branco já foi eliminado)... Devo lembrar que com Jesualdo Ferreira no leme da nau Portista este teve muitos maus resultados com as paragens prolonmngadas, senão recordemos o que sucedeu a época passada frente ao Atlético no Estádio do Dragão... E não nos podemos esquecer da elevada importancia deste jogo em França, pois se o Futebol Clube do Porto vencer terá a qualificação para a próxima fase da Champions e os dois últimos jogos seriam apenas para melhorar as finanças do Dragão (que bem precisam a verdasde seja dita e infelizmente, ams neste aspecto não deixamos de ser Portugueses).
nte, no extremo português, acabado de ser nomeado para a lista de 50 candidatos à Bola de Ouro, da revista France Football. O holandês Zenden, por exemplo, só conhece Quaresma, apesar de não terem jogadojuntos no Barcelona, mas nunca ouviu falar de Bosingwa, com quem vai travar um duelo directo; Cana, por outro lado, alertou para os perigos que representa ter um adversário da qualidade do internacional português, sem nunca ter conseguido referir outro nome dos dragões, nem mesmo o de Lucho. Até os jornalistas franceses só se interessam por saber tudo sobre o número sete do FC Porto, desde o bairro onde nasceu, até ao verdadeiro significado da palavra "trivela" - decididamente o gesto está a fazer sucesso na Europa. No entanto, parece que nem toda a gente conhece ou tenta conhecer Quaresma. Um deles é Bonnart, defesa-direito do Marselha que vai ter de enfrentar a criatividade do extremo no jogo de amanhã. Pode parecer incrível, mas a primeira resposta do francês torna-a na mais pura das verdades. "Quem joga pela esquerda do ataque do FC Porto? Sinceramente não sei", referiu. Se não sabe, O JOGO fez questão de lhe dizer que era Quaresma, perguntando-lhe, logo de seguida - como se de fintas do Mustang se tratasse -, se já tinha encontrado uma fórmula para travar o extremo do FC Porto. "Sei que é um bom jogador, mas confesso que não o conheço muito bem. Ainda vamos ter muito tempo para analisar a equipa do FC Porto. Logo se verá", afirmou Bonnart de uma forma cruelmente inocente. Apesar de reconhecer que não conhece Quaresma, ou até mesmo a equipa do FC Porto, o lateral-direito não teve problemas em atirar com o favoritismo para o lado dos bicampeões portugueses. "Vamos tentar vencer, como é lógico, mas continuamos a ser apenas os outsiders do grupo", disse no habitual discurso de humildade, acrescentando. "O Marselha não é a melhor equipa do Mundo, mesmo depois de ter vencido os dois primeiros jogos, pelo que o FC Porto é o claro favorito para esta partida". Ora, para quem pouco ou nada conhece do FC Porto, aqui está uma surpreendente opinião. quinta-feira, 18 de outubro de 2007
O regresso da normalidade...
na Madeira, a aproveitar as miniférias que o Marítimo concedeu ao plantel, o ponta-de-lança viajou para o Azerbaijão, seguiu com a equipa para o Cazaquistão, e quase não teve tempo para se adaptar ao fuso horário. Nada que lhe tirasse a alegria de cumprir um sonho de criança. E mais feliz ficou quando Flávio Murtosa o mandou sair do banco. Aqueceu com tanto vigor que parecia que ia entrar no relvado sem autorização. Depois viu Hugo Almeida lesionar-se e entrou. Curiosamente, Makukula tinha sido chamado de emergência para ocupar a vaga de Nuno Gomes, que se lesionou no Azerbaijão. O azar de uns avançados foi a sorte de outro. Foi ainda a sorte de Portugal, que beneficiou e muito com a entrada do ponta-de-lança do Marítimo. Mostrou dinamismo, muita vontade de marcar e de ajudar. Fez tabelas, trabalhou imenso na área e tentou o golo com os pés e com a cabeça. Aos 82' resolveu mesmo, dando seguimento a um excelente cruzamento de Quaresma. Dois jogadores decisivos, duas apostas de Flávio Murtosa, pois além de permitir a entrada de Makukula, manteve Quaresma em campo, apesar de o extremo do FC Porto estar "apagado". Nada lhe saía bem, exceptuando a jogada e o cruzamento para o primeiro golo. Os artistas são assim. O primeiro golo de Portugal terminou com a resistência da defesa do Cazaquistão, uma equipa ingénua no ataque, mas extremamente concentrada e tacticamente bem estruturada em termos defensivos. O cazaques ocuparam bem os espaços, correram imenso e obrigaram Portugal a errar passes. Nesse aspecto a equipa portuguesa esteve mal, permitindo até que o adversário subisse no terreno para contra-atacar. O meio-campo português, sobretudo por Maniche e Deco, tentava abrir a defensiva do Cazaquistão com passes longos ou para as costas da defesa contrária, mas ontem os extremos, Quaresma e Cristiano Ronaldo, sentiam dificuldades em colocar a bola em Hugo Almeida. Quando o ponta-de-lança conseguia libertar-se e criava perigo, estava fora-de-jogo. No segundo tempo Portugal continuou a mandar no jogo, mas demorou a criar situações de perigo. O Cazaquistão mantinha-se fechado e havia que encontrar espaços. Quando Nani foi chamado por Flávio Murtosa, pensou-se que sairia Quaresma. Porém, surpresa das surpresas, saiu Maniche, passando o ex-sportinguista a funcionar como segundo avançado, enquanto Deco continuou a pautar o jogo, embora um pouco mais recuado. Depois Hugo Almeida deu lugar a Makukula. Portugal continuava a tentar o golo. Quaresma passava para o flanco direito, Nani para o esquerdo e Cristiano Ronaldo jogava ao lado ou no apoio a Makukula. O prémio para tanta insistência aconteceu aos 82', quando o ponta-de-lança do Marítimo inaugurou o marcador. A equipa das Quinas tinha então mais espaço para jogar e Ronaldo ampliou a vantagem, aos 90+2', a passe de Nani. Uma jogada perfeita entre os "diabos" do Manchester United. Estava consolidada a vitória e nem o golo do Cazaquistão assustou. Serviu apenas para os espectadores festejarem.
ora maioria considerou-o o melhor representante da mística do FC Porto no actual plantel. O conceito pode até ser vago e difícil de definir, mas uma parte significativa das mais de quatro mil respostas indicava o central como rosto que melhor traduz esse sentimento. Porque, garante quem já andou pelo balneário, mística é essencialmente isso: sentimento. Parte da culpa é de João Pinto, outro nome incontornável na matéria. Foi ele quem se lembrou de nomear quatro representantes adequados dessa bandeira que volta e meia é hasteada, abrindo caminho ao debate e ao resgate de memórias. Com outros nomes à mistura: além de João Pinto, Vítor Baía, Jorge Costa, Ricardo Carvalho, Rodolfo Reis, Virgílio, Hernâni ou Fernando Couto surgiram na ponta da língua. Fernando Gomes, Pôncio Monteiro ou Manuela Aguiar foram citando uns e outros, engrossando a lista de referências que resistem ao tempo. Um detalhe, a título de aviso: não confundir mística com talento ou hábito de ganhar. Estas duas condições entram na definição, claro, mas não garantem acesso directo à lista. Palavra de Manuela Aguiar, que usou José Mourinho para se explicar melhor. "É um grande treinador de futebol, ganhou tudo no FC Porto e até torço pelos clubes que dirige, ninguém duvide. Mas, para mim, não encarnava a mística do clube; não ficou a identificação total. Mística é mais do que ganhar; é sentir". E, ao que parece, Bruno Alves sente como é suposto. "Tem condições de liderança", concordam os três, ainda que Pôncio Monteiro salvaguarde a simpatia sazonal que, às vezes, se entrelaça neste tipo de discussões. Afinal, a mística mede-se nas atitudes, mas também não dispensa o tempo para apurar bem as ligações. Algumas mais plásticas e menos duradouras. Ser formado na casa não é condição indispensável para se marcar pontos no assunto e três dos nomes indicados por João Pinto servem de prova. Curiosamente, dos que foram mencionados no inquérito, só Lisandro não faz parte do núcleo de capitães. Pedro Emanuel, Lucho e Bruno Alves usam a braçadeira portista com regularidade. A isto chama-se, provavelmente, transportar a mística nos braços.domingo, 14 de outubro de 2007
À 4ª foi de vez!!
vitórias, após quatro empates consecutivos, um deles em jogo de carácter particular, no Kuwait, e os restantes três na qualificação para o Euro'2008, na Arménia e em casa com a Polónia e a Sérvia. Para acabar com o jejum, Portugal até teve uma contrariedade ainda no aquecimento. Nuno Gomes lesionou-se e Flávio Murtosa substituiu-o por Hugo Almeida. Uma alteração que resultou em pleno, porque o ponta-de-lança foi de uma utilidade incrível. Além do golo que apontou, o seu primeiro na equipa principal, obrigou os centrais a vigiá-lo de perto e abriu espaços para os dois flanqueadores, Quaresma e Cristiano Ronaldo, que ontem usou a braçadeira de capitão, no dia em que completou o 50º jogo na Selecção "A". Deco, outro dos cinquentenários, também teve grande influência no resultado. O "mágico" apareceu fisicamente em boa forma, o que lhe permitiu coordenar os movimentos ofensivos, além de lhe ter pertencido o canto que resultou no primeiro golo do jogo, marcado por Bruno Alves. O defesa-central justificou completamente a aposta, formando uma boa dupla com Ricardo Carvalho, de regresso à equipa para mostrar a sua inegável classe. O regresso de Ricardo Carvalho ajudou Portugal a terminar o jogo sem sofrer golos, algo que não tinha acontecido nos últimos seis jogos oficiais - desde a vitória (4-0) diante da Bélgica, em Alvalade -, mas para que tal acontecesse muito contribuiu a exibição de Ricardo, com algumas defesas de bom nível. Miguel Veloso, que se estreou pela Selecção "A", também teve uma actuação muito positiva, transmitindo a ideia de futuramente ter condições de lutar pela titularidade com Petit, ainda a recuperar de uma lesão. O jovem médio do Sporting foi de uma utilidade incrível a defender, deixando depois a ligação para o ataque entregue a Deco e a Maniche, isto enquanto no ataque os desequilíbrios pertenciam a Cristiano Ronaldo e Quaresma. O extremo do FC Porto rendeu o lesionado Simão e esteve em bom plano, contribuindo para muitas das grandes oportunidades criadas por Portugal ao longo do jogo. Dessas, resultaram em golo duas, a primeira por Bruno Alves, de cabeça, a segunda no final da primeira parte, num pontapé de Hugo Almeida, após cruzamento de Miguel. O segundo golo de Portugal acabou com as dúvidas e mudou o rumo da segunda parte. Os jogadores portugueses em determinados períodos não só adormeceram o jogo como abusaram de algum individualismo, sobretudo no último terço do campo. Uma situação compreensível, própria de quem queria ampliar a vantagem porque sentia que a partida estava controlada.Fonte: OJOGO
Positivo: A destacar aqui está a dupla de centrais Portugueses Carvalho e Bruno Alves que fazem lembrar Fernando Couto e Jorge Costa que tantas alegrais nos deram até ao Euro 2004. E Bruno Alves tem tido uma evolução simplesmente EXTRAORDINÁRIA!!! Espero que o Futebol Clube do Porto o mantenha por muitos anos e não será um exagero dizer que está ali o sucessor do nosso “Bicho", o eterno Capitão Jorge Costa.
Negativo: A atitude pouco ética e quase como se a querer justificar algo que de mau pudesse acontecer no jogo de Azerbeijão da parte da Federação Portuguesa de Futebol por intermédio do seu Presi8dente. É lamentável ver o presidente da F.P.F vir com declarações contra o arbitro do jogo antes de este começar só porque este é Croata e que a UEFA não fez controle Anti Doping, etc.… Enfim desculpas que serviriam para justificar um possível mau desempenho que felizmente não se veio a verificar…
Saudações Portistas
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Dragão passa Exame de Coimbra
ar os ingredientes na medida exacta de um recorde: garantiu a sétima vitória consecutiva, o que equivale a um começo de campeonato avassalador. E histórico. Garantido esse detalhe, sobra outro. Continua a faltar uma mistura eficaz das especiarias do plantel para que o sabor das exibições seja mais apurado, a gosto de Jesualdo. Mas, antes disso, talvez não seja má ideia começar por convencer a equipa a não se deixar empanturrar por vitórias magras. Um golo é bom, dois é melhor e por aí fora, numa regra matemática simples capaz de evitar dissabores. Um risco que a Académica não foi capaz de potenciar, ficando-se pelas intenções. A propósito de intenções: Domingos tentou apertar o FC Porto pela cintura, sujeitando o meio-campo a um jogo de sombras. Meireles vigiado por Pavlovic, Lucho por N'Doye e Assunção com Ivanildo para se entreter. A completar essas amarras, Miguel Pedro procurava interromper a ligação entre Fucile e Quaresma, enquanto Lito, do outro lado, tentava encravar o entendimento de Bosingwa com Tarik. Uma boa cábula, mas só no papel. Na relva, os portistas ganharam metros de terreno decisivos, asfixiando o encaixe alinhavado por Domingos com esse avanço que encurralou a Académica num espaço duplamente desfavorável: qualquer erro naquela zona poderia ser fatal e, pior ainda, Helton ficava a uma distância que nem a velocidade de Joeano conseguia encurtar. Sem ser avassadalor, o domínio permitia aos portistas marcar território e ensaiar, nas calmas, o assalto à baliza de Pedro Roma. Bem sucedido a dois tempos. Antes do penál
ti sobre Quaresma, que Lucho converteu, Tarik acrescentou um inesperado toque de humor ao jogo: a um metro da baliza, escancarada, o marroquino falhou de forma estrondosa, candidatando-se ao disparate do ano. Ninguém parou para rebolar de riso, mas o lance merecia. Em desvantagem, Domingos ficou sem Ivanildo, trocando-o por Hélder Barbosa, e Jesualdo não pôde manter Bosingwa. Ainda que indirectamente, essas mudanças só se notaram na segunda parte, com a Académica a aparecer mais interessada na baliza de Helton e menos focada na obsessão táctica de amarrar o adversário. No fundo, soltou-se. Respondeu Jesualdo com Leandro Lima e os portistas sumiram de vez. Pode discutir-se se há ligação directa entre a troca e o efeito, mas o certo é que, à excepção de um avanço de Lucho, antes ainda dessa alteração, o FC Porto acabou por se entrincheirar. Sem contragolpes eficazes, mas também sem estar exposto a grandes perigos.
as minhas sinceras desculpas aos seguidores deste Blog pelo atraso da analise a mais uma vitória do nosso Futebol Clube do Porto, mas a vida de Estudante não é simples, e como se diz no Mundo Académico: “Estudante sofre, mas também farra muito”, é o que tem acontecido se bem que com muito pouca farra e muitos Exames… Mas também é só mais um apequeno esforço pois a sina de um Finalista é de ter de dar o litro para terminar aquilo que já foi um sonho há uns tempos atrás… Quanto ao jogo de Coimbra, mais uma vitória e mau futebol… Parece que neste momento está na moda para os lados azuis e brancos jogar mal e conquistar os 3 pontos… O que importa é que ganhou e o resto é música!! Segue-se agora um período de paragem de 15 dais para entrar em cena a Selecção nacional que vai jogar uma cartada decisiva para o apuramento para o Euro 2008 e claro que este caso será seguido aqui neste Blog. Só espero é que esta paragem não faça mal ao Dragão…Positivo: Esta é o melhor arranque de época de sempre desde que Pinto da Costa é presidente do Futebol Clube do Porto, em 7 jogos disputados a equipa portista faz o pleno e lidera com uma clara vantagem sobre os seus rivais (7 e 8 pontos) e que lhe permite entrar em todos os jogos sem pressão ao contrario dos outros que tem de estar sempre á espera de um deslize do Dragão… Gosto imenso desta dependência!!
Negativo: O estado do relvado do Sporting, é inadmissível que um dos 3 grandes não tenha tomado as medidas necessárias para evitar que o tapete de Alvalade tenha um aspecto no mínimo aceitável e já por duas vezes o resultado final dos jogos ai realizados foram influenciados pelo péssimo estado do relvado… Até quando vai durar esta vergonha? Se em vez de falarem de árbitros tratassem bem da sua casa é que faziam bem!!
sábado, 6 de outubro de 2007
Dragão faz exame em Coimbra
a integrar a lista de convocados para Istambul, onde o F.C. Porto venceu o Besiktas, é a única alteração introduzida por Jesualdo Ferreira a uma relação de 19 opções elaborada a pensar na deslocação a Coimbra, onde o bicampeão defronta amanhã (domingo) a Académica, em jogo da sétima jornada da Liga. Hélder Postiga e João Paulo, na recta final dos processos de readaptação depois de fisicamente recuperados, desenvolveram treino integrado condicionado no relvado do Olival, no decurso da sessão de trabalho que precedeu a divulgação da lista de convocados para o encontro de Coimbra. Os convocados concentram-se ao final da tarde de Sábado no Estádio do Dragão, seguindo para estágio numa unidade hoteleira do Buçaco. A lista de convovados é a seguinte:
Coimbra. Mais uma vez Jesualdo repete quase por inteiro a convocatória que tem sido habitual nos jogos da Liga interna, daí que não seja de esperar grandes mexidas no onze inicial do Futebol Clube do Porto, sendo que mais uma vez dentro do habitual sistema de 4x3x3 com Helton na baliza, na defesa teremos mais uma vez Bosingwa, na ala direita da defesa, na ala esquerda Che e no centro da defensiva teremos Bruno Alves e Stepanov (o Sérvio tem estado muito bem nos últimos jogos), mo meio campo, teremos Paulo Assunção, Lucho e Raul Meireles, e no ataque para não variar Tarik na esquerda, Lisandro no centro e na direita Quaresma. Não será um jogo muito fácil e será de esperar que Domingos vá dar uma muito boa réplica ao Bi Campeão Nacional dado que Domingos é um treinador de grande qualidade e teve uma grande escola… mas o lema para este jogo é mesmo Chegar, Dominar e Vencer!!!Saudações Portistas
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Sofrer até ao prolongamento
m o Besiktas. É certo, que os portistas não permitiram que os turcos lhes tornassem a vida num inferno, mas até ao golo de Quaresma, quase em cima do apito final, o jogo tinha sido um género de purgatório "light". Muitas vezes por culpa própria, esporadicamente por mérito de um adversário a quem a vontade acabou por não chegar. Certo é que os maus bocados por que foi passando coincidiram com os momentos em que o Besiktas acumulava minutos de posse de bola, aproveitando muitas vezes a falta de capacidade do FC Porto para aproveitar as fases em que recuperava o esférico. Um pecado original que valeu um par de sustos na primeira parte e trabalho a que Helton não está habituado. Nem o plano do contra-ataque funcionou nestes 45 minutos, até porque havia quase sempre demasiados portistas longe da campo turco e excessivamente encostados à defesa. A fogueira em que os portistas se poderiam ter queimado perdeu força na segunda parte. E se nos derradeiros 45 minutos a equipa de Istambul manteve a vontade de ganhar - tantas vezes parecendo funcionar ao ritmo dos cântigos dos adeptos, daqueles que vimos em documentários sobre o império otomano -, o FC P
orto fez-se melhor equipa. Não tinha, aliás, outra solução, porque estaria a condenar-se à derrota se continuasse a não controlar a bola quando a tinha em seu poder. Foi esse o grande problema até ao intervalo. O jogo passou a ser mais controlado e mais ainda ficou quando Jesualdo Ferreira decidiu dar mais uma unidade ao meio-campo, com a entrada de Cech. O FC Porto passaria por mais um valente susto, valendo de novo Helton, mas foi alimentando a ideia de que com um pouco mais de jogo ofensivo o Besiktas era um adversário perfeitamente ao alcance dos bicampeões portugueses. Optimizada a exibição, o FC Porto corria o risco de deixar o amargo de boca por uma vitória ao seu alcance, valendo então três passes com mais vontade do que jeito, mas que deixaram Quaresma com a oportunidade de marcar. E o génio de Harry Potter não falhou a poucos segundos do apito final.Fonte: OJOGO
Positivo: Acho que aqui é mais do que evidente o que se destacou pela positiva nesta jornada Europeia, estou a falar é lógico da magia que surge em campo quando Leandro, Lucho e Quaresma jogam juntos… Até parece que a bola deixa de ter vontade própria e amansa com a presença destes mágicos, obedecendo-lhes á risca e depois surgem jogadas de primeiro toque como as que sucederam em Istambul.
Negativo: A destacar pela negativa desta jornada da Liga dos Campeões o facto de Milão e Liverpool, Campeão Europeu e Vice Campeão respectivamente, averbaram duas derrotas inesperadas (Milão perdeu com o Celtic de Glasgow na Escócia e Liverpool perdeu em casa com o Marselha, ambas equipas modestas). Será este o fim dos grandes do ano passado? Será que vamos ver o Mourinho a treinar em Milão? Aguardemos…
u frente-a-frente as formações do F.C. Porto Vitalis e do ABC. Os Dragões dominaram o jogo até bem perto do final, mas acabaram por deixar escapar o triunfo nos derradeiros dez minutos da partida. Apesar do resultado desfavorável, a formação portista deixou sempre uma boa imagem ao longo do encontro, chegando ao intervalo com uma vantagem de três golos, 18-15. Em plano de destaque esteve Eduardo Filipe que, com 10 golos apontados, acabou por cotar-se como o melhor marcador da partida. A segunda metade ficou marcada pelo equilíbrio, com o marcador a registar um empate a 24 golos a dez minutos do final do encontro. Só então a formação bracarense conseguiu adiantar-se no resultado, acabando por vencer por três golos de diferença, 28-31. A competição não pára para a formação de Carlos Resende, que tem pela frente novo desafio este sábado, desta vez a contar para a segunda mão da segunda eliminatória da Taça das Taças, perante os holandeses do Eurotech Bevo, em Panningen. Depois do triunfo claro no encontro da primeira mão (39-21, em Santo Tirso), os Dragões têm em perspectiva uma deslocação tranquila à Holanda. Já no que diz respeito à liga de andebol, a formação azul e branca desloca-se ao Minho na próxima ronda da competição, a quinta, para defrontar a formação do ISAVE, em encontro agendado para o dia 13.terça-feira, 2 de outubro de 2007
Dragão vai á Turquia
. Stepanov passou o último ano e meio na Turquia, ao serviço do Trabzonspor, onde defrontou por três vezes o próximo adversário do FC Porto na Liga dos Campeões. É certo que só lhe conseguiu vencer uma vez, a 23 de Fevereiro deste ano, mas foi recolhendo informações que podem ser muito úteis a Jesualdo Ferreira. E o que entretanto mudou no clube de Istambul vai ser explicado pelos antigos companheiros. "Vou conversar com o mister durante estes dias e vou aproveitar para telefonar a alguns ex-companheiros, como o antigo capitão do Trabzonspor que é amigo de vários jogadores do Besiktas, para ver o que me dizem". Mesmo sem gastar roaming no telemóvel, Stepanov já definiu a principal arma do adversário. "Temos de ter em atenção o meio-campo deles, que é muito forte com o Ricardinho e o Delgado. Já li que o brasileiro está lesionado, o que é óptimo para nós", admitiu. O FC Porto bem pode agradecer a Cissé, do Marselha, pela entrada mais dura que lesionou com alguma gravidade um tornozelo do médio dos turcos. Além das virtudes do adversário, os portistas terão ainda de se preparar para os adeptos do Besiktas. "Os turcos deliram com o futebol, especialmente quando as suas equipas jogam na Europa, dão tudo no apoio. O estádio estará cheio porque os adeptos do Besiktas são os mais fanáticos da Turquia. Mas o ambiente será fantástico, tal como o jogo", frisou Stepanov que, mesmo assim, está confiante na obtenção de um bom resultado nesta deslocação ao extremo este do continente europeu. "No final do jogo com o Fátima disse que tínhamos de concentrar-nos apenas no Boavista, que era o jogo seguinte. Foi o que fizemos e vencemos. Agora é o Besiktas e seria muito bom conseguir sair de Istambul com os três pontos. Sei que vai ser difícil, mas podemos fazê-lo", atirou.Fonte: OJOGO
do Porto a ter uma deslocação complicada á Turquia para defrontar o Besiktas de Istambul, umas das equipas mais conhecidas do Futebol Turco e de onde nasceram e cresceram grandes estrelas do Futebol Mundial como o Guarda Redes Rustu. Mas apesar de tudo esta equipa não deixa de ser uma incógnita, é me desconhecido a sua forma de jogar, a sua táctica e até mesmo a sua actual forma física e psicológica e o futebol Turco não está a passar por um momento muito famoso, longe vão aqueles tempos em que ir jogar na Turquia era um pesadelo para qualquer equipa se bem que a nível dos adeptos este pesadelo continua devido ao seu fanatismo, mas a qualidade do jogo é coisa que deixa muito a desejar… Sendo assim e conhecendo o Prof. Jesualdo e tendo em consideração que este é cobarde e já teve a sua quota parte de problemas em Fátima não será de esperar grandes alterações no onze inicial Portista para este jogo da Champions, a única duvida reside em Tarik devido ao facto de este estar ainda a cumprir o Ramadão e se calhar não tem físico para aguentar dois jogos seguidos, sendo assim o Futebol Clube do Porto deverá entrar em campo utilizando o sistema de 4x3x3, com os seguintes jogadores:Guarda-redes: Helton
Defesa: Bosingwa na direita e Fucille á esquerda e no centro da defesa Stepanov e Bruno Alves
Meio Campo: o tridente habitual com Paulo assunção, Meireles e Lucho
Ataque. Tarik na ala esquerda, Quaresma na ala direita e Lisandro como Ponta de Lança
É de esperar que durante o jogo entre Leandro, Bollati e Adriano, dado que o desgaste físico de jogadores que tem sido fundamentais tal como Tarik, Lucho e Assunção são um facto que devemos ter em consideração… A ver vamos o que irá suceder na Turquia…
Saudações Portistas
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Que se passa no Reino do Dragão?
Convocados:
Guarda Redes: Helton, Nuno
Defesas: Bosingwa, Cech, Fucile, Pedro Emanuel, Stepanov Bruno Alves
Médios: Bolatti, Kazmierczak, Leandro Lima, Lucho González, Mariano, Paulo Assunção, Raul Meireles
Avançados: Adriano, Lisandro, Quaresma e Tarik
Andebol
O F.C. Porto
Vitalis venceu a equipa holandesa do Eurotech Bevo HC Panningen, por 39-21, em jogo da primeira mão da segunda eliminatória da Taça das Taças de andebol, realizado no Pavilhão Municipal de Santo Tirso. A vitória da equipa de Carlos Resende, que ao intervalo já vencia por 22-12, abre excelentes perspectivas para o encontro da segunda mão, em Panningen, onde os Dragões se apresentarão no próximo sábado com uma vantagem de 18 golos, aparentemente suficiente para assegurar a participação na terceira eliminatória da prova. O encontro em que o triunfo portista jamais foi colocado em causa, foi dirigido pela dupla croata composta por Tihomir Kasunic e Drazen Matovina.Basquetebol
O F.C. Porto Ferpinta conquistou a VI edição do Torneio Weber, prova de preparação para a nova época, ao bater na final o Ginásio Figueirense, por 68-63, em partida disputada ontem à noite no Pavilhão do Galitos, em Aveiro. Depois do triunfo nas meias-finais da competição, frente ao Vasco da Gama, os Dragões voltaram a mostrar pergaminhos perante o Ginásio Figueirense, vencendo o derradeiro encontro da competição por cinco pontos de diferença (68-63). No conjunto orientado por Alberto Babo, estiveram em destaque Nuno Marçal, autor de 19 pontos, acompanhado pelo poste norte-americano Kashik Hameed, com 16, e por Paulo Cunha, que somou 13. Averbando dois triunfos nos dois encontros disputados, a formação azul e branca conquistou o torneio organizado pelo Galitos, deixando excelentes indicações para a luta pela conquista do título nacional da modalidade.
Hóquei Patins
A formação portista estreou-se da melhor forma no Campeonato Naciona
l de Hóquei em Patins ao receber e bater a equipa do Juventude de Viana, por expressivos 5-1. Repetindo o resultado do último fim-de-semana, que valeu a conquista da Supertaça António Livramento perante o HC Cambra, os Dragões somaram os primeiros três pontos na corrida pelo heptacampeonato. Filipe Santos, capitão do F.C. Porto, foi a grande figura da partida ao apontar três dos cinco golos dos azuis e brancos. Reinaldo Ventura e Emanuel Garcia marcaram os restantes remates certeiros que valeram o triunfo claro à formação orientada por Franklim Pais. Depois da estreia convincente, e com uma exibição promissora, a equipa portista tem novo desafio para o campeonato nacional no próximo dia 6 de Outubro, desta feita com a deslocação ao terreno da AA Espinho.
Para terminar deixo aqui uma palavra de apreço e carinho ao antigo guarda-redes internacional português Frederico Barrigana (conhecido no Mundo do Futebol Por Mãos de Ferro), que alinhou no FC Porto e Sporting, morreu no Sábado passado, aos 85 anos, no Hospital de Águeda. vítima de problemas pulmonares. Que descanse em Paz e que nunca seja esquecido pelos Portistas e não só...
Saudações Portistas