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segunda-feira, 30 de março de 2015

Eis a Liderança

Não foi simples muito menos fácil para a Selecção vencer por 2 x 1, no Estádio da Luz e passar para a frente do Grupo I de qualificação para o Euro 2016. A verdade é que a turma das Quinas derrotou os Sérvios, na Capital Portuguesa, e este triunfo será, por certo, fundamental nas contas finais rumo ao apuramento. Ricardo Carvalho e Coentrão fizeram os golos Portugueses, Matic o tento Sérvio.
 
O Estádio da Luz estava à pinha, com milhares a gritar bem alto pela Selecção, quando Cristiano Ronaldo e companhia avançaram para o relvado. O objectivo era claro: vencer. Sem Fernando Santos no banco, os jogadores catapultaram a equipa para uma ofensiva sobre as linhas recuadas dos Sérvios que tinham no ex-benfiquista Matic uma espécie de pronto-socorro.
 
Em busca de rigor defensivo, a equipa dos Balcãs tentava refrear o ímpeto atacante com que Portugal se apresentou. Mas não era fácil. Com alguns momentos de aceleração pelos flancos, Portugal tentava desmontar o bloco defensivo Sérvio, que entregou as despesas de jogo à turma Lusa.
 
A jogar num clássico 4x4x2 losango (Danny e Ronaldo na frente, Coentrão e Nani nas laterais), a equipa das Quinas não precisou de muito para chegar com sucesso à baliza Sérvia. Aos 10 minutos, Ricardo Carvalho, solto de marcação na área, abriu o activo de cabeça e deixou em festa os adeptos Lusos. O central do Monaco acabaria por sair lesionado, logo depois, tendo entrado para o seu lugar José Fonte.
 
A Sérvia reagiu bem ao golo sofrido e ia chegando com relativo perigo às imediações da área de Rui Patrício, embora o jogo fosse caindo de intensidade. Era preciso um abanão no jogo e ele foi dado por Ronaldo que, à passagem da meia hora, disparou com força e colocação às redes de Vladimir Stojković. A verdade é que a Selecção Nacional Portuguesa recuperou o controlo da partida e chegou ao intervalo a vencer pela margem mínima.
 
No reatamento, duas equipas mais preocupadas em defender do que em atacar, com o jogo mais adormecido. Muita circulação de parte a parte mas a bola quase sempre longe das balizas. Portugal foi recuando e quando deu conta já Matic tinha feito o empate. Aos 61', o ex-benfica, solto na área, fez um golo para mais tarde recordar. Com um remate à meia volta, ao segundo poste, o médio bateu Rui Patrício.
 
Mas o empate durou pouco. Dois minutos volvidos, Fábio Coentrão fez o 2 x 1. Ronaldo serviu Moutinho na direita, este foi ao vértice da área cruzar para Coentrão, ao segundo poste, encostar e festejar virado para o topo Sul da Luz.
 
Até final, a Sérvia ainda tentou chegar ao empate mas Portugal segurou a vantagem e passa para a liderança isolada deste Grupo I de apuramento para o Campeonato da Europa de 2016, a realizar em França.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: João Moutinho

domingo, 15 de março de 2015

Cumprir a obrigação

Ainda a recuperar da ressaca da grande noite europeia o Futebol Clube do Porto terá mais logo a missão de vencer no Campeonato para colocar alguma pressão sobre o líder da prova. Uma vitória Azul e Branca coloca os Portistas novamente a quatro pontos de distância do primeiro lugar, mantendo desta forma os Dragões na corrida pelo Título de Campeão nacional.
 
Temos portanto que o FC Porto tem a clara obrigação de derrotar o Arouca de Pedro Emanuel.
 
Tendo em consideração o actual estado de forma dos Portistas e a fraca qualidade do plantel de Pedro Emanuel poder-se-á dizer que a tarefa Azul e Branca está um tudo ou nada facilitada, só que no futebol não existem jogos fáceis á partida e muito menos alguém entra em campo a perder. Se os Dragões quiserem vencer terão de fazer por isto. Para mais o Arouca necessita de pontos como de pão para a boca uma vez que a zona de descida está muito próxima.
 
O favoritismo é todo da equipa da casa, mas Julen Lopetegui deverá ter algum cuidado com o jogo físico do Arouca que é a sua maior arma. Não embarcar em facilidades e dar sempre o tudo por tudo em todos os lances é o ponto-chave para uma vitória Azul e Branca. Um FC Porto à imagem dos últimos jogos deverá vencer sem dificuldades. E não se esperem por oferendas do Guardião dos Aroucenses, pois este tipo de ofertas é um exclusivo do SL Benfica.
 
Diego Galo, David Simão, Artur, Nuno Coelho, Pintasilgo, André Claro e Joris Kayembe são os melhores Jogadores do FC Arouca. O onze escalado por Lopetegui deverá estar atento a todos eles, mas deverá ter atenção redobrada ao Belga Kayembe, Jogador emprestado pelo FC Porto, que irá com toda a certeza querer mostrar serviço.
 
As chamadas de Ricardo e de Diego Reyes são as novidades da Lista de Convocados de Julen Lopetegui para o duelo com o Arouca, da 25.ª jornada da Liga NOS. Em relação à convocatória para a partida frente ao Basileia, que selou a qualificação para os quartos-de-final da UEFA Champions League, registam-se as saídas de Danilo, Maicon e Gonçalo Paciência.
 
Lista de 18 Convocados: Helton e Fabiano (g.r.); Martins Indi, Marcano, Casemiro, Quaresma, Brahimi, Quintero, Tello, Reyes, Evandro, Herrera, Hernâni, Ricardo, Alex Sandro, Óliver Torres, Rúben Neves e Aboubakar
 
Onze provável (4x3x3): Fabiano, Ricardo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Casemiro, Herrera, Evandro, Quaresma, Brahimi, e Aboubakar
 
Vamos tentar disponibilizar alguns streams para que possam seguir esta partida em directo. Passem pelo blog perto da hora do jogo.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Pensamento da Semana: Liderança forte ou não

Confesso que ainda tenho as minhas dúvidas sobre o Espanhol Julen Lopetegui. Não estou com isto a dizer de forma alguma que o Técnico não é o Homem certo para o actual Futebol Clube do Porto, contudo o facto de este ter uma experiência de Treinador Principal de um “Clube Grande” muito curta levanta sempre dúvidas a qualquer adepto.
 
Contudo estas mesmas dúvidas vão-se dissipando à medida que o Treinador vai apresentando trabalho.
 
Lopetegui ainda tem muito para demonstrar perante a sempre muito exigente (e por vezes estupidamente exagerada) massa Adepta Azul e Branca, mas sou da opinião que o Homem já deu algumas mostras de que é um Líder no verdadeiro sentido da palavra.
 
Senão vejamos; actualmente o Plantel do Dragão conta com 4 Guarda-redes. São eles: Helton, Fabiano, Ricardo e Andrès Fernández. Destes quatro apenas Fabiano e Andrès Fernández defenderam a baliza Portista na Pré época. Helton não podia faze-lo dado que ainda se encontra a recuperar da grave lesão que sofreu na Temporada anterior.
 
Ricardo não fez portanto um único jogo de pré temporada dos Dragões. Oportunidades para tal houveram muitas, mas ao que parece Julen não contou nunca com ele dado que não foi ele quem requereu a sua contratação. Alias, já é público o interesse do Português em querer sair para poder jogar com regularidade.
 
“Trocando isto por miúdos”, está provado que o Treinador Espanhol apenas aposta e confia nos Jogadores que indicou/referenciou. E isto, a meu ver, é uma das melhores caracteristicas de um Líder que não cede a pressões, interesses e comissões.
 
Faz falta um Homem assim no Futebol Clube do Porto. Fez falta na época anterior e faz falta no futuro onde muitas vezes a comissão dita a contratação.
 
Mas não atiremos muitos foguetes antes da festa. Por um lado uma Liderança forte e intransigente na construção de um Plantel é um factor muito positivo, mas por outro se a coisa corre mal o Líder é o primeiro a “ver a sua cabeça a rolar”.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Grande prenda de Natal

Uma vitória tranquila perante uma débil equipa do Olhanense coloca o FC Porto no primeiro lugar da tabela, ainda que à condição, com mais um ponto que o Sporting (4 x 0). Os Dragões bateram os Algarvios naquela que foi, até ao momento, a vitória mais expressiva da época. Este duelo viu (outra vez) um inspirado Carlos Eduardo.
O ex-Estoril construiu, movimentou e deu dinâmica, como ninguém, ao jogo dos Portistas. Atrás e na frente, este médio - que começa agora a ganhar espaço no conjunto de Paulo Fonseca - voltou a mostrar à família Portista que pode contar com ele nas "obras" futuras.
O FC Porto entrou em campo com a necessidade de conquistar os três pontos e, desse modo, pressionar o Benfica e o Sporting na luta pelo primeiro lugar. Os Dragões tiveram pela frente uma equipa do Olhanense que tinha como missão retardar a construção de jogo dos Azuis e Brancos e, por outro lado, tentar chegar perto da baliza de Helton em jogadas de contra-ataque.
Nas apostas iniciais, Paulo Fonseca – sem surpresa - deslocou Eliaquim Mangala para o lado esquerdo da defesa. O Francês, como previsto, rendeu o castigado Alex Sandro. Desse modo, a dupla de centrais foi formada por Maicon e Otamendi. No meio-campo, Carlos Eduardo manteve a titularidade ao lado de Fernando e Lucho González. Na frente, Varela e Licá municiaram o avançado Jackson Martínez.
Já o Olhanense - longe da estabilidade que já teve no principal escalão do futebol Português - apresentou-se no Dragão com o Francês Coubronne no onze titular. O Croata Seric também regressou ao onze inicial, depois de ter falhado o jogo da última ronda, com o Benfica, a cumprir suspensão.
Depois de na época passada os Algarvios terem "roubado" pontos aos Azuis e Brancos, no Dragão, com um empate a um golo, o conjunto de Paulo Alves tentava repetir a "gracinha". Mas os Tricampeões nacionais tentavam a vitória para, desse modo, pressionar os rivais de Lisboa.
A partida começou com um ritmo baixo e que acabou por não aumentar muito. De resto, foi sob o signo de algumas paragens devido a "boladas", que atingiram a cara de dois jogadores, que se desenrolaram os primeiros minutos. Mas desde cedo se percebeu a história do jogo: FC Porto a mandar na partida, Olhanense a ver no que dava.
A primeira ocasião de golo deu-se aos 19 minutos. Varela, depois de uma jogada de Carlos Eduardo, rematou para grande defesa de Belec. Jackson, na recarga, atirou por cima; esteve à vista o primeiro golo no Estádio do Dragão, que registou menos de meia-casa!
Perante as debilidades defensivas dos Algarvios a serem cada vez mais expostas e evidentes, adivinhava-se o golo em tons de Azul e Branco. Aos 22 minutos, Licá esteve perto, depois de uma jogada entre Danilo e Varela. Adivinhava-se e ele acabou por acontecer, aos 30 minutos, por Mangala. Carlos Eduardo cobrou um canto e Francês desviou de cabeça, na pequena-área, para o fundo das redes de Vid Belec.
Até final da primeira parte, o FC Porto continuou em busca do segundo golo. Aos 39 minutos, Jackson quase fazia um "golaço" de Jackson. Carlos Eduardo voltou a construir mais uma jogada de perigo que quase deu golo. O ex-Estoril, que até apresentou algumas queixas físicas na recta final da primeira parte - meteu para o Colombiano que, depois de "matar no peito" e de costas para a baliza, atirou de bicicleta mas ao lado.
Ao intervalo, os Dragões venciam por uma bola a zero. O FC Porto controlava, metia bem a bola nos flancos mas (uma vez mais) voltava a falhar muito no momento da finalização. Carlos Eduardo, irrepreensível, dava criatividade e uma ocupação equilibrada no miolo.
No começo do segundo tempo, o Olhanense tentou colocar mais pressão em campo em busca do empate. Mas os 26 mil 622 espectadores presentes no Dragão continuavam a ver um FC Porto dominador e a gerir os vários momentos da partida. Parecia, por esta altura, que estava, ainda assim, mais perto o conjunto de Paulo Fonseca de fazer o segundo, do que a equipa de Paulo Alves empatar. Aos 50 minutos, Licá, de trivela, tentou fazê-lo... mas sem sucesso!
Não marcou Licá, marcou Jackson Martínez. O Colombiano, depois de um canto de Carlos Eduardo, cabeceou para o fundo das redes de Belec, que ainda tocou na bola mas não evitou o golo.
Já nos últimos 20 minutos, Carlos Eduardo tentou a sorte. O Brasileiro rematou de primeira, mas não conseguiu bater o guarda-redes da equipa de Olhão. Mas o Brasileiro iria mesmo festejar. Aos 82', o médio, com um remate colocado à entrada da área, bateu um desamparado Belec. 3 x 0 e assunto fechado na Invicta. Dois minutos depois, aos 84', Héctor Herrera fez o quarto golo, depois de um remate bem colocado e com força.
Depois, o que se viu até final do jogo foi um FC Porto a gerir, como bem sabe, o resultado e a tentar aumentar a contagem perante uma equipa do Olhanense sem argumentos para "beliscar" o domínio Portista.
O FC Porto vai, pois, de férias, no que ao Campeonato diz respeito, com 33 pontos somados, fruto de 10 vitórias. O Olhanense, por seu lado, continua com nove pontos e somou hoje a sua quinta derrota consecutiva.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Carlos Eduardo

domingo, 24 de novembro de 2013

Puseram-se a jeito...

O FC Porto perdeu os primeiros pontos em casa perante um Nacional atrevido e que conseguiu aproveitar a apatia Portista registada após o golo de Jackson Martínez. Os Azuis e Brancos perderam margem de manobra para o Benfica e para o Sporting e somou o segundo jogo consecutivo sem vencer para o Campeonato.
Paulo Fonseca promoveu Herrera novamente à titularidade, deixando Steven Defour no banco de suplentes, onde também estiveram Quintero, Reyes, Licá ou Carlos Eduardo. Num onze muito parecido com aquilo que tem sido hábito nos Azuis e Brancos, o estilo e o ritmo de jogo adivinhava-se semelhante
Do outro lado, Manuel Machado apostou num ataque composto por Mario Rondón, Daniel Candeias e Djanini, à frente de um conjunto muito compacto e que dava primazia à segurança defensiva.
O FC Porto entrou melhor e com um bom pendor ofensivo. Sob a batuta de Lucho, a equipa de Paulo Fonseca mostrava um bom ritmo de jogo e bons desenhos tácticos, diante de uma equipa encolhida.
Os primeiros 16 minutos contaram com cinco oportunidades de golo, todas para a equipa do Dragão, só que ou Gottardi, ou o desacerto impediram que a rede fosse balançada pela primeira vez.
Jackson Martínez e Silvestre Varela eram os jogadores em maior evidência pelo desperdício, o que, com o decorrer do tempo, viria a resultar em alguns assobios por parte da exigente plateia do Dragão.
Por outro lado, o Nacional esperava e, sorrateiramente, lançava investidas perigosas, só que, há excepção de Candeias, os jogadores foram parecendo muito precipitados no passe. O ex-FC Porto foi o mais atrevido e o mais esclarecido da equipa no primeiro tempo, o único a conseguir realmente incomodar Helton.
A primeira parte via os minutos crescerem e a qualidade de jogo diminuir (com excepção de Josué, que ia cortando com a monotonia), de forma inversamente proporcional, pelo que, no final dos primeiros 45 minutos, a inquietação era a sensação que imperava nos adeptos da casa, que se despediram com alguns assobios para os jogadores no recolher aos balneários.
Assobiado foi também o árbitro Carlos Xistra, por dois lances em que o FC Porto pediu grande penalidade no primeiro tempo, se bem que o Juíz decidiu bem em ambos os casos ao mandar jogar.
A segunda parte preparava-se para ser da mesma toada por parte dos Azuis e Brancos: controlo e desperdício. Só que Jackson Martínez, que tinha marcado apenas um golo nos últimos cinco jogos, decidiu brilhar de cabeça.
O Colombiano viu Danilo cruzar de forma exemplar e ganhou nas alturas a Mexer, para desviar de forma vitoriosa para o fundo da rede. Bonito golo de Jackson, a abrir o marcador.
Num atordoamento momentâneo (pois Manuel Machado estava em plena dança das substituições), a equipa Insular esteve muito perto de voltar a sofrer logo a seguir, só que Lucho, recebendo uma bola a meia altura vinda da esquerda, atirou à vontade na zona de penálti, mas de forma enroscada, resultando no falhanço da noite.
Após os 60 minutos, e com o jogo frente ao Austria Wien no pensamento, os Azuis e Brancos baixaram o ritmo de jogo a meio campo e foram prendendo a bola sempre que possível.
Pelo meio, o Nacional ensaiava ataques com um ataque renovado, composto por Mateus, Lucas João e Diego Barcellos, só que a clarividência também era pouca, num jogo que arrefecia ao sabor do frio da Invicta.
Porém, o adormecimento viria a ser prejudicial para a equipa da casa, já que, num rápido lance de ataque dos Nacionalistas, Mateus fez uma maldade a Danilo, atirou para a baliza, Otamendi tirou no limite e Rondón fez a recarga com sucesso.
Balde de água muito fria no Dragão, que assistiu a uma pronta reacção da equipa de Paulo Fonseca, só que sem efeitos práticos, mesmo já com Quintero e Licá em campo. Jackson teve a oportunidade soberana já nos descontos, só que Gottardi foi enorme a negar o golo com o seu braço esquerdo.
O empate faz com que os Dragões perdessem terreno para o Benfica, que bateu o SC Braga pela margem mínima. O Nacional confirmou o bom momento e colou-se ao Estoril no quinto posto.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Lucho Gonzalez

sábado, 2 de novembro de 2013

De regresso à terra dos Pastéis

Despachado que está o assunto Sporting e cimentada que está a liderança Azul e Branca no que á Liga Zon Sagres diz respeito, eis que chegou a hora de o Futebol Clube do Porto se deslocar a uma das zonas mais bonitas (senão a única) da cidade de Lisboa para medir forças com o Velho do Restelo que nos tempos idos era um dos grandes do nosso futebol.
 
Jogar contra o CF Os Belenenses no Restelo é sempre uma tarefa muito complicada e mais complicada é quando por lá tem de jogar o FC Porto. Isto porque se aplica a velha máxima de que uma mentira contada muitas vezes se torna verdade e como tal tantas vezes se repetiu que a Equipa de Belém é uma filial dos Portistas que esta se sente na obrigação de mostrar o contrário dando em campo tudo o que tem e não tem. Para mais desde que Marco Paulo tomou conta da equipa Azul e que o Belenenses tem vindo a melhorar o seu jogo e a amealhar resultados muito bons na presente Época.
 
Para mais o Belenenses tem uma equipa trabalhadora que apresenta alguns bons talentos. No meio campo dos azuis do Restelo temos o talentoso Miguel Rosa que é o grande Maestro desta equipa (não jogará por se encontrar lesionado), na baliza o Inglês Matt Jones dá uma boa segurança defensiva à equipa e na frente João pedro vai dando cartas apesar de não ser um avançado de grande qualidade. Em resumo, a equipa do “novato” Marco Paulo não é exuberante mas trabalha muito e com tida certeza irá obrigar os Dragões a um esforço redobrado se este quiserem sair de Lisboa com os três pontos da vitória.
 
Olhando agora para o FC Porto, não se registam alterações na Lista de Convocados elaborada por Paulo Fonseca para a deslocação a Belém, marcada para hoje, às 18H, referente à 9.ª jornada da Liga. Assim, o técnico Portista chamou os mesmos 18 jogadores que integraram a convocatória para a recepção ao Sporting (3 x 1).
 
Lista de Convocados: Helton e Fabiano (guarda-redes); Danilo, Lucho, Maicon, Josué, Jackson Martínez, Ghilas, Herrera, Varela, Licá, Carlos Eduardo, Ricardo, Mangala, Fernando, Alex Sandro, Otamendi e Defour.
 
Onze provável (4x2x3x1): Helton, Danilo, Otamendi, Mangala, Alex Sandro, Fernando, Herrera, Lucho, Josué, Varela e Jackson.
 
O jogo entre CF Os Belenenses e FC Porto, referente à 9.ª jornada da Liga, disputa-se hoje, às 18h, no Estádio do Restelo. O Tricampeão soma 22 pontos em oito jogos e é líder isolado da competição, enquanto os Lisboetas são décimos, com oito pontos.
 
Vamos tentar disponibilizar alguns streams para que possam acompanhar esta partida em directo. Passem pelo Blog perto da hora do jogo.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

FC Porto, líder da Liga Zon Sagres 2013/14

O FC Porto respondeu com uma vitória ao triunfo do Sporting. Os Dragões bateram o Arouca, somaram a sua sexta vitória no Campeonato e regressaram à liderança (1 x 3).
O FC Porto entrou em Arouca sabendo que precisava de vencer para regressar à liderança da Liga Portuguesa, isto depois da vitória do Sporting sobre o Vitória de Setúbal por 4 x 0.
Paulo Fonseca, no lançamento da partida com os Arouquenses, tinha afirmado que acreditava «cegamente» num triunfo em tons de Azul e Branco. Os adeptos Portistas esperavam, por isso, que a crença do técnico fosse uma realidade em campo, sobretudo depois da derrota frente ao Atlético de Madrid (1 x 2), para a Liga dos Campeões.
Nas apostas iniciais, o treinador dos Tricampeões Nacionais colocou em campo Héctor Herrera. O Mexicano rendeu o Belga Defour, enquanto que Varela manteve a titularidade, tal como Josué. Licá, por seu lado, ficou no banco.
O começo da partida decorreu de forma equilibrada, disputado sobretudo a meio-campo. Houve sempre mais FC Porto mas a equipa do Arouca procurou não dar espaços aos Azuis e Brancos. A equipa de Pedro Emanuel tentou jogar com linhas subidas mas o conjunto Portista dominou os primeiros minutos.
Depois de algumas ameaças, o marcador acabou por funcionar. Jackson Martínez, aos 12 minutos, aproveitou da melhor forma uma jogada individual de Alex Sandro para colocar os Dragões na frente; o Brasileiro serviu o Colombiano que atirou para o fundo da baliza do Arouca. Para a Liga ZON Sagres, num total de 37 jogos, o Cha Cha Cha tinha, nesta altura, 32 golos.
A vencer, o FC Porto foi gerindo a sua vantagem e o Arouca cresceu no jogo. Aos 17 minutos, os adeptos da casa protestaram contra uma decisão do árbitro Vasco Santos. Helton recebeu a bola com os pés e adiantou em demasia, tendo depois tocado em Ceballos que ficou no chão.
Até ao final do primeiro tempo, a equipa de Pedro Emanuel foi tentando o empate mas o FC Porto, mais experiente, soube gerir as circunstâncias, deixando, no entanto, tudo em aberto para a segunda parte.
No regresso dos balneários nenhum dos treinadores mexeu. As apostas mantiveram-se e a ambição também.
O primeiro sinal de perigo veio por parte dos Arouquenses. Aos 47 minutos, Mangala cortou a bola com o braço - à entrada da área - mas o árbitro Vasco Santos nada assinalou. Reclamaram (outra vez) os adeptos da equipa da Serra da Freita.
Sem chegar com perigo perto das redes de Cássio, a equipa do FC Porto foi refrescada, aos 53 minutos; Licá entrou para o lugar de Silvestre Varela.
A entrada do ex-Estoril não representou, desde logo, um acrescento de velocidade no jogo Portista. Desse modo, o encontro decorria a um ritmo lento, já que o Arouca até circulava bem a bola mas sem grandes rasgos e sempre longe da baliza de Helton.
O avançar dos minutos trouxe ao jogo Ricardo para render um já desgastado Lucho González (69'). Do outro lado, Pedro Emanuel já tinha em campo Serginho e Paulo Sérgio, que entraram para os lugares de Ceballos e Luís Dias.
A margem mínima não deixava respirar de alívio os adeptos do FC Porto, que temiam um golo do Arouca. Mas Jackson Martínez, naturalmente, tratou de sossegar a família Portista. Aos 75 minutos, o Colombiano empurrou para o fundo da baliza, à matador, depois de uma investida pela esquerda de Otamendi.
O segundo golo não fez, todavia, a equipa do Arouca "baixar os braços". Os pupilos de Pedro Emanuel continuaram a lutar na busca de um outro resultado.
Nos últimos minutos, o árbitro da partida deu ordem de expulsão a Pedro Emanuel. Foi já com o técnico fora do banco que o Arouca reentrou na partida. Pintassilgo, de livre, bateu Helton (90').
Haviam mais três minutos, os da compensação, pela frente. Os Portistas esperavam pelo apito final, os Arouquenses sonhavam com o empate. Foi nesta fase que Paulo Fonseca colocou Juan Quintero em campo, tirando Josué. O Colombiano, de livre, fez o terceiro golo e fechou a partida.
O FC Porto somou a sua sexta vitória em sete partidas e volta a comandar a tabela. Os Dragões têm 19 pontos, mais dois que o Sporting. Já o Arouca averbou a sua quarta derrota na Liga Portuguesa.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Alex Sandro