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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Para jogo treino até que nem foi nada mau

imagem retirada de zerozero
Mais uma vez não me quero alongar muito sobre mais um jogo treino que a equipa de Sérgio Conceição levou a cabo. Isto porque, quer se goste ou não, os jogos treino dizem tudo e não dizem nada.

Confesso que gostei de olhar para o onze que Sérgio escolheu para este treino e ver que este contava com poucos (até mesmo nenhum) dos habituais titulares. Isto porque há que dar tempo de jogo e moral à dita “segunda linha” portista at´+e porque a época é longa e há que contar ciom todos. E até que alguns dos elementos da dita “linha” até que aproveitaram este treino para mostrar ao Mister - e a todos nós - que podem contar com eles. Bazoer foi, na minha opinião, aquele que melhor terá aproveitado esta oportunidade. André Pereira também esteve bem.

O que me agradou também foi a atitude da maioria dos escolhidos por Sérgio Conceição para este treino mais competitivo. A linha defensiva que os Dragões apresentaram hoje era fraquita q.b. e alguns dos habituais titulares hoje estiveram numa de “fazer o frete” (não foi Sérgio Oliveira?), mas a verdade é que este FC Porto em modo treino quis sempre dar tudo por tudo pela vitória final e acabou por ver este seu brioso esforço devidamente recompensado.

E pronto. Depois de se ter “brincado aos futebóis” num jogo disputado entre alguns “solteiros” e “casados”, eis que voltamos aos assuntos sérios. No próximo Sábado há uma deslocação à Madeira para defrontar o CS Marítimo em mais uma jornada da Liga NOS. Algo que é, por tradição, sempre muito complicado para a equipa portista dado que os maritimistas gostam muito de “agradar ao dono”.

MVP (Most Valuable Player): André Pereira. Quem diz que o FC Porto não tem avançados de qualidade é porque deve estar muito distraído. André Pereira tem de tudo para vir a ser um dos melhores avançados portugueses made in formação portista. O “moço” tem técnica, bom sentido de posicionamento, bom remate, força, técnica e cabeceia muito bem. Hoje foi, sem sombra de dúvida, o melhor em campo tendo, inclusive, marcado um mais do que merecido golo.

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 81´, altura em que o atleta do SC Varzim (Stephen Payne) introduziu a bola na própria baliza pouco tempo depois de a equipa da Póvoa ter empatado o jogo a duas bolas. A partir desta altura só deu FC Porto.

Arbitragem: Arbitragem pouco convincente da equipa liderada por João Capela, tendo ficado a ideia de que o VAR fez falta para tirar algumas dúvidas. Houve amarelos exagerados, houve amarelos que, assumindo-se eventuais simulações em pedidos de penálti, terão ficado por mostrar.

Positivo: Riechedly Bazoer. O médio azul e branco está aos poucos a mostrar quem tem qualidade para fazer parte da equipa principal do FC Porto. Tem é de deixar de ser tão trapalhão em certos momentos do jogo.

Negativo: Sérgio Oliveira. O jogo não interessava para absolutamente nada, é um facto, mas nada desculpa o tremendo disparate de Sérgio Oliveira no segundo golo da equipa de Capucho. 
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (31/10/2018)

domingo, 23 de setembro de 2018

Jogo do nosso campeonato

imagem retirada de zerozero
Começo por dizer que me estou nas tintas para o que alguma da nossa Comunicação Social se tem preocupado em fazer “eco”. O grande objectivo do futebol é marcar-se mais golos do que o adversário. Hoje o Futebol Clube do Porto marcou dois golos e o Vitória Futebol Clube (mais conhecido por Vitória de Setúbal) não marcou nenhum.Concluindo; os Dragões venceram em Setúbal e somaram mais três pontos. O resto são – essencialmente - “bolos e bolinhos para se enganar tolos e tolinhos”.

Contudo, apesar de a “estrelinha de campeão” fazer parte desta cosia que se chama futebol, existem algumas ilações que Sérgio Conceição deve, a meu ver, retirar. A primeira é que este FC Porto continua, incompreensivelmente, a ter uma tremenda dificuldade em controlar um jogo que esteja a vencer. Os portistas já podem contar com os serviços de Danilo Pereira para ver se acabam de vez com esta “malapata” que já custou três preciosos pontos num passado não muito distante, contudo o internacional português está ainda longe da sua habitual forma e não creio que seja só ele a estar em “tão mau estado”. Otávio parece não ajudar nos processos defensivos e o capitão Herrera, outro dos elementos “vitais” do trio que compõe o meio campo portista, está muito abaixo do seu habitual desempenho mediano. Talvez tal explique muito deste Futebol Clube do Porto que insiste em dificultar o que não tem de ser difícil.

Outro aspecto sobre o qual me parece importante que Sérgio faça uma reflexão assenta na clara e manifesta dependência dos azuis e brancos dos rasgos individuais de Yacine Brahimi e Moussa Marega. Se o argelino e maliano não tiverem um “golpe de génio e/ou força”, o Futebol Clube do Porto desparece em termos ofensivos. Hoje tal ficou bem patente no primeiro golo dos Dragões. Marega teve uma das suas arrancadas, cruza para a área sadina, Maxi falha e na carambola Aboubakar marca o tento inaugural. Depois tivemos o habitual “apagão” ofensivo colmatado, aqui e acolá, por alguns lances de perigo na área da equipa de Lito Vidigal. Muito pouco para uma equipa portista que em breve terá de medir forças na Luz.

Como podemos verificar, os problemas deste FC Porto são reais. Tal não muda em nada o que disse no inicio, mas seria importante que Sérgio Conceição se concentrasse em procurar resolver estes problemas do que em esperar que eles se resolvam por si.

Ah. Um aparte. Na próxima Sexta os Dragões recebem o Tondela de Pepa. Uma equipa campeã do anti jogo. Sérgio Conceição que não tome as devidas cautelas e depois que venha para a Praça Pública queixar-se do óbvio.

MVP (Most Valuable Player): Moussa Marega. Foi dos pés de Marega que surgiu o primeiro golo portista. Não obstante tal, Moussa foi sempre uma tremenda dor de cabeça para um “durinha” defensiva sadina. A ver vamso se melhora a sua forma e volta a ser aquele Marega que na época transacta espalhou o terror nas defensivas adversárias.

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 78´, altura em que Sérgio Oliveira marca o segundo tento dos portistas e sentencia, desta forma, uma partida onde a equipa da casa lutou bravamente por um resultado positivo.

Arbitragem: Há um lance que deixa muitas dúvidas no trabalho de Manuel Oliveira, esta noite, no Bonfim. O árbitro da AF Porto deixou seguir um lance entre Berto e Felipe, à passagem do minuto 20, mas parece de facto haver contacto. A única dúvida parece mesmo ser a cor do cartão que deveria ter sido exibido ao central brasileiro.

Positivo: 3 pontos e liderança. Efectivamente o que se pode retirar de positivo é a vitória do FC Porto e a consequente liderança da Liga NOS. A ver vamos agora o que fazem Benfica e Sporting,

Negativo: Felipe. Prometeu muito no arranque da temporada, mas desde que foi convocado para jogar pelo Brasil o central parece ter perdido muita da qualidade que se lhe reconhece.

Artigo publicado no blog o gato no telhado (22/09/2018)

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Dia de festa diante de tão fraco adversário

imagem retirada do site zerozero
Primeiro que tudo quero aqui deixar o meu agradecimento a Sérgio Conceição, equipa técnica e plantel pela conquista do título de campeão de futebol da temporada 2017/18. Não pela conquista em si dado que isto de se ser campeão nacional de futebol é uma obrigação para uma equipa como o Futebol Clube do Porto, mas sim pela forma como tal foi alcançado. Foi preciso lutar contra um sistema mafioso montado pelos de sempre que preferem a mentira em detrimento do mérito. Por tudo isto, obrigado Sérgio Conceição & Companhia. Posto isto, passemos ao jogo.

O que me apraz dizer de imediato sobre a partida de hoje que decorreu no Estádio do Dragão é que raio faz o Feirense no escalação principal do nosso futebol. A equipa de Santa Maria da Feira não jogou absolutamente nada! A sua estratégia passava, tão simplesmente, por ir jogando aqui e acolá à bola para - caso a sorte assim o determinasse - marcar um golo à equipa da casa. A verdade seja dita que tal ia resultando, mas confesso que é preciso ter-se muita lata para se apelidar de equipa profissional este CD Feirense. É muito por isto que não aceito - de forma alguma! - o golo que Iker Casillas sofreu. O jogo era de consagração, é um facto, mas isto não é sinónimo de descontração ao ponto de uma equipa deste calibre ter a “destreza” de marcar um holo ao actual Campeão. Não podia ter acontecido. Não deveria ter acontecido.

De resto queria também dizer que foi contra este tipo de adversários que o FC Porto de Lopetegui e de NES “escorregaram”. E aqui há que dar inteiro mérito a Sérgio Conceição que mesmo não tendo (algumas vezes) colocado a sua equipa a jogar um futebol brilhante conseguiu passar a ideia de que a sorte protege os audazes. Assim se explica o posicionamento de Sérgio Oliveira no primeiro golo da equipa azul e branca. `

Sérgio voltou a apostar em Tiquinho Soares no ataque, tendo colocado Marega numa das faixas do ataque portista. Pessoalmente não me agrada tal opção até porque isto retira muito da força ofensiva do Futebol Clube do Porto. Esta mesma força ofensiva até que fez alguma falta diante de tão frágil adversário, mas a verdade é que quando se vence nada há a apontar às opções do treinador da equipa vencedora. A ver vamos se esta opção de Marega a extremo e Tiquinho a ponta de lança não tenha vindo para ficar… O mesmo é dizer que Aboubakar tem de voltar a estar em forma para que na próxima temporada a dupla ofensiva Abou/Moussa volte a “espalhar o terror” nas linhas defensivas das equipas adversárias.

Falta mais uma jornada para terminar a actual edição da Liga NOS. O título é nosso, mas há ainda a possibilidade de se bater o recorde de pontos que até à data é pertença do FC Porto de José Mourinho. Em Guimarães, mais do que nunca, espera-se muita seriedade e profissionalismo da parte dos Dragões. Para mais a equipa da casa não tem nada a ver com este triste e desonroso Feirense.

MVP (Most Valuable Player): Yacine Brahimi. É sempre um prazer ver futebol quando Brahimi joga desta forma. Hoje o argelino mostrou toda a sua categoria tanto no golo que marcou como em tudo o que fez em campo.

Chave do Jogo: Até que poderia dizer que esta já era pertença dos Dragões mal o jogo começou tal a pobreza futebolística do adversário, mas para ser mais preciso tenho que dizer que esta apareceu com o fabuloso golo de Brahimi.

Arbitragem: Arbitragem correcta e com decisões certas nos lances mais discutíveis. O mais duvidoso aconteceu no derrube de Briseño a Hernâni, mas fica o benefício da dúvida para o árbitro, que decidiu ter sido fora da área depois de ver as imagens.

Positivo: Hernâni. Esteve pouco tempo em campo, mas hoje este soube aproveitar este pouco tempo para mostrar a todos que até que sabe dar uns toques interessantes na bola.

Negativo: Tirando o CD Feirense, nada mais a apontar. 
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (06/05/2018)

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Muito sal e pouco sabor

imagem retirada de zerozero
No futebol há jogos assim. Hoje o Futebol Clube do Porto não fez uma exibição que justificasse uma vitória de 4 a 0 diante de um Grupo Desportivo de Chaves que também não fez uma exibição que justificasse tamanha derrota. A partida, para quem a viu com olhos de ver, até que foi muito equilibrada. A grande diferença entre dragões e flavienses foi somente uma: eficácia.

Efectivamente o FC Porto que vi hoje a jogar no Municipal de Chaves foi mesmo assim. Algo com muito sal (golos) mas com pouco sabor (futebol). E custa-me ver uma equipa do calibre da equipa de Sérgio Conceição a ter de viver à custa da eficácia. Tanta dificuldade para se “matar o jogo” dá que pensar. Especialmente quando do outro lado da barricada está uma equipa que tem menos qualidade, mas que luta até ao fim das suas forças. Hoje em Chaves quase que acontecia o mesmo que em Moreira de Cónegos… Isto, claro, se não tivesse aparecido a tal de eficácia que colocou os azuis e brancos a vencer quando nada o fazia prever pois o equilíbrio entre ambas as equipas era uma realidade. E nem a vencer por dois a zero este FC Porto foi capaz de ficar tranquilo dado que os flavienses ainda conseguiram incomodar – e de que maneira - José Sá- Só após o terceiro tento da partida a favor dos portistas é que chegou a tão desejada tranquilidade que permitiu a Sérgio Conceição & Companhia pensar no jogo da próxima quarta-feira diante do Liverpool.

Uma palavra final para deixar aqui bem expresso o meu desejo de que este Chaves de Luís Castro consiga a manutenção. Este GD Chaves é uma equipa que trabalha muito e nunca vira a cara à luta esteja quem estiver do outro lado do campo. Merece a manutenção em detrimento de um Moreirense ou Tondela (por exemplo) que fazem do anti jogo a sua pedra chave. E atenção a este Matheus Pereira. Este jovem avançado pode vir a ser um dos melhores do nosso campeonato. Basta que para tal deixe de correr sem nexo e de se atirar para o chão por tudo e por nada.

Mas lá está, o que interessa no mundo do futebol é a vitória e o Futebol Clube do Porto venceu. O que não invalida que não se chame à atenção de uma série de factores que em tempos não muito distantes custaram a tranquilidade que custou campeonatos e o trabalho de treinadores de qualidade que passaram pelo comando técnico do Futebol Clube do Porto.

MVP (Most Valuable Player): Sérgio Oliveira. O médio internacional português voltou a mostrar que está a atravessar um excelente momento de forma. A vitória portista em pleno Estádio Municipal de Chaves começou a ser construída por Sérgio Oliveira que fez um passe certeiro para Soares que aproveitou para marcar o tento inaugural do jogo. Sérgio Oliveira foi mais uma vez o “patrão” que levou a equipa azul e branca à vitória.

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 57´ para resolver o jogo a favor do FC Porto. É nesta altura que Moussa Marega marca o golo que coloca um ponto final na capacidade de luta da equipa transmontana.

Arbitragem: Boa arbitragem da equipa liderada por Artur Soares Dias em Chaves. Tirando um lance em que é possível dar o benefício da dúvida (Maxi toca com o braço na cara de um adversário), os lances foram decididos sem hesitação e de forma correcta.

Positivo: Tiquinho Soares. O futebol é feito de oportunidades e Soares parece estar a querer aproveitar ao máximo a oportunidade que lhe foi dada de mostrar a todos que podem contar com ele.

Negativo: Incapacidade portista. É certo e sabido que a sorte também faz parte do futebol, mas este importante factor nem sempre marca presença. Convinha que o FC Porto percebesse isto de vez.
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (11/02/2018)

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Em vantagem ao intervalo

imagem retirada de zerozero
Jogo muito agradável de se seguir entre aquelas que neste momento são as duas melhores do nosso campeonato. Alias, acredito que Futebol Clube do Porto e Sporting Clube de Portugal serão as duas melhores equipas da Liga NOS até ao final da presente temporada. Hoje tal ficou bem vincado dado que ambas brindaram os adeptos com um jogo muito bom. Acrescente-se que este foi um jogo que dizia respeito à primeira de duas mãos de uma das meias-finais da Taça de Portugal.

Num jogo equilibrado caberia a certos jogadores tentarem fazer pender a vitória para o lado da sua equipa. Do lado da equipa de Alvalade tivemos dois fantásticos atletas que tentaram fazer tal papel sem resultado prático no resultado final. Gélson Martins e Bruno Fernandes foram, de longe, os melhores da equipa de Jorge Jesus. Do lado dos azuis e brancos este papel coube a Sérgio Oliveira e foi precisamente do médio portista que veio a “chave” que abriu a porta da baliza leonina através de um cruzamento fantástico para a cabeça de Tiquinho Soares.

Em suma; este foi um jogo onde um Futebol Clube do Porto liderado por um fantástico Sérgio Oliveira - e uma certa sorte nos minutos finais – conseguiu, no global, ser ligeiramente superior a um Sporting Clube do Portugal que se deixou embalar pela história de ser uma equipa “à italiana”.

Nada está decidido. Ainda há uma importante deslocação ao Estádio de Alvalade para se saber, em definitivo, quem será o finalista da Taça de Portugal, e até finais de Abril muita coisa vai acontecer. Uma das coisa que espero que aconteça é por esta altura Sérgio Conceição já saber gerir melhor as substituições em jogos deste calibre. E espero também que a falta de concentração que a defesa portista evidenciou na recta final do jogo tenha desvanecido de vez.

MVP (Most Valuable Player): Sérgio Oliveira. O médio internacional português voltou a mostrar que está a atravessar um excelente momento de forma e que ganha com isto é Sérgio Conceição que vê neste a “pedra chave” que pareceu ter perdido com a lesão de Danilo Pereira. A vitória portista em pleno Estádio do Dragão “nasceu” dos pés de Sérgio Oliveira que fez um cruzamento com “régua e esquadro” para a cabeça de Soares. Sérgio Oliveira foi hoje o “patrão” que levou a equipa azul e branca à vitória sobre o rival de Lisboa.

Chave do Jogo: Inexistente. O jogo foi, quase sempre, muito equilibrado não obstante alguma ascendência portista. Nenhuma das equipas em campo foi capaz de criar um lance que fizesse com que a sua vitória fosse evidente e definitiva.

Arbitragem: Arbitragem defensiva, sem querer correr riscos e sem falhas de grande dimensão. Trabalho positivo de João Pinheiro e dos seus auxiliares.

Positivo: Jogar futebol e nada mais. Se retiramos de cena as palermices de Fábio Coentrão, eis que se pode dizer que hoje tivemos aquilo que todo e qualquer adepto de futebol gosta de ver: uma excelente partida de futebol.

Negativo: Fábio Coentrão. Jogou pouco e esteve sempre muito mais preocupado em arranjar confusão Será que Coentrão padece de algum complexo de inferioridade sempre que defronta do FC Porto?
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (07/02/2018)

domingo, 4 de fevereiro de 2018

As asneiras do costume e um Alex o “Dragão que cria golos”

imagem retirada de zerozero
Confesso que gostei de ver esta partida de futebol. O Futebol Clube do Porto procurou sempre impor a sua – natural - força em campo diante de um Sporting Clube de Braga que não quis, nunca, aceitar submeter-se à natural força do Dragão. Questiono a razão pela qual a equipa bracarense não faz o mesmo diante do Benfica. Mistério? Nem por isto, mas não vou enveredar por este caminho pois já todos sabemos o que está por detrás desta “maleita” bracarense.

Como disse anteriormente, gostei muito de ver este FC Porto 3 x SC Braga 1 da jornada 21 da Liga NOS. Jogos destes fazem valer a pena investir tempo, esforço e dinheiro. Mas o que me agradou muito mais foi o facto de Sérgio Conceição ter sabido (finalmente) gerir os reforços de inverno. Depois de ter feito aquilo quês e pode apelidar de enorme trapalhada na jornada anterior diante do Moreirense, Sérgio percebeu que isto de se “atirar” Paulinho e Majeed Waris “às feras” não é o melhor caminho por muita qualidade que os dois atletas possam ter. Os reforços de inverno têm de passar por um período de adaptação (período este que pode ser maior ou menor consoante o atleta em questão). Conceição tem a obrigação de saber isto. Daí não se perceber a patetice seguida em Moreira de Cónegos que custou dois pontos ao Dragão na corrida pelo título. A reforçar isto mesmo temos a forma quase que natural como o Futebol Clube do Porto bateu hoje este bravo SC Braga de Abel Ferreira.

E é precisamente esta forma natural que é a razão da actual euforia da nação azul e branca. Embora compreenda e, inclusive, eu partilhe alguma desta euforia, sinto-me na obrigação de chamar a atenção para o facto de que este FC Porto continuar sofrer golos. Basta um cruzamento para a área e lá temos a equipa adversária a marcar o seu golo. Hoje tal poderia muito bem ter custado dois pontos aos portistas. A sorte da equipa de Sérgio é que hoje José Sá estava numa de “fazer de Casillas” e a na segunda parte fez a “mancha” que impediu que Paulinho tivesse empatado a partida a duas bolas. Quase de seguida lá surgiu a dupla Brahimi/Alex que colocou na cabeça de Aboubakar o result6ado final do jogo e a partida – quase- que ficou resolvida. É precisamente esse “quase” que me preocupa… Esta dificuldade que os Dragões têm de colocar um ponto final nas suas partidas diante de adversários de qualidade média/alta pode vir a ser um amargo de boca nos próximos jogos.

MVP (Most Valuable Player): Alex Telles. Três assistências, três golos. Melhor só mesmo o facto de Brahimi ter feito uma exibição que “destruiu” por completo o lado direto da defesa do Braga. Gostei de ver Alex Telles com a bola dominada, levantar a cabeça e só depois fazer os cruzamentos. Sinal de que o brasileiro está a procurar evoluir. Espero que tal forma de estar em campo tenha vindo para ficar.

Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum as equipas cosnegu9oram criar um lance que fizesse pender o desfecho da partida para o seu lado.

Arbitragem: Hugo Miguel teve uma arbitragem sem erros graves. Haverá quem fale em dois lances na área da equipa visitante que poderiam redundar na marcação do castigo máximo, contudo tenho de ver melhor os lances antes de opinar. O que não percebo é ausência do VAR nos jogos em que existem lances de dúvida a favor da equipa portista.

Positivo: Sérgio Oliveira. O médio portista foi hoje o “patrão” que o meio campo portista necessitou. Excelente a pautar todo o ritmo do jogo, Sérgio Oliveira viu a sua grande exibição ser coroada com um golo. Hoje Òliver Torres poderá ter perdido em definitivo a batalha pela “batuta de maestro” do meio campo portista.

Negativo: Héctor Herrera. Definitivamente a posição 6 não é a “praia” do mexicano. Muito faltoso e sempre com tremendas dificuldades em “estancar” o ataque da equipa adversária. Isto para não falar nos disparates que cometeu a nível do passe (o habitual em Herrera).

Artigo publicado no blog o gato no telhado (03/02/2018

sábado, 2 de dezembro de 2017

Ponto perdido

imagem retirada de zerozero
A primeira ilação que retiro do embate entre Futebol Clube do Porto e Benfica é a de que os Dragões perderam dois pontos. A outra ilação é de que os portistas perderam, também, uma boa oportunidade de manter distâncias para um Sporting CP que é cada vez mais bafejado pelas (VAR)iavéis da arbitragem portuguesa.

Este foi, sem sombra de qualquer dúvida, uma jornada da Liga NOS que o FC Porto deveria ter vencido com maior ou menor dificuldade. Especialmente se tivermos em linha de conta que a equipa de Rui Vitória não jogou absolutamente nada. Ou melhor, há que ser justo e dizer que os primeiros vinte minutos desta partida que se realizou no Estádio do Dragão foram pertença do SL Benfica. Rui Vitória soube aproveitar-se da falta de experiência de Sérgio Conceição e até que se me atrevo a dizer que tanto a “ratice”, fortuna e a já de si habitual “missa” bafejaram a equipa de Rui Vitória. Vamos por partes.

Após o empate na Vila das Aves, Sérgio Conceição optou por mudar o “chip” à equipa. Em vez de apostar no já de si habitual futebol veloz e atacante, o Mister Conceição apostou antes numa equipa de posse e contenção com Sérgio Oliveira a ter a tarefa de ser o “maestro” que determinava todo o futebol portista. A coisa até que teria funcionado na perfeição se Rui Vitória não tivesse apresentado um Benfica disposto a pressionar alto e a cortar toda e qualquer linha de passe à defesa, meio campo e ataque do FC Porto. Dai os tais a razão de existência dos tais vinte minutos iniciais em que a equipa da Luz esteve “por cima no jogo”. E a isto se resume uma primeira parte onde apenas Marega conseguiu incomodar Bruno Varela decorridos que estavam os tais 20 minutos. Face a tal Sérgio conceição nada fez quando se exigia uma aposta na velocidade no lugar da posse.

Seguiu-se a segunda parte e com esta vieram as necessárias mexidas de Sérgio Conceição. Este retira do campo Sérgio Oliveira que até estava a fazer um excelente jogo pata fazer entrar um Octávio que vinha de uma lesão prolongada. Resultado prático da coisa? O Futebol Clube do Porto foi ficando cada vez mais forte no campo e tal obrigou Rui Vitória a ter de mexer no onze benfiquista. Zivkovic entrou para o lugar de Pizzi mas o sérvio acabaria por ser bem expulso pouco tempo após a sua entrada em campo. E é aqui entra em cena a “ratice” de Rui vitória. Este sabendo qual o modus operandi de Sérgio Conceição, apostou no recuo das linhas da sua equipa para, desta forma, “entupir” a aposta que Sérgio acabaria por fazer na velocidade. A saída de Aboubakar para a entrada de Tiquinho Soares foi a confirmação de aposta ganha por parte de Rui Vitória. Mas, a bem da verdade, há que dizer que difícil era não se prever tal coisa, ou não fosse Sérgio Conceição um treinador que ainda tem muito que aprender. Dito de outra forma; quando Sérgio Conceição deveria ter apostado na velocidade, este apostou em força na posse e quando este deveria ter feito o oposto não o fez e desta forma hipotecou, em grande parte, toda e qualquer hipótese de os Dragões saírem do Clássico com os 3 pontos.

Mas a “cereja no topo do bolo” foi a arbitragem (ou “missa”) de Jorge Sousa e de uma coisa chamada VAR que desparece do mapa sempre que o Futebol Clube do Porto joga. Duas grandes penalidades a favor dos portistas que ficaram por marcar, uma expulsão perdoada a Luisão (nem Jorge Sousa, os seus assistentes e VAR foram capazes de dar por tamanhas evidências) e um golo muito mal anulado a Héctor Herrera. Evidentemente que a equipa portista tem toda e qualquer razão de queixa da arbitragem que foi - mais uma vez - inclinada, mas não explica tudo até porque já aqui expus uns parágrafos atrás a Mea Culpa que Sérgio Conceição não quis fazer na Praça Pública.

Contas feitas e esta jornada apenas o Sporting CP tem motivos para sorrir. E agora é que vamos ver o que Sérgio Conceição vale como treinador pois este tipo de resultados faz mossa na moral da equipa e ainda há muito campeonato para disputar. Já o Benfica a jogar assim “vai-se espalhar ao comprido” mais cedo ou mais tarde.

MVP (Most Valuable Player): Sérgio Oliveira. Enquanto esteve em campo Sérgio Oliveira foi o jogador mais esclarecido e que melhor cumpriu a função que lhe foi destinada. Excelente a organizar jogo e a coordenar todo o ataque portista.

Chave do Jogo: A expulsão de Zivkovic. A expulsão do sérvio acabou por fitar o desfecho final desta partida. Rui Vitória aproveitou este facto para “tramar” Sérgio Conceição e foi premiado com um ponto que mantêm a equipa de Lisboa na corrida pelo título.

Arbitragem: Jogo que Jorge Sousa não conseguiu dominar e que não tem nota positiva. Começou por ter critério demasiado largo, teve tolerância zero à falta, nunca deixou seguir e beneficiou o infractor (entenda-se por infractor como sendo o SL Benfica), não viu a mão de Luisão na área a fechar a primeira parte, foi mal auxiliado no fora de jogo a Aboubakar (lance iminente de golo). Muitas más decisões no clássico, com prejuízo consideravelmente maior para os dragões nos lances principais.

Positivo: Vincent Aboubakar. Embora muito desacompanhado e muito mal servido no ataque, o ponta de lança camaronês deu tudo o que tinha e não tinha na luta titânica que travou contra a defesa benfiquista. Faltou-lhe o golo para “coroar” a sua grande exibição.

Negativo: José Sá e Felipe. Desastrados, desastrados e nervosos. Tanto disparate junto só por mero acaso não redundou no golo do Benfica. A melhorar até porque os melhores também tem direito a ter um mau dia.
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (01/12/2017)

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Será por causa das trancinhas?

O jovem médio Renato Sanches, jogador do Benfica, é a grande novidade na lista dos 23 futebolistas convocados por Portugal para o Euro2016, na qual não entram Tiago e Bernardo Silva.


Primeiro que tudo digo, mais uma vez, que gosto da nossa Selecção e que quero sempre o melhor para a Equipa de Todos Nós. 

Como tal é natural que, independentemente da questão clubística, coloque aqui uma pertinente e importante questão que Fernando Santos não permitiu que tivesse sido colocada aquando da apresentação dos seus 23 eleitos para disputar a fase final do EURO 2016. 

O que raio faz Renato Sanches neste lote? Será por causa das suas trancinhas? 

Compreendo e aceito que o Seleccionador nacional opte por levar ao Europeu um grupo de trabalho que desenvolveu durante a fase de qualificação para a já aqui referida prova, mas estando Tiago e Bernardo Silva impedidos - ambos por lesão - de seguir para França juntamente com os restantes eleitos, não faria mais sentido e lógica que o escolhido para colmatar tais ausências tivesse sido Sérgio Oliveira? 

E porque Sérgio Oliveira? 

Porquê, ao contrário do Renato, este tem feito um percurso gradual nas Selecções nacionais, acumulou muita experiência de fases finais de provas internacionais de Selecções e está neste momento em crescendo de forma sendo um dos titulares indiscutíveis do Futebol Clube do Porto de José Peseiro. Já o Renato tem vindo a perder alguma forma ao serviço do SL Benfica, “caiu de paraquedas” na Selecção nacional e tem uma curtíssima (para não dizer nenhuma) experiência de fases finais de competições de Selecções.

Repito: O Renato Sanches foi convocado por causa das trancinhas?

domingo, 8 de maio de 2016

Mais um treino que (por acaso) correu bem

Sérgio Oliveira está a criar uma nova lei no FC Porto. É ele o redator desta equipa, é ele o comandante e é ele que dita os ritmos. Além disso, é também ele que decide. Em Vila do Conde, foi um golaço do camisola 13 que desequilibrou uma partida que tinha aberto com outro golo não menos fantástico de Postiga. O Rio Ave atrasou-se na luta pela Europa, os dragões voltaram a ganhar, depois do clássico.
 
Num cenário invernal, o Rio Ave entrou em campo a olhar para a Liga Europa e a ganhar duplamente: já tinha ganho no dia anterior, com a derrota do Paços de Ferreira contra o Tondela, passando novamente a depender apenas de si para chegar às vagas em causa; começou a ganhar também pelo enorme momento de Hélder Postiga.
 
O avançado,que tinha marcado em Tondela, ganhou a titularidade a Guedes e não fez por menos: com cinco minutos de jogo, aproveitou a passividade de uma dupla portista que não tem jogado junta (Marcano voltou dois meses depois) e atirou para o fundo da rede.
 
Apanhado a perder, nem por isso o conjunto de José Peseiro se desmobilizou. Acertou, aos poucos, o que estava a falhar atrás (só se viu mais uma investida vilacondense na primeira parte, com exceção para as bolas paradas) e lançou-se no domínio da partida.
 
Com Rúben Neves mais simples na primeira fase de construção e com Sérgio Oliveira mais complexo no transporte para o passo seguinte, os azuis e brancos apareciam com uma boa densidade de homens junto à área do Rio Ave, que foi sempre muito certeiro na forma como anulou as entradas na área de André André, mas que cometeu um pecado capital.
 
Edimar optou pela falta a André Silva, que corresponde bem a um cruzamento de Brahimi. Aliás, se os dragões atacavam mais vezes pela direita, nem por isso quantidade quis dizer qualidade, já que da esquerda apareceram os melhores momentos - não foram muitos, diga-se.
 
Layún, outro dos regressados, fez o golo da igualdade, que se justificava na ida para os balneários: os dragões tinham mais bola, mas isso não se refletiu em maior qualidade.
 
O Rio Ave até pareceu mais disposto, no segundo tempo, a ter bola durante mais tempo, só que tal demorou bastante, por dois motivos: porque o vento estava contra e soprava com mais força e porque os dragões se mostraram mais audazes.
 
André Silva, incansável, mereceu crédito por ter sido persistente na batalha que travou com os adversários; Sérgio Oliveira foi o mais objetivo no alvo e disparou duas vezes, uma para grande defesa de Cássio, outra para o golo que já se ia adivinhando.
 
Depois sim, foi necessário um Rio Ave mais afoito. Conseguiu-o, na fase inicial, mas foi sol de pouca dura. As substituições ajudaram a equipa azul e branca a estancar as intenções de José Peseiro e os dragões foram ficando mais confortáveis com o andamento do relógio.
 
Ukra ainda deu alguma vivacidade ao ataque caseiro, só que o golo de Valera desfez as dúvidas.

Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Sérgio Oliveira

domingo, 20 de março de 2016

Manteve-se a tradição do Bonfim

«O assunto mais importante do mundo pode ser simplificado até ao ponto em que todos possam apreciá-lo e compreendê-lo. Isso é - ou deveria ser - a mais elevada forma de arte». Assim dizia Charles Chaplin, assim fez o FC Porto ao vencer (0x1), esta noite, no Bonfim, o Vitória de Setúbal.
 
O dragão não teve jogadas de génio ou golos bonitos. Foi simplesmente competente, simplesmente organizado e fez da simplicidade de processos a base da vitória.
 
O FC Porto entrou forte, confiante e com dinâmica, instalando-se no meio-campo sadino e com um Herrera muito envolvido em ações ofensivas (foi ocupando vários espaços). Se em algumas jogadas se foi vendo um Aboubakar desamparado na frente, quando Sérgio Oliveira se adiantou mais no terreno, o dragão foi sempre mais perigoso.
 
Pelos corredores, os azuis e brancos iam dando muito trabalho a um Vitória de Setúbal com muitas cautelas a defender e muito pensativo na hora de saída para o ataque. Foram melhorando com o avançar dos minutos mas com pouca produtividade.
 
A superioridade total do dragão teve, por isso, reflexo perto do intervalo, com Sérgio Oliveira - vindo de trás, lá está - a disparar para o fundo das redes sadinas e a deixar os portistas na frente.
 
No retomar da história viu-se um Vitória de Setúbal a ter mais bola, a dividir mais as despesas do encontro e a passar mais tempo instalado no meio-campo portista. Porém, a turma de Quim Machado não conseguia criar grandes desequilíbrios e em boa verdade o FC Porto - com menor caudal ofensivo do que no primeiro tempo - foi gerindo o encontro, que se foi arrastando até ao fim. Assim, o FC Porto deixou o Bonfim com os três pontos e sem sofrer qualquer golo.
 
Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Sérgio Oliveira

quinta-feira, 3 de março de 2016

Feito o treino venha o Braga!

O filme que passou no Estádio do Dragão já tinha um final praticamente esperado. Sem grande suspense, o argumento dos realizadores Peseiro e Nandinho foi dentro do esperado. Com pouca plateia na 'sala de cinema' do Dragão, levaram a melhor os atores azuis e brancos (2x0), que vão marcar presença na gala final, marcada para o Jamor.

O FC Porto, com bloco subido no terreno e a tentar bolas longas nas costas da defesa gilista, cedo procurou o golo, rendilhando o seu futebol e tentando ser rápido na circulação. Do outro lado esteve quase sempre um Gil Vicente a tentar pausar o jogo e manter o equilíbrio e a segurança.
Perante um cenário muito despido nas bancadas e muitas alterações nos onzes de ambas as partes, Aboubakar foi o primeiro a ameaçar as redes gilistas mas seria Chidozie, aos 11 minutos, na sequência de um canto de Sérgio Oliveira, a abrir o ativo, num cabeceamento.
Se até aí o Gil Vicente foi tentando pressionar o portador da bola portista, daí para a frente a equipa de Nandinho ficou mais na expectativa e foi vendo o FC Porto (muitas vezes por iniciativas de Sérgio Oliveira) rondar a sua baliza e tentar de várias formas e feitios o golo. Helton, que regressou ao posto, foi praticamente um espectador do duelo, enquanto que Marega foi tendo a bola mas mostrou (quase) sempre algum nervosismo e dificuldade em decidir.
Num jogo de sentido único, a história foi-se resumindo a um FC Porto a assediar a baliza gilista e os de Barcelos a tentarem lutar pela honra de forma recuada. Mas os dragões mostravam ser pouco letais na hora de rematar à baliza. O ataque portista, com destaque para Aboubakar, foi deixando os adeptos à beira de um ataque de nervos com alguns falhanços, alguns clamorosos.
O avançar dos minutos mostrou um Gil Vicente a ter mais bola e a rondar mais a baliza de um Helton que foi chegando para as encomendas. E o FC Porto, bem, o FC Porto tinha a eliminatória mais que garantida e foi gerindo os momentos, enquanto que Peseiro aproveitou para dar minutos a Martins Indi, que regressou após lesão. Foi já com o holandês em campo que Marega, aos 80', fez o 2x0, numa jogada rápida de envolvimento do ataque portista. 

Retirado de zerozero 

Melhor em Campo: Sérgio Oliveira 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Pensamento da Semana: Sérgio Oliveira

Vou “colocar o dedo na ferida”. Já sei que haverá quem não goste muito de tal gesto mas há coisas que devem ser esclarecidas (ou pelo menos que se force o esclarecimento) e não fazer-se de conta que nada se passa. O caso do “#eclipse total” de Sérgio Oliveira é um bom exemplo de uma questão que parece não ter resposta porque muita gente não o quer. 
 
Sérgio Oliveira foi, “somente”, um dos melhores jogadores do último Europeu de Selecções Sub. 21. Mostrou capacidades que fazem dele um jogador com qualidade e, mais importante que tudo, tem mostrado um amor ao Futebol Clube do Porto como não se vê há muito. Ou seja, Sérgio é um Portista que alia o seu amor à camisola a uma qualidade futebolística acima da média. E isto nos tempos que correm é cada vez mais uma raridade.
 
Daí que coloque aqui a seguinte questão: 
 
- Se Julen Lopetegui tem à sua disposição um médio do calibre do Sérgio, então porque fazer alinhar ante o SC Varzim, numa partida a eliminar, um extremo/avançado adaptado a médio? 
 
Não estou com isto a dizer que Bueno tenha estado mal. Pelo contrário até porque me agradou bastante o esforço do Espanhol, mas acredito que Bueno teria rendido muito mais se tivesse jogado na sua posição natural e tenho quase a certeza de que não teríamos um FC Porto perdido na primeira parte desta partida da Póvoa se Julen tivesse feito alinhar uma linha média composta por médios.
 
Eu até que aceito o argumento de que o Sérgio Oliveira possa ter um qualquer diferendo com o treinador ou que não se esforce nos treinos para justificar a necessidade de Julen adaptar um extremo/avançado à posição de médio, mas não têm sido estas as justificações para a ausência de Sérgio de todas as partidas pós pré temporada do FC Porto

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Do 10 que já lá mora

Não me vou alongar muito nesta temática do 10 porque sou da opinião de que o actual problema do Futebol Clube do Porto de Julen Lopetegui não reside aí mas sim na lentidão de processos do meio campo Azul e Branco (Herrera). Para mais o tal de número 10 que muito voa gente exige já está no Dragão… Julen é que parece não ter ainda dado com ele.

Ora vejamos; Yacine Brahimi não é, nem nunca foi, um extremo. Salvo erro da minha parte o Argelino deu conta disto numa entrevista a um qualquer Desportivo. Para além de que facilmente se constata tal quando vemos um jogo do FC Porto onde Brahimi tem sempre uma inequívoca e clara tendência para entrar em diagonal na área quando era esperado que este fosse á linha e cruzasse ou seguisse com a bola em velocidade como faz Tello por exemplo. Lopetegui pode ter alguma influência na questão das diagonais de Brahimi, mas, repito, o Atleta já disse pu8blicamente que não é um extremo.

Então que é Brahimi em campo? Simples. É um 10! Na época passada bimos Brahimi nesta posição na vitória Portista no Bessa, mas a prestação do Argelino nesta partida deixou algo a desejar e o basco que treina os Dragões optou por não voltar a tentar este tipo de jogo. Mas diga-se a nem da verdade que na altura Brahimi tinha como colegas de equipa no meio campo Herrera e Casemiro, facto que o obrigava a ter de vir buscar jogo à defesa Portista e é sabido que este não é uma das g4randes virtudes de Brahimi (e de um 10 diga-se de passagem).

Ora se Brahimi é um 10, então que se aposte nele na posição 10 em vez de se ir “queimando” o moço “em lume brando” jogo após jogo obrigando-o a jogar numa das alas em diagonal para o meio. Aliás sou da opinião de que a mais do que provável contratação do extremo Mexicano Corona tem em vista um real aproveitamento das enormes qualidades futebolísticas de Brahimi.

Agora se me disserem que suplente para Brahimi o 10 é um real problema eu "já sou como o outro" e dou razão a quem faz tal afirmação. Isto porque Sérgio Oliveira e Bueno podem fazer a posição, mas não são um 10 puro como Brahimi (nem nunca o serão por muito que trabalhem).

sábado, 18 de julho de 2015

Partidas e Chegadas

Todas as épocas é a mesma história. O único interesse dos pasquins falados, escritos, ou na caixa que mudou o mundo, é o desenvolvimento das movimentações do mercado. Então nos circos da capital o movimento é desusado. Paletes de jogadores entram e saem às dúzias. Lembram-se daquele jogo da praia? “Lá vai uma barquinha carregadinha de…” e o parceiro do lado tinha que inventar uma palavra para o jogo continuar.

Como bons seguidores que somos desta atividade portuária (ou não tivéssemos um porto) não quisemos ficar atrás. Já estão a pensar na expressão aterradora não é: “Vamos começar uma equipa nova”! Onde é que eu já ouvi isto? Então, para não me esquecer resolvi anotar as Partidas até ao dia 16, altura em que escrevo esta crónica.
SÉRGIO OLIVEIRA – Os comentadores dizem estar em “integração progressiva”, metáfora que costuma significar: ir de vela como os outros. Portanto: Nim!

GONÇALO PACIÊNCIA – Mal pôs os pés em terra firme recebeu guia de marcha não se sabe bem para onde. Fala-se que para a Académica.

DIEGO REYES – Em quem “o Futebol Clube do Porto deposita grande confiança”… Já foi para o Real Sociedade

QUINTERO – Ciao bambino, vai lá para Bologna! “É para despachar e leva outro de graça”!

CASIMIRO e ÓLIVER – “A gerência agradece e deseja bom regresso a casa”

FABIANO – No meio de tanto barrete na baliza, logo te havia de calhar a ti. (Fenerbahçe)

QUARESMA – ”Para a outra vez não abraces os treinadores adversários” nem andes para aí a tirar fotos despido! Já sabes que somos todos muito puristas… (Besiktas)

E numa traineira, só para eles, uma molhada dos que nem faziam parte do plantel

Carlos Eduardo (Al Hillal); Otávio (Guimarães); Licá (Guimarães); Tózé (Guimarães); Kléber; Josué (Bursaspor); Ghilas (Levante); Roniel (Paços Ferreira); Abdoulaye (Fenerbahçe); André Fernandéz (Granada); Marco Pavlosky (Mouscron-Péruwesk); Campaña (Alcorcón).
Nas Chegadas, e até agora, temos a registar: Bueno (Rayo Vallecano); André André (Guimarães); Gudiño (Guadalajara); Imbula (Marseille); Danilo Pereira (Marítimo); Casillas (Real Madrid); Maxi Pereira (Benfica); e Cláudio (Guimarães).

As opções são as possíveis e da responsabilidade da SAD eleita por 90% dos portistas. Poderei gostar mais de uns e menos de outros, ter saudades de alguns dos que partiram e desejar que venha o tal goleador. O nosso blogue é como a SAD: não se poupa a despesas e inseriu um passatempo para os mais pequenos se entreterem a colorir.
Outra coisinha que gostava de dizer aos meus amigos é que não concordo com alguns comentários muito agressivos em blogues portistas de referência (refiro-me aos da Bluegosfera) que apenas servem para dividir a massa associativa. Discordar sim mas respeitar as opiniões dos outros. De mim podem discordar à vontade. Estou vacinado há muitos anos.
Num ano que se espera muito difícil devemos estar unidos mesmo que tenhamos que engolir alguns sapos. Como sempre digo, gostava que nas próximas eleições quem não gostar do senhor Pinto da Costa dê a cara e apareça com uma lista melhor…

ULTIMA HORA - FC PORTO CONCLUI COMPRA DO PORTO CANAL

​Medialuso permanecerá como parceiro tecnológico

Terminou esta sexta-feira, com sucesso, o processo de aquisição do Porto Canal, envolvendo a sociedade Avenida dos Aliados, detida pela Medialuso, e a FC Porto Media.

O FC Porto congratula-se com o facto de a Medialuso permanecer como sócia minoritária, conjugando a sua condição de parceiro tecnológico com a sua própria aposta no crescimento do Porto Canal.

Com o Porto Canal incluído no universo do Grupo FC Porto, seguem-se os passos atinentes ao reforço das condições de produção e emissão de uma televisão de qualidade e única no país, devido ao facto de estar destinada também a servir os interesses da região Norte, missão reiteradamente declarada pelo presidente Jorge Nuno Pinto da Costa.

Até à próxima

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Do possível regresso de João Moutinho

Tomei conhecimento via Antena 1/RFTP de que João Moutinho poderá estar de regresso ao Futebol Clube do Porto por empréstimo ou a título definitivo. Segundo a notícia o Clube Monegasco não tem capacidade para poder continuar a pagar o elevado ordenado que o médio Português aufere, preferindo desta forma uma solução igual há que utilizou recentemente com Radanel Falcao.
 
Confesso que não me desagrada de forma alguma um eventual regresso de Moutinho ao Dragão. Até me atrevo a dizer que não haverá Portista algum que se recuse a receber o fantástico médio de braços abertos pois a sua enorme qualidade é como o algodão, não engana.
 
Contudo há aqui um grande senão. Senão vejamos; neste momento Julen Lopetegui conta com os médios Danilo Pereira, Rúben Neves, André André, Sérgio Oliveira, Imbula, Herrera, Evandro e Tiago Rodrigues. 
 
Ora, salvo erro da minha parte, André André, Imbula, Herrera, Tiago Rodrigues, Rúben Neves, Evandro e Sérgio Oliveira ocupam a mesma posição que Moutinho. 
 
Partindo do princípio que o FC Porto versão 2014/15 irá jogar preferencialmente com três médios no meio campo num sistema de 4x3x3 (ou com dois médios num 4x4x2 que parece ser o sistema alternativo), temos que alguém terá de sair para poder ceder o seu lugar a João Moutinho.
 
Ora perante o exposto das três, uma:
 
- Evandro e Tiago Rodrigues serão cedidos a outros Clubes e Imbula irá fazer o duplo papel de médio centro/médio defensivo juntamente com Danilo Pereira  e desta forma a posição 8 irá ser ocupada por Moutinho/Herrera e Sérgio Oliveira/André André ficando Rúben Neves a "rodar" na equipa B como prevenção de eventuais lesões;
 
- Evandro sai do Clube, Imbula/João Moutinho e Herrera/André André ocupam a posição 8 do meio campo Portista, obrigando desta forma a que Sérgio Oliveira e Tiago Rodrigues tenham de jogar em outro Clube ou na Equipa B. Rúben Neves/Danilo Pereira ocuparão a posição 6 (posição com a qual Rúben não se dá muito bem);
 
- Danilo Pereira será cedido a outro Clube e teremos Rúben Neves/Imbula na posição 6, João Moutinho/Herrera e Sérgio Oliveira/André/André na posição 8 com Tiago Rodrigues e Evandro a rodar na equipa B para o caso de ser necessário cobrir alguma lesão.
 
Existirão, sem qualquer dúvida, mais possibilidades mas estas são as que me parecem ser as mais óbvias.
 
Assim como também me parece que é mais provável que o Futebol Clube do Porto opte pela segunda possibilidade que formulei. E será uma pena que assim seja pois Tiago Rodrigues mostrou na Época anterior que tem muita qualidade e Sérgio Oliveira foi somente um dos melhores do último Europeu de Sub. 21.
 
Vamos a ver o que o futuro nos dirá.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Pensamento da Semana: Que haja espaço para todos

Tenho seguido o mais aproximadamente possível a excelente campanha da nossa Selecção de Sub. 21. Nela militam Atletas de grande valor e com um futuro risonho caso consigam singrar nos seus Clubes. E é aqui que reside a minha preocupação e razão deste Pensamento.
 
O Futebol Clube do Porto contribuiu para esta grandiosa Selecção com 4 Jogadores. São eles; Rúben Neves, Sérgio Oliveira, Ricardo Pereira e Gonçalo Paciência.
 
 
Contudo a massa adepta do FC Porto não tem paciência nenhuma com Jogadores jovens. Os Dragões vêm de uma época onde não ganharam nada pelo que a pressão sobre o próximo Plantel Azul e Branco vai ser muito grande.
 
Olhando para o passado verificamos que em situações mais favoráveis foram poucos, ou quase nenhum, os jovens Atletas de valor que não conseguiram fixar-se na equipa principal do FC Porto.
 
Será que esta nova geração de Dragões (mais Hernâni) vão conseguir fazer aquilo que muitos outros tentaram e não conseguiram? Oxalá que sim…

domingo, 28 de junho de 2015

Como "atropelar" a Alemanha em 5 lições

Quem diria, antes do jogo, que Portugal estaria a vencer a Alemanha por 3 x 0 ao intervalo? E que logo no primeiro minuto da segunda parte chegaria ao 4 x 0? E que ainda haveria tempo para chegar à mão cheia de golos? Ninguém, seguramente. No entanto, esse cenário foi real e, acima de tudo, não aconteceu por fruto do acaso. A Selecção orientada por Rui Jorge foi claramente superior aos Alemães e todos os golos marcados foram justíssimos. Em suma, o resultado gordo não deixa qualquer motivo para contestação numa tarde para mais tarde recordar.
 
Foram três golos apontados na primeira parte, mas até podiam ter sido mais. Isto porque a primeira ocasião de verdadeiro perigo saiu dos pés de Sérgio Oliveira, que depois de um excelente trabalho na direita de Ricardo Esgaio e de Ricardo Pereira, rematou com força mas ao poste. A bola não entrou, mas não demoraria muito para que tal acontecesse.
 
Bernardo Silva foi quem abriu as hostilidades aos 25 minutos, com um remate executado dentro da área que não deu qualquer hipótese de defesa a Ter Stegen. Na verdade, o guarda-redes Alemão que recentemente se sagrou Campeão Europeu pelo Barcelona nada pôde fazer em todos os golos sofridos. Por isso limitou-se a ser mero espectador e a ver a bola entrar no 2 x 0, aos 33 minutos, assinado por Ricardo Pereira, que empurrou o esférico para o fundo da baliza na sequência de um canto, e no 3 x 0, já no período de compensação da primeira parte, num remate indefensável de Ivan Cavaleiro.
 
Refira-se, no entanto, que entre o segundo e o terceiro golo de Portugal surgiu a única situação de golo para a Alemanha marcar. Foi através de um remate de fora da área de Joshua Kimmich, ao qual José Sá correspondeu com uma bela defesa. O guardião Português mostrou estar atento num jogo em que teve muito menos trabalho do que estava à espera, mas se tal aconteceu foi muito por culpa de uma bela exibição do sector mais recuado, mais concretamente de Paulo Oliveira – verdadeiramente imperial em todos os lances.
 
Ao intervalo, o Selecionador Alemão fez entrar Max Meyer, jogador que com alguma surpresa iniciou o jogo no banco, mas o futuro das duas Selecções já estava praticamente definido e ainda mais ficou no primeiro minuto da etapa complementar. Bernardo Silva arrancou com a bola, entregou-a a Ricardo Pereira e este viu João Mário em boa situação. O médio do Sporting arriscou o remate e marcou, contando ainda com a felicidade de ver a bola bater num defesa e desviar a trajectória. Uma vez mais, Ter Stegen mais não pôde fazer do que limitar-se a ver a bola entrar.
 
O primeiro finalista do Campeonato da Europa foi encontrado cedo e a partir dos 50 minutos claramente passou a haver uma gestão do resultado e dos jogadores. João Cancelo teve oportunidade de se estrear, assim como Ricardo Horta. E os dois jogadores lançados por Rui Jorge na segunda parte foram intervenientes diretos no quinto golo. Após jogada individual de Rafa, que também ele entrou na etapa complementar, Cancelo cruzou desde o lado esquerdo e Horta, com um toque de classe, fez Portugal chegar à mão cheia de golos.
 
Portugal deu uma lição de superioridade à Alemanha e agora tem toda a legitimidade para sonhar com a conquista do Europeu, um feito que, a acontecer, será inédito na história do futebol Português. A única presença na Final da competição aconteceu em 1994, com a geração de Luís Figo, Rui Costa, João Vieira Pinto e companhia. Mas hoje, mais do que a ilusão, existe a consciência real de que Portugal tem tudo para ser campeão da Europa. Que o diga a Alemanha!
 
Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Sérgio Oliveira

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Também eu gostava de saber…

Adiantando que prefere "voltar a Portugal" do que insistir no estrangeiro, Sérgio Oliveira questiona, ainda assim, o que é feito dos jogadores que foram vice-campeões do mundo no Verão: "Há dois ou três que estão a jogar. Os outros, nem vê-los. Parece que há dificuldade em apostar nos jovens, parece que chegar à final de um Mundial é banal."

Estas declarações de Sérgio Oliveira que podem ser lidas no jornal OJOGO devem ser interpretadas com muita preocupação. E se tivermos em linha de conta que são declarações de mais um excelente produto made in Futebol Clube do Porto então temos mais do que razões para pensarmos no caminho perigoso que o nosso Clube tem estado a seguir no que á formação de Jogadores diz respeito.

Nos últimos tempos os Dragões optam por gastar rios de dinheiro com Jogadores estrangeiros em vez de gastarem rios de dinheiro na formação de jovens talentos. Talvez estejam a ser influenciados pela “parola e obtusa” ideia de que há que roubar Jogadores ao rival da Luz ou então “imita-los” pois pensam que desta forma a Equipa fica mais forte e que os Adeptos gostam.

Enganam-se. Tal estratégia tem dado bons resultados e as últimas conquistas falam por si, mas no longo prazo os problemas poderão surgir pois os tempos são de Crise e toda a gente sabe que o Atleta Estrangeiro não equipa de Azul e Branco porque gosta muito da Camisola e cada vez mais é difícil a SAD Portista vender Jogadores acima dos 40 Milhões de €.

Os Jogadores Portugueses têm qualidade e são muito requisitados por este Mundo fora. Para além disto existem Jovens Atletas do FC Porto que estão a dar cartas nos seus Clubes da Liga Zon Sagres e Liga Espanhola (André Pinto, Castro, Luisinho, Hélder Barbosa, etc. são alguns bons exemplos).  

Então porque razão o Futebol Clube do Porto opta sempre por estourar mais de 13 milhões de € com um Brasileiro do que apostar na prata da casa? Haverá assim tanta gente a querer enriquecer á custa do Clube Azul e Branco?

Se calhar o Sérgio Oliveira tem razão e ficar em 2º Lugar num Mundial é uma coisa banal. Portugal já não marcava presença numa Competição deste calibre há anos e já não a vence desde o Século XX… È tudo banal.