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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

9 coisas que talvez não saiba sobre André Silva

Na virtude de ser simples na hora do remate e o mais que se não sabe da sua vida, o seu trajeto vai-se fazendo de golos. André Miguel Valente da Silva há muito que procura ser o "9" da camisola azul e branca.

O zerozero dá-lhe agora nove curiosidades sobre o atacante nortenho.

  • Praticou karaté muito tempo e experimentou MMA aos 15 anos. Antes, aos seis começou a jogar futebol, depois de praticar natação
  • No Salgueiros chegou a alinhar como médio e extremo
  • Em miúdo era apelidado de Deco e sonhava ser Polícia
  • Custou um valor entre 500 e 1000 euros aos cofres azuis e brancos
  • Despertou interesse dos portistas com uma exibição numa manhã de domingo, em 2010, no campo da Constituição
  • Começou no Salgueiros, passou por Boavista e Padroense antes de se fixar no Olival, onde completou a sua a formação
  • Nasceu em Baguim do Monte, no concelho de Gondomar
  • Estreou-se com a camisola principal do FC Porto a 29 de dezembro de 2015
  • Cristiano Ronaldo e o brasileiro Ronaldo (fenómeno) são a sua inspiração na frente de ataque
Retirado de zerozero

O negrito e sublinhado são da minha autoria. Explicam muita coisa...

segunda-feira, 28 de março de 2016

Pensamento da Semana: Esta nossa Comunicação Social

Eu há coisas que não posso ficar calado… Estava eu a ver o jogo da nossa Selecção e a ouvir os Comentadores que a determinada altura me saem com esta: Falta um ponta de lança a Portugal. E falta tal jogador porque actualmente não existe ponta de lança que possa jogar na equipa A da nossa Selecção e que tal só aparecerá após muitos anos de trabalho. Como remate final eis que disseram ainda que Pauleta foi o último “homem golo” que tivemos à disposição.

Ora para além do exemplo de Hugo Vieira, ponta de lança, a que o cartoon do jornal o jogo faz referência eis que eu descobri outro. Também ele português. E até joga no nosso campeonato! Chama-se Bruno Moreira e é somente o melhor marcador português da nossa Liga com 14 golos em 23 jogos. Eu bem sei que custa um bocadinho comentar seja o que for sem a camisola do Mantorras vestida, mas bem que poderiam fazer o favor de fazer o vosso trabalho como deve ser não Srs. e Sras. Jornalistas? É que neste momento Portugal não precisa de mais médios (Renato Sanches) mas sim de um – ou dois – fulanos que metam o raio da bola na baliza adversária!

terça-feira, 22 de março de 2016

Pensamento da Semana: Aquele enigma

Como muitos devem saber /quem não souber fica agora a saber) tenho por norma analisar os jogos que o Futebol Clube do Porto realiza. Já venho fazendo tal coisa há mais de um ano e meio (salvo erro). Esta temporada cheguei a uma conclusão muito interessante que gostaria de partilhar convosco.

O Futebol Clube do Porto versão 2014/15 contava no início da época com os serviços de 7 médios: Imbula, Rúben Neves, Sérgio Oliveira, Danilo Pereira, Evandro, André André e Herrera. Após o Mercado de inverno Imbula saiu do Dragão e agora os Azuis e Brancos contam com os serviços de 6 médios. Todos estes Jogadores ofereciam – e oferecem – soluções distintas ao seu Treinador. 

Agora a pergunta que aqui levanto é esta: como é que raio 5 Atletas internacionais e 1 não inte5rnacional - todos com renome, qualidade e categoria q.b. atestada por tudo e todos - não conseguem dotar o Futebol Clube do Porto da dinâmica de que uma equipa de futebol necessita para que os momentos de transição defesa/araque e vice-versa e apoio defensivo/ofensivo não sejam o desastre total que temos vindo a assistir desde que a época se iniciou? 

É que desta forma não há Treinador nem defesa e ataque que resista...

sexta-feira, 31 de julho de 2015

O real cerne da questão

Nos últimos dias tenho lido e ouvido muitas opiniões sobre o actual estado do Futebol Clube do Porto. Entre estas opiniões existem dois assuntos onde o universo Azul e Branco têm centrado a sua atenção quase na sua totalidade (senão mesmo na totalidade). São eles: a contratação de um médio criativo e a contratação de um ponta de lança.
 
Ora na minha perspectiva a maioria dos Portistas está completamente a lés do real problema que parece não querer deixar o Futebol Clube do Porto de Lopetegui: a posse pela posse.
 
Não sei se quem opina (tem direito de o fazer) tem seguido os jogos de preparação do FC Porto versão 2014/15, mas penso que o Clube pode contratar Oliver, Lucas Lima, Osvaldo e outro qualquer de craveira internacional que de nada adiantará enquanto Julen insistir na batida tecla da equipa jogar sempre em posse seja em que situação de jogo for, com tabelas até se entrar com a bola pela baliza adentro e excessiva lateralização do jogo atacante da equipa.
 
Não sou contra o facto de a equipa adoptar um sistema de posse de bola, mas os exageros nunca fizeram bem a ninguém e não me parece que estar sempre a insistir numa fórmula que o FC Barcelona já não aposta e que ao Bayern de Guardiola apenas lhe tem dado para vencer a nível interno não me parece, de forma alguma, a melhor das soluções.
 
Esta teimosia de Julen poderá não nos levar a lado algum. Contrate-se quem quiser que o problema se irá manter enquanto o nosso Basco não perceber que de nada serve andar a passear a bola de um lado para o outro sem progressão, desmarcações rápidas e alguma velocidade.
 
Vamos a ver o que vai suceder ante o Valencia de Espanha, mas será de bom-tom que se comece a pensar em outra forma de estar em campo porque o Campeonato está quase ali ao virar da esquina.
 
Uma nota final para os mais desatentos; o que aqui disse não é mais do que a minha visão sobre o actual estado do FC Porto. Nada tenho contra Julen Lopetegui (que é até uma pessoa que aprendi a admirar), mas quando achamos que algo está mal não devemos encolher os ombros e assobiar para o lado só porque um certo grupo de pessoas acha que não se pode dizer ao Treinador aquilo que achamos que este está a fazer mal.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Elementar Meu Caro Watson

Há algum tempo que alguns comentadores portistas apontam o aparente esforço que Lucho faz para aguentar os 90 minutos. A mudança de posição para junto de Jackson, com a tal história do triângulo invertido, provoca no atleta um desgaste evidente. A frescura que evidenciara há 2 anos quando veio reforçar a equipa parecia ter-se esgotado.

Paulo Fonseca, o novo Vítor Pereira que sem saber ler nem escrever vai ganhar esta Liga, desespera para encontrar uma solução para outro trio: o da frente. Só com um extremo da raiz, o pobre Varela, tão vilipendiado pelo literato do pontapé-na-bola MST, faz das tripas coração, à esquerda ou à direita, como todos vimos no passado Sábado. Jackson ensanduichado entre 2 ou 3 defesas, raramente consegue apanhar a bola em condições de fazer golo. Quem tirocina como “extremo-do-outro-lado” é Alex Sandro, o mais regular jogador desta temporada ou, de quando-em-vez, Danilo que infelizmente em 17 cruzamentos, acerta uma vez com a cabeça de Jackson.

E cadê os alas? Não sabemos bem quem chutou Atsu e Iturbe para outras paragens, despachou Kelvin para a equipa “B” e, tendo assim decidido, porque nunca foi tentada a hipótese Fucile na defesa e Danilo no seu verdadeiro lugar que é médio ofensivo como joga no Brasil. Reparem os meus amigos, por exemplo, a grande influência que Maxi Pereira tem no ataque. Pelo menos 50% dos ataques são pelo lado direito já que, como é conhecido, o clube da treta continua com o defesa-esquerdo congelado
Fernando e Lucho são os “indiscutíveis seleccionáveis”. Sobram Josué, Défour e Herrero, para o tal triângulo do meio-campo. Sábado passado aconteceu uma coisa engraçada. Fernando, o volante que trabalha melhor sozinho do que acompanhado, estava castigado e não jogou. De que se havia de lembrar Paulo Fonseca? Num jogo que precisava de atacar para marcar, colocou a trinco nada mais, nada menos, do que dois médios! Resultado: Lucho estourou e ainda bem, porque Fonseca teve um bom alibi para o substituir.

Alguém deve ter perguntado ao treinador se, afinal, queria ganhar ou empatar, o homem percebeu, raciocinou, travestiu-se de Sherlock Holmes e encontrou a solução óbvia: guardou Lucho para quarta-feira e mandou entrar um tal Carlos Eduardo. Silvestre Varela que continua a desmentir o analfabeto desportivo MST fez uma grande segunda parte culminando num centro milimétrico para Jackson facturar.
Quer isto dizer que Lucho fica fora do onze? Claro que não. Há outros candidatos a sentar no banco e entrar aos bocadinhos como aconteceu a Kelvin. Por exemplo, Josué, Licá, Ricardo e Quintero são jogadores para serem trabalhados. Há várias competições onde podem brilhar.

Em Madrid Lucho voltou a falhar e os 3 compinchas também. Em vez do tal triângulo todo embrulhado, experiência por experiência, eu arriscava jogar em quadrado! Lembram-se do “outro” Pereira, o da Batalha de Aljubarrota e da famosa táctica do quadrado? E no Hóquei em Patins desde os anos 50 que as equipas jogam em quadrado. Ih!Ih!Ih!

O mais engraçado, no passado fim-de-semana com a ascensão dos Calimeros ao 1º lugar, foi o clube da treta ver-se confrontado com a inédita situação do seu “verdadeiro rival” ter vindo à tona. Nos blogues da “instituição” pede-se a cabeça de vários jogadores, do treinador, dos adjuntos, do pseudo director-desportivo Rui Costa, e pasme-se: do presidente e demais administração! Durante quanto mais tempo conseguirão enganar os sócios?
Até à próxima