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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Pensamento da Semana: Brahimi o “Messias” (a confirnação)

Excerto de capa do jornal ojogo de 30/11/2016

Agora já percebem porque razão escrevi este artigo?

E já agora, lenços, lencinhos e afins servem essencialmente - entre outras coisas - para assoar o nariz. Pensem bem nisto da próxima vez que estiverem no Estádio do Dragão a acenar com os lenços, lencinhos e afins.

E mais não digo senão que é no final de cada época que se faz a avaliação do trabalho de toda uma equipa (treinador incluído).

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Obrigado Luís César

Foi das coisas melhores que vi na Gala dos Dragões. Está igualzinho este grande portista. Raras vezes falei com ele, mas conheço-o há mais ou menos 60 anos! Eu explico. Em 1955 tinha eu os meus 17 aninhos acabei o curso de contabilidade (o único que tenho) e trabalhava numa firma Import–Export de um familiar, atividade muito em voga naqueles tempos.
Tínhamos representações de firmas francesas, suíças, alemãs, inglesas etc. e era eu quem fazia a correspondência, enviava as notas de encomenda das mercadorias que vinham depois contra-documentos, quer dizer, a mercadoria chegava à Alfândega e para as desalfandegar era necessário levantar as faturas e restante documentação que vinha normalmente através do BPA ali na Praça Dom João. Era eu que fazia esse serviço.
 
Então para aperfeiçoar os meus escritos matriculei-me no Riley Institut para melhorar o Inglês e no Instituto Francês ambos na Rua Sá da Bandeira. Quem é que andava lá? O Luís César que conhecia de vista e de ouvido dos relatos de futebol que fazia nos estádios. Melhor nos campos pelados da época.
Anos mais tarde já com Pedroto e Pinto da Costa o Luís César era um elemento imprescindível na Secção de Futebol. Depois confesso que lhe perdi o rasto, julgo que passou para serviços internos, nunca mais o vi junto ao relvado. O momento das palavras de agradecimento foram de grande emoção.
 
É aquilo que eu por vezes digo: os "portistas novos" não conhecem estas histórias do tempo dos pirolitos e das almofadas que andavam pelos ares dos meninos do Asilo do Terço, o drama dos 19 anos sem ganhar nada, pensam que isto foi sempre um mar-de-rosas e depois vão para lá assobiar.
Não tencionava escrever sobre a Gala (até porque não estive lá), mas como segui em direto pelo Porto Canal deixo aqui essas recordações. Pinto da Costa, como sempre, segura os treinadores em quem acredita. Até pelas reações que o treinador revelou, eu também acredito nele.
 
Até à próxima

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

CS Marítimo... Outra vez!

O FC Porto termina o ano de 2015 com uma derrota, a terceira nas provas nacionais em todo o ano civil. E todas elas têm um denominador comum: o Marítimo. Os Azuis e Brancos perderam na Madeira para a Liga e para a Taça da Liga, ambas as vezes na época passada, e esta terça-feira voltaram a cair aos pés dos Madeirenses, no Estádio do Dragão, hipotecando quase todas as possibilidades de seguirem em frente na Taça da Liga.
Os comandados de Julen Lopetegui perderam e, na verdade, pouco fizeram para merecer outro resultado perante um Marítimo que logrou conquistar 3 preciosos pontos no Estádio do Dragão e que tem as portas das meias-finais escancaradas, mantendo o sonho de repetir a presença na final da Taça da Liga, após ter sido finalista vencido na época transacta.
Numa partida em que o treinador do FC Porto optou por modificar bastante a equipa inicial – em comparação com o último jogo, apenas Maicon manteve a titularidade -, os Dragões evidenciaram os problemas do costume. Entraram com um ritmo baixo na partida e não conseguiram criar desequilíbrios perante a defesa organizada dos Madeirenses, que tratou de marcar bem os jogadores que potencialmente mais poderiam fazer a diferença sozinhos: Tello, Varela e André André.
Na primeira parte, o lance de maior perigo do FC Porto, em que Maicon atirou à barra na sequência de uma bola parada, foi em fora de jogo, prontamente (bem) assinalado pela equipa de arbitragem. Depois disso, só André Silva, depois de um bom trabalho de José Ángel na esquerda, esteve perto de marcar, mas Salin defendeu. Muito pouco para uma equipa dos pergaminhos do FC Porto que, consciente da incapacidade de conseguir entrar na zona de maior perigo, procurou, sem sucesso, fazer uso dos passes longos para as costas da defesa insular.
Os jogadores do Marítimo foram competentes no trabalho defensivo e foram os principais responsáveis pelo mau jogo do FC Porto. Em lances de bola corrida não criaram perigo junto da baliza de Helton, mas deixaram o aviso de bola parada, com um cabeceamento de Fransérgio por cima, após a cobrança de um livre, na primeira parte. Um aviso que a defesa Azul e Branca desvalorizou porque foi num lance bastante semelhante que os Madeirenses chegaram ao golo.
No começo da segunda parte, aos 48 minutos, Fransérgio silenciou o Estádio do Dragão ao cabecear para o fundo da baliza de Helton, após um livre cobrado por Rúben Ferreira. O Marítimo mostrou eficácia e o FC Porto não teve cabeça para reagir e tentar um resultado melhor. Numa noite de desacerto dos Dragões, tudo ficou pior aos 70 minutos, quando Alex Soares aproveitou um brinde de Marcano para assinar o 0 x 2.
De imediato começou o aceno de lenços brancos por parte dos adeptos e tudo podia ter ficado pior, se o remate de Edgar Costa, apenas dois minutos depois do golo de Alex Soares, tivesse levado melhor direcção. Os aplausos a Pinto da Costa, que fez anos na véspera, contrastaram por completo com o ambiente pesado no Dragão e que mais ficou com o 0 x 3, assinado por Marega já em cima do minuto 90. Aboubakar ainda reduziu mas os níveis elevados de decibéis por causa dos assobios dos adeptos não baixaram. 

Retirado de zerozero 

Melhor em Campo: Sérgio Oliveira

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Pensamento da Semana: Coisas de que ninguém quer saber

A semana paasada um dos Cronistas do Mística, José Lima, fez-me chegar um e-mail onde solicitava a minha opinião sobre este artigo que fora publicado no Blog Reflexão Portista. A minha resposta foi a seguinte:

Vi o artigo em questão no "Café do Dragão" mas para lhe ser muito sincero não me despertou a atenção pelo que me passou um pouco ao lado. Mas agora que o meu amigo me chamou a atenção para o dito estive a lê-lo com atenção e digo-lhe que fico preocupado mas não surpreso..

O Lima já vinha chamando a atenção de que com o "fecho da torneira" da Banca nacional/Europeia e com o fim dos Fundos que o nosso Futebol Clube do Porto ia ter de optar por um caminho nada saudável para o Clube. Um deles era o recurso ás Obrigações mas já se sabe que aí temos o problema da "pescadinha de rabo na boca" e o outro seria encontrar um modelo de financiamento como o que é descrito no artigo do Reflexão. Ao contrário dos Clubes Ingleses que não tem problemas em se financiar, cá pelo nosso burgo tínhamos de arranjar algo que nos mantenha de pé sob pena de irmos desta para melhor...

Sinceramente nunca percebi porque carga de água o FC Porto não conseguiu equilibrar as contas desde as épocas em que José Mourinho passou pela Invicta. Mas eu não estou muito à vontade para traçar este tipo de juízo porque não é bem a minha "área de conforto", mas quer-me parecer que se andou a brincar com o fogo durante anos a fio e agora estamos onde estamos.

Olhe aqui há uns tempos critiquei em privado o modelo de financiamento Italiano (o sistema dos passes dos Jogadores repartidos por vários Clubes) mas a verdade seja dita que tal fórmula parece ter dado resultado pois a Liga Italiana foi a segunda que mais investiu neste Mercado de Verão... Só a Inglesa lhe ficou à frente! Se calhar se o nosso Clube tivesse optado por esta forma de financiamento não estaria agora na situação em que está... E diga-se de passagem que ser Dirigente do FC Porto nos actuais moldes dá um "jeitaço" do caraças!

Como se pode ver existem temas muito mais importantes para a Vida do Dragão que merecem ser debatidos e dissecados pela Bluegosfera que parece ter uma certa "tara" com a questão dos assobios no Dragão.

domingo, 6 de setembro de 2015

Dar importância demasiada ao que não tem importância


Tenho lido alguns tecos de opinião que criticam, e bem, a malta que vai para o Estádio do Dragão assobiar a equipa Azul e Branca desde o primeiro minuto ao último dos jogos. Percebo e até que apoio este tipi de crítica porque os “Assobiadores do Dragão” incomodam quem está no Estádio para ver o futebol e não para descarregar a frustração da semana, contudo acho que tenho de colocar aqui um “mas”.

Este meu “mas” relativamente ao assunto "Assobiadores" prende-se com o exagero que certos Portistas da Bluegosfera estão a dar ao tema. É bom, repito, criticar o que deve ser criticado. Já fazer da crítica algo que se lê e ouve dia sim, dia sim torna-se "massacrante" e um tónico para quem tem por hábito assobiar a equipa mal a bola começa a rolar.

E verdade que “quem não se sente não é filho de boa gente” mas a verdade é que os Atletas do FC Porto estão-se pouco marimbando para os insultos/reparos e elogios que os adeptos lhes dirigem durante os jogos porque estes estão mais preocupados em desempenhar o seu papel do que em dar ouvidos a gente que consideram “tolinhos”. Pablo Osvaldo é uma execpção á regra, mas este já se sabe que é mais Latino do que os Latinos pelo que temos de lhe dar um “desconto”.

Por isto meus acros Portistas deixemos de dar importância a quem não a tem. Apoiemos a equipa quando acharmos que temos de o fazer e deixemos os tolinhos aos berros em pleno Estádio. Se os ditos estiverem a incomodar em demasia é fácil: basta solicitar a ajuda do Polícia/Segurança mais próximo e o problema fica resolvido.

domingo, 23 de novembro de 2014

Estamos a vacilar? Ou será que é a equipa que vacila por nós?

O dragão não assobia arbitros, não pressiona arbitros, mas fa-lo aos nossos jogadores e ao nosso treinador.... Mais o dragão ouve uns fdp duns sportingusitas a insultarem o nosso presidente e o dragão não se manifesta, mas claro que todos os problemas que temos são do casmurro lopetegui....

Retirei este excerto de um comentário deixado na caixa de comentários do artigo por mim aqui publicado com o título O irritante Lopetegui (I).

Não vou entrar no campo do “temos de apoiar o Treinador” dê por onde der. Ou o temos de apoiar a equipa nem que chovam sapos. Este tipo de filosofia foi aplicado ao extremo na época anterior com os resultados que todos vimos. Dito de outra forma; Paulo Fonseca era “o nosso” Treinador até ter perdido com o SL Benfica. A partir daí passou a ser a besta que deveria ser excomungada do Reino do Dragão à pedrada e a equipa “apertada” pela famosa “espera do autocarro”.

Assim como também não acho que valha a pena dar importância e tempo de antena aos que vão para o Estádio fazer a triste figura de insultar e assobiar os Jogadores, Técnicos e Árbitros. Esta atitude irrita a equipa e, pior que tudo, irrita o adepto que vai ao Dragão para ver futebol.

A parte que realmente me toca prende-se com os insultos de um Deus Menor. Falo com toda a certeza da triste personagem que preside actualmente ao Sporting Clube de Portugal e de uma grande franja dos adeptos Leoninos. Vejamos de que tipo de gente se está a falar: 

"Temos que pensar no que realmente é importante para o futebol português. Na gíria popular, porque sabemos que o futebol português está bipolarizado, isto funciona como o ânus onde temos duas nádegas que se enfrentam uma à outra dizendo 'estou aqui e sou melhor do que tu'. Entre algo fisiológico como o ânus, ou sai vento mal cheiroso ou trampa. E é disto que o futebol português está cheio por dentro e por fora: trampa".

Sinceramente vamos responder a este tipo de discurso? Vamos perder tempo com um indivíduo que move Processos Disciplinares aos seus Jogadores quando estes dizem publicamente algo que não seja do agrado do tipo? Vamos “dar troco” a um gajo que comprou uma guerra santa com os Fundos rasgando simplesmente os contratos de quem lhe emprestou dinheiro para poder ter uma equipa profissional de futebol?

Merecerá a nossa atenção e da parte de todos os elementos do Futebol Clube do Porto um Clube que está em 8.º lugar na nossa Liga e que faz uma festa tremenda quando derrota o FC Porto? Acham mesmo que vale a pena perder tempo precioso com estas coisas?

Ou será que deveria ser a nossa equipa a dar a devida resposta em campo e não o consegue fazer porque é liderada por um casmurro? Ou melhor; estamos a vacilar? Ou será que é a equipa que vacila por nós?

terça-feira, 29 de julho de 2014

Pensamento da Semana: Já vai começar a palhaçada?

Estive no Dragão a assistir à apresentação do Futebol Clube do Porto versão 2014/15. Vi a festa e o jogo que era o que mais me interessava.

E o que vi da partida ante os Franceses serviu para confirmar aquilo que tinha em mente: ainda há muito caminho para a equipa de Lopetegui vir a ser aquilo que todos desejamos.

Confesso que não gostei mesmo nada dos disparates que a defesa, a mesma da época passada curiosamente, assim como também não fiquei nada agradado com a síndrome “barata tonta” que se apossou do Dragão quando o cronometro apertava e o nulo insistia em não se desfazer.

Mas daí a assobiar a equipa e insultar toda a gente, treinador incluído, ainda vai uma tremenda distância.

Estamos na pré temporada! Aquela altura do ano futebolístico onde se fazem experiências, se dá tempo de jogo a certos jogadores que depois, provavelmente, passarão a maior parte do seu tempo no banco/bancada, onde se experimentam sistemas e se buscam as bases de entrosamento da equipa.

Que parte do conceito de pré temporada é que os “polícias sinaleiros” não perceberam? Já querem uma equipa a dar o litro quando esta ainda está em construção? Mas está tudo doido?

Pelos vistos para esta malta do assobio não lhes bastou o descalabro que ajudaram a criar na época passada. Querem mais “sangue” e pelos vistos vergonha na cara é coisa que lhes está em clara falta.

Já vi que isto vai ser bonito caso a coisa corra mal. Espero que a Direcção do FC Porto e treinador já tenham solicitado junto da PSP a devida protecção contra os habituais idiotas que fazem as fabulosas e muito instrutivas “esperas” à equipa quando os resultados não lhes agradam.

domingo, 27 de julho de 2014

Pois, pois

A pré temporada é sem sombra de dúvida uma fase do ano que custa imenso a passar. Adeptos e jornais sofrem com a falta de matéria futebolística e depois temos as lindas pérolas que vemos na imagem em cima.

Quem anda por este Mundo da Bola há algum tempo com toda a certeza já se apercebeu que após uma época desastrosa o Futebol Clube do Porto dá sempre uma enorme liberdade ao treinador na construção da sua equipa. Foi assim com José Mourinho e com André Villas-Boas por exemplo.

Tal comportamento, para o bem e para o mal, só não é seguido quando o Clube conquista o Título de Campeão.

Para mais caso a coisa não corra como todos desejamos o Espanhol vai ver a quem irão os “cavalheiros” do costume atirar tochas e pedras, mesmo tendo este dito que as contratações foram da responsabilidade de todos e não só dele.

Duas notas finais:

- Primeiro que tudo quero, sem muito show e barulho, agradecer a Deco o facto de ter querido “pendurar as botas” no Dragão. O Mágico sempre foi um Atleta diferente para melhor. Este seu último gesto enquanto Jogador Profissional de Futebol valoriza-o imenso como Pessoa e Jogador que encantou o Mundo do Futebol. Grandes Jogadores não são só aqueles que fazem magia com ima bola nos pés, mas sim aqueles que sabem ser Homens com “H” grande;

- Não sou adepto que vá para o estádio assobiar e insultar Jogadores. Não o faço e detesto que o façam porque por norma ninguém liga importância alguma a quem está a protestar e tal comportamento ridículo apenas incomoda quem está ao seu lado. Contudo não percebo porquê carga de água uma certa Claque Azul e Branca tenha ficado muito incomodada com o facto de Lionel Messi ter sido assobiado no Dragão. Então o Argentino não pode ser assobiado mas os Jogadores Azuis e Brancos podem ser assobiados, apedrejados e insultados? Ganhem mas é tino!

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Pensamento da Semana: Adeptos e Bananas

Confesso que tenho muita dificuldade em perceber alguns adeptos do Futebol Clube do Porto. Senão vejamos; o Clube Azul e Branco lidera isolado a Liga Zon Sagres (com 6 vitórias e um empate), está na 4.ª eliminatória da Taça de Portugal, ocupa a segunda posição do Grupo G da Liga dos Campeões e tem todas as possibilidades de passar à fase seguinte da prova milionária e mesmo assim é assobiado e rotulado de miserável por muitos Portistas.
 
Não dá para perceber esta gente… 
 
Paulo Fonseca implementou um novo sistema táctico atendendo desta forma a uma reivindicação antiga destes Portistas contestatários, mas mesmo assim é assobiado e rotulado de incompetente. Esta temporada o FC Porto tem mais opções no plantel mas estes não servem porque não tem qualidade. Jackson Martinez vai marcando um golo por jornada mas meso assim não deixa de ser contestado e constantemente criticado. Etc, etc.
 
No futebol as contas fazem-se sempre no final. Que o diga quem teve de engolir um tremendo sapo quando Jesualdo Ferreira, André Villas-Boas e Vítor Pereira triunfaram no Dragão. 
 
Uma nota final sobre o Banana que preside ao Sporting CP. 
 
Lá para os lados de Alvalade (e não só) anda tudo eufórico com a postura belicista deste individuo. Tudo isto é elucidativo da grandeza do FC Porto e da pequenez que se apossou dos outros ditos “grandes” do Futebol Luso, pelo que da minha parte fica o conselho para que não se dê importância alguma a quem dorme e acorda a pensar em fruta e no FC Porto.
 
Cada aldeia tem de ter o seu tolinho. Este para além de tolinho é Banana e a devida resposta deve-lhe ser dada dentro do campo e este Banana verde não perde pela demora.

sábado, 28 de setembro de 2013

Devagar, devagarinho se ganha no Dragão

O FC Porto retomou o caminho dos triunfos ao vencer o Vitória de Guimarães na partida que abriu a 6.ª jornada da Liga Portuguesa. Depois do empate da última ronda... tudo voltou à normalidade na casa Portista.
Após o empate a duas bolas diante do Estoril, Paulo Fonseca levou a cabo algumas mudanças no seu onze. Josué alinhou como ala direito e Juan Quintero foi o "10" da equipa. Quanto a Lucho, por seu lado, recuou para apoiar Fernando no meio-campo.
Já o Vitória de Guimarães, que chegava ao Dragão depois de uma derrota em casa perante o Benfica, apresentou-se na casa Azul e Branca com uma novidade: Abdoulaye, por motivos físicos, ficou de fora da partida. Moreno foi lançado ao onze dos Vimaranenses para render o Senegalês.
Desde o apito inicial que a equipa de Paulo Fonseca se instalou no meio-campo defensivo dos Vitorianos e exerceu uma pressão (quase) asfixiante. O conjunto Azul e Branco foi criando várias oportunidades de golo mas Douglas foi conseguindo travar as investidas dos Dragões.
Já o Vitória de Guimarães, naturalmente, estava mais na expectativa e ia espreitando uma jogada de contra-ataque.
Certo é que os Portistas colecionaram ocasiões de golo, viveram a primeira parte completamente instalados no meio-campo Vitoriano mas a verdade é que falharam sempre na finalização.
Ao intervalo, FC Porto e Vitória de Guimarães estavam empatados mas os Tricampeões Nacionais justificavam uma vantagem que não tinham. Já os Vimaranenses proporcionaram uma primeira parte tranquila a Helton.
Para o segundo tempo ambos os técnicos não alteraram a sua estratégia e confiaram nos mesmos 22 jogadores que tinham iniciado a partida.
Numa noite de muita chuva na Invicta, cerca de 32 mil adeptos compareceram às bancadas do estádio do Dragão e foi daí que viram Josué colocar os Portistas na frente, aos 51 minutos, na transformação de uma grande penalidade; Pedro Proença, árbitro deste jogo, considerou que houve obstrução de Luís Rocha a Quintero dentro da área Vitoriana e assinalou uma grande penalidade que foi muito contestada pela equipa que viajou da cidade berço.
A perder, Rui Vitória trocou Malonga por Marco Matias. Paulo Fonseca, do outro lado, respondeu com a saída de Licá que foi rendido por Silvestre Varela.
Depois do golo, o FC Porto baixou o ritmo do jogo e começou a gerir a magra vantagem. O público ia puxando pela equipa Azul e Branca mas não faltaram assobios vindos das bancadas do Dragão quando Paulo Fonseca trocou Juan Quintero por Defour (68 minutos). O Colombiano, que mostrou pormenores de qualidade, pautou o jogo Portista e criou várias jogadas de perigo.
Nos últimos 20 minutos, Fernando saiu das quatro linhas condicionado e Paulo Fonseca colocou em campo Carlos Eduardo. O ex-Estoril estreou-se oficialmente com a camisola principal dos Tricampeões Nacionais. Era, pois, com um meio-campo renovado que o FC Porto ia aguentando a vantagem perante um Vitória de Guimarães que não conseguia chegar perto das redes de Helton.
De resto, só aos 83 minutos - numa altura em que Tiago Rodrigues já estava em campo - é que os Vitorianos ensaiaram algum perigo no ataque. O médio, que está no Minho por empréstimo dos Azuis e Brancos, tentou o passe longo para a corrida de Maazou mas a bola acabou por levar muita força e perdeu-se pela linha de fundo.
Os minutos que se seguiram viram um Porto a continuar a controlar a partida mas sem o brilho de outras noites. A "nota artística", tão renomada por outras bandas, não passou pelo relvado do Dragão... sobretudo desde que Juan Quintero saiu de campo. Esse na verdade espalhou qualidade enquanto esteve nas quatro linhas. Tem a camisola 10 e isso diz tudo do miúdo!
O FC Porto acabou o jogo empurrado para a sua área por um Vitória que não conseguiu o empate nos derradeiros minutos de bola parada. Seja como for, a equipa de Paulo Fonseca soma os três pontos, afinal o mais importante, segura a sua liderança e já só pensa na noite milionária diante do At.Madrid.
Já o Vitória de Guimarães somou a sua segunda derrota consecutiva mas... jogou frente a dois dos mais fortes candidatos ao Título Nacional.
 
Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Josué

sábado, 2 de junho de 2012

¡¡Hala Madrid!!: A última da Temporada

Tudo tem o seu tempo e chegou o tempo de fazer uma pausa nas Crónicas sobre o Real Madrid CF. A altura é das Selecções e estar aqui a dissecar algo que está em stand-by é complicado para além de que o EURO 2012 tem colocado os nossos Corações a puxar somente pela Selecção do nosso País. 

E por falar nisto penso que não posso deixar de dar uma opinião sobre o que se passou na Final da Copa del Rey. A questão de assobiar o Hino Nacional Espanhol é algo que não percebo apesar de até aceitar que o País Basco tenha uma identidade muito própria que faça deste um Orgulhoso Estado. 

O mesmo não posso dizer da Catalunha que não é um País, nunca teve nada que fizesse desta Região um País e historicamente falando nada tem a ver com o País Basco. Se um tem uma razão credível para ter uma atitude separatista, o outro apenas tem como único objectivo o aumento do lucro alimentando um ódio que não encaixa na mente de um Ser civilizado.

Eu posso não ser grande admirador da Capital Portuguesa e muito menos pactuo com a maneira centralista que caracteriza o nosso Portugal, mas nunca, nunca assobiarei o Hino Nacional Português. 

Posso ter muitos defeitos mas não sou Adepto de ocasião como são os Catalães que até tem na Roja Jogadores do FC Barcelona que nas duas últimas Competições de Selecções ganharam tudo. Sim, quando a Espanha se sagrou Campeã do Mundo e da Europa Barcelona festejou e não veio com esta treta propagandista de assobiar o Hino de Espanha. Fica mal a esta Região ter gente desta índole e é uma pena que um grande Clube como o FC Barcelona alimente este tipo de tretas.

E mais não digo porque não vale a pena. Até á pré temporada do Clube Blanco. Vamos a ver quem irá reforçar um Clube que promete enfrentar a época 2012/13 com “Ganas” de Campeão. Há que manter a Casablanca no boim caminho cimentando o poderio a nível interno para que se possa alcançar a tão almejada 10.º Champions… Jogadores de Classe Mundial que são Madridistas de corpo e alma como o Higuaín tornarão este sonho realidade. Até lá lembrem-se: ¡¡Hala Madrid!!