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domingo, 3 de julho de 2016

Pensamento da Semana: Um bom rapaz

Triste final. Eliminación en octavos, triste regreso, fracaso deportivo y trastos a la cabeza entre el seleccionador y el capitán. Lo que parecía iba a ser una dulce transición ha terminado con una ruptura de relaciones entre Del Bosque e Iker Casillas. "He mandado mensajes a todos los jugadores menos a uno, a Casillas", sentenció el técnico en la noche del jueves en la SER.

El técnico llegó a Francia tranquilo. Sabía que su portero titular iba a ser David de Gea e intuía desde el mes de marzo que Casillas iba a asumir su rol de suplente. Conversaciones y gestos así le llevaban a pensar en un relevo tranquilo. Pero no ha sido así. Mucha gente le avisaba al seleccionador del problema que se le podía plantear y algunos le invitaban a dejar fuera al capitán, pero él no podía traicionar a una leyenda y por eso decidió llevarle a Francia.

Todo cambió a raíz de que Del Bosque repartiera roles y Casillas supiera que en esta ocasión, catorce años después, le tocaba ser suplente. A partir de ese momento fue otro. Cambio radical. El portero se empezó a sentir fuera del equipo.Ya no se sentía partícipe del grupo, tal y como reconocen a MARCA algunos jugadores de la selección.

Casillas esperaba jugar y no asimiló la suplencia. Es más el famoso vídeo de Rambo que colgó en sus redes sociales viene a reivindicar su pasado y reclama un trato diferente al recibido. Al cuerpo técnico y a algunos compañeros no les ha gustado nada.

Convivían, pero todo estalla con la filtración de su posible titularidad. Una pregunta de Ochotorena sobre cómo se encontraba fue tomada por algunos como un cambio de guardia en la portería. Casillas no reaccionó bien, limitándose a contestar que el titular era De Gea, como dejando claro que esta ya no era su guerra.

Casillas no jugó minuto alguno ni ante Croacia ni ante Italia, limitándose a animar al grupo desde el banquillo. La relación con el técnico y sus ayudantes estaba rota. Ni una palabra más. Distanciamiento total y absoluto, tal y como quedó demostrado en la despedida de Barajas (sí que se despidió de sus compañeros) y en la ausencia de mensajes posteriores por parte del técnico.

Casillas pensaba que se merecía más explicación de una simple conversación al día siguiente de su suplencia por esas 167 veces en las que había vestido la camiseta de la selección. Por ese motivo decidió cortar, alejarse del técnico. A Del Bosque no le gustó que el portero filtrara que no le había dado explicación alguna y que no habían hablado.

En MARCA ya contamos que Del Bosque se encontraba más ácido que nunca y no ha tardado en quedar demostrado. Por primera vez, el técnico señala a uno de sus jugadores de la manera que lo ha hecho con Casillas. Ni en el triste adiós de Brasil de Xavi Hernández pasó algo así. Con el centrocampista lo arregló todo, con Casillas parece complicado.

Por último, según anunciaron en Radio MARCA, Casillas retiró la palabra a los miembros del cuerpo técnico de la Selección. Además, no se descarta que dé la cara algún peso pesado del combinado nacional defendiendo al portero.

in marca

Esta notícia é dedicada ao universo Azul e Branco que na temporada anterior se preocupou em fazer-nos crer de que Casillas é um bom rapaz. 
 
Vai ser o bom e o bonito se Nuno se lembrar de sentar Casillas no banco de suplentes.

sábado, 28 de maio de 2016

Factos são factos

Quando José Peseiro assinou pelo Futebol Clube do Porto em Janeiro do corrente ano cível eu disse - em vários locais de opinião - que não exigia nada mais ao Técnico senão o salvar da honra Azul e Branca. Dito de outra forma; não exigi em momento algum Títulos a Peseiro. Apenas lhe exigi o ter capacidade de reconstruir uma equipa aproveitando o sistema do Treinador anterior que era bem pensado mas muito mal executado (o tiki taka de Lopetegui era lento, previsível e demasiado rígido). E tinha tal opinião na altura porque já ando nisto do futebol há uns bons anos e sei que ninguém faz milagres a meio da temporada com um plantel que não é seu.

Zidane é, e será até mais ver, a execpção à regra dado que o Real Madrid CF conta hoje no seu plantel com (quase) o mesmo lote de Atletas de que dispunha quando o Francês era Adjunto de Carlo Ancelotti. 

Factos são factos. Por norma Treinador que chega a meio da temporada, por muitas competições que possa ainda vencer, o mais natural é que não vença absolutamente nada! 

Contudo a chegada de um novo Técnico pode – e deve - trazer consigo algumas “exigências”. Ou seja, é perfeitamente natural que se possa “exigir” ao novo Mister capacidade para dar a volta a uma má fase da equipa que agora treina. Assim como é perfeitamente natural que se exija ao novo Treinador a cabal demonstração de que traz novas ideias para a sua nova equipa. E é aqui que encontramos mais um outro facto. José Peseiro, não obstante o seu esforço, não conseguiu demonstrar em momento algum ter capacidade para dar a volta a um rumo desastroso que se iniciou após a renovação de confiança de Julen Lopetegui. 

E se Peseiro não mostrou tais capacidades é perfeitamente natural que o Universo Portista exija a procura de um substituto. Alguém mais capaz de lidar com o complicadíssimo e volátil estado de coisas. 

Mais uma vez, factos são factos pelo que é natural que haja quem recorra ao insulto para justificar a manutenção de Peseiro no Dragão. Como se tal fosse ainda manifestamente possível após a forma desonrosa, atabalhoada e vergonhosa como o Futebol Clube do Porto foi derrotado em todas as frentes em que estava envolvido na época que acabou de terminar…

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

As incógnitas do Dragão

As chegadas de Osvaldo e Cissokho fazem com que surjam duas grandes incógnitas no horizonte do Futebol Clube do Porto. Ou melhor, são antes três grandes incógnitas porque o Italo-argentino Osvaldo, só por si, dá origem a duas delas. Vamos por partes.
Muito se tem falado e escrito sobre Osvaldo. Mas a nível desportivo zero! As poucas coisas que se sabem sobre este Atleta dizem respeito à sua via pessoal sendo que o que mais tem sido comentado, debatido e dissecado é o seu mau feitio e episódios de mau relacionamento com antigos colegas de equipa. O que vale Osvaldo como Jogador pouco ou quase nada se sabe, sendo que a única cosia á qual tem sido dado algum destaq1ue no que a este aspecto diz respeito é que o moço não para no mesmo Clube por muito tempo.
 
Fica aqui então a pergunta: o que vale realmente Osvaldo em termos desportivos? E já agora; será que o Jogador será um verdadeiro reforço no verdadeiro sentido do termo do actual Plantel Portista sendo a “sombra” que irá “assustar” o Camaronês Aboubakar? Ninguém sabe nem parece querer saber.
Já o “regresso” de Cissokho levanta outro tipo de dúvida. Não quanto à sua qualidade até porque esta já é conhecida de todos. A questão aqui coloca-se noutro ponto. Olhando para o Plantel que Julen Lopetegui tem à sua disposição rapidamente reparamos que neste coabitam Alex Sandro e José Ángel que disputam o lugar de defesa esquerdo. O Brasileiro já está há uns bons anos na Invicta mas o seu futuro parece algo incerto não obstante estar a ser noticiada a renovação do seu contrato. Já o Espanhol teve mais do que uma oportunidade para mostrar que tem categoria para estar no Dragão, mas Ángel tem falhado jogo sim, jogo sim. Daí que se levante a questão: quem irá ceder o seu lugar ao Francês Cissokho?
 
Estes são dois aspectos que deveriam marcar a actualidade Azul e Branca, e não só, em vez de se perder t6empo com a vida pessoal e amorosa de Osvaldo… Mas ser sincero, verdadeiro e racional não vende jornais nem coloca likes no facebook.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

O real cerne da questão

Nos últimos dias tenho lido e ouvido muitas opiniões sobre o actual estado do Futebol Clube do Porto. Entre estas opiniões existem dois assuntos onde o universo Azul e Branco têm centrado a sua atenção quase na sua totalidade (senão mesmo na totalidade). São eles: a contratação de um médio criativo e a contratação de um ponta de lança.
 
Ora na minha perspectiva a maioria dos Portistas está completamente a lés do real problema que parece não querer deixar o Futebol Clube do Porto de Lopetegui: a posse pela posse.
 
Não sei se quem opina (tem direito de o fazer) tem seguido os jogos de preparação do FC Porto versão 2014/15, mas penso que o Clube pode contratar Oliver, Lucas Lima, Osvaldo e outro qualquer de craveira internacional que de nada adiantará enquanto Julen insistir na batida tecla da equipa jogar sempre em posse seja em que situação de jogo for, com tabelas até se entrar com a bola pela baliza adentro e excessiva lateralização do jogo atacante da equipa.
 
Não sou contra o facto de a equipa adoptar um sistema de posse de bola, mas os exageros nunca fizeram bem a ninguém e não me parece que estar sempre a insistir numa fórmula que o FC Barcelona já não aposta e que ao Bayern de Guardiola apenas lhe tem dado para vencer a nível interno não me parece, de forma alguma, a melhor das soluções.
 
Esta teimosia de Julen poderá não nos levar a lado algum. Contrate-se quem quiser que o problema se irá manter enquanto o nosso Basco não perceber que de nada serve andar a passear a bola de um lado para o outro sem progressão, desmarcações rápidas e alguma velocidade.
 
Vamos a ver o que vai suceder ante o Valencia de Espanha, mas será de bom-tom que se comece a pensar em outra forma de estar em campo porque o Campeonato está quase ali ao virar da esquina.
 
Uma nota final para os mais desatentos; o que aqui disse não é mais do que a minha visão sobre o actual estado do FC Porto. Nada tenho contra Julen Lopetegui (que é até uma pessoa que aprendi a admirar), mas quando achamos que algo está mal não devemos encolher os ombros e assobiar para o lado só porque um certo grupo de pessoas acha que não se pode dizer ao Treinador aquilo que achamos que este está a fazer mal.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Pensamento da Semana: Bentices à parte

Para tema deste pensamento sobre a Selecção de Todos Nós (sim de Todos Nós mesmo quando não gostamos do treinador e de alguns jogadores) resolvi fazer uma breve analise a uma consequência da Lista de Convocados de Paulo Bento.
 
Não vou aqui dizer que faria assim ou assado e muito menos me vou meter a dar palpites sobre quem convocaria ou não até porque não podem ir todos. Para mais nesta coisa a decisão de Paulo Bento é soberana e só perante os resultados que Portugal alcançar no Brasil é que lhe podemos exigir seja o que for e nunca antes.
 
Contudo das escolhas do Seleccionador Nacional resulta, como já aqui o disse,  um facto preocupante para nós Portistas: exclusão de Ricardo Quaresma do lote que vai tentar dar o seu melhor no Mundial.
 
Decisão justa ou não é o que na minha opinião menos deve interessar ao Universo Azul e Branco dado que o problema aqui é bem maior. 
 
Isto porque é sabido que Quaresma deu tudo por tudo ao serviço do FC Porto até meados de Abril na expectativa de ser convocado por Paulo Bento. Ora tal não sucedeu e agora a moral do Ciganito deve estar pelas ruas da amargura.
 
Já todos sabemos o que acontece quando Quaresma desmoraliza e isto não augura nada de bom para o Dragão que terá de lidar com um talentoso mas indisciplinado e desrespeitador Atleta que se “agarra” em demasia à bola como se fosse o único criativo que o Clube Azul e Branco tem no seu Plantel.
 
É caso para se dizer que Bentices á parte, o Paulo arranjou um belo sarilho ao Dragão. Sarilho que nem os habituais e hipócritas “beijinhos” no símbolo Portista vão resolver, mas também ninguém mandou o FC Porto ir “recuperar” o Harry Potter e o seu mau feitio.