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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Rápido e bem!

imagem retirada de zerozero
No futebol a eficácia é a ”mãe de todas as vitórias”. Olhando para o jogo de hoje pode-se dizer que, em parte, o Futebol Clube do Porto venceu devido à grande eficácia que apresentou na hora de rematar à baliza da equipa algarvia. Contudo há que ressalvar um não menos importante aspecto. Este Sporting Clube Portimonense de Vítor Oliveira é uma desgraça total no que à sua linha defensiva diz respeito. Nada que não seja novidade, diga-se desde já. E também não é nada que possa “beliscar” – mesmo que minimamente – a forma como a equipa de Sérgio Conceição procurou resolver de imediato o jogo, dado que na próxima sexta há clássico no Dragão.

E pouco mais há a dizer sobre uma partida onde a equipa da invicta foi muito mais superior do que a equipa algarvia. Não será disparate algum dizer-se que os azuis e brancos fizeram o que tinham de fazer diante de uma equipa muito interessante. Embora eu não seja grande fã deste Portimonense, a verdade é que tenho de reconhecer que Vítor Oliveira tem ao seu dispor um conjunto de atletas de qualidade. Tivesse este SC Portimonense uma defesa em condições e não sei se por esta altura esta equipa de Portimão estaria a lutar por um lugar europeu. Bruno Tabata, Fabrício e Shoya Nakajima são a prova de que é possível contratar-se jogadores de enorme qualidade sem se ser dono e senhor de um orçamento muito grande.

Uma nota final para falar sobre Diogo Dalot. O “miúdo” jogou mais uma vez na posição de Alex Telles. Este até que imitou o brasileiro no que a assistir os seus colegas para o golo diz respeito, mas vamos a ter alguma prudência porque, relembro, a defesa da equipa da casa é um desastre a toda a linha. Não que isto retire mérito ao Diogo nas duas assistências que fez para golo (nem á boa exibição de Otávio) , mas nestas coisas do futebol é sempre importante manter-se o bom senso. Convêm não esquecer o “banho de realidade “ a que o Liverpool, sujeitou este FC orto. Para além disto, ainda faltam muitas jornadas para o fim desta temporada e não há indícios que os rivais de Lisboa abrandem na corrida pelo primeiro lugar da tabela classificativa.

MVP (Most Valuable Player): Moussa Marega. O avançado maliano pode, por vezes, aparentar ter “pés de chumbo” tal a dificuldade que demonstra no domínio da bola, mas este compensa esta sua lacuna com uma entrega e sentido de posicionamento inigualáveis. Marcou dois golos e cedo mostrou o caminho da vitória aos seus colegas de equipa. Um atleta útil que em boa hora ficou no Dragão.

Chave do Jogo: Veio com o terceiro golo dos azuis e brancos para resolver a partida a favor destes. Até ao minuto 44´ o SC Portimonense ainda foi dando alguma luta, mas após o terceiro golo sofrido a equipa de Vítor Oliveira perdeu por completo a esperança de fazer algo mais senão evitar uma forte goleada.

Arbitragem: Noite tranquila para Jorge Sousa em Portimão. Pese alguns erros pontuais de análise, o juiz portuense não teve qualquer influência no resultado do encontro e merece por isso nota positiva pelo trabalho no Municipal de Portimão.

Positivo: No aproveitar está o ganho. O FC Porto sabia que teria pela frente um adversário frágil na defesa e aproveitou tal para sair de Portimão com os três pontos que lhe permitem liderar, à vontade, a Liga NOS.

Negativo: Hernâni. O jovem extremo do Futebol Clube do Porto não consegue aproveitar as oportunidades que lhe estão a ser dadas. È verdade que falhou um grande golo, mas um extremo não vive somente da sorte e do “corre-corre” para cima e para baixo. 
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (25/02/2018)

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Dois ataques destes dão pesadelos a qualquer defesa

Depois de acertar o calendário com uma reviravolta na Amoreira, o FC Porto tem uma complicada deslocação a Portimão, onde está um Portimonense a atravessar um dos melhores momentos da temporada.

Os azuis e brancos lideram agora com maior conforto mas, em vésperas de clássico, os dragões procuram regressar do Algarve com os mesmos cinco pontos de distância para os seus rivais de forma a precaver um possível deslize daqui para a frente. Juntos, FC Porto e Portimonense levam já 96 golos no campeonato, pelo que estes ataques serão um autêntico teste para ambas as defesas.
 
Motivação e azia

É inegável que a equipa de Sérgio Conceição ganhou um enorme impulso moral depois da reviravolta conseguida de forma categórica diante do Estoril, mas o treinador portista acabou por seguir para o Algarve com alguma azia. Os 45 minutos na Amoreira deixaram mossa nos dragões, que juntaram dois nomes importantes a uma lista de ausentes que tem vindo a aumentar.

Alex Telles e Corona estão fora de jogo e acabam por ser ausências importantes. A do lateral brasileiro será, certamente, a que custa mais a Sérgio Conceição. Sem Ricardo Pereira e com Layún transferido para Sevilha, o FC Porto ficou sem opções para a lateral esquerda e Alex Telles tem tido um papel importantíssimo na época portista - soma já 11 assistências no campeonato. A confiança deverá ir para Diogo Dalot, um jovem que tem vindo a crescer com a equipa principal e que terá testes de fogo daqui em diante, num lado da defesa ao qual não está tão rotinado. Já a ausência do mexicano acaba por não se sentir tanto mas não deixa de ser importante, especialmente num período da temporada em que há ausentes em todos os setores do terreno.
 
Em Portimão, motivação

A equipa de Portimão regressou à boa forma, apenas interrompida com a derrota com o Benfica. O fecho da janela de transferências pareceu retirar algum peso a alguns jogadores e a veia goleadora regressou à equipa treinada por Vítor Oliveira. O Portimonense conta com o quinto melhor ataque da prova e nas últimas quatro jornadas leva 11 golos marcados, o que por si só serve para manter o líder do campeonato atento, apesar da invencibilidade.

Ao contrário dos dragões, o Portimonense não tem ausentes nos habituais titulares e vai apresentar-se praticamente na máxima força e com a motivação em alta. Os algarvios têm sido um dos destaques do campeonato e na frente há dois nomes que têm chamado para si grande parte das atenções, especialmente após a saída de Paulinho.

Nakajima voltou a brilhar e Fabrício já leva a sua época mais goleadora de sempre, mas não é só nos dois atacantes que o Portimonense tem as suas forças. Há criatividade, experiência e processos bem definidos nesta equipa algarvia. A subida de divisão foi na última temporada, mas a trabalhar desta forma o Portimonense veio para ficar. Haverá melhor prova do que a equipa de Vítor Oliveira tem feito esta época do que ser a primeira equipa a bater o líder? O jogo é de alto risco, mas promete alto espetáculo.
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Artigo publicado no site zerozero

sábado, 18 de novembro de 2017

Não gostei!

imagem retirada de zerozero
Não estive presente do Estádio do Dragão (jogos à semana são, repito, um suplício para quem tem de sair tarde do trabalho) pelo que acompanhei a partida via TV. E confesso que não gostei mesmo nada do que vi.

É verdade que o Portimonense SC é uma boa equipa. É também verdade que o plantel portista tem neste momento 4 lesionados. E é também verdade que atletas houve que estiveram presentes nas suas selecções, mas o Sérgio Conceição sabia de todas estas variantes e sabia, inclusive, que Vítor Oliveira é um treinador experiente que sabe o que faz. Para mais o Sérgio já tinha experimentado jogar contra os algarvios na Invicta. O Sérgio sabia – se não sabiam devia saber - muito bem que este Portimonense ataca muito e defende pouco. Mesmo com as já aqui referidas condicionantes, Sérgio Conceição tinha a obrigação de apresentar um Futebol Clube do Porto muito mais “certinho” no que ao plano defensivo dizia respeito.

Desta vez Sérgio Conceição não o fez o necessário TPC e a vitória final acabou por lhe cair do céu aos trambolhões. Isto depois de ter sido tacticamente humilhado por Vítor Oliveira não obstante este ter começado a perder. Vítor Oliveira soube manter a cabeça da sua equipa no devido lugar para que esta fosse tentando fazer o impossível. Por uma unha negra quase que o conseguiu. Por uma unha negra Sérgio Conceição escapou a uma eliminação humilhante diante, repito, de uma boa equipa. Tivesse tal acontecido com um certo treinador de nome NES e seria o “fim do mundo em cuecas” no universo azul e branco!

Estado de graça. Um bem-haja a esta “coisa” que hoje marcou presença no Dragão para decidir a partida a favor dos da casa. Enquanto tal funcionar óptimo porque, apesar de tudo, este tipo de vitórias servem para solidificar o espírito de união do grupo. E tal é deveras importante porque o jogo na Turquia vai ser um tremendo inferno. Isto se Sérgio Conceição se esquecer de fazer o TPC (coisa que acredito que não vá acontecer).

Uma nota final para aqui dizer que Vítor Oliveira tem razão quando diz que o FC Porto deveria ter ficado com dez jogadores ainda na primeira parte. Não pela razão que o técnico aponta, mas sim porque ainda na primeira parte Alex Telles simula uma grande penalidade e deveria ter sido sancionado com a amostragem do cartão amarelo. Cartão que somado ao que o brasileiro veio a ver momentos depois ditaria a sua expulsão. Mas dai a dizer-se que a expulsão do jogador Felipe do Portimonense SC foi o factor que decidiu a contenda a favor dos Dragões vai uma tremenda distância.

MVP (Most Valuable Player): Vincent Aboubakar. Tal como os restantes colegas de equipa, Aboubakar esteve algo apagado quase até ao fim da partida. Despertou na recta final, lutou muito e acabou por ser tremendamente decisivo na construção do golo vitorioso de Yacine Brahimi.

Chave do Jogo: Inexistente.

Arbitragem: Artur Soares Dias é o Artur Soares Dias. Já se sabia ao que vinha. O árbitro poderia, e deveria, ter colocado ordem na partida mas rapidamente se deixou levar pelas faltas e faltinhas dos jogadores de ambas as equipas. Pareceu-me ter sido um tudo ou nada a favor dos algarvios quando este empataram o jogo e se colocaram em vantagem. O habitual em Artur Soares Dias sempre que apita um jogo do FC Porto. Por esclarecer fica a expulsão de Sérgio Conceição.

Positivo: Adeptos do Futebol Clube do Porto. Este é o “Mar Azul” que “empurra” a equipa para as vitórias: Que ambiente fantástico! Apenas me pergunto onde esteve este “Mar” nas épocas anteriores.

Negativo: “Ligar os motores na recta final”. Equipa como a do Futebol Clube do Porto não pode – mesmo – sujeitar-se ao que se sujeitou hoje. Especialmente sabendo que em causa estava uma eliminatória da Taça de Portugal.

Artigo publicado no blog o gato no telhado (17/11/2017)

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Imune ao tombo, Dragão quer seguir firme e hirto

A Festa da Taça está de regresso ao Estádio do Dragão. A equipa de Sérgio Conceição enfrenta o Portimonense, pouco antes de jogar cartada europeia decisiva, na Turquia, diante do Besiktas. A turma de Vítor Oliveira está pronta para assumir o papel de tomba gigantes, mas, no Dragão, o FC Porto tem estado firme e hirto. E os de Portimão já saíram da casa azul e branca com uma goleada...
 
Entre a rotatividade (na baliza?) e o ritmo pré-europeu

Na antevisão à partida, Sérgio Conceição foi questionado sobre o assunto mas chutou para canto. Será a altura de Casillas regressar à titularidade? Sendo um jogo de Taça, e estando José Sá como dono da baliza, é bem provável que o portero espanhol assuma o lugar. Mas há mais mexidas em mente…

Desde logo na defesa. Diego Reyes deve fazer descansar um dos defesas centrais; nas alas defensivas, há dois jogadores (Layun e Maxi) com fome de jogo; no meio-campo, André André pode assumir a vaga de Danilo, que jogou pela seleção, e há ainda o mais que provável regresso de Óliver Torres, titular indiscutível nas primeiras jornadas de campeonato. Galeno deve aproveitar as lesões no ataque, Hernâni pode ter mais uma oportunidade.

Do lado dos homens de Portimão, há esperança ofensiva – a equipa já marcou 24 golos – misturada com algumas preocupações defensivas – os comandados de Vítor Oliveira já sofreram 26 golos, cinco deles no palco da partida. A ausência de Paulinho é um murro na criatividade da equipa, ainda que a recuperação de Fabrício traga esperança.

Tomba gigantes ou a continuidade de uma força (quase) 100 por cento vitoriosa. Venha daí essa Festa.
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Retirado de zerozero

sábado, 23 de setembro de 2017

Dinâmica de vitória (nem tanto)

imagem retirada de zerozero
Tendo estado no Estádio do Dragão a seguir in loco o FC Porto 5 x Portimonense SC 2 referente à 7.ª jornada da Liga NOS, na qualidade de adepto digo-vos que assisti um grande jogo de futebol. Daqueles jogos que fazem com que valha a pena ir ao futebol num dia da semana após mais uma cansativa jornada de trabalho. Mas isto é aquilo que sente o meu coração d e adepto. A razão faz-me ver as coisas de outra forma. O que a razão me diz é que este resultado é enganador. Profundamente enganador. E faço, desde já, os mais sinceros votos de que o Futebol Clube do Porto não jogue desta forma com o AS Mónaco e Sporting CP.

Claro que vencer é importante. Claro que marcar mais golos do que o adversário é - também – importante. Tanto uma coisa como a outra contribuem para o aumento da moral e fazem com que a tal de dinâmica de vitórias “carbure”. Mas (tem de haver sempre um mas), é preciso ser-se sincero e dizer-se que os três golos iniciais que o FC Porto marcou de rajada não foram inteiramente merecidos. A equipa algarvia estava a bater-se muito bem até ter sofrido três golos em cinco minutos. E a prova disto é que mesmo estando a perder por 3 a 0 esta não baixou os braços e marcou um golo. Golo este que enervou - de que maneira - os jogadores e adeptos portistas. E enervou porque (mais uma vez) a defesa azul e branca abriu um inadmissível buracão. E isto tanto no primeiro como no segundo golos do Portimonense. Fosse a equipa de Vítor Oliveira o Beşiktaş JK e lá teríamos o “mar azul” a vir para a Praça Pública com a desculpa esfarrapada do “plantel curto”.

Já aqui o disse (e não me canso de o repetir) que isto de se correr até cair para o lado é muito giro aos olhos do adepto, mas na prática nem sempre resulta. Tal pode até resultar contra equipas do estilo do Portimonense SC, mas diante de equipas de maior poderio é aquilo que já vimos contra a aqui referida equipa turca. Especialmente estando Danilo Pereira no estado lastimoso de forma em que está… Especialmente enquanto Brahimi e Corona não perceberem que também tem de vir defender para “fechar o corredor”.

Apesar de tudo pareceu-me já ter visto, aqui e acolá, algumas melhoras no estilo de jogo que Sérgio Conceição pretende implementa na equipa. Confesso que gosto de ver a equipa a construir jogo desde a defesa e a lançar bolas longas para o ataque por forma a aproveitar o adiantamento das linhas adversárias, mas há que saber gerir o esforço e procurar controlar a partida através da posse da bola. Repito; não é por se correr muito e marcar muitos golos que se ganha um jogo. Espero bem que Sérgio Conceição aproveite vitórias como a de hoje para melhorar o que tem de ser melhorado.

Uma última palavra para destacar a enorme qualidade do jogador Paulinho do Portimonense Sporting Clube. O médio brasileiro tem tudo para vir a ser um grande jogador. Técnica, força, velocidade e visão de jogo são as suas melhores caraterísticas. Vamos a ver como este vai evoluir ao longo da temporada, mas a continuar assim não me admiro mesmo nada que este acabe por se mudar para um equipa de média/grande dimensão.

MVP (Most Valuable Player): Moussa Marega. Um “tanque” na frente de ataque portista que dá tudo o que tem e não tem até ao fim do jogo. Hoje Marega foi igual a si próprio e se hoje os azuis e brancos levaram de vencido a corajosa equipa do Portimonense foi muito por culpa do maliano que tudo fez para “degastar” a defesa algarvia.

Chave do Jogo: Inexistente. Não obstante o elevado score alcançado pelo Futebol Clube do Porto, a dúvida marcou quase sempre presença pois a defesa azul e branca não dava segurança nenhuma a ninguém e o Portimonense não desistiu nunca de lutar.

Arbitragem: Jogo tranquilo. Tirando um ou outro lance, Luís Ferreira e restante equipa de arbitragem realizaram uma boa arbitragem.

Positivo: Moral em alta. Vencer é importante, mas vencer de goleada e colocar pressão acrescida sobre Sporting CP e SL Benfica é ainda melhor.

Negativo: Danilo Pereira. Danilo está ainda longe (muito longe) do seu melhor. Num sistema tão vertiginoso como o de Sérgio Conceição tal é fatal.
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (22/09/2017)

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

A navegar nas águas desejadas

FC Porto e Portimonense têm semelhanças no nome, na alusão a regiões costeiras e, no que diz respeito a futebol, no bom posicionamento na Liga NOS. E é com esse contexto favorável que se defrontam a abrir a jornada 7 do campeonato.
 
Os dragões não podiam estar melhor. Claro que o Sporting tem mais golos e, por isso, lidera, mas as seis vitórias em seis jogos dão, num olhar apenas para dentro, uma clara sensação de que o caminho é o certo para que o êxito no final do campeonato seja uma realidade. Para além disso, apenas um golo sofrido (e a forma como aconteceu, na saída de campo de Alex Telles) é outro dado de galvanização azul e branca.
 
Há a jornada europeia na próxima semana e esse é um detalhe que conta - mesmo que se diga que não. Conta para Sérgio Conceição, ainda que este deva manter os mais rotinados, e conta para os jogadores, que sabem da relevância que um jogo contra o Mónaco tem nesta altura.
 
Importa, desta forma, uma entrada afirmativa e concreta, para que a equipa possa tratar deste assunto com tranquilidade e depois olhar para as necessidades físicas e psicológicas que o jogo em França acarreta.
 
Um conjunto que promete
 
Mas não chegará ao FC Porto fiar-se no seu sucesso só pelo maior poderio. Este Portimonense, em seis jogos, já mostrou que veio para ficar e os seis pontos, apesar de fazerem com que a equipa navegue em águas seguras, traduzem pouco o bom futebol e os interessantes praticantes que Vítor Oliveira tem à disposição.
 
No plano mediático, o jogo na Luz é o que está presente na maioria dos seguidores do futebol. E é um bom cartão de visita. Tal como as duas vitórias em casa e mesmo a derrota contra o Marítimo no seu estádio. Só que, a bem de uma embarcação continuamente confiante e tranquila, importa traduzir com maior frequência as boas exibições em bons pontos.
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Retirado de zerozero

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Regressam os treinos

Ora pois, depois de termos tido o prazer de ver dois jogos a sérios onde a seriedade teve lugar cativo, eis que agora vamos ser brindados com um jogo treino onde estará tudo em jogo menos a seriedade que se exige a um jogo de futebol. É que os jogos da Taça da Liga não servem para absolutamente nada senão para a “panca” que Julen Lopetegui tanto gosta de fazer. E só não o faz nos jogos a sério porque já são 6 os pontos de distância para o primeiro classificado da Liga Portuguesa.
 
Quer isto dizer, portanto, que vamos ter pela frente uma tremenda seca. Seca esta que se for ganha óptimo, mas se não o for não há crise porque o que realmente interessa é o jogo do próximo fim-de-semana que se vai realizar em Penafiel.
 
Já agora, o adversário de mais logo dá pelo nome de União da Madeira, uma equipa que há largos anos que não milita na Divisão principal do nosso futebol e que ando militava fazia sempre a “vida negra” ao Dragão sempre que este se deslocava à Madeira. O seu actual Treinador é Vítor Oliveira, o “mago das subidas de divisão” que sobe sempre as equipas que orienta, se bem que desta vez a coisa está mais complicada porque os Madeirenses ocupam o 8.º lugar da Segunda Liga. E pouco mais há a dizer sobre o união porque é certo e sabido que Vítor Oliveira vai fazer entrar em campo as suas segundas e terceiras linhas.
 
Quanto aos escolhidos de Lopetegui para este treino, o guarda-redes Helton, os defesas Reyes e Alex Sandro, o médio Rúben Neves e os “bês”Gonçalo Paciência e Ivo são as novidades na lista de convocados para a recepção ao União da Madeira, a contar para a segunda jornada do grupo D da Taça da Liga. As duas formações estão no topo da classificação, com três pontos
 
Rúben Neves regressa após recuperar de lesão, enquanto Gonçalo Paciência e Ivo, do FC Porto B, se poderão estrear ao serviço da equipa principal; Alex Sandro cumpriu um encontro de castigo na recepção ao Belenenses, juntando-se a uma lista que inclui também Helton (ainda sem minutos esta temporada, devido à grave lesão sofrida em Março de 2014) e o Mexicano Diego Reyes. Relativamente à última convocatória, para o referido jogo de Sábado, da 16.ª jornada da Liga Portuguesa, saem dos eleitos Fabiano, Danilo, Martins Indi, Casemiro, Tello e Herrera.
 
Lista de 18 convocados: Helton e Andrés Fernández (g.r.); Maicon, Marcano, Quaresma, Jackson Martínez, Quintero, Reyes, José Ángel, Evandro, Adrián López, Ricardo, Campaña, Alex Sandro, Óliver Torres, Rúben Neves, Gonçalo Paciência e Ivo Rodrigues.
 
Onze provável (4x3x3): Andrés Fernández, Ricardo, Marcano, Diego Reyes, Alex Sandro, Campaña, Evandro, Quintero, Adrián López, Quaresma e Gonçalo Paciência
 
Vamos tentar disponibilizar alguns streams para que possam acompanhar este jogo treino em directo. Passem pelo Blog perto da hora do jogo.