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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Um treino de resistência

Este título é certamente conhecido, sobretudo dos adeptos cinematográficos, mas não nos referimos à película de Sergio Leone, de 1966. Falamos do particular em Wembley, 50 anos depois, que serviu de preparação para Inglaterra e Portugal, com vista ao Europeu de França.
 
Num jogo de preparação, a palavra «teste» ganha uma grande dimensão, bem maior do que o jogo em si. Há, por isso, muitas conclusões e ilações a tirar, sejam boas ou más. Sendo que, nesta partida, houve também uma espécie de vilão: Bruno Alves. Claro que a palavra é bastante forte e também não seja caso para tanto, quer porque se tratou de um amigável, quer porque não aleijou Kane na entrada perigosíssima que fez, quer também porque Portugal se comportou melhor depois desse vermelho, apesar de ter sofrido no fim.
 
Num esquema que se manteve no 4x1x3x2, Fernando Santos não mudou o desenho, mas apresentou outras dinâmicas, por força dos jogadores que utilizou. Adrien apareceu mais vezes na esquerda e o selecionador pareceu querer dizer que o camisola 23 é a alternativa a João Mário, para além de o ser a Moutinho. Inicialmente,não correu bem, o que é normal por ser uma realidade diferente para o médio do Sporting, que, tal como João Mário, não é de profundidade.
 
Com a Inglaterra a travar a construção lusa logo no início, Portugal não conseguiu soltar-se no terreno, com exceção para uma possibilidade de João Mário. Essa dificuldade de fazer jogo ficou vincada, tal como o pouco sucesso no jogo de transição rápida, onde Rafa e Nani não conseguiram potenciar as suas melhores qualidades.
 
A equipa portuguesa parecia descaracterizada e pouco definida, muito pela guerra do meio-campo, que a Inglaterra ia ganhando. O facto de apresentar dois pontas de lança mais Wayne Rooney começou por baralhar as marcações nacionais, que também continuam à espera do melhor Moutinho - ainda não é este.
 
Completando os pontos negativos que rodearam a exibição nacional, Bruno Alves, que teve a oportunidade de mostrar a Fernando Santos que pode ser titular, acabou por não o fazer. Pelo contrário, a forma como é expulso num lance completamente desnecessário pode tirar-lhe definitivamente essa esperança, bem como relegá-lo para quarta opção.
 
Não podemos dizer que a face negativa de Portugal terminou com a expulsão - até porque André Gomes não esteve propriamente bem e o golo de Smalling foi amargo - mas não deixa de ser factual que a exibição foi bem mais risonha.
 
Comecemos por Rui Patrício. Está em boa forma e é indiscutível, pela segurança e pela experiência. E passemos para oslaterais, que dão outra garantia defensiva e não menos qualidade ofensiva (melhor Eliseu que Vieirinha, apesar de tudo).
 
Porém, é nos centrais que se fixa o nosso maior elogio. José Fonte e Ricardo Carvalho estão numa enorme (e saudável) competição para acompanhar Pepe na escolha do selecionador e estiveram imperiais durante quase todo o desafio.
 
Além disso, continua a haver um Quaresma em excelente momento de forma. Brilhante o lance do camisola 20 logo depois de ter entrado. A jogar assim, Nani talvez tenha o lugar em risco.
 
Foi mesmo pena o golo sofrido no fim. Ainda que, a sofrer e a errar, que seja agora. Nota razoável ao jogo nacional, mas nota claramente positiva à postura de enfrentar as adversidades.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Ricardo Carvalho

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A hora do tudo ou nada

Chegamos aquele momento em que não cale apena olhar para trás e lamentar o que não se fez. Agora já só interessa o que pode ser feito no presente para que o futuro seja do nosso agrado. È a hora do tudo ou nada na Champions para o Futebol Clube do Porto. Ou ganha em Londres ou então “cai” para a Liga Europa.

Ora vencer em Inglaterra é cosia que o dragão nunca fez. Nem nos tempos em que foI campeão Europeu com José Mourinho co comando técnico. Não estou com isto a dizer que Julen Lopetegui não consiga fazer história e fazer com que o Futebol Clube do Porto vença, pela primeira vez, em Inglaterra. Estou antes a dizer que os Dragões têm nesta meta histórica uma motivação extra e uma condicionante caso o jogo de Stamford Bridge não esteja a correr de feição para 9os interesses Azuis e Brancos.

Deito de outra forma, esta última jornada da fase de grupos da Champions vai exigir imenso dos Atletas e Treinador do FC Porto no que ao factor psicológico diz respeito. Vai ser preciso um Futebol Clube do Porto mandão, forte, autoritário e, sobretudo, astuto que aproveite o fracto de o Chelsea de Mourinho estar hoje a jogar uma cartada decisiva no que ao resto da sua temporada diz respeito dado que a nível interno as coisas tem ido de mal a pior para os Londrinos.

Convêm que Lopetegui não invente e que não se deixe influenciar pela pressão Doyen. Há que colocar os melhores Jogadores nas suas respectivas posições senão é o fim do sonho Champions para o Dragão.

A lista de convocados por Julen Lopetegui para este jogo entre o FC Porto e o Chelsea FC, em Londres, da sexta jornada do grupo G da Liga dos Campeões (19h45), contempla os regressos de Imbula e João Costa, guarda-redes da equipa B. O Treinador Espanhol acrescentou dois jogadores à convocatória para o jogo frente ao Paços de Ferreira.  

Lista de 20 convocados: Helton, Casillas e João Costa (g.r.); Maxi Pereira, Martins Indi, Maicon, Marcano, Rúben Neves, Varela, Brahimi, Aboubakar, Tello, Evandro, Herrera, Jesús Corona, André André, Miguel Layún, Danilo Pereira, Alberto Bueno e Imbula. 

Onze provável (4x2x3x1): Casillas, Maxi, Maicon, Marcano, Layún, Danilo, Evandro, André, Herrera, Brahimi e Aboubakar  

p.s. Gralha corrigida. Agradeço a quem reparou no pormenor do "12.º Jogador" mas erros acontecem a todos. Muito especialmente a quem mesmo adoentado se esforça por manter este espaço actualizado.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

¡¡Hala Madrid!!: Às vezes recuar faz bem

Estou a cumprir o meu devido e mais que justo período de férias perto da fronteira com Espanha. Gosto sempre de vir para este local porque aqui tenho à minha disposição muito da Imprensa de Nuestros Hermanos e por vezes até compro o Jornal MARCA para me manter mais informado sobre o Universo Merengue dado que internet por estes lados é algo de muito raro.
 
E por vezes há gestos que valem ouro. Como é sabido eu não sou um grande defensor da contratação de Gareth Bale. Os meus motivos já foram sendo aqui expostos e penso que não será necessário repeti-los se bem que eu volto a reiterar que nunca pus a qualidade do Galês em causa. E que tem isso a ver com o facto de ter comprado o Matutino Espanhol MARCA? Simples, é que a sua edição da passada terça-feira traz uma entrevista de Carlo Ancelotti e a certa altura deparei-me com esta declaração do Italiano:
 
“¿Por quê hablar de Bale si Morata y Jesé han jugado bien?"
 
Não deixa de ser curioso que o actual Treinador do Real Madrid CF diga tal coisa numa altura em que o Clube Blanco está empenhado numa tremenda cruzada para contratar o Jogador. E também não deixa de ser curioso que não sendo eu o Treinador da Equipa Merengue também já tenha dito que no acttual Plantel Bale não tem espaço e que existem outras opções para os vários lugares que este ocupa no campo.
 
Perante tal afirmação de Ancelotti apetece-me mesmo perguntar porquê razão o Presidente dos Madridistas ainda insiste numa batalha que está perdida desde a nascença. 
 
Sim perdida porque a tal jogada suja que trouxe Modric para Madrid (com os resultados desastrosos que todos vimos) já não funciona e é um facto que as equipas Espanholas perderam um pouco do “encanto” que tinham no Mercado de Transferências e como tal já não fazem o que querem e lhes apetece. Para mais o Tottenham não se esqueceu da “sacanice” que lhe foi feita aquando da saída do Croata Luka Modric para Madrid e como tal está agora a vingar-se-
 
Para além do que aqui já disse, como estará o Jogador em termos físicos e mentais? Especialmente em termos mentais porque Bale tem feito o seu papel e não tem deixado de forçar uma eventual saída para a Casa Blanca, mas todo este “jogo do empurra” com certeza deve perturbar imenso o seu estado de espirito porque o seu futuro permanece numa dúvida atroz.
 
Por vezes dar um passo atrás para depois poder dois ou três em frente recomenda-se, dá saúde e faz crescer. Vamos a ver o que vai acontecer com Bale, mas da maneira que as coisas estão e com tantas dúvidas penso que seria muito mais sensato fazer como Ancelotti e ir trabalhando o melhor que se pode com aquilo que se tem á mão. Depois vê-se.

domingo, 4 de agosto de 2013

A maldição e a malapata Azul e Branca

Ao sétimo jogo de pré-época chegou a primeira derrota do FC Porto. Os Tricampeões Nacionais perderam com o Galatasaray por uma bola a zero. Os Azuis e Brancos tiveram duas grandes penalidades e não as converteram. OGala teve uma e meteu a bola no fundo das redes. Bem se pode dizer que a diferença esteve no castigo máximo.
 
O FC Porto subiu ao tapete do Emirates Stadium, casa do Arsenal, com a intenção de testar as suas capacidades frente ao Campeão da Turquia. A uma semana do arranque oficial da época Azul e Branca, em Aveiro, diante do Vitória de Guimarães, Paulo Fonseca entregou a baliza a Fabiano Freitas e deu tempo de jogo a Kelvin, Defour, Maicon e Abdoulaye.
 
Perante a armada de Istambul, que contou com as estrelas da companhia - Drogba, Sneijder e Altintop –, o Dragão entrou a deitar fogo em Londres. Logo aos dois minutos, Jackson Martínez obrigou Fernando Muslera a sair dos postes para evitar o golo.
 
Os primeiros minutos de jogo viram um FC Porto mais activo e o Galatasaray a jogar mais na expectativa. A equipa de Paulo Fonseca teve em Steven Defour uma referência interessante no miolo. Já Varela e Kelvin, com alguma falta de velocidade, tentaram construir jogadas de perigo para Jackson, o homem mais avançado no ataque Portista.
 
O Colombiano teve, de resto, uma soberana ocasião para abrir o activo, aos 18 minutos. Varela foi derrubado na área e o árbitro assinalou grande penalidade. Chamado a bater o castigo máximo, Jackson Martínez permitiu a defesa de Muslera.
 
A perdida do Cha Cha Cha fez o Galatasaray crescer ainda mais, sendo que o aparecimento de Drogba não foi também alheio a esta subida de produção dos Turcos. O ex-Chelsea, muitas vezes assobiado quando tocava na bola, obrigou Fabiano a defesa apertada, aos 27 minutos. O guardião Portista mostrou serviço e travou o remate do experiente Costa-marfinense.
 
Até ao descanso, Lucho ainda teve nos pés a possibilidade de abrir o marcador. Kelvin meteu para Jackson e o Colombiano, dentro da área, deu a bola atrasada para o remate de El Comandante.
 
Para o segundo tempo, Paulo Fonseca colocou Licá e Mangala e retirou de campo Alex Sandro e Varela. A entrada dos Portistas foi, todavia, mais discreta. OGala, pelo contrário, assumiu mais as despesas de jogo e foi criando perigo junto à baliza de Fabiano Freitas. Não raras vezes, Sneijder, Altintop e Drogba obrigaram a defesa Portuguesa a trabalho extra.
 
A pressão no último terço deu frutos para a turma de Fathi Terim. À entrada para os últimos 30 minutos, o Galatasaray chegou ao golo de grande penalidade. Mangala derrubou Eboue e Felipe Melo ganhou no duelo com Fabiano.
 
Aos 77 minutos, o FC Porto podia ter empatado. Danilo foi travado dentro da área turca. O árbitro apontou para a marca dos 11 metros mas, desta vez, Jackson Martínez cedeu o lugar a Lucho. O Capitão Portista não fez melhor que o Colombiano e também falhou a grande penalidade.
 
Os últimos minutos, tal como quase toda a segunda metade, viram um FC Porto sem criar perigo junto à baliza Turca.
 
Num teste com nível de Champions, os Tricampeões Nacionais deixaram indicações várias ao Técnico Azul e Branco. A principal, pois claro, é o trabalho extra na marcação de grandes penalidades. É que os Dragões saíram de campo com o castigo máximo no futebol, a derrota.
 
A equipa de Paulo Fonseca terá agora novo teste, hoje, frente aos Italianos do Napoli.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Danilo

sexta-feira, 19 de abril de 2013

¡¡Hala Madrid!!: Espanholada

Nada tenho contra Espanha e até devo muito a este País que me ajudou quando mais precisei, contudo por muito que o entenda não consigo aceitar o nacionalismo bacoco e exacerbado de certos Espanhóis. Principalmente daqueles que se dizem muito Madridistas mas que na hora da verdade preferem criticar o Clube que tanto dizem amar só porque por lá mora um conjunto de Portugueses que colocou o Clube Merengue novamente na lista dos Melhores do Mundo.
 
Enganam-se aqueles que escrevem e pensam que a equipa Blanca ultrapassou o Manchester United na Lista de Clubes Mais Ricos do Mundo somente por causa do trabalho de Fiorentino. Não estivesse por lá um Português de nome Mourinho que fez com que a presença do Clube Merengue nas meias-finais da Liga dos Campeões e a discutir Títulos em Espanha e não teríamos o Real Madrid CF consagrado como o mais Rico do Mundo. Nestas coisas convêm não ter memória curta e selectiva… E lamento que certos Madridistas sofram de tal doença.
 
Mas este é apenas um dos aspectos da dita Espanholada. O outro prende-se com a vergonhosa campanha de protecção a um péssimo profissional de nome Iker Casillas. Quem segue a imprensa desportiva de Nuestros Hermanos com toda a certeza já deu conta do “deixem jogar o Cassilas”/”respeito por Casillas”/”Casillas merece mais carinho” e por aí adiante. A última acabou por ser a pior de todas mas se o amigo Xavi não vinha meter o dedo na ferida a malta da Catalunha até caia de Culé. Pouco lhes interessa se Iker mete água que se farta na hora de defender a baliza Blanca porque não gosta do treinador… 
 
Esta malta é tão ceguinha que não consegue ver a forma brilhante como Diego López tem defendido a baliza do Clube. Só falta mesmo virem dizer e escrever que a equipa Blanca está mais uma vez nas meias-finais da Champions porque Casillas estava por detrás da baliza de Diego a dar umas dicas ao rapaz.
 
Mas a Espanholada não fica por aqui… Se o ridículo pagasse imposto de certeza que o Governo espanhol já teria saído da Crise há muito tempo. Ao que parece um certo fulano de um Clube qualquer do qual nunca ninguém ouviu falar resolveu colocar uma foto de Mou a apontar para o autocarro do Chelsea afirmando que na próxima Temporada vai ocupar um lugar neste autocarro. Mas primeiro há que dizer que tal informação começou primeiro por sair de uma reunião que se realizou entre o Técnico da equipa principal e restantes Treinadores das Camadas Jovens do Real Madrid CF.
 
Tudo isto parece um enorme disparate mas não fica por aqui. Temos ainda o simples facto de que José Mourinho saiu de Londres em litígio com o “dono” do Chelsea. Se puxarmos um pouco pela memória (coisa que esta gente não faz porque dá muito trabalho) eis que vamos verificar que Mourinho saiu de Stamford Bridge depois de ter tido problemas com Terry, Lampard e Abramovich. Tudo boa gente que ainda faz parte do Clube Inglês. E agora querem-nos fazer crer que The Special One vai regressar às Terras de sua majestade para treinar o Chelsea FC de Abramovich? Citando o anúncio publicitário do Media Markt “Eu é que não sou parvo”, mas pelos vistos esta Espanholada tem orgulho em desempenhar este triste papel.

sexta-feira, 9 de março de 2012

¡¡Hala Madrid!!: Haja Paciência… Outra vez!

Efectivamente um Adepto/Sócio/Simpatizante de qualquer Clube sofre a bem sofrer com o Jornalismo Desportivo. A vontade que os Jornalistas Desportivos têm em se focar somente no lucro dando força a qualquer especulação que surja no horizonte por mais ridícula que seja cansa qualquer um. Nem a mais fraca das mentes consegue aturar tanto disparate junto.

Vem isto a respeito da nova novela que resolveram fazer em torno do futuro de Mourinho. Ao que parece José Mourinho terá ido a Londres comprar uma casa alimentado assim a possibilidade de suceder a André Villas-Boas no comando do Chelsea FC. Até temos uma foto de Mourinho em Londres com alguns Adeptos do Clube Londrino, para além de que lá por Inglaterra não se calam com o “volta Mou estás perdoado”.

Tudo tretas e memória curta ou selectiva destes tais que tem o dever de informar quem compra o Jornal ou vê o programa de televisão. E não será asneira nenhuma afirmar que isto é uma resposta á especulação que houve, e ainda há, em torno da permanência ou não de Guardiola no comando Técnico do FC Barcelona. No fundo e no cabo não há nada como criar uma cortina de fumo para se encobrir uma grande trapalhada lá para os lados da Catalunha.

Isto porque estes tais Jornalistas já se “esqueceram” da forma atribulada como José Mourinho saiu de Londres e a forma como foi mal tratado por Roman Abramovich… Mas eu recordo-me e como não sou tendencioso e gosto de saber sobre o que falo eis apresento aqui o seguinte:

DESPEDIDA MILIONÁRIA PARA O TREINADOR MOURINHO

Jogadores despedem-se a chorar

"Só há duas maneiras de sair do Chelsea: uma é em 2010, quando termina o meu contrato; outra é se me despedirem antes e então saio milionário", disse José Mourinho no início da época. Nos últimos dias, o técnico português deu razões para ser despedido e o russo Abramovich fez-lhe a vontade. Esse é o poder negocial que o dono do Chelsea tem sobre Mourinho - o técnico queria sair do clube. Ontem, as duas partes estiveram reunidas durante mais de seis horas. (…)

Retirado de Diário de Noticias

Ora isto foi em Setembro de 2007. Ou seja, há coisa de 5 anos o Treinador Português foi “corrido” do Chelsea porque o Milionário Russo cismou que Shevchenko era uma enorme mais-valia para o Plantel (quando todos sabíamos na altura que não o era) e agora querem-nos fazer crer á força toda que Mou vai regressar a uma casa cujo dono o tratou mal e que o impediu de alcançar a sua primeira Final da Liga dos Campeões ao serviço do Chelsea?

Citando o famoso anúncio publicitário: “eu é que não sou parvo!”

Mas pelos vistos os Jornalistas acham que todos os adeptos, sócios e simpatizantes do Real Madrid CF o são. Haja paciência… Outra vez!

quinta-feira, 8 de março de 2012

O Cantinho das Modalidades (Edição Especial)


Natação

Sara Oliveira qualificou-se, na manhã desta terça-feira, para a final dos 200 metros mariposa do Test Event, que está a decorrer no complexo London Aquatics Center, onde vão realizar-se as disciplinas aquáticas dos Jogos Olímpicos de Londres.

A nadadora do FC Porto fez a segunda melhor marca pessoal de sempre na distância, ao percorrer as eliminatórias em 2:10.96. Um resultado positivo que lhe permite ficar muito próxima do mínimo COP (Comité Olímpico de Portugal) para os Jogos Olímpicos de Londres (2:10.84).

Sara Oliveira ficou em 7.º lugar na classificação geral do evento e é já a 5.ª melhor entre os nadadores estrangeiros. A internacional Portuguesa é recordista nacional, com 2:10.14, tempo estabelecido nos Jogos Olímpicos de 2008. A nadadora já alcançou o mínimo COP para Londres nos 100 metros mariposa.

O Test Event é a prova de apuramento para a Selecção Britânica que vai disputar os Jogos Olímpicos. Os regulamentos determinam que os oito nadadores estrangeiros mais rápidos nas eliminatórias disputem uma final. Os Britânicos cumprem o calendário olímpico, com meias-finais e finais separadas.

sábado, 2 de julho de 2011

Apontamentos de Verão

PARTIDAS E CHEGADAS

Partiu para Londres no jacto privado de Roman Abramovich o antigo treinador do FC Porto, André Villas-Boas, que vai tirar o mestrado de futebol na Stamford Bridge University. O jovem portuense não quis deixar de presentear o seu futuro tutor com um alho-porro, produto tradicional da quadra são-joanina. Em troca, o multimilionário russo ofereceu-lhe uma quantia não apurada em notas.



RESTAURAÇÃO

Numa recente deslocação à capital do reino, dei uma saltada a Alcochete para conhecer o novo reforço holandês do Sporting. Wolfswinkel (*) tem nome de cervejaria mas deve ser uma excelente pessoa. Domingos ria-se às bandeiras despregadas sempre que o mandava fazer o “meiinho”, o homem não entendia. Seguiu-se a aula de apresentação daquela estrangeirada, que até tinha a presença duma professora de linguagem gestual. Quando no Trio de Ataque o Rui Oliveira e Costa apresentar “a sua equipa para o próximo jogo”, vai ser lindo: ”no losango do meio-campo: Carillo, Marat Ismailov, Stijn Shaars e Van Wolfswinkel”

(*) Tradução à letra: A Loja do Lobo; Tradução livre: Strogonoff de Lobo

PARCERIAS

A “instituição” anuncia parceria com alguns clubes, nomeadamente o Fátima e o Varzim. Não se percebe porquê. O último ano foi fatal para estes seus parceiros, desceram ambos de divisão. Só para o Desportivo de Fátima, a “instituição” despachou para lá no princípio da época, uma equipa inteira (10 jogadores mais o Diamantino). O exemplo de tempos passados devia levar os clubes acolhedores a pensar bem nestas “ofertas” porque, lixo tóxico, já eles lá tem. Basta ver como ficaram o Alverca e o Estoril depois de passarem por lá o Veiga, o Damásio e o Figueiredo.


VIDA ELEGANTE

Já falta pouco tempo para o casamento do ano. O Mística Azul e Branca, sempre atento aos acontecimentos mais relevantes da nossa sociedade, orgulha-se de apresentar aos seus leitores a próxima capa da CARAS


FRANCHISING

Abriu esta semana em Londres a primeira loja de Treinadores. MOURINHO’S, assim se chama esta nova empresa, propõe-se distribuir por todas as capitais europeias o seu projecto em regime de franchising que já tem o patrocínio desinteressado da UEFA e da FIFA. Esta forma de locação, como é sabido, obriga os interessados a terem as suas Lojas equipadas com a mesma decoração, tamanho, cores, etç. da casa-mãe e, neste caso específico, devem apostar na venda de treinadores locais. Os candidatos que forem seleccionados fazem o estágio e formação quer no Chelsea, quer no Real de Madrid, principais accionistas do projecto.


PRÉMIO MERECIDO

Manuela Ferreira Leite, concorrendo com grandes especialistas de Futebol, venceu pelo 6º ano consecutivo o Prémio Painel dos Palpites do Jornal Expresso. O Troféu foi entregue pelo Director do jornal, Ricardo Costa, numa cerimónia abrilhantada pela presença da maior parte dos concorrentes.


Até para a semana