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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Pensamento da Semana: Mas isto ainda dura?

Não sou grande xpert nisto dos treinos das equipas de futebol, mas considero-me uma pessoa atenta ao que se vai passando numa partida de futebol.

Depois de ter visto a goleada que o Futebol Clube do Porto impôs ao Gil Vicente em Barcelos, pergunto-me como é que a equipa Azul e Branca ainda não perdeu os péssimos tiques defensivos que trouxe da Época anterior.

Os disparates infantis da linha defensiva Portista eram um dos pontos mais críticos do Porto de Fonseca. Fonseca saiu do Dragão e sucedeu-lhe Lopetegui mas os disparates a nível defensivo permanecem.

Que anda esta gente a fazer nos treinos? A brincar aos Jogadores de futebol?

Já vamos em Janeiro de 2015. Exige-se, portanto, a uma equipa como o FC Porto que tenha todo o seu jogo mais do que consolidado em todos os aspectos. Já houve mais do que tempo para que uma certa juventude do Plantel tenha desaparecido, assim como já houve mais do que tempo para se ter colocado um ponto final nos disparates defensivos. Mas, estranhamente, ou não, os disparates mantêm-se e o Treinador já é outro.

Tem valido ao FC Porto o São Maicon/Fabiano, a “aselhice” dos Atletas adversários e a Deusa da Fortuna… Mas como é que foi possível no jogo de Barcelos um Jogador conseguir cabecear uma bola dentro da pequena área Azul e Branca? Como é possível ainda haver na equipa Portista quem faça “ofertas” aos avançados da equipa adversária?

Espero sinceramente que isto melhore.

E já agora, em vez de andar a oferecer gravatas Julen que se preocupe em colocar algum brio profissional nos seus comandados porque está mais do que visto que os gajos não estão para a aí virados…

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

A Grande Questão

A crónica de hoje é um desafio a Lopetegui. Depois da força que lhe deram os 20.000 adeptos que assistiram ao primeiro treino do ano, não tem espaço para falhar. Hoje não ouvi nenhum assobio. Só aplausos. Nem ninguém com cara de “chateado”. Só sorrisos. Depois dos habituais exercícios físicos e uns centros “a fugir” dos guarda-redes transformou o campo numa espécie de futebol de salão com jogadas ao primeiro toque agradável de se ver.
Acabaram as experiências. O treinador deve definir uma equipa-tipo com um máximo de 16 jogadores e apenas substituir quem estiver lesionado, castigado ou “chateado”. Esta é para o Quaresma, claro. Espero que não arranje um problema para o treinador nem para os sócios e adeptos. Claro que é difícil. Já noutros tempos Jesus (o verdadeiro) tinha dificuldades em escolher quem ficava de fora. E Judas, qual Zé Eduardo, vendeu-o por 30 moedas de prata.
Como diria o nosso Ronaldo, a mim “tanto se me dá” que joguem Los Sul-Americanos como Los Espanholes. Portugueses já nem falo, mas ficava contente que dos outros 2 jogadores de campo (Ricardo e Ruben Neves) de vez em quando, pelo menos, estivessem no banco.
Parecendo definida a opção de Lopetegui pelas espanholadas, pelo menos que não misture sevilhanas com passo-dobles. Já bastaram no clube da treta as experiências de Quique Flores mais o seu CIRCUS FLAMENCO.
Lopetegui sentiu o carinho dos sócios. Muito simpática da sua parte a oferta da gravata a um adepto. Vamos ver quanto tempo dura o namoro. É essa A Grande Questão
Até à próxima