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sábado, 5 de novembro de 2016
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Dos fatalismos e outros tais
imagem de ojogo
Dois jogos oficiais do Futebol Clube do Porto, dois resultados diferentes em competições diferentes. Ante o Rio Ave - numa partida a contar par a Liga NOS - os Dragões venceram por 3 bolas a 1 após terem estado a perder. Mais recentemente diante da AS Roma os Portistas entraram a perder numa partida a contar para o play off de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões tendo acabado a partida empatada a uma bola.
Razões de queixa?
Algumas. As naturais na minha opinião. Estamos ainda numa fase muito prematura da época pelo que é perfeitamente natural que o Futebol Clube do Porto não apresente um futebol que agrade a gregos e troianos.
O mais importante nesta altura é somar vitórias, pontos e aprimorar processos. E mais importante fica tal tarefa se tivermos em linha de conta que os Dragões têm um treinador novo e um plantel que está ainda a ser construído.
Agora pergunto: para quê tanta celeuma? Para quê tanta previsão de desastre total quando tanto ante o Rio ave como a Roma o FC Porto mostrou bom futebol e – muito importante – capacidade de lutar com naturalidade para dar a volta a um resultado negativo?
Antes de entrarem no fatalismo habitual olhem para Rui Vitória. Vejam o que aconteceu no eterno rival Benfica na época passada e analisem se vale mesmo a pena o vosso discurso fatalista… Quanto à eliminatória com a AS Roma; citando um conhecido Portista: Se isto fosse fácil não era para o FC Porto!
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quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Tanta ineficácia
O FC Porto não foi além de um empate a um na receção à Roma, num jogo onde ficaram evidentes muitas dificuldades dos dragões em lidar com um adversário pressionante e experiente. A expulsão de Vermaelen trouxe outra emoção ao jogo, só que a reviravolta ficou a meio caminho e agora será preciso correr atrás do prejuízo na Cidade Eterna.
Foi a um ritmo muito elevado que o jogo arrancou. Duas equipas a quererem pressionar alto e a fazerem-no, se bem que melhor a execução romana que a portista, muito porque os médios de Spalletti (Nainggolan sobretudo, mas também Strootman) subiam no terreno para o fazer, ao contrário de Danilo e André André, muito mais estáticos e posicionais sem bola.
Num jogo vivo e em boa velocidade, a Roma superiorizou-se também porque, numa fase inicial, os seus laterais tiveram muito mais confiança para subir, ao contrário de Maxi e Telles, com ordens prioritárias para não perderem de vista Salah e Perotti.
Dois fatores aqui referidos que, aliados ao posicionamento de Herrera (má a opção de o colocar na direita, onde não deu velocidade nem consistência), fizeram com que a Roma estivesse mais perto de um golo que chegaria numa infelicidade de Felipe, mas que só não aconteceu antes porque Alex Telles foi enorme a compensar uma falha de Casillas e outra de Danilo Pereira.
E, apesar da imediata resposta, pelo inevitável André Silva - tivessem todos a sua vontade... - pouco mais se viu de um FC Porto refém da posse italiana. Com Nainggolan a dar um enorme pulmão à equipa e com De Rossi a comandar com os pés e com a boca, os italianos ficaram bastante confortáveis no jogo, que já dominavam e que o fizeram ainda mais depois do golo, muito porque, a pensar, foram normalmente mais rápidos que a formação lusa.
Dizer que o jogo podia estar decidido perto do intervalo era manifestamente exagerado, se bem que seria necessária uma drástica ação para inverter o rumo da partida. E foi precisamente isso que aconteceu, quando Vermaelen, já com amarelo, travou André Silva à entrada da área e foi tomar banho. Do livre nada resultou, mas, na disposição anímica, tudo foi diferente e para melhor.
Os portistas podiam ter empatado ainda no primeiro tempo e surgiram no segundo de forma totalmente diferente: na tática, com um regresso ao 4x3x3 à Porto, com Danilo atrás, Herrera e André André à frente no miolo e com Adrián mais sobre uma linha; na postura, intensa e de sentido claro de chegar rapidamente ao golo que devolvesse o equilíbrio à eliminatória; na dinâmica, com muito maior envolvimento dos laterais e com acerto do miolo, onde Danilo mostrou que não fica pior se jogar como único médio defensivo.
Por esta altura, já Otávio, que foi crescendo ao longo da primeira parte, estava em rotação máxima, a abrilhantar a criação portista e a auxiliar um André Silva inesgotável, num tridente que teve a surpreendente, mas muito bem conseguida, aparição de Adrián López (quem o viu e quem o vê...).
De forma natural, o golo apareceu e a plateia, já em grande envolvimento, passou a acreditar ainda mais na reviravolta. Nuno continuou prudente, com receio do que Dzeko e Salah pudessem fazer, e o seu risco ficou-se pelo que foi feito ao intervalo, na mudança do tridente de meio-campo e na ordem para subir dos laterais. Nas substituições, nenhuma loucura e muita cautela, que certamente não agradou a todos os adeptos.
Podia ter sido mais arrojado, se bem que o adversário não era um qualquer. Roma é já na próxima terça e será preciso mais FC Porto.
Retirado de zerozero
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Em busca dos milhões (parte I)
Como disse o treinador, o facto de Portugal ter vencido pode juntar todos os portugueses a apoiar-nos. É uma prova europeia e por isso os adeptos portugueses vão apoiar-nos. Danilo Pereira – in zerozero
Antes de começar a antevisão do jogo de hoje gostaria somente de fazer uma pequena ressalva. Tanto Nuno Espírito Santo como Danilo Pereira afirmaram na conferência de imprensa de antevisão do FC Porto x AS Roma que os portugueses vão estar com os Dragões nesta demanda. Errado! Tremendamente errado meus caros! A maior parte dos portugueses vão estar a apoiar os italianos porque “são da Roma desde pequeninos”! Isto sempre foi assim e hoje não será execpção. Deixem de ser “anjinhos” e “anjolas”. Foi muito por causa deste discurso que durante três temporadas o Clube Azul e Branco não venceu nada mais senão uma Supertaça Cândido de Oliveira. Adiante.
Quanto ao adversário de mais logo aproveito uma parte da análise que o jornalista do site zerozero fez da AS Roma para que se fique, desde já, com uma clara ideia daquilo que espera o Futebol Clube do Porto. Diz então Luís Rocha Rodrigues “que o ponto mais forte da Roma é mesmo o ataque, com Salah, Dzeko ou El Sharaawy a obrigarem a alerta máximo. Ainda não é líquido que todos joguem, até porque Spalletti é igualmente adepto de jogar com três centrais, abdicando de um dos da frente (como acontecia no Zenit algumas vezes), mas o perigo está lá, numa equipa que fará agora o seu primeiro jogo oficial - o campeonato só começará no próximo fim de semana.”
Em suma; trata-se de uma equipa italiana. Está tudo dito. Os Dragões vão ter pela frente uma partida que vai exigir muito da sua paciência e físico. Vai ser muito importante a coesão da equipa e vai ser necessário, muito em especial, uma enorme concentração da parte do onze escolhido por NES para este jogo para que se evitem os passes transviados e erros de posicionamento que todos vimos acontecer em Vila do Conde. Desta vez o individual não vai resolver a contenda a favor do colectivo… Ou o Futebol Clube do Porto joga hoje como um todo e vence o jogo para ir a Roma em vantagem na eliminatória, ou então bem que pode ir fazendo a mala para fazer parte das equipas que disputarão a Liga Europa.
Não se tenha a mais pequena dúvida de que o actual Futebol Clube do Porto tem qualidade e capacidade para eliminar a AS Roma. Falta-lhe é demonstrar isto no campo e para tal só mesmo o melhor Dragão poderá marcar presença mais logo diante dos seus adeptos.
Lista de Convocados: Por divulgar
Onze provável (4x3x3): Iker Casillas, Maxi Pereira, Felipe. Iván Marcano, Alex Telles, Danilo pereira, Héctor Herrera, André André, Otávio, Jesús Corona e André Silva
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domingo, 31 de julho de 2016
3 perguntas
Como estamos naquela fase da época em que nada mais há para dizer senão aquilo que outros já disseram, gostaria somente de colocar três pertinentes questões à SAD do Futebol Clube do Porto.
1- Até quando vai durar o silêncio (qual Monge tibetano) da SAD e demais Dirigentes do Clube Portista sempre que um conhecido Jornal como este se lembra de utilizar o nome do Futebol Clube do Porto para vender mais umas quantas tiragens ao “parolo” que se dá ao trabalho de comprar o matutino?
2- Para quando a contratação de um central para a equipa principal? Isto porque o Nuno Espírito Santo, Treinador da equipa principal do Futebol Clube do Porto, já mostrou por a + b que necessita de reforçar esta área da defesa o quanto antes! Para mais o jogo inaugural da Liga NOS e do Play Off de acesso à Champions está já ali ao virar da esquina.
3- Esta estratégia de se emprestar os dispensados do plantel principal vai ter custos elevados para o Clube? É que para não os “despacharem” de vez deve ser porque não “valem um charuto” e os seus salários não devem ser nada baixos. E custa um tudo ou nada a crer que nesta coisa dos empréstimos não haja uma comparticipação da parte do Clube Azul e Branco nos salários dos tais dispensados que são (e serão) emprestados.
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sábado, 16 de abril de 2016
Classificação das Ligas do Porto com Mística (UEFA Fantasy Football)
sábado, 9 de abril de 2016
Classificação das Ligas do Porto com Mística (UEFA Fantasy Football)
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Adiós Champions...
Dizer que o FC Porto foi eliminado em Stamford Bridge pode induzir em erro, quando analisada toda uma fase de grupos onde, até à quarta ronda (inclusivamente), o FC Porto foi claramente a melhor equipa. O jogo em casa contra o Dynamo mudou completamente a história de um assunto que, para os Dragões, acabou de forma penosa em Londres. Lopetegui tentou surpreender o adversário, mas pareceu ter surpreendido mais os seus, que só foram ameaçadores quando voltaram ao 4x3x3, mas já tarde. Brahimi e Casillas foram os que mais tentaram contrariar um Chelsea que foi melhor. O FC Porto cai para a Liga Europa.
Alterar a harmonia táctica de uma equipa com processos minimamente trabalhados quando o jogo é de exigência máxima e a margem de erro nula não é um caso isolado. Os treinadores das equipas Portuguesas já o fizeram várias vezes (lembramo-nos de Jesualdo Ferreira ou Jorge Jesus) e o resultado não é, por norma, bom.
Por isso, a opção de Lopetegui por um sistema diferente até podia ter resultados, mas a probabilidade era curta. Ao FC Porto, a quem, a menos que o Maccabi fizesse um milagre em Kiev, só a vitória importava (uma vitória inédita em solo Inglês), o desenho foi mal feito desde o início.
A ideia até poderia ser boa. Dois laterais com tendência ofensiva podiam dar uma profundidade interessante para, depois, a dupla da frente encontrar desequilíbrios nas movimentações à entrada da área. Só que o resto da equipa pareceu confundir-se num 3x5x2 com demasiada concentração estática a meio e uma ausência gritante de movimentos de ruptura.
Os próprios centrais, que têm algumas rotinas, sentiram-se estranhos - e o melhor exemplo foi o golo inaugural. Brahimi e Corona chamavam para si a responsabilidade de desequilibrar no drible, só que o poderio físico dos defesas Ingleses anulavam qualquer possibilidade.
Se Lopetegui tentou ser arrojado e viu a sua ideia correr (muito) mal, Mourinho foi igual a si próprio e deu-se bem. Desde logo, importa dizer que o Chelsea europeu nada tem a ver com o interno. O chip da equipa muda, a responsabilidade cresce e a entrega e sobriedade são maiores. Ou seja, sem encantar, o Chelsea foi muito mais perspicaz e sensato na abordagem ao jogo, actuando numa pressão alta que variava nas zonas intermédias e que confundia o futebol previsível e muito pé-para-pé dos Dragões.
Quando Julen Lopetegui percebeu que não era por aquele caminho, já o marcador assinalava 2x0. Aboubakar foi para o jogo, Layún passou para a direita e Indi fixou-se na esquerda, com Maxi a sair do campo. A ideia era boa, o resultado não.
Por essa razão, e mesmo com a maior frieza que Rúben Neves dava à equipa no passe, a espiral já era demasiado negativa e incomodava a quem assistia a forma como Brahimi lutava sozinho contra o mundo. O Argelino, abnegado, fez o que lhe competia. Mas as peças do puzzle já estavam demasiado espalhadas para se poder ver um bom resultado final.
O FC Porto encostou o adversário por várias vezes, mas ao Chelsea isso nada incomodou. Aliás, até deu jeito, pois as transições são o prato forte desta equipa. O que fazia com que o terceiro estivesse mais perto do que o 2 x 1.
Retirado de zerozero
Retirado de zerozero
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
A hora do tudo ou nada
Chegamos aquele momento em que não cale apena olhar para trás e lamentar o que não se fez. Agora já só interessa o que pode ser feito no presente para que o futuro seja do nosso agrado. È a hora do tudo ou nada na Champions para o Futebol Clube do Porto. Ou ganha em Londres ou então “cai” para a Liga Europa.
Ora vencer em Inglaterra é cosia que o dragão nunca fez. Nem nos tempos em que foI campeão Europeu com José Mourinho co comando técnico. Não estou com isto a dizer que Julen Lopetegui não consiga fazer história e fazer com que o Futebol Clube do Porto vença, pela primeira vez, em Inglaterra. Estou antes a dizer que os Dragões têm nesta meta histórica uma motivação extra e uma condicionante caso o jogo de Stamford Bridge não esteja a correr de feição para 9os interesses Azuis e Brancos.
Deito de outra forma, esta última jornada da fase de grupos da Champions vai exigir imenso dos Atletas e Treinador do FC Porto no que ao factor psicológico diz respeito. Vai ser preciso um Futebol Clube do Porto mandão, forte, autoritário e, sobretudo, astuto que aproveite o fracto de o Chelsea de Mourinho estar hoje a jogar uma cartada decisiva no que ao resto da sua temporada diz respeito dado que a nível interno as coisas tem ido de mal a pior para os Londrinos.
Convêm que Lopetegui não invente e que não se deixe influenciar pela pressão Doyen. Há que colocar os melhores Jogadores nas suas respectivas posições senão é o fim do sonho Champions para o Dragão.
A lista de convocados por Julen Lopetegui para este jogo entre o FC Porto e o Chelsea FC, em Londres, da sexta jornada do grupo G da Liga dos Campeões (19h45), contempla os regressos de Imbula e João Costa, guarda-redes da equipa B. O Treinador Espanhol acrescentou dois jogadores à convocatória para o jogo frente ao Paços de Ferreira.
Lista de 20 convocados: Helton, Casillas e João Costa (g.r.); Maxi Pereira, Martins Indi, Maicon, Marcano, Rúben Neves, Varela, Brahimi, Aboubakar, Tello, Evandro, Herrera, Jesús Corona, André André, Miguel Layún, Danilo Pereira, Alberto Bueno e Imbula.
Onze provável (4x2x3x1): Casillas, Maxi, Maicon, Marcano, Layún, Danilo, Evandro, André, Herrera, Brahimi e Aboubakar
p.s. Gralha corrigida. Agradeço a quem reparou no pormenor do "12.º Jogador" mas erros acontecem a todos. Muito especialmente a quem mesmo adoentado se esforça por manter este espaço actualizado.
Ora vencer em Inglaterra é cosia que o dragão nunca fez. Nem nos tempos em que foI campeão Europeu com José Mourinho co comando técnico. Não estou com isto a dizer que Julen Lopetegui não consiga fazer história e fazer com que o Futebol Clube do Porto vença, pela primeira vez, em Inglaterra. Estou antes a dizer que os Dragões têm nesta meta histórica uma motivação extra e uma condicionante caso o jogo de Stamford Bridge não esteja a correr de feição para 9os interesses Azuis e Brancos.
Deito de outra forma, esta última jornada da fase de grupos da Champions vai exigir imenso dos Atletas e Treinador do FC Porto no que ao factor psicológico diz respeito. Vai ser preciso um Futebol Clube do Porto mandão, forte, autoritário e, sobretudo, astuto que aproveite o fracto de o Chelsea de Mourinho estar hoje a jogar uma cartada decisiva no que ao resto da sua temporada diz respeito dado que a nível interno as coisas tem ido de mal a pior para os Londrinos.
Convêm que Lopetegui não invente e que não se deixe influenciar pela pressão Doyen. Há que colocar os melhores Jogadores nas suas respectivas posições senão é o fim do sonho Champions para o Dragão.
A lista de convocados por Julen Lopetegui para este jogo entre o FC Porto e o Chelsea FC, em Londres, da sexta jornada do grupo G da Liga dos Campeões (19h45), contempla os regressos de Imbula e João Costa, guarda-redes da equipa B. O Treinador Espanhol acrescentou dois jogadores à convocatória para o jogo frente ao Paços de Ferreira.
Lista de 20 convocados: Helton, Casillas e João Costa (g.r.); Maxi Pereira, Martins Indi, Maicon, Marcano, Rúben Neves, Varela, Brahimi, Aboubakar, Tello, Evandro, Herrera, Jesús Corona, André André, Miguel Layún, Danilo Pereira, Alberto Bueno e Imbula.
Onze provável (4x2x3x1): Casillas, Maxi, Maicon, Marcano, Layún, Danilo, Evandro, André, Herrera, Brahimi e Aboubakar
p.s. Gralha corrigida. Agradeço a quem reparou no pormenor do "12.º Jogador" mas erros acontecem a todos. Muito especialmente a quem mesmo adoentado se esforça por manter este espaço actualizado.
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sábado, 28 de novembro de 2015
Classificação da Liga do Porto com Mística (UEFA Fantasy Football)
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Esta mania de se ligar o "complicador"
O que parecia simples e perto de conseguir (apuramento) não o foi, pelo menos para já. O FC Porto até entrou bem, apostado em vencer mas, aos poucos, foi perdendo o controlo em campo e viu o Dynamo Kyiv sair com a vitória do Estádio do Dragão, por duas bolas a zero.
Frente a uma equipa de futebol muito físico e musculado, cedo o FC Porto tentou dizer ao que ia. Atacando com critério e com ideias bem claras, assentes na circulação em posse e procurando o jogo exterior (Maxi e Layún muito subidos no terreno), os Dragões tiveram a seu cargo as despesas do encontro.
Brahimi tentou dar rapidez no seu flanco, enquanto que Tello foi tentando "tabelinhas" com Maxi. Porém, os Ucranianos, numa estratégia de contenção, iam conseguindo fechar os caminhos para a baliza de Shovkovskiy.
Lopetegui, que foi pedindo calma e bola no chão aos seus jogadores, viu o Dynamo Kyiv crescer e levar perigo às redes de Iker Casillas. Denys Garmash viu os postes negarem-lhe o golo (na recarga Júnior Moraes falhou de baliza aberta), numa altura em que o FC Porto tinha perdido o controlo do jogo; e o Dynamo ia ameaçando.
Ameaçaram e marcaram mesmo. Aos 35', Andriy Yarmolenko bateu Casillas, num penálti a castigar uma falta de Imbula sobre Rybalka. O FC Porto pagava caro o facto de ter perdido o domínio no terreno.
Os Dragões foram a perder para os balneários e regressaram com muita vontade de levar a cabo a reviravolta (pelo menos mostraram isso nos primeiros minutos do segundo tempo). Mas não chegava querer. Era preciso fazer por isso. E os pupilos de Lopetegui lidaram mal com a estratégia dos Ucranianos. Perderam muitas bolas e viram o Dynamo ampliar a vantagem. Aos 64', Derlis González marcou, num lance em que Casillas não fica bem na fotografia. O Espanhol deu uma palmada na bola mas esta foi para o fundo das suas redes.
Competente e consistente, o Dynamo Kyiv "amarrou bem" o FC Porto na sua teia e os jogadores da Invicta ouviram das boas por parte dos adeptos. A equipa dos Dragões entrou numa fase de descrença e restou ao Dynamo gerir os vários momentos. É verdade que a sorte também não quis nada com os azuis e brancos e agora tudo se vai decidir na última jornada, em Londres, frente ao Chelsea.
Retirado de zerozero
Melhor em Campo: Andre´André
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Resolver já a questão Champions
Após um fim-de-semana de Taça de Portugal onde o Futebol Clube do Porto cumpriu com a sua obrigação ao ter carimbado o passaporte para os oitavos-de-final da prova Rainha do nosso futebol, eis que agora os Azuis e Brancos vão tentar carimbar outro passaporte: o da Champions.
Os Portistas que mais logo recebem os Ucranianos do FC Dynamo Kyiv só necessitam de um ponto para poderem passar à fase seguinte da Prova Milionária há uma máxima no futebol que diz que quem joga para o empate perde para além de que a equipa da capital Ucraniana não vêm à Invicta para fazer favores dado que somente a vitória lhe interessa.
Temos, sem sombra de dúvida alguma, que o Futebol Clube do Porto terá pela frente um jogo muito complicado. È certo que Juylen Lopetegui usa sempre a mesma retórica e que todos os jogos são complicados, mas desta vez o jogo é mesmo complicado até porque o Dynamo Kyiv joga a sua “sobrevivência” na Liga dos Campeões e uma derrota mais logo “atira-os” irremediavelmente para a Liga Europa.
Alias os Dragões sabem muito bem aquilo que vale esta equipa do Leste dado que empataram a duas bolas em Kiev. E o FC Porto esteve sempre em vantagem nesta partida só que Jogadores como Antunes, Miguel Veloso, Andriy Yarmolenko, Oleg Gusev entre outros com os quais o Técniico Serhiy Rebrov (um histórico do FC Dynamo Kyiv) pode contar equilibraram a contenda e mostraram aos Dragões que não brincam em serviço.
Vai ser preciso um Futebol Clube do Porto concentrado, aguerrido e sobretudo veloz nos seus processos para que os três pontos da vitória e respectivos milhões foquem na cidade Invicta.
A lista de convocados do FC Porto para este jogo frente ao Dínamo Kiev relativo à quinta jornada da Liga dos Campeões (19h45) inclui os regressos de Maxi Pereira, Jesús Corona, André André, Danilo e Miguel Layún. Em relação à partida da quarta eliminatória da Taça de Portugal, frente ao Angrense, saem dos eleitos Sérgio Oliveira, José Ángel, Varela e Lichnovsky e ainda João Costa e Víctor García, da equipa B.
Lista de 18 convocados: Helton e Casillas (g.r.); Maxi, Martins Indi, Marcano, Rúben Neves, Brahimi, Aboubakar, Dani Osvaldo, Tello, Evandro, Herrera, Corona, André André, Danilo, Miguel Layún, Bueno e Imbula.
Onze provável (4x2x3x1): Casillas, Maxi, Marcano, Indi, Layún, Danilo Pereira, Rúben Neves, Evandro, André André, Brahimi e Aboubakar
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quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Com os oitavos tão perto
O FC Porto deu mais um passo seguro na caminhada rumo aos oitavos de final da Liga dos Campeões. Em Haifa, foi quase sempre mais lúcido do que um Maccabi que quis e conseguiu mostrar mais do que tinha mostrado no Porto, mas que revelou menos atributos qualitativos, frente a um Dragão mais seguro e capaz. Tello e André André marcaram e brilharam, Layún fez o outro. O FC Porto era favorito e demonstrou-o uma vez mais.
Os primeiros dez minutos foram enganadores. Talvez tenham sido surpreendentes para o FC Porto, pela forma como o Maccabi se apresentou pressionante e crente. Talvez tenham sido para Lopetegui, que pedia uma posse controlada num relvado de vidro, que ameaçava esburacar-se rapidamente. Talvez tenham sido para quem via a partida e poderia achar que, afinal, os Israelitas podiam mesmo dar muito trabalho.
Tudo isso foi enganador, porque apenas nesse período houve equilíbrio. Depois, os Dragões perceberam que era o lado esquerdo da sua defesa que o adversário procurava explorar, perceberam que as mudanças de ritmo na zona central baralhavam o Maccabi e perceberam que a defesa contrária é demasiado macia para as exigências de uma Liga dos Campeões.
Verdade que Casillas teve que fazer uma grande defesa ao quarto de hora, mas não menos verdade que, ao intervalo, o 0 x 1 era curto. Tello fez aquilo que Aboubakar, mais do que uma vez (uma delas escandalosa), não conseguiu.
Só era preciso um pouco de gestão para apagar o pouco fogo que os Israelitas ainda tinham (acalentado pela dupla substituição ao intervalo) e depois dar o toque final no marcador.
André André encarregou-se disso, fazendo brilhar a sua cabeça rapada no confronto com o couro da bola. Com o 0 x 2, era mesmo apenas uma questão de não adormecer. Isso aconteceu por Casillas, numa reposição de bola, mas o Espanhol acordou no imediato com uma grande defesa e o alarme soou na cabeça de toda a equipa.
A segunda parte até foi mais difícil no sentido de segurar o ímpeto do adversário contrário, mas também criou mais espaços para a transição. Foi um FC Porto menos normal, sem tanta posse, mas igualmente capaz de ficar por cima, no jogo e no marcador.
Layún fechou as dúvidas que nem o penálti (inexistente) de Zahavi colocaram em causa. O FC Porto é líder e está praticamente apurado.
Retirado de zerozero
Melhor em Campo: Tello
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quarta-feira, 4 de novembro de 2015
Vamos lá acabar com isto
Após uma paragem forçada no futebol Azul e Branco dado que as condições climatéricas impediram os Dragões de defrontar o União da Madeira no passado fim-de-semana, eis que agora regressam as emoções europeias. E neste aspecto há que ser, desde já, sucinto e objectivo: vamos lá acabar com isto de vez! Isto porque vencendo hoje m Israel o Futebol Clube do Porto dá um passo de gigante no apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões e pode também cimentar o primeiro lugar que, se pontuar no Dragão ante o Dínamo, poderá muito bem ser a posição com que terminará a fase de grupos.
Efectivaments os comandados de Julen Lopetegui tem equipa mais do que capaz de ir a Haifa impor o seu futebol e ficar com os três pontos da vitória (mais o chorudo prémio financeiro). O Maccabi Tel Aviv está longe de ser um adversário capaz de “roubar” pontos aos Azuis e Brancos contudo no futebol nem sempre a lógica do mais forte impera e as surpresas podem surgir. Quer isto dizer que se exige um Futebol Clube do Porto mandão, agressivo e dominador ante esta briosa e lutadora equipa Israelita que não hesitará em vencer o jogo caso os Dragões entrem em campo da mesma maneira que o fizeram ante o SC Braga de Paulo Fonseca.
Eles (Maccabi Tel Aviv) podem não ser grande coisa mas se dão que fazer dão e se sabem como estar perante os seus adversários sabem. Slaviša Jokanović “montou” uma equipa muito boa apesar de ainda não ter os “ovos” de que necessita para fazer uma boa “omelete europeia”. Que o diga o FC Porto aquando da visita deste Maccabi ao Estádio do Dragão.
A entrada de João Costa, guarda-redes do FC Porto B, é a única novidade na lista de 20 convocados de Julen Lopetegui para a partida com o Maccabi Telavive, da quarta jornada do grupo G da Liga dos Campeões, que vai disputar-se no Estádio Sammy Ofer, em Haifa (19h45 de Portugal Continental). Em comparação com a convocatória para a partida com o União da Madeira, que acabou por ser adiada, sai dos eleitos o guarda-redes Raúl Gudiño, que não está inscrito na competição.
Lista de 20 convocados: Helton, Casillas e João Costa (g.r.); Maxi Pereira, Martins Indi, Marcano, Rúben Neves, Varela, Aboubakar, Tello, Sérgio Oliveira, Evandro, Herrera, Jesús Corona, André Silva, André André, Miguel Layún, Danilo, Bueno e Imbula.
Onze provável (4x2x3x1): Casillas, Maxi, Marcano, Martins Indi, Miguel Layún, Danilo Pereira, Imbula, André André, Corona, Rúben Neves e Aboubakar
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quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Demorou, mas foi "sem espinhas"
Só o mais puro dos optimistas podia pensar, antes da primeira meia-hora de jogo, que o FC Porto iria chegar ao intervalo a vencer, ainda para mais por dois golos sem resposta. Na verdade, os Azuis e Brancos iniciaram muito mal o encontro com o Maccabi Tel Aviv, equipa Israelita que chegou ao Dragão ainda sem qualquer golo apontado nas primeiras duas jornadas, mas que podia se ter estreado nesse capítulo.
Os rasgos individuais de alguns jogadores do FC Porto, nomeadamente Yacine Brahimi e Maxi Pereira, eram coisa pouca para os imensos erros que o sector mais recuado ia cometendo. Alguns passes errados, especialmente de Marcano, permitiram aos Israelitas pôr a defesa dos Dragões em sentido. A acrescentar a isso, o meio-campo, nomeadamente Imbula, teimava em decidir sempre mal, ao ponto de Lopetegui ter mandado Danilo Pereira aquecer, tendo estado mesmo na iminência de entrar.
Num encontro em que o FC Porto se mostrava demasiado partido – atacantes sozinhos porque o meio-campo decidia mal e defesa a entregar a bola aos atacantes adversários através de passes errados – e quase sempre a tomar a opção do caminho mais difícil, só um lance aos 25 minutos, em que Layún cruzou para Aboubakar rematar ao lado, é que foi capaz de parar a exibição amarela (cor do equipamento do Maccabi) estava a ter até então.
Curiosamente, Layún e Aboubakar foram os protagonistas do primeiro golo do FC Porto, que aconteceu aos 37 minutos. Do ponto de vista exibicional, a equipa de Lopetegui melhorou desde o minuto 30, nomeadamente com os dois laterais a darem mais profundidade ao corredor na ajuda aos extremos. E foi num desses movimentos, neste caso pela esquerda, que Layún assistiu primorosamente Aboubakar para o primeiro golo, num tento que colocou os Dragões em vantagem e que permitiu ao atacante Camaronês acabar com um jejum que durava desde 16 de Setembro, quando facturou na Ucrânia perante o Dynamo Kyiv.
E ainda os adeptos do FC Porto festejavam o primeiro golo, quando Yacine Brahimi, após passe de Aboubakar, apareceu isolado e ampliou a vantagem. Em apenas quatro minutos, os Azuis e Brancos sentenciaram praticamente a partida com dois golos, algo que nada fazia prever, principalmente pela (má) exibição protagonizada durante os primeiros 30 minutos.
O 2 x 0 permitiu aos Dragões irem mais descansados para o intervalo. Nesse sentido, o segundo tempo foi mais de gestão do resultado. Embora o Maccabi Tel Aviv tenha tido bola, o FC Porto, nesses casos, controlou quase sempre à distância. A excepção foi um remate de longa distância de Avraham Rikan, que passou um pouco por cima da baliza de Casillas, guarda-redes que, apesar das vezes em que a bola rondou a sua baliza, não teve verdadeiramente que se aplicar para a defender.
Nos momentos da bola na sua posse, os jogadores do FC Porto não forçaram demasiado no ataque, embora tenham estado perto do 3 x 0 quando viram a bola bater no poste e ainda quando Aboubakar, em excelente posição, atirou por cima. Ou então, quando Maxi Pereira não fez melhor, após passe de Danilo Pereira. O mais importante para os Dragões, os 3 pontos, já estava conseguido e, a avaliar pela primeira volta agora completa, a porta dos oitavos de final da Liga dos Campeões abre-se mais a cada jornada que passa.
Retirado de zerozero
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Melhor em Campo: Brahimi
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