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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

E tudo o Dragão levou!

imagem retirada de zerozero
É um facto que critico o Futebol Clube do Porto. E faço-o sempre na prespectiva de que as coisas melhorem. Mas também sei elogiar este FC Porto e hoje é praticamente impossível não se elogiar a prestação deste Porto diante de um muito frágil GD Estoril Praia.

37 dias depois um tremendo “vendaval” ofensivo dos portistas na segunda parte colocou, e bem, os Dragões na merecida liderança da Liga NOS tendo agora cinco pontos de distância para o segundo classificado. Cabe agora a Sérgio Conceição - e restante equipa - saber gerir esta vantagem pontual. Gestão esta que não vai ser nada fácil dado que começam a ser algumas e preocupantes as lesões de jogadores importantes (como Alex Telles, por exemplo).

Uma nota final sobre a arbitragem desta segunda parte. É um facto que Vasco Santos errou na análise do primeiro golo dos azuis e brancos, mas também é verdade que o Estoril não jogou absolutamente nada. Até Ivo Vieira, treinador dos «canarinhos», assumiu tal sem recorrer à arbitragem. Por isto o Benfica e o seu exército de “cartilheiros” que “metam a viola ao saco” e vão pregar para a Freguesia de Carnide. Especialmente quando o clube da Luz é beneficiado por erros arbitrais diante de equipas que estão a lutar de igual para igual com a equipa de Rui Vitória. E o mesmo recado é enviado ipsis verbis para o Sporting.

MVP (Most Valuable Player): Tiquinho Soares. Confesso que me foi complicado escolher o melhor em campo de um jogo tão estranho, mas a verdade é que Tiquinho Soares deu a volta a um resultado que ao intervalo era desfavorável para as aspirações azuis e brancas. Daí eu ter considerado o avançado brasileiro o MVP deste jogo.

Chave do Jogo: Apareceu no arranque da segunda parte para resolver a contenda a favor do FC Porto. A forma destemida e decidida como os portistas entraram em campo resolveu de imediato uma partida que até estava complicada para as aspirações azuis e brancas.

Arbitragem: Partida difícil para Vasco Santos. A alta intensidade com que o FC Porto entrou em campo levou a vários lances divididos e a alguns bate-bocas. Mas o maior erro acaba por aparecer mesmo no primeiro golo portista. Soares não toca na bola, é um facto, mas o avançado brasileiro aparecia em fora de jogo e acabou por ter influência na jogada. Erro que acabou por não ser corrigido pelo VAR.

Positivo: Raça portista. A perder ao intervalo e a só poder entrar em campo 37 dias depois para disputar a segunda parte, impossível é não se elogiar a forma fantástica como este Futebol Clube do Porto procurou resolver o jogo.

Negativo: Comentadores da SportTv. É verdade que o árbitro errou no primeiro golo do FC Porto, mas daí a dizer-se que o GD Estoril perdeu por causa disto vai uma grande distância.
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (21/02/2018)

sábado, 28 de janeiro de 2017

Ida a Lisboa com uma missão: Pressionar o líder

É aparentemente simples a fase da temporada em que se encontra o FC Porto. A jogar de fim de semana em fim de semana (enquanto não chega a Liga dos Campeões), os dragões só têm que apontar à conquista dos três pontos em todos os jogos, para assim colocar pressão sobre o líder Benfica. É nessa ideia que chega a partida deste sábado no terreno do Estoril-Praia.

A quatro pontos do Benfica e a jogar dois dias antes, o FC Porto tem uma oportunidade para se colocar provisoriamente a um ponto da liderança e, quer se assuma quer não, não é mesma coisa entrar em campo com uma vantagem de um ponto, ao invés de ter quatro.

Por seu lado, o Estoril perdeu sete dos últimos 10 jogos e parece não haver meio de Carmona colocar a equipa a jogar à sua imagem. Já foi tentado o futebol de posse e as transições rápidas, mas ainda não houve resultados consistentes e já só há três pontos de vantagem para os lugares de despromoção.
 
Brahimi na equação dos jogos fora
 
Foi uma espécie de semi-reforço para Nuno Espírito Santo, que ainda não vai ter o novo homem do ataque, Soares, que está castigado. Brahimi partiu para a CAN e pensou-se que apenas ia regressar em fevereiro. O certo é que a má prestação da Argélia trouxe o criativo de volta a Portugal e em boa hora. Se nos recordarmos do último jogo fora de casa dos portistas, frente ao Paços de Ferreira (0x0), sentiu-se, e muito, a falta do extremo Brahimi no ataque azul e branco.
 
Sem ter toda a informação sobre o estado físico de Brahimi, parece claro que apenas uma péssima condição poderá tirar o argelino do 11 de Nuno Espírito Santo e percebe-se bem o porquê. Antes de partida para a CAN, muita da qualidade ofensiva do FC Porto passava por ele. Não só pelo que jogava, mas também por libertar Óliver e Diogo Jota para não terem de aparecer tanto na esquerda e focarem-se nas suas tarefas primordiais.
 
É um jogo de risco para o FC Porto, como vão ser todos até ao fim do campeonato. Mas este jogo ganha ainda mais relevo se nos lembrarmos que os dragões apenas venceram um dos últimos sete jogos fora da «fortaleza do Dragão».
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sábado, 30 de janeiro de 2016

Vencer para ganhar uma equipa

Mais logo o Futebol Clube do Porto tentará dar continuidade ao moroso e sempre complicado trabalho de reconstrução- E irá faze-lo jogando, o que torna o processo ainda mais moroso e incerto dado que os Azuis e Brancos estão sob uma incompreensível pressão da parte dos seus adeptos.

Para além do exposto em cima, o adversário de mais logo é complicado. A jogar em casa o Grupo Desportivo Estoril Praia vai querer dar o seu melhor e não irá, de maneira alguma, facilitar como quando defronta o vizinho SL Benfica.

Os “Canarinhos” (denominação pela qual é conhecida a equipa de Fabiano Soares) têm por hábito entrar com muita força na primeira parte dos seus jogos. E fazem-no mesmo quando defrontam um dos ditos “Grandes” do nosso campeonato! Contudo na segunda parte costumam “perder algum gás” só que isto mais logo não deverá acontecer porque não é crível que o Estoril faça a a vassalagem que já fez a outros adversários. 

Em suma, quer isto tudo dizer que o FC Porto terá de entrar em campo decidido “a matar” o jogo para depois poder concentra-se na sua reconstrução enquanto equipa. Uma tarefa bicuda esta a de Peseiro que já sania ao que vinha quando aceitou treinar um Futebol Clube do Porto perdido no abismo.

Raça, querer e empenho, muito empenho, exigem-se aos Dragões que mais logo entrarão em campo para disputar os três pontos da vitória. 

A estreia de Moussa Marega é o destaque entre 12 novidades na convocatória de José Peseiro para esta deslocação do FC Porto ao Estádio António Coimbra da Mota, onde vai defrontar o Estoril, em partida da 20.ª jornada da Liga NOS, agendada para as 18h30 de hoje. Casillas, Maxi Pereira, Martins Indi, Marcano, Brahimi, Aboubakar, Herrera, Corona, André André, Miguel Layún e Danilo integram também o leque de opções do treinador, numa lista que inclui 19 nomes. 

Em comparação com a convocatória elaborada para a partida com o Feirense, da Taça da Liga, saem dos convocados Raúl Gudiño, Imbula e André Silva, da formação principal, e oito jogadores do FC Porto B: os defesas Víctor García, Rodrigo, Chidozie e Maurício, os médios Omar Govea, Francisco Ramos e Pité e o avançado Gleison. 

Lista de 19 convocados: Helton e Casillas (guarda-redes); Maxi, Martins Indi, Maicon, Marcano, Rúben Neves, Varela, Brahimi, Aboubakar, Marega, Sérgio Oliveira, José Ángel, Herrera, Corona, André André, Miguel Layún, Danilo e Suk.

Onze provável (4x4x2): Casillas, Maxi, Indi, Marcano, Layún, Brahimi, Danilo, Herrera, André André, Marega e Aboubakar