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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O Cantinho das Modalidades

Andebol
 
O ponta-direita Wesley Freitas foi convocado para representar a selecção Brasileira no Torneio Internacional das Quatro Nações, que se disputa no Brasil entre 25 de Outubro e 2 de Novembro. A competição serve de preparação para a participação da equipa Sul-americana no Campeonato do Mundo que se realiza no Catar, entre 15 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2015.
 
Internacional Brasileiro desde o escalão de cadetes – já passou pelos juvenis, juniores e seniores –, Wesley Freitas chegou esta temporada ao FC Porto, após representar o Taubaté, de São Paulo. No último Pan-Americano de selecções, disputado em Junho, no Uruguai, o jogador foi o melhor marcador Brasileiro (29 golos) e quarto na competição, conquistada pela Argentina.
 
Já no Andebol 1, o FC Porto conseguiu superiorizar-se ao Águas Santas no Dragão Caixa com o score final de 24 x 23 numa partida a contar para a 4-ª Jornada da Competição. Com este resultado, os Dragões somam quatro vitórias em quatro jogos e mantêm-se assim na liderança do Andebol 1, com 12 pontos, a par do Sporting, igualmente só com triunfos.
 
Hóquei em Patins
 
Sem Edo Bosch (à espera do resultado do recurso do castigo de 15 jogos de suspensão), Reinaldo Ventura e Jorge Silva (a cumprir o primeiro de dois jogos de castigo), indisponíveis após a final da Taça de Portugal da época passada, o FC Porto Fidelidade entrou em campo com uma outra figura: Rafa, ex-Valongo, iniciou da melhor maneira o seu regresso ao Dragão Caixa - já havia sido atleta do FC Porto -, com um hattrick (6m, 7m e 13m), tornando-se na figura maior da primeira metade do desafio.
 
Os Dragões fizeram sete golos numa primeira parte de sentido único, contando para isso com a pontaria afinada de Pedro Moreira (dois golos), Vítor Hugo e Caio. A formação que veio dos Açores pouco incomodou Nélson Filipe, reduzido a espectador do vendaval ofensivo com que os Portistas brindaram o adversário.
 
A segunda metade foi disputada a um ritmo mais lento, que deu inclusivamente para o regresso de Tiago Sousa (que já foi guarda-redes do FC Porto) à baliza dos Dragões. Vítor Hugo marcou mais um golo aos 28 minutos, com Edgar Pereira (33m) a reduzir para o Candelária e a fazer o resultado que se viria a verificar até ao minuto final.
 
Foi aí que Vítor Hugo completou o seu hattrick e Caio aumentou a contabilidade pessoal para dois golos, e fixou o resultado nos 10 x 1 que a partida chegou ao final. O próximo encontro dos comandados de Tó Neves é contra os Tigres, a 11 de Outubro, pelas 18H, no Pavilhão Municipal Alfredo Bento Calado, em Almeirim.

domingo, 1 de junho de 2014

Nulo no buraco do Jamor

Primeiro teste de Portugal antes do Campeonato do Mundo com boas indicações mas sem golos. Paulo Bento cumpriu o que havia prometido, ensaiar estratégias e soluções, variações estratégicas e tácticas. Nani e Éder deram nas vistas.
 
Apesar de o confronto entre Portugal e Grécia ser de preparação, mais ainda em vésperas do Campeonato do Mundo, a equipa das Quinas deu bons sinais ao longo de toda a primeira parte, entrando em campo com grande dinâmica, boas aproximações da zona de finalização e aproveitando os lances de bola parada.
 
Num esquema menos habitual – dois pontas de lança, Éder e Hélder Postiga -, e com Varela e Nani a oscilarem entre o ataque e o meio, mediante a equipa das Quinas atacasse e defendesse, Portugal entrou a ameaçar logo no segundo minuto de jogo, por Éder, que cabeceou na zona do ponta de lança para a defesa de Karnezis, depois de um bom cruzamento de Nani.
 
Apesar das novidades no 11, com jogadores em campo menos habituados a jogarem juntos, Portugal foi sempre melhor. Em ataque, William Carvalho e Miguel Veloso desdobravam-se, ora ficando um atrás, ora ficando o outro. Em construção, Varela e Nani surgiam mais ofensivos, e muitas vezes o jogador do FC Porto apareceu em espaços mais interiores, movimentações que pouco lhe conhecemos. Éder, mais móvel, ajudava mais na construção e surgia bem em zonas de finalização, sendo um dos destaques da primeira parte bem conseguida das Quinas.
 
Sempre com mais bola e mais pendor ofensivo, Bruno Alves repetiu o gesto de Éder, à passagem dos seis minutos, e depois Ricardo Costa. Aos sete minutos Portugal já podia estar a vencer e só não festejou porque Karnezis também fez o seu trabalho e foi defendendo com brio as redes Helénicas.
 
Portugal dominou, deu boas indicações e apresentou bons pormenores, perante uma Grécia que parecia estar a jogar para o ponto, mesmo sendo um amigável. Tanto assim foi que só aos 38 minutos surgiu o primeiro remate da equipa orientada pelo Português Fernando Santos. Eduardo, que até esse instante era um mero espectador do jogo, continuou. Torosidis, de fora da área, rematou ao lado.
 
O ritmo do jogo baixou, a qualidade também, e o nulo permaneceu até ao intervalo. Nani e Éder reclamavam os holofotes do primeiro tempo.
 
Paulo Bento mexeu ao intervalo, trocando Postiga por Hugo Almeida e colocando Beto no posto de Eduardo. A tendência apresentada na primeira parte manteve-se. Mais Portugal, menos Grécia, que continuava com problemas no último processo de construção.
 
Os lances de perigo iminente, no entanto, escasseavam. Paulo Bento voltou a mexer, tirou Éder, meteu Rúben Amorim, e a estrutura da Selecção passou a ser aquela mais tradicional, com um trio no meio-campo, Varela e Nani a apoiarem Hugo Almeida, no centro do ataque.
 
Foi assim que surgiu o perigo, aos 66 minutos: arrancada de Varela, cruzamento pingado para Nani e o corte dos Gregos pela linha de fundo. Logo depois, novamente o extremo do United a criar perigo, a tirar um adversário do caminho com uma simulação e a rematar forte, obrigando o guarda-redes Grego a defender a dois tempos.
 
A Grécia só aos 80´ chegou à baliza lusa com Ricardo Costa a cortar na hora certa um cruzamento de Torosidis. Ainda houve tempo de Vieirinha e Rafa entrarem em campo, de Beto brilhar com uma grande defesa após um remate de Fetfatzidis, dentro da área, e de Ricardo Costa ensaiar um cruzamento em jeito que foi à barra, mas nada mais.
 
O último jogo dos Lusos em território Nacional terminou em branco mas em festa, do Centenário da Federação e da homenagem a Eusébio e a Mário Coluna. Seguem-se os amigáveis com o México e com a República da Irlanda, nos Estados Unidos da América. Só depois a equipa das Quinas viaja para o Brasil, para participar no Mundial.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Nani

sábado, 16 de novembro de 2013

A meio caminho do Brasil

Cristiano Ronaldo tem sido um dos jogadores mais falados no momento e vai continuar a sê-lo, pelo menos, até à próxima terça-feira, dia em que Portugal e a Suécia se vão defrontar pela segunda vez neste play-off de apuramento para o Campeonato do Mundo de 2014.
 
O capitão da Selecção Portuguesa, aos 82 minutos, marcou o golo que garantiu a vitória sobre a Suécia por 1 x 0 e que coloca Portugal em vantagem para o encontro da segunda mão, numa magra vantagem que faz lembrar o primeiro dos três play-offs consecutivos que a turma Portuguesa disputa, quando em 2010, também no Estádio da Luz, venceu a Bósnia-Herzegovina pela margem mínima.
 
Apoiado por um público entusiasta e que nunca virou costas aos jogadores, Portugal alcançou um resultado importante, naquela que foi a primeira vez que derrotou a Suécia em solo Luso. Os Portugueses conseguiram colocar-se em vantagem na eliminatória, que até podia ser por mais que um golo se Cristiano Ronaldo não tivesse cabeceado à barra aos 86 minutos, e não sofreram golos, o que é um bom prenúncio para o jogo fora de casa.
 
Como lhe competia, Portugal começou por ter mais posse de bola e graças a isso criou a primeira oportunidade de golo, com Raul Meireles a assistir João Moutinho e este, após ter passado pelo guarda-redes, a rematar à malha lateral. Estavam decorridos cinco minutos e o jogo parecia iniciar bem para as cores nacionais. No entanto, a resposta Sueca não demorou e surgiu pelo pé de Johan Elmander, que após aparecer entre os centrais viu o esférico passar a centímetros do poste de Rui Patrício depois de uma assistência de Mikael Lustig.
 
Passado o perigo Sueco, a toada do encontro manteve-se. A Selecção Portuguesa passou mais tempo com a bola nos pés mas foram os Nórdicos que estiveram mais perto de marcar. Primeiro foi Rui Patrício a defender um remate perigoso de Sebastian Larsson e pouco depois Kim Kallstrom, através da conversão de um livre, ficou a ver a bola passar perto da baliza de Portugal.
 
Os comandados de Paulo Bento sentiam imensas dificuldades para ultrapassarem o obstáculo defensivo da Suécia e por isso passaram a um plano B. Apostando nos passes longos sempre pelo lado esquerdo do ataque, primeiro para Cristiano Ronaldo e posteriormente para Fábio Coentrão, os jogadores Portugueses tentaram aproximar-se da baliza à guarda de Andreas Isaksson.
 
Todavia, o melhor que conseguiram foi ganhar pontapés de cantos, através dos quais raramente criaram um perigo real. O melhor foi mesmo um cabeceamento de Cristiano Ronaldo após saltar mais alto do que os adversários. Além do lance do capitão, Portugal ainda chegou perto da baliza da Suécia por mais duas vezes, embora sem criar sustos. João Pereira cruzou para Hélder Postiga, que não conseguiu chegar primeiro do que Isaksson à bola, e Pepe, após assistência de Miguel Veloso, cabeceou para as mãos do guarda-redes adversário.
 
Ao intervalo, a verdade é que Portugal tinha mais posse de bola, mas os lances de maior perigo pertenciam à Suécia, que desde o primeiro minuto se mostrou agradada com a hipótese de levar um empate do Estádio da Luz para a segunda mão. A demora nas reposições de bola desde o apito inicial do árbitro indiciava isso mesmo.
 
Tal como na primeira parte, Portugal entrou bem no jogo, mas desta vez conseguiu manter o registo ofensivo e deixar a Suécia afastada da baliza de Rui Patrício durante quase toda a etapa complementar, se bem que os Nórdicos estavam claramente mais preocupados em manterem-se organizados e coesos defensivamente do que em chegar à frente do marcador.
 
Colocando intensidade em todos os lances que disputavam, os jogadores Lusos tentaram desde logo chegar ao golo da vantagem no jogo e na eliminatória. Porém, nem sempre o fizeram da melhor maneira. O primeiro foi Hélder Postiga, que à meia volta, ainda de fora da área rematou à meia volta mas por cima. Pouco depois, assistiu-se a uma enorme confusão na área Sueca, na qual faltou sorte a Postiga para colocar a bola no fundo do marcador.
 
Portugal continuou a mandar claramente no encontro e a aproximar-se da área adversária. Nani, novamente uns furos abaixo daquilo que pode fazer e que já exibiu com a camisola da Selecção, tentou servir Hélder Postiga, que entre dois defesas não conseguiu o desvio, e pouco depois o mesmo avançado do Valencia, na sequência de um canto (nesse capítulo Portugal deu goleada), cabeceou ao primeiro poste por cima.
 
Tudo isto aconteceu durante os primeiros 20 minutos da segunda parte, sendo que nessa altura Paulo Bento decidiu trocar Hélder Postiga por Hugo Almeida, naquela que foi a primeira substituição do jogo. No entanto, por mais trocas que o Selecionador fizesse parecia destino que o jogo teria que ser decidido por...Cristiano Ronaldo.
 
A haver uma Selecção vencedora no encontro teria que ser Portugal, a única que quis verdadeiramente chegar à vitória na Luz. E a haver um marcador teria que ser Cristiano Ronaldo, o jogador de quem todos falam e que disse «presente» quando a Selecção mais precisava.
 
Aos 82 minutos, o capitão da Selecção Portuguesa cabeceou no coração da área após cruzamento de Miguel Veloso e colocou Portugal a vencer por 1 x 0, num golo que pode ser decisivo no apuramento para o Campeonato do Mundo de 2014. Portugal até podia ir para a Suécia, para o encontro da segunda mão, com uma vantagem mais dilatada mas, quatro minutos após ter facturado, Cristiano Ronaldo cabeceou à barra.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Pepe

sábado, 7 de setembro de 2013

Do Inferno aos Céus

Entre as brumas densas de Belfast, Cristiano Ronaldo apareceu e provou - mais uma vez - que está no topo do futebol Mundial. Portugal perdia por 2 x 1 frente à Irlanda do Norte até que um «hat-trick» puro do Capitão selou sem dúvidas o triunfo Luso por 4 x 2.
 
As circunstâncias do grupo facilitavam as contas, especialmente depois do triunfo da Rússia sobre o Luxemburgo, por 4 x 1. A Portugal só interessava ganhar em Belfast, na passada sexta-feira, para manter na linha o sonho Mundial, por muito que tudo e todos tenham procurado retirar esse fardo de pressão antes do apito inicial.
 
O arranque foi sôfrego, com a Selecção Nacional a ver-se pressionada pelo estilo de jogo excitante da Irlanda do Norte; o que falta em técnica sobre em vontade e superação aos Britânicos e os primeiros 20 minutos de jogo foram marcados por essa conduta. De Portugal, pouco se via além das queixas de Cristiano Ronaldo às constantes entradas vigorosas dos adversários.
 
O cenário prometeu mudar aos 16 minutos, quando Bruno Alves deixou uma primeira ameaça. O desvio de cabeça do defesa central do Fenerbahçe passou ao lado, coisa que já não aconteceu aos 21 minutos. João Moutinho bateu um canto da direita, deu-se um desvio ao primeiro poste e Bruno Alves apareceu no coração da área a rematar certeiro, de pé direito, para a vantagem Lusa em Belfast.
 
O golo de Portugal não representava necessariamente uma superioridade em campo, mas a vantagem devia ter dado outra estabilidade emocional e futebolística à equipa; não deu, ainda que na dezena de minutos seguintes tivesse dado essa ilusão. A verdade é que a equipa de Paulo Bento manteve a atitude de passividade e aos 36 minutos pagou a factura.
 
Também de canto, a Irlanda do Norte chegou ao empate, com McAuley a antecipar-se a Bruno Alves e Hélder Postiga para desviar de cabeça para o fundo das redes de um impotente Rui Patrício. As contas voltavam ao início, simples de fazer mas complicadas de construir.
 
E tudo ficou tão mais complexo aos 43 minutos, quando Hélder Postiga encostou a cabeça ao oponente e recebeu ordem de expulsão. A decisão do árbitro pode ser exagerada – e é -, mas está longe de merecer total reprovação. O avançado do Valencia pôs-se a jeito e não escapou; ele e a Selecção, que ficava com 45 minutos de jogo pela frente em inferioridade numérica.
 
Uma condição que não demorou muito a conduzir Portugal ao precipício. Minuto 52, novo canto para a Irlanda do Norte e reviravolta completa no Windsor Park, com o golo de Weird a dar vantagem à equipa da casa, ainda que em posição claramente irregular. O que já estava mau para a Selecção Portuguesa assumia contornos desastrosos e que ameaçava deixar Portugal em posição delicadíssima na luta pelo apuramento.
 
Mas após tanto contratempo para Portugal, Chris Brunt viu o segundo cartão amarelo, aos 61 minutos, e também foi expulso. Novamente em igualdade numérica, a Selecção Portuguesa cresceu e Cristiano Ronaldo apareceu. O Capitão de Portugal fez o empate, aos 68 minutos, com um grande golpe de cabeça, mais uma vez na sequência de um canto, e aos 77 voltava a usar a cabeça para devolver a vantagem a Portugal.
 
Logo depois, Lafferty viu o cartão vermelho directo e Ronaldo respondeu-lhe com novo golo, fixando o resultado final em 4 x 2 para Portugal. Mesmo com limitações físicas, Ronaldo foi Herói e liderou o caminho que aponta cada vez mais ao Brasil, na noite em que ultrapassou Eusébio no número de golos apontados: 43. 
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Cristiano Ronaldo

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O Cantinho das Modalidades (Edição Especial)

Juliana Rocha (na imagem em cima) vai estar presente no Campeonato do Mundo de Boxe que decorre de 9 a 20 de Maio, na China.

A Tetracampeã Nacional terá de ficar entre as oito primeiras classificadas para conseguir alcançar o seu grande objectivo: a participação nos Jogos Olímpicos. O percurso vai ser difícil mas a atleta acredita no seu valor e está confiante em honrar a camisola do FC Porto.

De partida para Qinhuangdao, na China, Juliana Rocha não descarta a possibilidade de conseguir um bom resultado. "Vai ser muito difícil mas não é impossível. Acredito no meu valor. O meu objectivo é ficar nas oito primeiras classificadas, para conseguir o apuramento para os Jogos Olímpicos", afirmou, em declarações ao Porto Canal.