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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Se era para a festa

imagem de zerozero

Que dizer de uma partida onde se sabia à partida que o grande objectivo do adversário era o não sofrer muitos golos? Pouco. Nada mesmo, a não ser que imperou a normalidade. Isto porque a selecção de futebol de Gibraltar - a mais recente invenção da UEFA e FIFA - é uma equipa habituada a levar “pancada” de todos pelo que ante o Campeão Europeu o seu objectivo foi alcançado: sofrer somente um golo na primeira parte. 

E é precisamente nesta primeira parte que reside o problema. Ou melhor, um dos problemas porque ainda estou para perceber como é que a nossa equipa “afinou” a estratégia para o jogo com a Suíça (este bem a sério dado que conta para o apuramento para o Mundial) diante de tão fraco grupo de futebolistas. Se a ideia era a de brindar a malta da Invicta com uma tremenda festa mais valia terem-se ficado pela entrega das medalhas na Câmara Municipal do Porto. A primeira parte desta partida é bem elucidativa da grandiosa preparação que Portugal fez para o jogo da próxima Terça… Joguem assim diante os Suíços! 

A justificação que tem sido utilizada pelos mídia portugueses para justificar tão vergonhosa prestação na primeira parte não justifica tudo. Bem vistas as coisas até parece uma desculpa esfarrapada dado que a Equipa de Todos Nós já disputou jogos bem mais difíceis sem Cristiano Ronaldo e com sistemas de jogo diferentes do 4x4x2 e venceu. Por isto não me venham cá com esta treta que isto “não cola”. Atleta que jogue pela Selecção nacional portuguesa tem de dar o litro seja contra Gibraltar, Alemanha ou Baguim do Monte! 

Vamos a ver o que vai acontecer diante da Suíça. Se a coisa correr mal (espero bem que não) já há justificação para o facto. 

Chave do Jogo: A mudança ao intervalo de sistema permitiu uma segunda parte muito agradável e permitiu golos. Portugal passou do 4x3x3 para o 4x4x2 que utilizou no Campeonato da Europa. Opinião de Igor Gonçalves (Jornalista do zerozero) que subscrevo por completo. 

Arbitragem: Tal como o jogo. Normal e tranquila. O Sr. Erez Papir e a sal equipa tudo fizeram para que ninguém desse por elas, sinal de que desempenharam bem o seu papel de equipa de arbitragem.

Positivo: Nani fez dois golos e, só por isso, já merce destaque. Ainda assim, o extremo do Valência esteve bem na partida, especialmente a jogar perto de André Silva, no 4x4x2 da segunda parte. Opinião de Igor Gonçalves (Jornalista do zerozero) que, mais uma vez, subscrevo por completo.

Negativo: Talvez deslumbrados com tanta facilidade, a equipa lusa perdeu-se em demasiadas fintas e cruzamentos sem nexo para a área. Só foi feito um golo e, em 4x3x3, notou-se que a equipa estava com pouco critério nos lances ofensivos. Opinião de Igor Gonçalves (Jornalista do zerozero) que, mais uma vez, subscrevo por completo.

Artigo publicado no Blog o gato no telhado

quarta-feira, 17 de junho de 2015

39 anos depois "matou-se o borrego"

A Selecção Portuguesa adoçou a partida para férias com um triunfo que tem o seu quê de histórico, uma vez que desde 1976 (!) que não se registava um triunfo sobre a Itália. Na noite de Genebra, Éder estreou-se a facturar de Quinas ao peito na finalização de um lance pintado de forma sublime por Eliseu e Ricardo Quaresma.
 
Fernando Santos desenhou o esquema Português num 4x3x3 tradicional e entregou as alas ofensivas a Silvestre Varela e Ricardo Quaresma. A missão do duo era servir Éder, o homem de área que acabaria por viver uma noite para mais tarde recordar, precisamente após assistência do extremo do FC Porto.
 
Foi ao minuto 52, já depois de uma primeira parte onde Quaresma fez pouca coisa bem para quem reclama um lugar ao sol na equipa nacional. Mas com ele – e com os da sua 'espécie' – tudo pode mudar num piscar de olhos e a trivela com patente do «mágico» do Dragão encontrou um Éder pleno de atitude a ser feliz entre os centrais Italianos. O avançado do SC Braga andou bem perto da melhor exibição de sempre pela Selecção. Bravo!
 
Mas seria de uma tremenda injustiça narrar esta história apenas pelo ponto de vista destes intérpretes, porque a felicidade Portuguesa começou nos pés de um herói improvável. Eliseu, que até tinha começado no banco mas foi chamado depois da lesão de Fábio Coentrão (24'), deixou dois Azzurri para trás numa iniciativa individual digna de um playmaker e lançou Quaresma para o resto da história.
 
Antes e depois do golo Português houve oscilação no domínio do jogo mas uma constante na equipa Portuguesa. Ou melhor, duas constantes. José Fonte e Danilo Pereira foram chamados pelo «Engenheiro» e a resposta de ambos não podia ter sido mais afirmativa. O defesa central do Southampton mostrou ser de aço: frio e inquebrável, nunca complicou o que não era para ser complicado e foi em grande parte obra sua que Immobile, El Shaarawy e companhia raramente criaram estragos na defensiva Lusa.
 
Quanto a Danilo, uma aparição de luxo num palco maior de Selecções. Sereno e com sentido de posição, limpou muitas bolas e ajustou-se rapidamente após uma entrada em que as linhas estavam mais longe. Numa altura em que o Sporting e o Benfica são apontados como interessados, o Marítimo sorri perante a valorização internacional de um «diamante» cada vez mais lapidado.
 
Pouco mais sobra para contar de um compromisso que se jogou com a cabeça no descanso. Como notas de rodapé, ficam um cabeceamento de Bonucci ao poste da baliza de Beto (50') e um remate perigoso de El Shaarawy ainda no primeiro tempo. A Itália chegou a ter o domínio do encontro – com Pirlo, sempre ele, na batuta – e até estava melhor quando Éder escreveu a história do encontro. Já bem perto do minuto 90 - e depois disso - Beto reclamou para si as defesas da noite. E depois acabou.

Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: João Moutinho

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Muito Porto e pouca sorte

O FC Porto deixa Basileia com uma sensação de injustiça porque fez por merecer mais que o empate, mas ao mesmo tempo com a consciência de que foi melhor ao longo dos 90 minutos que o Basel e que por isso o resultado favorável de 1 x 1 pode servir de trampolim para a confirmação do apuramento na segunda mão, no Estádio do Dragão.
 
Paulo Sousa, na conferência de imprensa de antevisão, tinha avisado que a sua equipa «tem capacidade de saltar linhas, de atrair para depois dar velocidade ao jogo». Ora, curiosamente ou não, foi dessa forma que o Basel conseguiu chegar aos 11 minutos, na única vez em praticamente todo o jogo em que chegou à baliza de Fabiano.
 
Os Helvéticos aproveitaram o facto da defesa do FC Porto estar subida e exploraram o erro de Alex Sandro, que falhou na dobra a Marcano e depois não foi a tempo de evitar que Derlis González, após um excelente passe de Frei, inaugurasse o marcador. Refira-se que do lance do golo ficou a lesão de Derlis González, que teve que ser substituído.
 
O 1 x 0 no marcador, contudo, em nada alterou a postura dos comandados de Julen Lopetegui. Bastante personalizados desde o primeiro minuto, os Azuis e Brancos tiveram quase sempre a bola na sua posse e quando a perdiam eram céleres na recuperação. Por isso, jogou-se quase sempre dentro do meio campo defensivo do Basel, com Jackson a recuar muito no terreno para servir os corredores, especialmente onde estava Tello.
 
Apesar do domínio Portista, não houve grandes ocasiões de golo para empatar. Porém, à passagem da meia hora ficou por assinalar uma grande penalidade a favor do FC Porto, depois de Jackson Martínez ter sido claramente agarrado por Walter Samuel, defesa experiente que foi sempre duro para o com os atacantes adversários.
 
Ao intervalo, o 1 x 0 em nada espelhava o que se tinha verificado dentro das quatro linhas ao longo dos primeiros 45 minutos, nos quais o FC Porto se superiorizou ao Basel. Mas apesar da desvantagem no marcador, os jogadores Azuis e Brancos mantiveram a sua identidade e iniciaram a segunda parte como terminaram a primeira, com uma postura dominadora e obrigando a partida a ter apenas sentido único.
 
Parecia uma questão de tempo até o golo dos Dragões aparecer e ele acabou mesmo por surgir no começo da etapa complementar, com Casemiro a marcar na sequência de um canto e de uma primeira defesa de Tomás Vaclik. O internacional Brasileiro festejou junto dos adeptos com os restantes companheiros e os jogadores do Basel chegaram a levar a bola ao meio campo, mas o árbitro Mark Clattenburg, após uma «reunião» com um auxiliar, acabou por invalidar o lance, por fora de jogo de Marcano.
 
A decisão do árbitro parece correcta, mas o que mais espantou foi a demora na tomada dela. Ainda assim, após um período de maior nervosismo por parte dos jogadores Azuis e Brancos, o FC Porto voltou a conseguir assentar o jogo e consequentemente exercer o domínio que até então tinha tudo sobre o Basel. Tal como ao intervalo, percebia-se que o golo podia surgir a qualquer momento, mesmo quando Óliver Torres teve que ser substituído (novamente uma lesão no ombro) por Rúben Neves, que entrou bem no encontro.
 
O empate podia ter acontecido num lance de bola corrida, pois o FC Porto teve situações para isso, mas foi de grande penalidade que o 1 x 1 surgiu. Numa jogada pelo lado direito, Danilo, em apoio ao ataque, cruzou para a área e Walter Samuel impediu a bola de passar com o braço. O árbitro de pronto assinalou penálti e Danilo aproveitou para assinar a igualdade, que coloca o conjunto treinado por Julen Lopetegui na frente da eliminatória, mas que é injusta porque os Dragões fizeram por merecer mais.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Jackson Martinez

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Hora do Porto Europeu

Tanto tempo depois das Jornadas Europeias, eis que o Futebol Clube do Porto volta à sua Competição favorita: Liga dos Campeões- E desta feita para defrontar o Campeão Suíço que orientado pelo Português Paulo Sousa que tem estado muito bem no Campeonato Helvético de futebol. Já na fase de Grupos o Basileia eliminou o Liverpool de Inglaterra, um histórico destas andanças da Liga dos Campeões.
 
O Basel é uma equipa “arrumadinha”. Paulo Sousa aposta sempre numa espécie de 3x4x3 e tem-se dado bem com este arriscado sistema táctico. Foi a jogar assim que os Suíços ficaram atrás de Real Madrid CF e eliminaram o Liverpool no seu Grupo da Champions. Não é por mero caso que Paulo Sousa parece um “peru inchado” de orgulho nos últimos tempos. Assim como não é estranho o seu discurso agressivo para com o FC Porto (espinho atravessado na garganta dá nisto).
 
Matías Delgado, Fabian Frei, Marco Streller e Derlis González são Jogadores com os quais Julen Lopetegui deverá ter um cuidado especial. Principalmente com Frei que é o cérbero desta equipa. Não será de descurar uma marcação cerrada a Frei para “trocar as voltas” ao Basel de Paulo Sousa. Mas é importante fazer tal coisa sem descurar a concentração defensiva que esta partida vai exigir pois os avançados da equipa Helvética são muito rápidos.
 
Quanto ás escolhas do Basco para esta importante mas não decisiva partida do Dragão, o guarda-redes Ricardo Nunes entra na lista de 20 convocados para o jogo frente ao Basileia (hoje, 19h45 de Portugal Continental), a contar para a primeira mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League. Mantendo a regra das últimas convocatórias, que têm registado poucas novidades, Julen Lopetegui promoveu apenas a convocatória de um terceiro guardião, como tem sido hábito nos jogos Europeus.
 
Lista de 20 convocados: Helton, Fabiano e Ricardo Nunes (g.r.); Danilo, Martins Indi, Maicon, Marcano, Casemiro, Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez, Quintero, Tello, Evandro, Herrera, Hernâni, Alex Sandro, Óliver Torres, Rúben Neves e Aboubakar.
 
Onze provável (4x3x3): Fabiano, Danilo, Maicon, Marcano, Alex Sandro, Casemiro, Herrera, Óliver Torres, Brahimi, Quaresma e Jackson.
 
Vamos tentar disponibilizar alguns streams para que possam seguir esta partida em directo. Passem pelo Blog perto da hora do jogo.

domingo, 14 de julho de 2013

Vitória da solidez

No primeiro teste a «sério» na pré-temporada, o FC Porto construiu uma vitória por números interessantes sobre o Marseille (3 x 0), sendo que o triunfo da equipa orientada por Paulo Fonseca foi conseguido com um golo na primeira parte e outros dois na etapa complementar.
 
O treinador dos Tricampeões Nacionais escalou um 11 em que apenas Jorge Fucile e Josué não faziam parte do plantel do FC Porto na época passada mas no começo do encontro teve que contar com uma atitude forte por parte do Marseille, valendo nessa altura a solidez defensiva, o guarda-redes Helton e também a ineficácia dos avançados Franceses para manter a baliza inviolável.
 
Os Dragões tinham mais bola mas pouco conseguiam fazer com ela, algo que mudou aos 29 minutos, altura em que Marat Izmaylov inaugurou o marcador na recarga a um primeiro remate de Kelvin, que tinha batido na barra.
 
A partir daqui o FC Porto começou a superiorizar-se ao adversário, que viria a ficar reduzido a dez elementos a poucos minutos do intervalo, depois de Jérémy Morel ter agredido Jorge Fucile.
 
Na segunda parte, com mais um jogador mas com bastantes alterações no 11, o FC Porto entrou bem e demorou apenas 11 minutos para ampliar a vantagem, com Jackson Martínez, após assistência de Defour, a bater o guarda-redes Brice Samba.
 
No entanto, o melhor golo do jogo ficou reservado para Juan Iturbe. O jovem Argentino, aos 76 minutos, recebeu a bola na direita e com um remate de longa distância rematou sem qualquer hipótese de defesa para o guarda-redes do Marseille, fechando com um golaço o resultado no encontro mais complicado dos Tricampeões Nacionais até ao momento.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Kelvin

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O Cantinho das Modalidades

Andebol
 
Pedro Spínola antevia um encontro equilibrado, mas acabou por ser uma vitória clara do FC Porto Vitalis no terreno do Sporting, por 30 x 24, em encontro da 20.ª jornada do Andebol 1. Quando faltam apenas três partidas para o final da primeira fase, os Dragões lideram a prova com 55 pontos, mais quatro do que o Benfica, que tem menos um jogo. O Sporting fica a nove pontos dos portistas.
 
A vitória foi clara, mesmo com quatro exclusões para o FC Porto (o adversário apenas teve duas) e algumas decisões discutíveis da dupla Duarte Santos e Ricardo Vieira, da Madeira. Pedro Spínola foi o melhor marcador da partida, com oito golos, e merece ainda destaque a eficácia dos guarda-redes portistas, de 44 por cento (equivalente a 19 defesas).
 
A equipa orientada por Ljubomir Obradovic alinhou e marcou da seguinte forma: Hugo Laurentino (g.r.), Gilberto Duarte (3), Wilson Davyes (5), Tiago Rocha (6), Elias Nogueira (3), Ricardo Moreira (4) e Pedro Spínola (8). Jogaram ainda Alfredo Quintana (g.r.), João Ferraz, Filipe Mota e Daymaro Salina (1).
 
Hóquei em Patins
 
O FC Porto Império Bonança perdeu, no passado Domingo, em Paço de Arcos, por 5 x 4, cedendo também o primeiro lugar do Nacional da I Divisão. Os Dragões, que não conseguiram qualquer situação de vantagem ao longo de toda a partida, somam 40 pontos, menos um do que o Benfica, que passa a liderar.
 
A equipa orientada por Tó Neves chegou a estar a perder por 4 x 1, mas a obtenção de dois golos em apenas dois minutos, por intermédio de Reinaldo Ventura e Ricardo Barreiros, relançou a discussão do resultado, fechada já muito perto do final por Jorge Silva, já depois de Rui Pereira ter refreado a reacção Portista, ao apontar o quinto golo do Paço de Arcos, que conta por vitórias os oito jogos disputados em casa.
 
Pedro Moreira fez o golo restante dos Dragões, apontado ainda no decorrer da primeira parte do encontro, em que o FC Porto Império Bonança alinhou de início com Edo Bosch, Reinaldo Ventura, Pedro Moreira, Ricardo Barreiros e Jorge Silva.
 
Natação
 
Ana Neto e Diana Durães participaram, no último fim-de-semana, no 22.º Meeting Internacional de Uster, cidade Suíça situada nos arredores de Zurique. As duas nadadoras do FC Porto integraram a Selecção Nacional jovem e a participação saldou-se pela qualificação ambas para finais A e B, tendo Diana Durães conseguido o resultado de maior relevo nos 200 metros livres, com o quinto lugar na final A e o tempo de 2:03.34 minutos.

domingo, 15 de julho de 2012

Jogador á Porto = Maicon

Depois de um Servette sem grande sabor, o FC Porto já foi mais testado no embate com o Évian TG. Vítor Pereira prossegue o processo de destilação no plantel Azul e Branco.

Djalma e Mangala foram as surpresas no segundo teste do estágio Suíço. O Angolano atuou a defesa direito enquanto o Francês foi desviado para a lateral esquerda. Maiores problemas para o segundo, que deu sempre espaço a mais e teve pernas a menos para segurar quem lhe causava problemas.

O resto foi igual ao duelo com o Servette, na quarta-feira. A "revelação" Atsu voltou a ser um dos extremos do Dragão e, tal como em Genebra, começou por deixar apontamentos de um interesse acrescido. Aos oito minutos, por exemplo, arrancou em velocidade no flanco direito e serviu Defour, que atirou ao lado.

Mais à frente, aos 21', foi o próprio Ganês a receber de pé esquerdo e a rematar de pronto. Ficou perto do golo e depois acabou por se eclipsar gradualmente - que lhe seja permitido - até ficar no balneário ao intervalo. Entrou Iturbe, outra das pérolas em processo de cristalização. Nada melhor que frente ao Évian.

Mas as pernas pesam em tempo de pré-época e a versão número dois do Bicampeão Nacional revelou bem mais defeitos que no teste zero frente ao Servette. Helton acabou por se destacar no primeiro tempo, com quatro defesas de elevado grau de dificuldade, depois de Sagbo ter ameaçado por duas ocasiões, nas mais perigosas.

Ao intervalo houve troca de guarda-redes - e a de Atsu por Iturbe -, com Fabiano a ter de mostrar serviço logo no primeiro minuto. Ali M’Madi voltou a ultrapassar Mangala, serviu o perigoso Sagbo que só tinha de escolher o canto. Acabou por permitir uma defesa sensacional ao novo guarda-redes Portista.

Seguiu-se a cadência de substituições e os momentos de perigo foram, necessariamente, reduzidos. Um remate de Maicon para defesa de Durand foi a primeira ameaça do FC Porto, que viu um Évian sempre mais perigoso, embora se encontre no mesmo estádio de preparação. O ex-benfiquista Wass entrou para criar perigo (66' e 83'), assim como Baouia, que não deram descanso a Fabiano.

Para o fim, o melhor da tarde. Maicon - cada vez mais patrão na defesa Portista - acabou por resolver a partida na transformação de um livre direto. Aconteceu aos 87 minutos, foi batido de forma irrepreensível pelo Brasileiro e valeu aos Dragões o terceiro triunfo em três jogos nesta pré-temporada. Nem tudo foi claro como a água, mas o FC Porto deixa a Suíça 100 por cento vitorioso.

Com a vitória sobre o Évian, o FC Porto colocou um ponto final no estágio cumprido em terras Helvéticas. Segue-se o regresso a Portugal para no próximo dia 21 se cumprir novo teste, frente ao Celta de Vigo, em Viseu. Santa Clara, Valencia e Lyon serão os restantes testes do Dragão antes da Supertaça Cândido de Oliveira, agendada para 11 de Agosto, em Aveiro, frente à Académica.

Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Maicon

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Nada mau para segundo jogo treino


Aprovado. No segundo teste da pré-temporada, o primeiro visível aos olhos do público, o FC Porto deixou excelentes indicações diante de um Servette que no próximo fim de semana começa a competir na Liga Suíça.

Perante uma equipa mais adiantada na preparação, não parecia que o FC Porto tinha começado a treinar apenas há uma semana. Christian Atsu e Kléber, autor dos dois golos da vitória por 2 x 0, foram as principais figuras no encontro disputado em Genebra.

Vítor Pereira apostou num 11 mesclado por jogadores fulcrais na época passada, com outros que procuram um lugar ao sol no plantel dos Bicampeões Nacionais.

Helton, David Bruno, Otamendi, Maicon, Sereno, Fernando, Defour, Lucho González, Djalma, Christian Atsu e Kléber foram os jogadores que alinharam de início e que dominaram a primeira parte do jogo.

Atsu, internacional Ganês que esteve emprestado ao Rio Ave na última época, deixou excelentes indicações e a continuar assim pode perfeitamente garantir um lugar nas opções de Vítor Pereira. O extremo de 20 anos mostrou grande velocidade no corredor e destacou-se ao assistir Kléber para o primeiro golo.

O avançado Brasileiro, com os concorrentes Jackson Martínez e Marc Janko na bancada, também mostrou serviço neste primeiro jogo, depois de ter acabado a época com um hat-trick apontado ao Rio Ave, na derradeira jornada do último campeonato.

Ao primeiro golo, marcado na primeira parte após assistência de Atsu, o atacante Brasileiro concluiu da melhor forma um cruzamento de Lucho González na segunda. Kléber, dentro da área, voou para bola e bisou no jogo, estabelecendo o resultado final de 2x0 aos 61 minutos.

Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Christian Atsu