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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Entrou areia na engrenagem

À 5ª jornada da Liga Portuguesa, o Tricampeão Nacional FC Porto deixou os primeiros pontos pelo caminho. Na ressaca da ronda europeia, Estoril Praia e FC Porto empataram 2 x 2, na Amoreira, com os Dragões a segurarem a liderança isolada da Liga, agora com mais um ponto que o SC Braga.
A partida teve, obviamente, um sabor especial para Licá, internacional Português que no final da última época trocou o Estoril Praia pelo FC Porto. O avançado Português tem sido uma das peças-chave da equipa montada por Paulo Fonseca e voltou a ser determinante.
Aos 26 minutos, Licá isolou-se a passe de Varela e na cara de Vagner não perdoou. O golo dava vantagem aos Dragões e o avançado, em respeito pelo passado de «amarelo», não festejou o tento.
O golo Portista não incomodou o Estoril que respondeu de imediato, com Bruno Miguel a desviar um cruzamento de Evandro ao poste da baliza à guarda de Helton. Depois do aviso, o golo, que nasceu de uma grande penalidade mal assinalada. Otamendi joga a bola com o braço fora da grande área Portista, mas Rui Silva decidiu-se pelo castigo máximo que Evandro não falhou.
A segunda parte voltou a mostrar um Estoril desinibido e sem receios do líder. A equipa de Marco Silva entrou bem na segunda parte e antes de Jackson virar o jogo para o lado Azul podia ter chegado à vantagem. Luís Leal, aos 60 minutos, rematou cruzado e ficou a centímetros do golo.
No entanto, a grande exibição dos «Canarinhos» quase ficava sem efeitos práticos, porque um FC Porto longe de ser brilhante – tal como em Viena – voltou a ser letal na finalização. Jackson Martínez, aos 66 minutos, foi servido por Lucho e não falhou, devolvendo os Dragões à liderança no marcador.
Mas este Estoril tem estofo mental e sobretudo muito futebol, exibido na sua plenitude. Por isso, ao golo de Jackson a equipa da casa voltou a responder com o empate, aos 80 minutos, por intermédio de Luís Leal, que após um excelente trabalho de Javier Balboa aproveitou um ressalto para fazer novamente o empate na Amoreira.
A partida era agora pertence da equipa da casa, que logo após o empate ficou muito perto do terceiro golo em duas ocasiões, sempre com Luís Leal no epicentro do futebol ofensivo dos «Canarinhos». Mangala andava às voltas na marcação ao avançado Brasileiro que só por azar não ofereceu os três pontos à sua equipa.
Os últimos 10 minutos foram de grande intensidade, com o FC Porto a procurar reagir ao bom futebol do Estoril, e Alex Sandro, em cima do minuto 90, obrigou mesmo Vagner a uma defesa apertada. O empate, no entanto, prevaleceu e o FC Porto deixa os primeiros pontos pelo caminho perante um Estoril que é um regalo para a vista do adepto.

Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Lucho Gonzalez

sábado, 31 de agosto de 2013

A lista do sargentinho.

 
  • Saiu mais uma lista de convocados da selecção para o importante embate com a Irlanda do Norte. Lista mais uma vez tão previsível como a risca ao meio de P. Bento.
Tão previsível como discursos totalmente vazios e pouco ambiciosos como os de P. Bento a cada jogo a dizer que os jogos não são decisivos… Nunca são, até ficarmos de fora do Mundial, nunca são.
 
Um seleccionador que não gosta de mudar. Tem aversão à mudança e que segue as pisadas do seu ídolo, o Sargentão Scolari que também fazia listas de convocados sem ter que ver jogo nenhum. As convocatórias estavam feitas independentemente do que cada jogador fizesse em campo. Ambos têm também em comum o facto de gostarem de dar uma de disciplinadores.
Scolari fez isso ao deixar de fora da selecção jogadores como Baía ou Sérgio Conceição, P. Bento com a birrinha que fez com Ricardo Carvalho. Ambos gozam de uma enorme benevolência da imprensa. A imprensa que sempre crucificou os seleccionadores, veja-se o caso recente de Carlos Queiroz… mas que é muito amiga do sargentinho e do sargentão que parecem estar acima da crítica.
 
O Sargentão podia insultar, não convocar jogadores do Porto campeão da Europa, deixar de fora o melhor guarda redes do Mundo, e todos achavam bem… P. Bento pode fazer convocatórias ridículas, convocando um grupo de amigos tal como fazia Scolari sem ouvir uma crítica.
Fico estarrecido quando ouço os amiguitos de P. Bento na imprensa a terem a distinta lata de dizer que ele faz milagres com os jogadores que tem… Ou seja, devemo-nos convencer que uma selecção com 3 jogadores do Real Madrid, um do Manchester United, dois do Zenit, e ainda jogadores do Porto e ainda Moutinho do milionário Monaco deve ser uma selecção que deve estar a lutar taco a taco com a poderosa selecção de Israel…
 
Quando era Carlos Queiroz o seleccionador, Portugal tinha uma grande selecção e era o seleccionador que não a sabia aproveitar, com P. Bento em poucos anos já os jogadores não são assim tão bons e coitadinho do sargentinho que tem muitas dificuldades em encontrar jogadores para a selecção… Talvez por haver tão poucos jogadores de qualidade, é que durante anos ignorou as grandes épocas de Hugo Viana no Braga, ou a preponderância de Manuel Fernandes no Besiktas, a grande época de Eliseu no Málaga, ou mais recentemente Licá, o seu novo alvo de estimação.
  • Paulo Bento quando foi apresentado como seleccionador referiu que os critérios para um jogador ser convocado seriam a assiduidade desse jogador no seu clube e a qualidade. Que só em casos muito contados em posições deficitárias é que ponderaria convocar um jogador que não jogasse no seu clube…
Ora se assim é, fica a pergunta. Portugal tem falta de opções no meio campo ao ponto de Ruben Amorim ( jogador fetiche de P. Bento), ter sempre lugar entre os convocados? Ruben Amorim que é um jogador tremendamente regular porque consegue ser suplente no Braga com a mesma qualidade que é suplente no Benfica…
 É que só assim de cabeça para o meio campo ficam de fora: Adrien Silva, André Leão, Manuel Fernandes, André Castro, Paulo Machado etc.
 
Fiquei estarrecido quando soube que P. Bento havia estado no estádio da Luz a ver o Benfica x Gil Vicente, jogo em que o Benfica não se apresentou com um único jogador português no onze. Das duas uma: ou estaria a fazer uma observação da selecção da Sérvia, já contando que Portugal pode encontrar os sérvios no play off, ou então estaria a observar os jogadores portugueses do Gil Vicente.
Tendo em conta a convocatória agora tornada pública, afinal nenhuma das hipóteses colhe. Pelos vistos estava mesmo a observar a forma como Ruben Amorim se mexe no banco de suplentes. Se aquece bem, se está atento ao jogo, se brinca muito ou pouco com os colegas no banco, esse tipo de observação técnico táctica de valor inestimável para a selecção.
  • Nisso P. Bento segue o seu mentor…
Scolari de burro não tem nada, e identificou logo que neste país para se ser protegido pela imprensa tem que comprar uma guerra com o F. C. Porto e o seu presidente. Daí não ver jogos do Porto porque segundo ele “ O Porto fica lá longe…”. Lema que parece estar a ser seguido agora pelo Sargentinho.
 
Foi o que fez Scolari ao deixar Baía de fora do europeu, mesmo sem explicação alguma, comportamento digno de um cobarde. Veja-se onde anda o seu delfim, Ricardo, o guarda redes que defendia sem luvas mas que fechava os olhos quando saía a cruzamentos…
Paulo Bento não tardou em comprar uma guerra com Pinto da Costa e com o Porto a propósito da utilização obsessiva de João Moutinho. Paulo Bento tal como Scolari vende a imagem de independência para fora, de não estar sujeito a pressões, mas quando escavamos um pouco mais fundo vemos que é bastante influenciável para não dizer que por vezes é um pau mandado.
Foi assim quando Mourinho era para treinar uns joguitos da selecção e não pôde e lá foi o sargentinho como 2ª opção mas bem mandado por Jorge Mendes.
 
Curiosamente a gestão de esforço que não fazia com os jogadores do Porto, especialmente Moutinho, sempre fez com os jogadores do Real Madrid…Pepe, Ronaldo e Coentrão eram geridos com pinças para não incomodar os trabalhos do Real Madrid. Aqui entra a falácia de suposta independência de Paulo Bento… É que esta selecção não é apenas um grupo fechado como era com Scolari onde o mérito não se reconhece e sim se valorizam os compadrios…
  • Esta é a selecção de Jorge Mendes
É só ver as convocatórias e facilmente se percebe porque é que faltam alguns nomes e outros aparecem de forma algo inexplicável, mesmo que não joguem. É só fazer as contas. Quantos jogadores desta selecção são agenciados por Jorge Mendes?
 
Desta lista temos 16 jogadores representados directa ou indirectamente por Jorge Mendes.
 
Eduardo, por exemplo não é agenciado directamente, mas foi Jorge Mendes o intermediário que participou nas suas transferências.
Os únicos jogadores da lista que não são do Jorge Mendes são: Beto, Neto, Josué, Raul Meireles, Vieirinha e Ricardo Costa. Mesmo estes, alguns deles mantém boas relações com Mendes,e viram no passado Jorge Mendes a intermediar algumas das suas transferências.
Outros como Neto são jogadores que certamente estarão no radar de Jorge Mendes que os “roubará” sem dó nem piedade seja quem for que os represente.
 
Também seria pedir muito que todos os convocados fossem Jorge Mendes… Por um lado porque Jorge Mendes não tem jogadores para todas as posições. Guarda-redes para terceiro teria mesmo que ser o Beto.
 
Para centrais Jorge Mendes também não tem mais. Meireles teria que ser convocado pela influência que tem, e depois Josué cumpre o plano de ter que ter alguém do Porto caso contrário seria demasiado ostensivo… Outra opção é Varela que também não é Jorge Mendes e que por isso fica de fora desta convocatória. Mendes perdeu influencia no Porto no pós 2004 e por isso se querem convocar jogadores do Porto o mais normal é que não sejam agenciados por Jorge Mendes.
 
Mas é curioso que também os jogadores convocados que não são Jorge Mendes, são representados por agentes que não atingem os mesmos mercados nos quais Mendes se movimenta nem lhe tapam jogadores que ele tem que colocar.
A selecção é a montra de Mendes. Pizzi, por exemplo, foi bem promovido na selecção. Brilhou no Corunha, e logo teve a sua chance. Já Lica como não é Jorge Mendes bem que pode brilhar que tem as portas da selecção fechadas.
 
  • Ficando de fora Varela, seria natural que entrasse Licá, do mesmo clube e a ser titular na sua vaga para a selecção… Mas não.
P. Bento disse mesmo que Nani mesmo não jogando teria que ser convocado porque não se poderia desperdiçar o seu talento… Ora, sabe-se que Nani esta época praticamente nem convocado foi no seu clube, mas sabe-se também que está num processo de negociação ou para sair ou para renovar com o Manchester, assim que a exposição na selecção lhe dá bastante jeito…
 
Por essa ordem de ideias porque nãos e aproveita o talento de Bruma? Nem nos sub-21? Não está a treinar? Tem jogado tanto como Nani nestes últimos tempos… Só que um é Catio Baldé, outro é Jorge Mendes.
Ruben Amorim foi titular da selecção no último jogo. Qualquer outro seleccionador que o fizesse seria bombardeado… P. Bento não. Ninguém questiona, ninguém coloca o dedo na ferida, as conferências de imprensa e entrevistas são de uma subserviência bacoca.
 
Não há coragem nem vontade que se lhe coloquem questões directas sobre a sua própria ligação com Jorge Mendes e a curiosidade de que quase sempre as suas listas são constituídas maioritariamente por jogadores de Jorge Mendes.
Mais ainda. Notou-se que alguns jogadores viram o seu caminho facilitado no acesso à selecção nacional após serem representados por Jorge Mendes… Veja-se o caso de André Martins. Quando representado por Pina Zahavi não era convocado, bastou mudar para a Gestifute e passou a aposta mesmo que não seja preponderante no Sporting.
Mas há mais… Nelson Oliveira. Engraçado que para este jogo já não foi convocado… Mas durante vários jogos em que foi suplente do Deportivo da Coruña tinha vaga assegurada. Mesmo com o seu futuro indefinido foi convocado para o jogo anterior e até jogou, o que foi um bom cartão de visita para chegar ao Rennes e se afirmar.
 
O critério de P. Bento nunca é questionado. Porque é que Nelson Oliveira era convocado quando não jogava, e agora que até marcou 3 golos pelo Rennes já ficou de fora?
  • Com Licá, P. Bento mata dois coelhos com uma só cajadada 
Por um lado chateia o Porto e mostra-se à imprensa como um seleccionador de ideias fixas e inabalável a pressões, por outro abre a vaga a Nani, jogador Jorge Mendes.
 
Para Licá fica o recado: para ser convocado ou é melhor ser suplente do Benfica ( visto que são jogos que P. Bento gosta mais de assistir), ou então passa a ser representado por Jorge Mendes e de um momento para o outro até parece que passará a ser outro jogador. Até lá, P. Bento estará mais ocupado a ver as movimentações de Ruben Amorim no banco do Benfica…
Ps- E o que dizer do compadrio total na federação ao entregar a Rui Jorge a selecção de sub-21 só porque é amigo de P. Bento? Que resultados conseguiu Rui Jorge com a selecção? Nada. Recompensa? Recebe uma geração de enorme talento outra vez para que uma vez mais falhe a qualificação para o Europeu.
 
Enquanto isso fica a questão: O que fizeram a Ilídio Vale?

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Bailinho do Dragão

Passeio do Tricampeão FC Porto na primeira exibição caseira da época. Os Dragões bateram o Marítimo por 3 x 0, este Domingo, na 2ª jornada da Liga Portuguesa e o reforço Licá tratou de marcar posição junto dos adeptos Azuis e Brancos com uma exibição de nota «10» na primeira parte.
Chegou do Estoril com boa cotação mas longe de figurar no imaginário dos adeptos Portistas como uma peça a encaixar no «onze» de Paulo Fonseca, mas Licá tem provado ser o reforço em maior evidência e a exibição assinada frente ao Marítimo corrobora essa constatação.
Dois golos que conduziram o FC Porto a um triunfo tranquilo, assente num futebol sólido e de grande intensidade. Dois golos com o cunho do extremo Português de 24 anos, que aos 27 minutos inventou uma jogada soberba para assistir Jackson Martínez; o Colombiano fez o mais fácil, ao empurrar a bola para o 1 x 0.
De criador a finalizador, Licá aumentou a supremacia Portista em golos aos 37 minutos, aparecendo na pequena área com velocidade e determinação para completar o cruzamento rasteiro de Danilo. Golo justo para o futebol do FC Porto e justíssimo para a produção de Licá no relvado do Dragão.
Antes dos dois golos fabricados pelo ex-Estoril, domínio do FC Porto que ameaçara o golo em duas ocasiões. Primeiro por Josué, que aos 12 minutos atirou ao lado após José Sá ter falhado a interceção na baliza do Marítimo, depois por Danilo, aos 16 minutos, com o guardião dos Insulares desta vez a reagir por instinto e a adiar o primeiro golo dos Dragões.
Se da primeira parte transitava a ideia de um FC Porto seguro rumo aos três pontos, o arranque do segundo tempo tratou de o confirmar. Aos 49 minutos, Otamendi é derrubado por Danilo Pereira no limite da área Madeirense; entre dúvidas sobre o local da falta, Jorge Ferreira decidiu-se pela grande penalidade que Josué transformou sem problemas para o 3 x 0.
Tudo o resto foi festa nas bancadas do Dragão e gestão do jogo no relvado. Com o golo de Josué o Marítimo perdeu a pouca confiança que porventura ainda lhe sobrava e nunca foi capaz de chegar com perigo à baliza de Helton, um entre os 41 mil adeptos no Dragão.
Serviu a entrada de Juan Quintero, aos 66 minutos, para uma das grandes ovações da tarde na cidade do Porto; primeiro para Josué, o homem substituído depois de nova exibição de qualidade, e para o Colombiano que prometeu coisas boas na primeira jornada em Setúbal, onde marcou.
Quintero esteve bem aos 76 minutos ao conduzir a bola da zona exterior para uma posição frontal e a rematar para uma defesa a dois tempos de José Sá. Aos 85' voltou a repetir a jogada e atirou ao lado.
Contas finais. O FC Porto soma seis pontos após duas jornadas, com seis golos marcados e um sofrido. O Marítimo não foi capaz de repetir a proeza da primeira jornada, onde bateu o Benfica, e queda-se pelos três pontos que tinha à entrada para a ronda dois da Liga Portuguesa.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Licá

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Pensamento da Semana: Bernard? Não obrigado.

Nunca colo “rótulos” aos Jogadores que reforçam o Futebol Clube do Porto. Quero e tento sempre dar o benefício da dúvida aos Jogadores que assinam pelo Clube Azul e Branco.

Agora não “como palha” e sei distinguir uma “notícia plantada” pelo Agente do Atleta X ou Y para pressionar algum Clube que esteja interessado na compra do passe do Jogador.
 
Foi precisamente isto que aconteceu com o jovem Brasileiro Bernard. O Shakhtar da Ucrânia desde cedo mostrou o seu interesse em contratar o Atleta, hesitou um pouco talvez devido a problema de fundos e então a jogada do Empresário do Jogador foi a de “colar” o nome do FC Porto à lista de possíveis interessados no Bernard até porque é sabido que os Dragões têm o bom hábito de apostar em Jogadores jovens com uma grande margem de progressão.
 
Como tal não se entende o porquê de tanto adepto Portista cair no logro. Logro este que já tem barbas e só não vê tal coisa quem não quer ver. E a cegueira fica ainda pior quando se trata de um Jogador que de quando em vez joga pela Selecção Brasileira. Chega a ser doentio e coloca-se injustamente em xeque o bom nome do Futebol Clube do Porto, clube que quando está realmente interessado num Jogador consegue sempre contratar os seus serviços.
 
E para mais quem precisa do Bernard quando conta no seu Plantel com Jogadores “raçudos” que dão tudo pela equipa como são o caso de Silvestre Varela e Licá? Quem precisa de Jogadores que tem estatuto de titulares indiscutíveis à custa do inflacionado valor da sua transferência quando se pode contar com Jogadores que fazem a diferença quando é preciso e cujo valor dos passes é 20 vezes mais barato que o do Bernard?
 
È por isto que eu digo que Bernard não muito obrigado. Que seja muito feliz em Donetsk.

domingo, 11 de agosto de 2013

Aí está a primeira do Paulo

Pela vigésima vez em 35 edições da Supertaça Cândido de Oliveira, o FC Porto ergueu o troféu frente a um Vitória de Guimarães que entrou bem, que se bateu dignamente e de forma aguerrida, mas que abriu espaços letais no lado esquerdo da sua defesa. Licá mostrou a Paulo Fonseca que é bem mais do que uma mera alternativa.
 
Foi em ambiente festivo (bela organização da Federação Portuguesa de Futebol!) que FC Porto e Vitória SC abriram o trilho de mais uma época futebolística.
 
Ambiente fantástico proporcionado por duas das mais calorosas massas adeptas de Portugal, dentro de um cenário que tudo teve para proporcionar um belo espetáculo desportivo, dentro e fora do relvado. No fundo, uma verdadeira Nortada que soprou desde o cimo de Portugal para Aveiro.
 
Licá foi a semi-surpresa reservada por Paulo Fonseca, que não chamou Iturbe para o encontro e que deixou Quintero e Kelvin no banco de suplentes.
 
Do lado Vitoriano, Rui Vitória deixou o capitão Leonel Olímpio e o defesa Leandro Freire no banco de suplentes, apostanto em Josué, Crivellaro e Jean Barrientos para soprar contra o Azul de Paulo Fonseca.
 
A equipa de Guimarães entrou de forma inesperada, sem esperar pela iniciativa Portista e tentando, ela mesma, pressionar alto os Dragões, que tiveram algumas dificuldades em encontrar espaço, só que, a primeira vez que Lucho teve espaço, encontrou Licá na área e voilá.
 
Tomando-lhe o gosto, o FC Porto não demorou muito a repetir a dose. 17 minutos, cruzamento tenso desde a direita, cabeça de Jackson, beijo subtil no ferro, encaixe na rede e golo!
 
Duro castigo para o Vitória SC pela atitude aguerrida e eficácia do Dragão, matreiro e experiente. Só que os erros pagam-se caros em alta competição e o lado esquerdo defensivo do Vitória teimava em brindar os Dragões com espaço.
 
Marcou um, marcou dois, falhou um (Licá aos 24'), falhou dois (Otamendi aos 28'). Só que não há duas sem três. Em cima do intervalo, novo cruzamento desde a direita, Douglas, desta vez com culpas no cartório, falhou a sapatada e o número três dos Dragões Lucho González resolveu a questão.
 
Qual é mesmo a idade de Lucho González? 21? Se não é, parece. Que frescura do capitão, que classe! Joga e faz jogar, dá linhas de passe, vai buscar à frente, dá golos aos colegas, surge a finalizar... Lucho González é um senhor do futebol!
 
A segunda parte contou com duas alterações para o lado Vitoriano. Maazou veio dar mais fibra e trabalho aos centrais Portistas, só que o problema era chegar perto de Helton. Do outro lado, os lances eram bem mais frequentes, tendo Jackson Martínez a cereja no topo do bolo aos 74 minutos - quis fazer o golo da noite quando poderia ter simplificado.
 
O jogo estava decidido desde a primeira parte e, portanto, só uma grande moldura humana, em número (29.007 espectadores) e em dedicação. Aliás, ninguém diria que o Vitória SC perdeu o jogo. Pelo menos nas bancadas a qualidade e o apoio foi igualmente fantástico.
 
Nota ainda para as alterações de Paulo Fonseca: Josué demonstra que é a cara do treinador e a primeira alternativa no meio-campo (à frente de Herrera, para já); Quintero é craque e ponto final; Licá, que saiu, já tem música e ganhou muitos pontos para a titularidade; Kelvin trata-se de um fenómeno de popularidade... a fazer lembrar Mantorras.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Lucho Gonzalez

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Como terminar em beleza by FC Porto

O FC Porto esteve a perder mas conseguiu dar a volta ao marcador e derrotar o Vice-campeão Italiano (1 x 3) em jogo da Emirates Cup. Daqui a uns dias já é a doer, em Aveiro, para a Supertaça.
 
No derradeiro teste antes da entrada oficial na época, em Aveiro, na próxima Sexta-feira com o Vitória de Guimarães, o FC Porto entrou em campo com muitas novidades, isto tendo por comparação o duelo de véspera com os Turcos do Galatasaray. Desta vez, Paulo Fonseca apenas deixou em campo Alex Sandro e Varela.
 
Ao tapete verde do estádio do Arsenal, o Técnico Portista fez subir Helton, Fucile, Otamendi, Mangala e Alex Sandro. No meio-campo, onde moram por hoje as grandes dúvidas no Reino Portista, o Técnico apostou em Fernando, Josué e Herrera. O ataque, esse, contou com Varela, Quintero e Nabil Ghilas.
 
A entrada dos Portistas foi, como quase sempre, forte e pressionante. Os Tricampeões Nacionais instalaram-se no meio-campo do adversário mas viram, não raras vezes, o Napoli sair em contra-ataque. As transições foram, de resto, uma arma explorada pelos comandados de Rafael Benítez.
 
Os primeiros minutos decorreram, no entanto, a um ritmo pouco elevado, não sendo alheio o facto das equipas terem jogado ontem.
 
Com um Napoli bem organizado na defesa, não foram muitas as ocasiões de golo para os Azuis e Brancos. Pelos Italianos, Goran Pandev foi sempre um dos mais irrequietos e ameaçadores da baliza Portista. O Macedónio foi colecionando jogadas de perigo e seria dele o golo inaugural, aos 43 minutos, na transformação de uma grande penalidade, que foi assinada sobre o próprio Pandev; o árbitro da partida castigou os Portistas depois de Fernando ter dado um encosto nas costas de Goran Pandev.
 
Ao intervalo, as equipas baixavam aos balneários para ouvir as indicações dos Técnicos, depois de uma primeira parte jogada a um ritmo pausado. Sorte para os Napolitanos que aproveitaram um lance de grande penalidade para abrir o activo.
 
Para o segundo tempo, o Técnico do Napoli retirou Calaió e Radosevic e colocou em campo Hamsik e Higuaín. Mas a primeira ocasião de golo pertenceu a Nabil Ghilas. O ex-Moreirense desmarcou-se bem e quase empatava a partida, aos 48 minutos.
 
Não fez aí o empate, fez logo de seguida. Aos 50 minutos, o FC Porto chegou à igualdade numa jogada toda ela construída por reforços. Herrera e Quintero entenderam-se na direita e o Colombiano, vendo a desmarcação de Ghilas, meteu a bola em profundidade nas costas da defesa Napolitana. Ghilas recebeu e fez um ligeiro remate... suficiente para empatar.
 
O Napoli sentiu o golo sofrido e o FC Porto aproveitou. Com uma segunda parte bem positiva, os Tricampeões Nacionais viram-se na frente, aos 68 minutos, depois de um auto-golo de Fede Fernández; Varela cruzou a bola, Ghilas atrapalhou a defensiva Napolitana e o jogador dos Italianos acabou por marcar na própria baliza.
 
O terceiro golo dos Dragões aconteceu numa altura em que Iturbe já havia rendido Quintero no onze de Paulo Fonseca e Varela tinha cedido o seu lugar a Licá. Aos 78 minutos, o ex-Estoril aproveitou um corte infantil na defesa Napolitana e atirou para o 1 x 3.
 
Os Italianos quebraram na segunda parte e o FC Porto, por seu lado, mostrou qualidade no derradeiro embate e justificou a vitória, a sétima em oito jogos de pré-época.
 
Depois de uma entrada a perder neste Yorneio, os Portistas voltam a deixar a mensagem: "Não é como começa, é como acaba".
 
Para Sexta-feira, em Aveiro, já é a valer diante do Vitória de Guimarães.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Juan Quintero