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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

O VAR Avariou Mas Está Bom Outra Vez

Então os corruptos da casota que levaram o clube da treta ao colinho no tetra agora já são bons outra vez? Os Capelas, Paixões, Fábios, Soares Dias, Esteves etc. apenas se desdobram na função de bem conduzir as galinhas ao Marquês. Tanto estão no relvado como na casota. Para os cartilheiros do clube da treta na terça-feira o Var foi uma aldrabice mas no sábado já foram bons. Foi dia de Bar Aberto!
Por toda a Europa as várias Federações estão a apostar na implementação do VAR. Simplesmente implica que se acredite neles. Por cá já sabemos que os artistas que se passeiam entre o campo e a casota até dizem que são do Oriental, do Atlético ou da Académica mas na realidade foram todos escolhidos a dedo pelo famigerado Vítor Pereira e subiram ou desceram de escalão por indicação dos Donos Disto Tudo. O Circo da Segunda Circular. O aliciamento com os Vouchers, a introdução de elementos na Comissão de Arbitragem, o compadrio dos dirigentes da LIGA, da FPF e do TAD, e as Toupeiras nos Tribunais completam o programa. Se quisermos simplificar basta ler os e-mails.
Felizmente os árbitros começaram a perceber que não podem dar tanto colinho. Há um novo futebol a partir de agora. É impensável que um tipo como Vieira despeça um árbitro em direto nas televisões! Entenderam que alguns deles estão sujeitos a descer de escalão como aconteceu com Marco Ferreira a pedido de um qualquer sabujo com o cobertura de jornaleiros/comentadores colocados nas televisões para adormecerem o pagode.
 
Alguns até foram promovidos de árbitros a dirigentes da Comissão de Arbitragem!
Outros pavoneiam-se pela Catedral da Cerveja, em encontros com dirigentes ou aparecem nos pasquins oficiosos do Clube do regime, por exemplo Pinhão e Duarte Gomes que vomitam no RASCORD ou na BOLHA elogios aos corruptos.
Estes confrades não são mais do que cartilheiros que fazem propaganda a favor do clube da treta e servem para lançar nos sócios do clube a história dos coitadinhos. Vieira em súbitas aparições televisivas só lhe falta dizer que deve ser ele o vídeo árbitro! 
Resta-nos aguardar o desenvolvimento dos diferentes processos em que estão envolvidos os dirigentes da “instituição”. Toda a gente interessada por Futebol percebeu as aldrabices que tem sido feitas ao longo dos anos, nomeadamente no acesso a processos em Tribunal menos a senhora Juíza Ana Peres. Vamos ver se o senhor Procurador do Ministério Público lhe consegue explicar.
 
Até à próxima

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

A Cagada Final

Assim se deveria chamar o novo programa da SportTv em vez de “Juízo Final” expressão presunçosa de quem pensa que tem toda a verdade e consegue enganar os parolos. Nem sequer foram inteligentes ao adotar um nome que já existiu em 2016 na SportingTV.
Em comunicado, a SportTv anunciou que após cada jornada da Liga NOS o "Juízo Final" vai permitir rever as principais jogadas dos jogos que decorrerem durante o fim-de-semana “através de uma análise detalhada das imagens do sistema VAR”. E das omissões, erros, contradições ou asneirolas das equipas de arbitragem pergunto eu?
O programa será conduzido por Miguel Belo e vai contar com comentários de Luís Marques adepto do clube da treta, Diogo Feio apoiante do FCP e Jaime Cancella de Abreu (como tem 2 consoantes só pode ser do clube dos croquetes como Roquette e Bettencourt). Pedro Henriques, e Arnaldo Cezar Coelho, ex-árbitros vão também “analisar o desempenho do VAR, bem como, as decisões da equipa de arbitragem”.
 
Os estimados espetadores, sobretudo os Portistas, já estão fartos de ser gamados. Tem a noção exata das falcatruas protagonizadas em quase todas as jornadas pelos árbitros/abortos paridos por Vítor Pereira esse personagem sinistro, tratador de cãezinhos amestrados, que em boa hora foi corrido da arbitragem portuguesa.
Então de que consta esse programa? Em princípio fazem uma escolha de 3 lances das equipas consideradas grandes, Porto, Sporting e Benfica e, ao arrepio do que for decidido pelos árbitros e respetivos VAR durante os jogos, proclamam a SUA VERDADE! Já não nos bastava sermos gamados, primeiro no campo, e depois pelos lacaios das rádios, pasquins e cassetes piratas. Se por mero acaso conseguirmos passar incólumes à cambada dos cartilheiros corruptos lá vem agora a SportTv ajudar à missa!
Uma coisa que também nunca entendi por parte da SportTv é a raiva persecutória com que nos atinge. Afinal Joaquim Oliveira que ainda lá manda qualquer coisinha é o segundo maior acionista individual da nossa SAD. Então e mesmo assim está sempre a tramar-nos durante as transmissões e anda de braço dado com o Orelhas e a cambada dos Calimeros?
 
Acabem lá com esse programa falhado. Já temos o VAR que é um rotundo fracasso. Em vez de um árbitro são dois a roubar. Quando não rouba o do relvado rouba o que está na casota. Só serve mesmo os interesses do clube da treta já que os corruptos que lá colocam são todos daquela cor. Não precisamos de outro programa igual aos cartilheiros da SIC ou da TVI24. Faz lembrar as obras da Câmara que tem um fiscal que controla os trabalhadores, um segundo fiscal que controla o primeiro e um terceiro que controla o segundo!
 
Até à próxima

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

2 pontos que “foram ao ar”

imagem retirada de zerozero
Pode haver quem discorde (e está no seu direito), mas eu sou da opinião de que hoje o Futebol Clube do Porto “atirou 2 pontos ao ar” na sua vista a Moreira de Cônegos para disputar com a equipa local mais uma jornada da Liga NOS. E, na minha opinião, tal aconteceu por duas razões completamente distintas. Uma é a culpa própria e outra os “factores estranhos”. E não, uma não terá tido mais peso do que a outra neste empate com sabor a derrota. Cada coisa no seu lugar.

Comecemos então pela culpa dos Dragões neste “tropeção” minhoto. Sérgio Conceição (SC) sabia muito bem que ia enfrentar uma equipa “pequenina” em todos os aspectos. SC sabia perfeitamente que o Moreirense FC ia jogar atrás da linha da bola. SC sabia muito bem que a equipa dos Cônegos ia usar e abusar do pontapé para a frente para que os dois tipos musculados e com alguma técnica que estavam na frente mantivessem a bola o mais longe possível do meio campo da sua equipa.

SC sabia disto tudo e mais alguma coisa. Na jornada anterior o “filme” foi idêntico (a única diferença foi o golo afortunado de Marga marcado na fase inicial da partida). Exigia-se, portanto, que a equipa de SC tivesse aprendido a lição. Mas não o fez e, mais uma vez, vimos a equipa portista a desperdiçar uma primeira parte onde se limitou a andar a passear a bola de um lado para o outro num ritmo lento. Tivesse entrado em campo da mesma forma que entrou na segunda parte deste jogo de Moreira de Cônegos e SC teria tido a oportunidade de “rodar” os seus jogadores. E já que falo aqui em rotação do plantel, é deveras preocupante que nesta fase do campeonato já haja tanta gente fatigada… Nada que me admire dado que nestas coisas SC é muito parecido com Jorge Jesus.

A juntar a tudo isto tivemos as substituições de SC. Mesmo algo degastado Aboubakar é um jogador que joga muito bem de costas para a baliza (tem físico para tal). Soares e Aboubakar na frente com Marega e Brahimi nas faixas teriam sido uma boa aposta. Mas SC pareceu estar mais interessado em mostrar a todos que os reforços de inverno são muito bons. Como se um reforço de inverno tivesse o condão de “chegar, ver e vencer”.

Chegados aqui há que dar conta do tal segundo factor que contribuiu para este empate forasteiro dos azuis e brancos.

Que eu saiba, quando um guarda-redes sai mal a um cruzamento e abalroa um jogador na grande área o árbitro deve marcar a falta e punir a equipa do guarda-redes com a marcação de uma grande penalidade. Hoje um tal de Jhonatan Luiz do Moreirense fez tal coisa sobre Felipe na segunda parte do jogo sem que o árbitro Luís Ferreira tivesse seguido o devido e adequado procedimento disciplinar. Até que aceito a tese de que o árbitro e os seus assistentes não tenham visto o lance, mas o tal de Vídeo Árbitro (VAR) viu de certeza e nada fez. Já o fora de jogo (mal assinalado) nos minutos finais da partida que invalidou o golo portista, Luís Ferreira & companhia a(VAR)iada não teve dificuldade alguma em ver.

E já agora, as simulações dos atletas têm como punição a exibição do devido cartão amarelo. Pelo menos é o que está escrito no Regulamento de Competição. Contudo em Portugal vigora a jurisprudência arbitral de que tal não se aplica aos adversários do Futebol Clube do Porto.

Por tudo o que aqui expus, espero sinceramente que SC tenha aprendido de vez a lição. Lição esta que não terá forçosamente de ser aplicada na jornada seguinte dado que não me parece que o Braga venha ao Dragão jogar “à equipa pequenina” (embora o seja na verdade). 

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. De todos os jogadores deste FC Porto, Brahimi foi o mais inconformado com o resultado. O argelino deu tudo o que tinha em campo para que o empate não tivesse “aguentado” até ao fim. Apenas se critica alguns excessos nas fintas quando por vezes um simples toque de bola para o lado resolveriam o problema. 

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum as equipas cosnegu9oram criar um lance que fizesse pender o desfecho da partida para o seu lado. 

Arbitragem: Luís Ferreira teve uma péssima arbitragem com erros e graves que influenciaram o resultado final. Ficou por marcar uma grande penalidade a favor do FC Porto no lance de Felipe na área do Moreirense e Waris estava totalmente em jogo. O golo que poderia ter ditado a vitória do FC Porto foi mal anulado. 

Positivo: Brahimi à Brahimi (outra vez). Hoje o argelino mostrou aquilo que é capaz de fazer. É verdade que esteve longe de ser brilhante, mas Brahimi correu, fintou, driblou e criou imensas oportunidades de golo. 

Negativo: Sérgio Conceição. Insistiu no erro e pagou um preço elevado pela sua teimosia. Para mais os reforços de inverno devem entrar progressivamente na equipa Sérgio.

Artigo publicado no blog o gato no telhado (30/01/2018

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Pinto da Costa Veio à Tona

Tarde e a más horas. Mas ainda bem que acordou. Foi a surpresa do último feriado. Ao comprar os jornais dei de caras com O JOGO e nem hesitei. No Sábado saiu a Parte II.
Curiosamente no mesmo jornal José Eduardo Moniz, vice-presidente e administrador da SAD do Benfica que ninguém sabe o que por lá faz a menos que seja passar informações para aquele nojo de programas da TVI24 disparou contra FC Porto e Sporting: "Não me interessa o que os outros dizem de nós. É-me indiferente ouvir os outros a ladrar. A caravana passa e nós continuamos a trabalhar", disparou. Quando falou em ladrar lembrei-me que devia estar a referir-se à Moura Guedes que tem a boca do tamanho de uma cloaca. Só pode.
Pinto da Costa começa logo com a sua habitual ironia a propor “candidatar” ao Guiness o fora-de-jogo tirado pelo VAR que Jorge Sousa aproveitou para interromper a jogada. Depois relata partes da conversa com Fernando Gomes que incidiu sobre as claques ilegais, a atitude irresponsável (o termo é meu) do IPDJ, a ausência de respostas à carta enviada para o Ministro da Educação, a enormidade de asneiras cometidas por todos os vídeo/árbitros, e estranhou a escolha de Rui Costa que “não tem condições para continuar a apitar” assim como “a ausência de Artur Soares Dias” num jogo entre grandes. 

Seguiram-se várias perguntas e respostas sobre o tema “arbitragem” completando “por mim acabava já com o VAR”. Como no espaço disponível para esta crónica não cabem todas as perguntas e respostas aconselho todos os Portistas a lerem a entrevista na edição impressa porque a mesma tem “pano-para mangas”. Também os painéis televisivos carregados de cartiheiros “benfiquistas irresponsáveis e fanáticos” mereceram referência. Apontados a dedo Rui Gomes da Silva, João Gobern, Diamantino, Rui Pedro Braz, Luís Aguilar.
Sobre os emails e perguntado porque não foi feita inicialmente a entrega à polícia disse: “primeiro mostramos e depois entregamos”. “Não podíamos estar calados perante aquela bandalheira e compadrio”. Mais afirmou que “do Governo não espero nada!” “Quando se trata do Benfica assobia para o lado!” “Mas da Polícia Judiciária espero pela seriedade com que estão a trabalhar.
 
Abordado o castigo de 6 meses a Fernando Madureira o presidente mostra-se indignado. “Foi usado pela FPF durante o Europeu como homem-do-dia pelo apoio e liderança da claque”. “Agora leva 6 meses não por ter cantado mas porque alguém cantou”. “Vi com indignação o lagarto ardeu foi o very light que o coseu (mas com f). Aconteceu alguma coisa? Nada!”
 
Tema quente foi a análise da calendarização dos jogos da LIGA na medida em que o FCP foi prejudicado nos dias de descanso. “O FC Porto mostrou o seu desacordo mas não teve poder. Fizemos um contrato com a SportTv, fizemos com a MEO que entrega os jogos a quem quiser. Protestámos no jogo com o Benfica por ser em cima do jogo com o Besiktas, mas não adianta nada protestar, porque a última palavra é deles”.
Sobre o Grupo G-15 Pinto da Costa comentou; “achei muita graça a essa apologia do ódio (referia-se à entrevista dada por António Salvador no final do jogo com o Sporting) no fundo o que querem é mais dinheiro. Mas há uma coisa que não compreendo. Se os clubes são os donos da Liga, se estão na Direção da Liga faz algum sentido reunirem-se em Vila do Conde, amanhã em Cabeceiras de Basto e depois em Olhão?
 
Acerca da proposta da criação de um Órgão Autónomo para a arbitragem foi muito claro: “Quem propõe isso não conhece os Regulamentos da UEFA e da FIFA que não permitem”. Sobre a greve anunciada pelos árbitros e a decisão de retirarem o símbolo da Liga NOS o presidente foi perentório. “Sei o que faria se fosse eu o patrocinador. Não pagava e rescindia o contrato!
No tema plantel foi afirmativo: “se a disposição do Sérgio fosse essa, por mim renovava contrato com ele já hoje”. “Óliver não está de saída, quero renovar com Ricardo e Marcano”. Com Casillas não há qualquer razão para que não fique até ao fim do contrato”. Sobre entradas: “estamos a tratar de contratar dois jogadores, podendo Wendel ex-Fluminense vir por empréstimo do clube atual o PSG”.
Por último à pergunta sobre como vê o futuro das competições internacionais lá foi dizendo: “é só ver o dinheiro que os clubes portugueses recebem das televisões e das camisolas e o que recebem os estrangeiros”! “Vejo que países como Portugal cada vez terão mais dificuldades para lá entrar. “Este ano quem fez pontos? O FC Porto e o Sporting. Quando temos um clube que até é campeão e acaba com zero pontos na Liga dos Campeões, como podemos pensar que vamos ter muitos participantes na Europa
 
Quanto à inflação nas transferências e salários perguntado pelo que faz a UEFA respondeu: Não pode fazer nada nem pode limitar os salários porque ninguém aprova. Os representantes que lá estão dos países como a Inglaterra, Espanha e Alemanha serão contra.
 
Até à próxima

sábado, 2 de dezembro de 2017

Ponto perdido

imagem retirada de zerozero
A primeira ilação que retiro do embate entre Futebol Clube do Porto e Benfica é a de que os Dragões perderam dois pontos. A outra ilação é de que os portistas perderam, também, uma boa oportunidade de manter distâncias para um Sporting CP que é cada vez mais bafejado pelas (VAR)iavéis da arbitragem portuguesa.

Este foi, sem sombra de qualquer dúvida, uma jornada da Liga NOS que o FC Porto deveria ter vencido com maior ou menor dificuldade. Especialmente se tivermos em linha de conta que a equipa de Rui Vitória não jogou absolutamente nada. Ou melhor, há que ser justo e dizer que os primeiros vinte minutos desta partida que se realizou no Estádio do Dragão foram pertença do SL Benfica. Rui Vitória soube aproveitar-se da falta de experiência de Sérgio Conceição e até que se me atrevo a dizer que tanto a “ratice”, fortuna e a já de si habitual “missa” bafejaram a equipa de Rui Vitória. Vamos por partes.

Após o empate na Vila das Aves, Sérgio Conceição optou por mudar o “chip” à equipa. Em vez de apostar no já de si habitual futebol veloz e atacante, o Mister Conceição apostou antes numa equipa de posse e contenção com Sérgio Oliveira a ter a tarefa de ser o “maestro” que determinava todo o futebol portista. A coisa até que teria funcionado na perfeição se Rui Vitória não tivesse apresentado um Benfica disposto a pressionar alto e a cortar toda e qualquer linha de passe à defesa, meio campo e ataque do FC Porto. Dai os tais a razão de existência dos tais vinte minutos iniciais em que a equipa da Luz esteve “por cima no jogo”. E a isto se resume uma primeira parte onde apenas Marega conseguiu incomodar Bruno Varela decorridos que estavam os tais 20 minutos. Face a tal Sérgio conceição nada fez quando se exigia uma aposta na velocidade no lugar da posse.

Seguiu-se a segunda parte e com esta vieram as necessárias mexidas de Sérgio Conceição. Este retira do campo Sérgio Oliveira que até estava a fazer um excelente jogo pata fazer entrar um Octávio que vinha de uma lesão prolongada. Resultado prático da coisa? O Futebol Clube do Porto foi ficando cada vez mais forte no campo e tal obrigou Rui Vitória a ter de mexer no onze benfiquista. Zivkovic entrou para o lugar de Pizzi mas o sérvio acabaria por ser bem expulso pouco tempo após a sua entrada em campo. E é aqui entra em cena a “ratice” de Rui vitória. Este sabendo qual o modus operandi de Sérgio Conceição, apostou no recuo das linhas da sua equipa para, desta forma, “entupir” a aposta que Sérgio acabaria por fazer na velocidade. A saída de Aboubakar para a entrada de Tiquinho Soares foi a confirmação de aposta ganha por parte de Rui Vitória. Mas, a bem da verdade, há que dizer que difícil era não se prever tal coisa, ou não fosse Sérgio Conceição um treinador que ainda tem muito que aprender. Dito de outra forma; quando Sérgio Conceição deveria ter apostado na velocidade, este apostou em força na posse e quando este deveria ter feito o oposto não o fez e desta forma hipotecou, em grande parte, toda e qualquer hipótese de os Dragões saírem do Clássico com os 3 pontos.

Mas a “cereja no topo do bolo” foi a arbitragem (ou “missa”) de Jorge Sousa e de uma coisa chamada VAR que desparece do mapa sempre que o Futebol Clube do Porto joga. Duas grandes penalidades a favor dos portistas que ficaram por marcar, uma expulsão perdoada a Luisão (nem Jorge Sousa, os seus assistentes e VAR foram capazes de dar por tamanhas evidências) e um golo muito mal anulado a Héctor Herrera. Evidentemente que a equipa portista tem toda e qualquer razão de queixa da arbitragem que foi - mais uma vez - inclinada, mas não explica tudo até porque já aqui expus uns parágrafos atrás a Mea Culpa que Sérgio Conceição não quis fazer na Praça Pública.

Contas feitas e esta jornada apenas o Sporting CP tem motivos para sorrir. E agora é que vamos ver o que Sérgio Conceição vale como treinador pois este tipo de resultados faz mossa na moral da equipa e ainda há muito campeonato para disputar. Já o Benfica a jogar assim “vai-se espalhar ao comprido” mais cedo ou mais tarde.

MVP (Most Valuable Player): Sérgio Oliveira. Enquanto esteve em campo Sérgio Oliveira foi o jogador mais esclarecido e que melhor cumpriu a função que lhe foi destinada. Excelente a organizar jogo e a coordenar todo o ataque portista.

Chave do Jogo: A expulsão de Zivkovic. A expulsão do sérvio acabou por fitar o desfecho final desta partida. Rui Vitória aproveitou este facto para “tramar” Sérgio Conceição e foi premiado com um ponto que mantêm a equipa de Lisboa na corrida pelo título.

Arbitragem: Jogo que Jorge Sousa não conseguiu dominar e que não tem nota positiva. Começou por ter critério demasiado largo, teve tolerância zero à falta, nunca deixou seguir e beneficiou o infractor (entenda-se por infractor como sendo o SL Benfica), não viu a mão de Luisão na área a fechar a primeira parte, foi mal auxiliado no fora de jogo a Aboubakar (lance iminente de golo). Muitas más decisões no clássico, com prejuízo consideravelmente maior para os dragões nos lances principais.

Positivo: Vincent Aboubakar. Embora muito desacompanhado e muito mal servido no ataque, o ponta de lança camaronês deu tudo o que tinha e não tinha na luta titânica que travou contra a defesa benfiquista. Faltou-lhe o golo para “coroar” a sua grande exibição.

Negativo: José Sá e Felipe. Desastrados, desastrados e nervosos. Tanto disparate junto só por mero acaso não redundou no golo do Benfica. A melhorar até porque os melhores também tem direito a ter um mau dia.
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (01/12/2017)

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Padre que foi Pai

A filha do padre Giselo resulta de uma relação do pároco com uma mulher de 35 anos natural de Câmara de Lobos. O não reconhecimento do celibato, de acordo com o Direito Canónico, deve ser punido com alguma pena justa, quando a especial gravidade da situação exigir a punição, e urgir a necessidade de reparar o escândalo. (In DN)
Já estou a ver os meus leitores a perguntar o que tem isto a ver com a Mística Azul e Branca nome do nosso blogue. Claro que tem! Vejam esta espécie de silogismo.
 
1 – Os padres tem deveres
2 – Quando erram devem ser punidos
3 – A Liga NOS tem 30 padres
4 – Todos erram
5 - Logo TODOS deveriam ser punidos!
Estão a ver aquele na 1ª fila de fato azul mais claro? É o chefe da banda de música o Pai desta cambada. Foi ele quem os formatou para serem fiéis aos dois Circos da Segunda Circular. Mais para um do que para outro, bem sabemos, apoiado pela inefável Comissão de Arbitragem.
 
O outro ao cimo da página foi "condenado" por ser Pai. Os cá de baixo já são filhos e netos de Vítor Pereira e ninguém os condena! Nem valerá a pena enumerar, por tão conhecidos, os inúmeros casos de colinho que acontecem semana-após-semana. O favorecimento faz parte da chulice a que se habituaram. Assim vão subindo nas classificações.
 
Estes já são Bispos. Subiram na hierarquia. Como foi possível o Conselho de Arbitragem ter entregado as insígnias da FIFA a Hugo Miguel, João Capela, Tiago Martins, Carlos Xistra, ou Fábio Veríssimo? E os outros meninos mimados Artur Soares Dias ou Jorge de Sousa que não lhes ficam atrás nas asneirolas? Acontece que tem boa imprensa da parte dos cartilheiros e dos pasquins que levam a “instituição” ao colo BOLHA, RASCORD, CORREIO MANHOSO.
 
Não compreendo como estas marionetas da arbitragem vem pedir aumentos nas ajudas de custas e prémios, quando a maioria deles tem 3 empregos. Tiago Antunes é licenciado em contabilidade. Bruno Esteves é técnico da área do planeamento e gestão de stocks. Carlos Xistra e Luís Godinho são funcionários públicos, Hugo Miguel é bancário e Jorge Sousa afirma-se empresário. Todos acumulam como árbitros, e agora, juízes do VAR. É o chamado 3 em 1 e não há quem os excomungue!
 
Até à próxima

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Comentadores Foram à Escola

Então a cambada da arbitragem que tem gamado anos a fio o nosso Clube permite-se ensinar os comentadores? Catequizarem os cartilhados da “instituição” vá lá! Sabemos que as focas amestradas sabem a missa de cor e salteado. Mas para quê meter os nossos nesta alhada?
Como não os podem converter a esta nova forma de vigarice em vez de lhes darem vouchers para a Catedral da Cerveja, borlas para o camarote do Vieira, garrafas de vinho do Porto ou Santo Antónios de barro vão aliciá-los assim. Meter-lhes na cabeça que o Vídeo-Padre é coisa boa. Seria uma boa ajuda se tivéssemos árbitros “normais”. Por cá nem é bom pensar. Como a confraria é a mesma (os 30 padres do costume) funciona o sistema “dois-em-um”. Rouba o do campo e rouba o da casota. O jogador do Braga que vai receber a bola não está fora-de-jogo.
Como diria o Solnado a respeito do submarino na hilariante história da Guerra de 1914/18 “o Vídeo-árbitro é muito bonito só que não flutua”! Então se o burro do árbitro auxiliar assinala um fora-de-jogo inexistente e o vídeo-árbitro comprova com a imagem que não está, por que motivo o outro burro, o que manda no jogo, diz que está?
O mesmo se passou este fim-de-semana com o golo anulado ao Portimonense. O jogador do Portimonense que vai centrar para golo não está fora-de-jogo. Está em linha. Veja-se na imagem que “roubei” ao Baluarte Dragão (acrescentei-lhe o prolongamento das linhas para melhor análise) como está em linha com o último defensor. Tanto assim que o árbitro e o assistente mandaram a bola para o centro do terreno. Eis-senão-quando o senhor Veríssimo lá da casota (onde já foi vídeo-árbitro em 3 jogos do Benfica) inventa um fora-de-jogo. O padre que apitava o jogo que tem a última opinião nem sequer se dignou ver as imagens!
Como os meus amigos sabem entre os Padres (os tais 30) dos campeonatos profissionais não há um que seja Portista. O senhor do meio com casaco azul mais claro, maestro da Banda de Música de que fez parte, preparou estes lacaios durante muitos anos. Pacientemente época após época subiu os Padres que lhe interessava e fez descer os incómodos.
 
Os mais importantes, Pedro Proença, Fontela Gomes, Lucílio Batista, João Ferreira, Duarte Gomes etc. passaram a Bispos. Estão na direção da “estrutura”. Os senhores do apito que tiveram o azar, por uma só vez que fosse, de prejudicar o clube da treta foram sendo despromovidos baixaram para Diáconos, uma espécie de porteiros da diocese. Mas não são apenas os Padres a controlar os jogos. Como se não bastasse serem os responsáveis pelas nomeações, alguns juristas, como José Meirim, Ricardo Costa ou Fernando Seara estão vigilantes num patamar acima deles. São os Arcebispos. Fazem parte do Tribunal Arbitral de Desporto, ou seja, escolhem os juízes que vão julgar a criadagem. E depois, se houver algum problema, quem acham que vão proteger? Os parolos cá de cima, ou o clube do regime? 
 
Como é possível que quando um destes senhores tenha que decidir alguma coisa o faça contra a vontade da “instituição” inclusivamente com esta mentira que é o vídeo-árbitro? Se dúvidas houvesse, a falta de castigo atempado ao caceteiro Eliseu ou à piscinada de Jonas e agora de Sálvio são dos casos mais flagrantes nas decisões desta cambada. Sempre decididos a favor do mesmo.
Para a roubalheira ser “oficializada” só falta mesmo colocar o “primeiro-ministro” na casota e convidar o António Costa para cortar a fita. Lata para isso tem eles!
 
Até próxima

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Vencer uma má partida de futebol

imagem retirada de zerozero
Vencer uma má partida de futebol. É basicamente isto que vi o Futebol Clube do Porto fazer em Braga diante do Sporting local. E até digo mais, muito mal está o actual SL Benfica que para derrotar este SC Braga na Luz necessitou de “ajuda divina”!

Chamem-lhe o que quiserem. Apelidem esta vitória do FC Porto em Braga de “estrelinha de campeão” ou de “vitória pragmática”, mas eu tenho de confessar que este tipo de exibições poderá, num futuro próximo, custar pontos ao FC Porto. Já não é a primeira vez que vejo a equipa de Sérgio Conceição a jogar muito bem até chegar ao golo. Depois de marcar tenta-se controlar o jogo até ao fim mesmo que isto possa sujeitar a equipa a uma série de calafrios. Foi assim em Tondela, repetiu-se a dose em Braga e será assim em Vila do Conde? O problema é que o Rio Ave não é o Tondela e muito menos é este fraquíssimo Sporting Clube de Braga. O FC Porto se quiser ser campeão tem de fazer muito mais nos seus jogos fora de casa. Sérgio Conceição sabe muito bem disto e partindo do princípio de que ainda estamos na 4.ª jornada há que ir dando o devido “desconto” ao treinador e equipa, mas espero bem que mais lá para a frente as coisas mudem pois a sorte não vai andar sempre por aí. Especialmente se tivermos em linha de conta que os “padres” andam por aí como se viu hoje em Braga.

E já agora, façam o favor de não “endeusar” o Brahimi. O argelino padece sempre do mesmo mal de fintar dois adversários e querer fintar mais três até perder a bola. Desta vez a coisa até que lhe correu bem pois a bola ressaltou para Jesús Corona que a “meteu” dentro da baliza bracarense, mas caso a “estrelinha de campeão# não tivesse marcado presença, e esta jogada teria sido mais uma das típicas jogadas de um atleta que tem muita qualidade mas cuja cabeça não está - quase nunca – no seu devido lugar. Brahimi tem uma tremenda dificuldade em perceber que o futebol é um desporto de equipa e é muito por isto que ainda não apareceu um dos ditos “tubarões” para o levar do Dragão. A sua sorte é que actualmente Octávio não está a passar pelos seus melhores dias.

Apesar de tudo o que importa é vencer. O convencer pode bem ficar para depois, mas começa a ser hora de o Futebol Clube do Porto mostrar um futebol mais dominador nos seus jogos fora de casa. Sérgio Conceição tem equipa e conhecimento para isto (hoje tal ficou bem vincado). Há é que trabalhar para melhorar e não fazer como certos adeptos que ficam extremamente felizes com este tipo de vitórias e já começam a dizer em tudo quanto é sítio que o Futebol Clube do Porto vai ser campeão.

Uma nota final para dizer que o VAR (Vídeo árbitro) está para o futebol português como o SIRESP para o Estado português. Isto a não ser (ora pois) que o dito VAR tenha sido criado para “ajudar” o SL Benfica quando este necessitar.

MVP (Most Valuable Player): Danilo Pereira. O médio recuperador de bolas pode não estar ainda na sua melhor forma, mas hoje esteve simplesmente impecável ma recuperação das mais variadas bolas que a equipa bracarense chutava para a frente na esperança de que a “sarrafada” e o “assobiar para o lado do árbitro” lhes possibilitasse criar perigo aos azuis e brancos. Não admira, portanto, que Danilo tenha sido um dos atletas dos portistas que mais pancadaria levou da parte dos atletas bracarenses.

Chave do Jogo: Inexistente. Nenhuma das equipas foi capaz de construir um lance que tivesse colocado um ponto final no jogo a seu favor.

Arbitragem: Carlos Xistra foi a Braga com a sua “missa” muito bem preparada. Após o desaire do SL Benfica em Vila do Conde havia que garantir que os estragos eram mínimos. E a verdade seja dita que Xistra, os seus assistentes e o VAR fizeram por isto. Aos jogadores do SC Braga foi-lhes perdoado todo e qualquer tipo de jogo violento. Já os de azul e branco vestido viam amarelo somente por olhar de lado para um jogador da equipa da casa. Há quem fale em 4 grandes penalidades que ficaram por marcar a favor do FC Porto. Confesso que só vi duas (ambas na segunda parte). Uma por carga sobre Brahimi na grande área do SC Braga e outra sobre Aboubakar, mas admito perfeitamente que tenham existido mais lances para grande penalidade que Carlos Xistra, assistentes e VAR “não viram”. Em sima, péssima arbitragem que – por mero acaso - não teve influência directa no resultado final.

Positivo: Sérgio Conceição. Não obstante a vontade insensata que a equipa tem de querer gerir um resultado de uma bola a zero desde a primeira parte, Conceição soube ir ao banco para responder com sucesso ás tentativas de Abel de fazer virar o “tabuleiro a seu favor”

Negativo: Gerir um resultado escasso. Bem sei que a época é longa e que há que gerir o físico até porque opções no actual plantel do FC Porto não são uma realidade, mas isto de querer gerir um resultado de um a zero desde a 1.ª parte em Braga é insano. Que tal não se repita na próxima saída do FC Porto.
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (27/08/2017)