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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Adiós Champions...

Dizer que o FC Porto foi eliminado em Stamford Bridge pode induzir em erro, quando analisada toda uma fase de grupos onde, até à quarta ronda (inclusivamente), o FC Porto foi claramente a melhor equipa. O jogo em casa contra o Dynamo mudou completamente a história de um assunto que, para os Dragões, acabou de forma penosa em Londres. Lopetegui tentou surpreender o adversário, mas pareceu ter surpreendido mais os seus, que só foram ameaçadores quando voltaram ao 4x3x3, mas já tarde. Brahimi e Casillas foram os que mais tentaram contrariar um Chelsea que foi melhor. O FC Porto cai para a Liga Europa.
Alterar a harmonia táctica de uma equipa com processos minimamente trabalhados quando o jogo é de exigência máxima e a margem de erro nula não é um caso isolado. Os treinadores das equipas Portuguesas já o fizeram várias vezes (lembramo-nos de Jesualdo Ferreira ou Jorge Jesus) e o resultado não é, por norma, bom.
Por isso, a opção de Lopetegui por um sistema diferente até podia ter resultados, mas a probabilidade era curta. Ao FC Porto, a quem, a menos que o Maccabi fizesse um milagre em Kiev, só a vitória importava (uma vitória inédita em solo Inglês), o desenho foi mal feito desde o início.
A ideia até poderia ser boa. Dois laterais com tendência ofensiva podiam dar uma profundidade interessante para, depois, a dupla da frente encontrar desequilíbrios nas movimentações à entrada da área. Só que o resto da equipa pareceu confundir-se num 3x5x2 com demasiada concentração estática a meio e uma ausência gritante de movimentos de ruptura.
Os próprios centrais, que têm algumas rotinas, sentiram-se estranhos - e o melhor exemplo foi o golo inaugural. Brahimi e Corona chamavam para si a responsabilidade de desequilibrar no drible, só que o poderio físico dos defesas Ingleses anulavam qualquer possibilidade.
Se Lopetegui tentou ser arrojado e viu a sua ideia correr (muito) mal, Mourinho foi igual a si próprio e deu-se bem. Desde logo, importa dizer que o Chelsea europeu nada tem a ver com o interno. O chip da equipa muda, a responsabilidade cresce e a entrega e sobriedade são maiores. Ou seja, sem encantar, o Chelsea foi muito mais perspicaz e sensato na abordagem ao jogo, actuando numa pressão alta que variava nas zonas intermédias e que confundia o futebol previsível e muito pé-para-pé dos Dragões.
Quando Julen Lopetegui percebeu que não era por aquele caminho, já o marcador assinalava 2x0. Aboubakar foi para o jogo, Layún passou para a direita e Indi fixou-se na esquerda, com Maxi a sair do campo. A ideia era boa, o resultado não.
Por essa razão, e mesmo com a maior frieza que Rúben Neves dava à equipa no passe, a espiral já era demasiado negativa e incomodava a quem assistia a forma como Brahimi lutava sozinho contra o mundo. O Argelino, abnegado, fez o que lhe competia. Mas as peças do puzzle já estavam demasiado espalhadas para se poder ver um bom resultado final.
O FC Porto encostou o adversário por várias vezes, mas ao Chelsea isso nada incomodou. Aliás, até deu jeito, pois as transições são o prato forte desta equipa. O que fazia com que o terceiro estivesse mais perto do que o 2 x 1.

Retirado de zerozero 

Melhor em Campo: Brahimi 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A hora do tudo ou nada

Chegamos aquele momento em que não cale apena olhar para trás e lamentar o que não se fez. Agora já só interessa o que pode ser feito no presente para que o futuro seja do nosso agrado. È a hora do tudo ou nada na Champions para o Futebol Clube do Porto. Ou ganha em Londres ou então “cai” para a Liga Europa.

Ora vencer em Inglaterra é cosia que o dragão nunca fez. Nem nos tempos em que foI campeão Europeu com José Mourinho co comando técnico. Não estou com isto a dizer que Julen Lopetegui não consiga fazer história e fazer com que o Futebol Clube do Porto vença, pela primeira vez, em Inglaterra. Estou antes a dizer que os Dragões têm nesta meta histórica uma motivação extra e uma condicionante caso o jogo de Stamford Bridge não esteja a correr de feição para 9os interesses Azuis e Brancos.

Deito de outra forma, esta última jornada da fase de grupos da Champions vai exigir imenso dos Atletas e Treinador do FC Porto no que ao factor psicológico diz respeito. Vai ser preciso um Futebol Clube do Porto mandão, forte, autoritário e, sobretudo, astuto que aproveite o fracto de o Chelsea de Mourinho estar hoje a jogar uma cartada decisiva no que ao resto da sua temporada diz respeito dado que a nível interno as coisas tem ido de mal a pior para os Londrinos.

Convêm que Lopetegui não invente e que não se deixe influenciar pela pressão Doyen. Há que colocar os melhores Jogadores nas suas respectivas posições senão é o fim do sonho Champions para o Dragão.

A lista de convocados por Julen Lopetegui para este jogo entre o FC Porto e o Chelsea FC, em Londres, da sexta jornada do grupo G da Liga dos Campeões (19h45), contempla os regressos de Imbula e João Costa, guarda-redes da equipa B. O Treinador Espanhol acrescentou dois jogadores à convocatória para o jogo frente ao Paços de Ferreira.  

Lista de 20 convocados: Helton, Casillas e João Costa (g.r.); Maxi Pereira, Martins Indi, Maicon, Marcano, Rúben Neves, Varela, Brahimi, Aboubakar, Tello, Evandro, Herrera, Jesús Corona, André André, Miguel Layún, Danilo Pereira, Alberto Bueno e Imbula. 

Onze provável (4x2x3x1): Casillas, Maxi, Maicon, Marcano, Layún, Danilo, Evandro, André, Herrera, Brahimi e Aboubakar  

p.s. Gralha corrigida. Agradeço a quem reparou no pormenor do "12.º Jogador" mas erros acontecem a todos. Muito especialmente a quem mesmo adoentado se esforça por manter este espaço actualizado.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Esta mania de se ligar o "complicador"

O que parecia simples e perto de conseguir (apuramento) não o foi, pelo menos para já. O FC Porto até entrou bem, apostado em vencer mas, aos poucos, foi perdendo o controlo em campo e viu o Dynamo Kyiv sair com a vitória do Estádio do Dragão, por duas bolas a zero. 
 
Frente a uma equipa de futebol muito físico e musculado, cedo o FC Porto tentou dizer ao que ia. Atacando com critério e com ideias bem claras, assentes na circulação em posse e procurando o jogo exterior (Maxi e Layún muito subidos no terreno), os Dragões tiveram a seu cargo as despesas do encontro.
 
Brahimi tentou dar rapidez no seu flanco, enquanto que Tello foi tentando "tabelinhas" com Maxi. Porém, os Ucranianos, numa estratégia de contenção, iam conseguindo fechar os caminhos para a baliza de Shovkovskiy.
 
Lopetegui, que foi pedindo calma e bola no chão aos seus jogadores, viu o Dynamo Kyiv crescer e levar perigo às redes de Iker Casillas. Denys Garmash viu os postes negarem-lhe o golo (na recarga Júnior Moraes falhou de baliza aberta), numa altura em que o FC Porto tinha perdido o controlo do jogo; e o Dynamo ia ameaçando.
 
Ameaçaram e marcaram mesmo. Aos 35', Andriy Yarmolenko bateu Casillas, num penálti a castigar uma falta de Imbula sobre Rybalka. O FC Porto pagava caro o facto de ter perdido o domínio no terreno.
 
Os Dragões foram a perder para os balneários e regressaram com muita vontade de levar a cabo a reviravolta (pelo menos mostraram isso nos primeiros minutos do segundo tempo). Mas não chegava querer. Era preciso fazer por isso. E os pupilos de Lopetegui lidaram mal com a estratégia dos Ucranianos. Perderam muitas bolas e viram o Dynamo ampliar a vantagem. Aos 64', Derlis González marcou, num lance em que Casillas não fica bem na fotografia. O Espanhol deu uma palmada na bola mas esta foi para o fundo das suas redes. 
 
Competente e consistente, o Dynamo Kyiv "amarrou bem" o FC Porto na sua teia e os jogadores da Invicta ouviram das boas por parte dos adeptos. A equipa dos Dragões entrou numa fase de descrença e restou ao Dynamo gerir os vários momentos. É verdade que a sorte também não quis nada com os azuis e brancos e agora tudo se vai decidir na última jornada, em Londres, frente ao Chelsea.
 
Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Andre´André

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

De uma noite à Dragão

Talvez até seja injusto, quando colectivamente uma equipa faz um jogo tão bom, destacar apenas um jogador. Porque, na verdade, se não fosse Casillas na fase inicial, se não fosse a atitude de Maxi, se não fosse o combate de Aboubakar ou o virtuosismo de Brahimi, nada de relevante seria possível. Só que Imbula brilhou mais, às vezes de forma visível, outras vezes de forma visível. Mas foi ele o grande impulsionador do Dragão para uma noite fabulosa da equipa de Lopetegui, a derrotar o Chelsea.
Simplicidade de processos, um toque na bola, velocidade na circulação e boa variação de flancos. Era este o FC Porto inicial, muito menos mastigado do que costuma ser e com paciência suficiente para verificar a circulação inofensiva do Chelsea na sua zona recuada. Esse era o processo primordial do desafio. E os Dragões pareceram confortáveis com isso.
Mesmo que não o estivessem, eram obrigados a isso, pois deixar uma equipa como esta, de Mourinho, com espaço para contra-ataques, é erro crasso. Os Azuis e Brancos viram-no duas vezes e não gostaram. Em ambas, valeu Casillas. Por isso, tinha que ser assim. Dar bola ao adversário para chamar o Chelsea e esperar pelo espaço.
Pelo meio, Lahoz ainda decidiu ser protagonista. Critério demasiado apertado e, muito cedo, lado esquerdo da defesa amarelado, com Indi e Marcano limitados por causa disso. Apostou o Chelsea num jogo mais direccionado para aí, mas sem grandes efeitos. A disciplina táctica do FC Porto fechava bem os espaços e crescia depois, com bola, quando Neves (que jogador!) pegava na bola e quando André vinha ao meio aumentar as linhas de passe e dar liberdade a Maxi na linha.
Na direita nasciam mais investidas, mas da esquerda viria o golo. Brahimi, amante deste palco, mostrou-se mágico, driblou a segurança Inglesa e deixou a baliza à mercê de André. Golo!
Não se contava era com o empate. Com um FC Porto sereno após o golo e confiante, perante um Chelsea numa crise emocional invisível, o tiro de Willian, num livre directo, arrefeceu o Dragão na ida para os balneários.
Só que houve tudo menos depressão por parte dos Azuis e Brancos na palestra de Lopetegui. Ou assim se pode deduzir, já que, se na primeira parte, existiu alguma tremideira inicial, na segunda os índices de concentração foram máximos. O golo de Maicon, logicamente, ajudou, mas não foi só isso. A identidade do FC Porto esteve mais presente que nunca, do relvado à bancada.
A comunhão entre adeptos e equipa esteve, depois, nos píncaros. As bancadas até se poderão ter contido quando Hazard entrou, mas nada que alterasse o rumo crescente da equipa, explosiva na pressão a um adversário que não conseguia ter bola.
O segundo quarto de hora foi de assombro. Que grande prestação Portista! Impulsionados por um enorme Imbula, os Dragões foram em busca do terceiro e estiveram bem mais perto do que o Chelsea de empatar.
No fim, foi preciso sofrer, mas, mais uma vez, o 12.º jogador fez-se notar. A simbiose perfeita para uma grande noite! 

Retirado de zerozero 

Melhor em Campo: Rúben Neves

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Necessidade de vencer

Se há coisa que o empate que os Dragões alcançaram na Ucrânia criou para a partida de hoje é a extrema necessidade de os Azuis e Brancos terem de vencer o seu jogo. Isto porque o calendário da Champions não é dos melhores dado que a última jornada do grupo se irá realizar em Inglaterra e como tal não convinha mesmo nada que os Dragões deixassem a questão do apuramento para a fase seguinte “para a última”.
 
Contudo esta não será uma tarefa fácil. Primeiro porque a noite europeia de hoje vai marcar, mais uma vez, um encontro emocionado com a história. O FC Porto volta a cruzar-se no caminho de José Mourinho que está de regresso a um palco mítico que fez deste o melhor Treinador do Mundo e de Portugal na actualidade. Será, sem sombra de dúvida, uma noite carregada de sentimentalismo para ambos os lados e isto terá um enorme peso no futebol que FC Porto e Chelsea FC irão apresentar mais logo.
 
Para além disto é um facto que as equipas Inglesas não costumam dar-se bem fora da Ilha de sua Majestade. Tal como é um facto que José Mourinho nunca venceu no estádio do dragão na qualidade de visitante. Assim como é também um facto que o Chelsea tem um calendário Champions mais favorável que lhe permite vir ao Dragão jogar para não perder. Contudo todos estes factos irão servir, sem dúvida alguma, para encorajar José Mourinho e seus pupilos que na Liga Inglesa andam pelas ruas da amargura. Para mais Radamel Garcia Falcao, outro “”produto” de qualidade made in FC Porto, irá querer mostrar ao mundo do futebol que mantêm intactos todos os seus dotes de goleador mor.
 
Isto tudo para dizer que Julen Lopetegui deverá ter um cuidado redobrado e evitar a displicência e desnorte evidenciados em Kiev, Moreira de Cónegos e restantes primeiras partes de todos os jogos que os Dragões realizaram até à data. Para mais o plantel que José Mourinho tem à sua disposição dispensa apresentações e “fere de morte” a ideia de que esta é a melhor altura para se defrontar uma equipa como o Chelsea.
 
Quanto ao FC Porto as entradas dos médios Sérgio Oliveira e Evandro e do avançado Alberto Bueno são as novidades da lista de convocados de Julen Lopetegui para este jogo frente ao Chelsea, agendado para hoje, às 19h45 (RTP 1), no Estádio do Dragão, referente à segunda jornada do grupo G da Liga dos Campeões.
 
Em relação aos eleitos para a partida em Moreira de Cónegos, ficam de fora das escolhas do técnico o médio Herrera e o avançado Varela.
 
Lista de 19 convocados: Helton e Casillas (guarda-redes); Maxi Pereira, Martins Indi, Maicon, Marcano, Rúben Neves, Brahimi, Aboubakar, Dani Osvaldo, Tello, Sérgio Oliveira, Evandro, Jesús Corona, André André, Miguel Layún, Danilo, Bueno e Imbula.
 
Onze provável (4x3x3): Casillas, Maxi, Maicon, Marcano, Layún, Imbula, Rúben Neves, André André, Brahimi, Corona e Aboubakar.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Grupo G

O sorteio da UEFA Champions League colocou no caminho do FC Porto três campeões dos respectivos países: os ingleses do Chelsea, os ucranianos do Dinamo Kiev e os israelitas do Maccabi Tel-Aviv. São estes os adversários dos Dragões, um dos recordistas de presenças na prova, no Grupo G, segundo o sorteio realizado esta quinta-feira no Mónaco, que ditou ainda que a equipa de Julen Lopetegui começa a participação na competição em Kiev, a 16 de Setembro, e terminam em Londres, a 9 de Dezembro.
 
Seis anos depois, o reencontro com o Chelsea, actual campeão inglês, treinado por José Mourinho, técnico que levou o FC Porto à conquista da Champions em 2004. O último duelo com o actual 10.º classificado da Premier League, remonta, assim, a 2009/10, época em que as duas equipas se cruzaram no Grupo D da Liga dos Campeões, tendo os blues de Londres vencido os dois jogos, ambos por 1-0.
 
O Dínamo Kiev, clube onde jogam os portugueses Antunes e Miguel Veloso e que é treinado por Serghei Rebrov, é outro velho conhecido dos azuis e brancos. O actual líder da Liga Ucraniana, que já leva cinco jornadas disputadas, já mediu forças com o FC Porto por seis vezes na mais importante prova de clubes europeus, sendo o histórico claramente favorável aos azuis e brancos: cinco vitórias e apenas uma derrota.
 
Por sua vez, o Maccabi Tel-Aviv, tricampeão israelita, é um adversário que os portistas nunca encontraram nos palcos europeus. A equipa é treinada pelo sérvio Slavisa Jokanovic e participou pela primeira e única vez na fase de grupos em 2004/05, tendo sido o segundo clube do país a disputar a competição.
 
Calendário do FC Porto no Grupo G da Champions League 
 
1.ª jornada (16 de Setembro): Dínamo Kiev-FC Porto 
2.ª jornada (29 de Setembro): FC Porto-Chelsea
3.ª jornada (20 de Outubro): FC Porto-Maccabi Tel-Aviv
4.ª jornada (4 de Novembro): Maccabi Tel-Aviv-FC Porto
5.º jornada (24 de Novembro): FC Porto-Dínamo Kiev
6.ª jornada (9 de Dezembro): Chelsea-FC Porto
 
 
Não quero alongar-me muito no comentário ao sorteio da Liga dos Campeões porque sorteio é sorteio e há que jogar com todos. Mantenho é a minha tese de que não existem jogos fáceis, As equipas é que facilitam/dificultam as suas partidas pelo que a prioridade dos Azuis e Brancos é a de não complicar os seus jogos de Champions (seja quem for o adversário).
 
Ao contrário de muito boa gente eu não afirmo que existe obrigação alguma dos Dragões de passarem á fase seguinte da prova: Assim como também não quero de forma alguma afirmar que as equipas de Julen e Mourinho passam com facilidade este Grupo G. Pelo contrário! Digo antes que o apuramento Portista terá de ser construído com muito esforço jogo a jogo porque estes jogos da Champions são uma história completamente diferente dos jogos das Ligas “caseiras”.
 
Vamos a ver o que vai isto dar se bem que me pareça que a chave do apuramento está no não perder pontos na Ucrânia e Israel. E já agora será de bom-tom que os Dragões não deixem a decisão do seu apuramento para o último jogo pois José Mourinho é um bom rapaz e até deu muito ao Futebol Clube do Porto, mas este não faz favores a ninguém (para além de que os ares de Inglaterra fazem mal ao Dragão).

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

¡¡Hala Madrid!!: Ficaste mal José…

Uma recente entrevista de José Mourinho serviu para dar inicio a mais uma guerra do Treinador Luso. Desta vez o alvo foi Cristiano Ronaldo que foi desvalorizado por Mourinho quando comparado com Ronaldo, o Gordo.
 
Entendo que o José sinta a necessidade de alimentar polémicas até porque segundo o que contam este está muito feliz em Londres, assim como também entendo que o Mou tenha sentido a extrema necessidade de testar o seus mind games na pré temporada ou não tivesse havido recentemente um Real Madrid CF x Chelsea FC num Torneio Norte-americano, assim como também entendo que Mourinho tenha querido dar uma pequena ajuda a Jorge Mendes forçando desta forma a renovação de contrato de CR7 pela equipa Blanca e entendo ainda que Mou sinta a necessidade de se vingar de quem o maltratou e gozou na Capital Espanhola, mas o que não entendo é porquê carga de água quem o apoiou e valorizou durante a sua estadia em Madrid tenha também de levar por tabela!
 
Não me recordo de ver Cristiano Ronaldo criticar publicamente José Mourinho quando este ainda era Treinador dos Merengues. Assim como também não me recordo de ver a Direcção do Real Madrid CF tecer comentários negativos sobre El Português (esse não me engano esta até o defendeu publicamente por mais que uma vez). A maioria dos Adeptos, inclusive a Claque Ultra Sur, apoiaram o José nos bons e maus momentos. Porque raio me saíste com esta treta dos Ronaldos Verdadeiros e Falsos?
 
Se Mou queria chatear os Valdanos, as MARCAS e os AS de Espanha então que o tivesse feito directamente em vez de usar quem esteve sempre do seu lado para alcançar tão nefasto objectivo. Mourinho estará com toda a certeza magoado e ressentido com a “pornografia intelectual” que grassa na dita “Prensa” de Nuestros Hermanos, mas daí até bater em toda a gente vai uma longa distância… Desculpa José mas desta vez ficaste muito mal na fotografia.          
 
Uma nota final sobre Gareth Bale. Fiorentino que ganhe juízo, “meta a viola ao saco” e apanhe um comboio até Liverpool onde existe um certo Luís Suarez que é ponta de lança e que está impedido de treinar porque os gajos não querem mais. Era o que faltava estar a pagar pelo passe de Bale tanto como se pagou pelo passe do Melhor Jogador do Mundo, Cristiano Ronaldo!

sexta-feira, 28 de junho de 2013

¡¡Hala Madrid!!: A boa e a má notícia

Estamos ainda no rescaldo de uma Temporada que terminou em branco no que a títulos diz respeito, mas isto não invalida que na Casa Blanca sejam muitas as movimentações para a preparação da próxima temporada.
 
É neste contexto que esta semana tivemos uma boa e uma má notícia no universo Madridista. Comecemos pela boa.
 
A boa notícia é que Isco, jovem promissor do Málaga, está mais do que certo em Madrid e será sem sombra de dúvida um reforço de peso para a nova temporada que se avizinha muito complicada. Isco foi recentemente Campeão Europeu ao serviço da Selecção Espanhola de Sub. 21 tendo mostrado muita qualidade em campo e fora dele.
 
A chegada de Isco irá permitir ao real Madrid CF poder apresentar um meio campo muito dinâmico e artístico quando o treinador quiser optar por um trio formado por Xabi Alonso, Modric e Isco. Para além disto a vinda do jovem Espanhol irá com toda a certeza aumentar a competitividade no que á posição 10 diz respeito e isto vai obrigar a que o Alemão Mesut Özil faça pela Vida se quiser continuar a jogar de início.
 
Vamos é a ver se Isco não acusa a pressão de jogar num Clube como o Real Madrid CF uma vez que os Jogadores dos Merengues são sempre submetidos à prova a todo o instante e já é sabido que uns são filhos e outros são enteados. 
 
A má notícia prende-se com o sucessor de José Mourinho no comando da equipa Blanca. O Italiano Carlo Ancelotti foi o escolhido pelo Presidente Florentino Pérez (será que foi mesmo?) para dar seguimento ao bom trabalho do Special One.
 
O problema é que se passou do 8 para o 80. Ou seja, a equipa Blanca optou por deixar sair um Treinador que impõe o natural e necessário respeito organizativo ao balneário para contratar com um individuo que parece uma “mosca morta”. A imprensa de Nuestros Hermanos diz que o Carlo é um conciliador mas sinceramente o que o Clube precisa é de um treinador e não de uma “ama-seca que dê miminhos aos Jogadores”.
 
Como se não bastasse, Ancelotti é muito limitado tacticamente e montar uma equipa não é com ele. Por exemplo; recordo-me de um jogo do PSG (Clube Francês onde o Italiano foi Campeão recentemente tendo ao seu dispor uma palete de Jogadores de Craveira Mundial) em que este aposta num Jogador que tinha aterrado em paris um dia antes… O resultado foi que o PSG perdeu a partida porque se tratava somente do defesa esquerdo do Clube Parisiense e o Atleta estava tudo menos rotinado com os seus companheiros. 
 
E como eu não tenho memória curta recordo-me que Carlo Ancelotti passou pelas brasas nos seus primeiros tempos em Paris. O Italiano foi fortemente atacado pelos adeptos do PSG porque a equipa teve um arranque desastroso na Ligue 1. Depois lá se esqueceram de tal coisa, mas não podemos branquear tal situação assim como não nos podemos esquecer o que o levou a ser despedido do Chelsea FC.
 
Apesar de tudo vou dar o habitual benefício da dúvida a Carlo Ancelotti. Mas depois não digam que eu não avisei!

sábado, 29 de dezembro de 2012

¡¡Hala Madrid!!: Depois da tempestade vem a tempestade

Costuma-se dizer que depois da tempestade vem a bonança. Ora na Casa Blanca não é bem assim uma vez que nos últimos tempos depois da tempestade vem sempre outra tempestade. Atitude sem nexo absolutamente nenhum! E para mais no centro desta mesma tempestade está sempre o mesmo protagonista: José Mourinho.
 
The Special One nunca teve um bom relacionamento com a Imprensa, assim como este também nunca foi de prestar vassalagem a um certo Jogador porque este é a Vedeta lá do sítio. Mourinho procura apostar sempre no onze que lhe dá mais confiança e se neste onze a vedeta puder marcar presença óptimo, mas se não o puder fazer Mourinho não tem nenhum problema em colocar tal personagem no banco.
 
Mourinho já tomou este tipo de atitude com Vítor Baía no Futebol Clube do Porto, John Terry no Chelsea Football Club e com Mário Balotelli no F.C. Internazionale Milano. E diga-se de passagem que estes “castigos de Mou” fizeram destes Atletas Melhores Profissionais que passaram a ter um comportamento digno que culminou com a conquista de muitos e importantes trofeus sob a batuta do El Português. 
 
Como tal não percebo porque razão Iker Casillas não há de ter o mesmo tipo de tratamento quando este mostra não estar á altura do desafio Real Madrid CF. Já há muito que a equipa Merengue está a precisar de uma valente sacudidela psicológica no balneário. Ninguém no Mundo passa de uma temporada de recordes para uma temporada de banalidades e disparates sem ter uma razão plausível para tal.
 
A Equipa Blanca relaxou em demasia nas Jornadas inaugurais de la Liga. A vitória na Supercopa de Espanha ante o FC Barcelona convenceu a maioria dos Adeptos e Jogadores Merengues de que o caminho para a revalidação do título Espanhol estava aberto e que a força dos Catalães se tinha desvanecido com a saída de Guardiola. Para além disto surgiu também uma série interminável de lesões que culminaram com o afastamento de Marcelo da equipa por um longo período de tempo (e todos sabemos que Coentrão apenas era “bom” no Benfica onde o nível de exigência é muito reduzido quando comparado com o Real Madrid CF).
 
Agora cada jogo do Campeonato Espanhol é um sacrifício tremendo. A pressão é muita e quando se esperava que os símbolos da equipa ajudassem a levar a equipa a bom porto, eis que estes alimentam a borrasca em vez de fazerem o que podem para que se saía dela o mais rapidamente possível. 
 
Esperava-se (e espera-se) sempre muito mais de Casillas. O seu comportamento, as suas últimas atitudes e o “lavar de roupa suja” nas redes sociais conduzem-no apenas a um único caminho: o banco de suplentes! 
 
Disparate de Mou dirão alguns, mas a verdade seja dita que quando algo vai mal os maldizentes e ingratos saem sempre da toca para saciarem um pouco o seu “odiozinho” de estimação á equipa Merengue e ao Melhor Treinador/Equipa Técnica do Mundo. A estes há que dar o desprezo que merecem os vermes e seguir trabalhando sem olhar para estatutos, “twittadas”, “facebookadas” e restante trapalhadas que parecem ser do agrado do Capitão Iker.

sexta-feira, 9 de março de 2012

¡¡Hala Madrid!!: Haja Paciência… Outra vez!

Efectivamente um Adepto/Sócio/Simpatizante de qualquer Clube sofre a bem sofrer com o Jornalismo Desportivo. A vontade que os Jornalistas Desportivos têm em se focar somente no lucro dando força a qualquer especulação que surja no horizonte por mais ridícula que seja cansa qualquer um. Nem a mais fraca das mentes consegue aturar tanto disparate junto.

Vem isto a respeito da nova novela que resolveram fazer em torno do futuro de Mourinho. Ao que parece José Mourinho terá ido a Londres comprar uma casa alimentado assim a possibilidade de suceder a André Villas-Boas no comando do Chelsea FC. Até temos uma foto de Mourinho em Londres com alguns Adeptos do Clube Londrino, para além de que lá por Inglaterra não se calam com o “volta Mou estás perdoado”.

Tudo tretas e memória curta ou selectiva destes tais que tem o dever de informar quem compra o Jornal ou vê o programa de televisão. E não será asneira nenhuma afirmar que isto é uma resposta á especulação que houve, e ainda há, em torno da permanência ou não de Guardiola no comando Técnico do FC Barcelona. No fundo e no cabo não há nada como criar uma cortina de fumo para se encobrir uma grande trapalhada lá para os lados da Catalunha.

Isto porque estes tais Jornalistas já se “esqueceram” da forma atribulada como José Mourinho saiu de Londres e a forma como foi mal tratado por Roman Abramovich… Mas eu recordo-me e como não sou tendencioso e gosto de saber sobre o que falo eis apresento aqui o seguinte:

DESPEDIDA MILIONÁRIA PARA O TREINADOR MOURINHO

Jogadores despedem-se a chorar

"Só há duas maneiras de sair do Chelsea: uma é em 2010, quando termina o meu contrato; outra é se me despedirem antes e então saio milionário", disse José Mourinho no início da época. Nos últimos dias, o técnico português deu razões para ser despedido e o russo Abramovich fez-lhe a vontade. Esse é o poder negocial que o dono do Chelsea tem sobre Mourinho - o técnico queria sair do clube. Ontem, as duas partes estiveram reunidas durante mais de seis horas. (…)

Retirado de Diário de Noticias

Ora isto foi em Setembro de 2007. Ou seja, há coisa de 5 anos o Treinador Português foi “corrido” do Chelsea porque o Milionário Russo cismou que Shevchenko era uma enorme mais-valia para o Plantel (quando todos sabíamos na altura que não o era) e agora querem-nos fazer crer á força toda que Mou vai regressar a uma casa cujo dono o tratou mal e que o impediu de alcançar a sua primeira Final da Liga dos Campeões ao serviço do Chelsea?

Citando o famoso anúncio publicitário: “eu é que não sou parvo!”

Mas pelos vistos os Jornalistas acham que todos os adeptos, sócios e simpatizantes do Real Madrid CF o são. Haja paciência… Outra vez!