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terça-feira, 28 de agosto de 2018

O Cantinho das Modalidades

  • Andebol
- A equipa de andebol do FC Porto bateu os espanhóis do BM Aranda, por 37-13, em jogo de preparação disputado no Pavilhão Comendador Adelino Dias Costa, a contar para o Torneio Internacional de Estarreja.
  • Hóquei em Patins
- A equipa de hóquei em patins do FC Porto já prepara a temporada 2018/19 e parte para um estágio de pré-época no município de Caminha, de 30 de agosto a 2 de setembro.

A 2 de setembro, o grupo às ordens de Guillem Cabestany vai realizar um treino à porta aberta no Pavilhão Municipal de Vila Praia de Âncora. A sessão de trabalho está agendada para as 9h30.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Um bom treino que acaba empatado

O adeus à Alemanha trouxe um empate a um golo ao FC Porto na pré-temporada. Frente ao Bayer Leverkusen, os dragões mostraram bons apontamentos ofensivos na primeira parte, mas é na defesa que as dores de cabeça persistem.
 
A primeira conclusão do último ensaio germânico do FC Porto prende-se com o sistema tático. Apesar de Nuno Espírito Santo ter prometido uma equipa confortável em 4x4x2, a verdade é que este dragão voa cada vez mais em 4x3x3 – ou 4x2x3x1.
 
Foi assim que se apresentou nas duas partes, ainda que com intérpretes diferentes. Um homem de área – André Silva perfila-se convictamente como primeira opção – apoiado, na primeira parte, por Alberto Bueno. O espanhol é uma espécie de «10» para Nuno, embora o rendimento ainda esteja longe de entusiasmar.
 
Otávio e Corona – ambos muito bem na primeira parte – foram as «asas» do dragão, com André André e Herrera no bloco central do meio-campo. E estes sete foram a melhor cara do FC Porto no jogo. A pressionar alto e dinâmicos, criaram problemas aos alemães.
 
Foi assim que nasceu o golo portista, aos oito minutos. A pressão deu frutos, com Otávio na recuperação da bola no lado esquerdo do ataque; depois houve visão para encontrar André Silva, que sozinho e sem oposição não falhou.
 
O «canterano» do Olival voltou a mostrar que tem estofo para o papel. Móvel, solto de movimentos e com faro de golo, André Silva reclama pela titularidade com argumentos de peso. Foi o melhor, ainda que tenha jogado apenas 45 minutos.
 
Bem mais problemática é a questão defensiva. Nuno ainda não conseguiu acertar as veleidades que atormentaram Lopetegui e José Peseiro na última época. Felipe, que até prometeu à primeira vista, voltou a deixar uma imagem de alguma insegurança e intranquilidade, defeitos que Marcano não soube remediar.
 
E foi em mais uma investida deficiente do defesa central brasileiro ex-Corinthians que o Bayer Leverkusen empatou, já na segunda parte. Chicharito Hernández recebeu na área e perante a saída de José Sá encostou para golo.
 
Aliás, toda a segunda parte não terá deixado, por certo, boas sensações a Nuno.Adrián López segue o registo de dragão ao peito – apagadíssimo – e Aboubakar perde cada vez mais terreno para André Silva. É certo que as alterações tiram fluidez ao jogo, mas o FC Porto do segundo tempo foi incapaz de criar perigo; para além de tremer atrás.

Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Jesús Corona
p.s. o meu sincero pedido de desculpas a tod@s @s leitores/as pela fraca assuidade na publicação de textos relativos ao Futebol Clube do Porto. Prometo muito em breve retomar a antiga regularidade. Até lá agradeço toda a vossa compreensão e paciência.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Há ainda muito por fazer

Não foi tudo bom, nem tudo mau, o 3º jogo do FC Porto nesta pré-temporada. Frente ao Osnabrück, da 3ª divisão alemã, o FC Porto venceu por 1x2, mas ainda mostrou problemas de intensidade e de falta de eficácia no ataque. Alguns bons sinais dos reforços, com destaque para João Carlos Teixeira, que pode ser o criativo que tem falta aos portistas nos últimos anos.
 
É certo que a temporada está no início e que o trabalho físico acaba por tirar esclarecimento aos jogadores, mas uma equipa como o FC Porto tinha de se apresentar melhor na primeira parte. O adversário era do 3º escalão e os azuis e brancos precisavam apenas de acelerar um pouco para criar desequilíbrios e para ter situações de perigo. Foi o que se viu nos primeiros minutos mas as oportunidades não foram aproveitadas nem por Josué, nem por Aboubakar. Sem mostrar argumentos, a equipa alemã até marcou e logo da forma a que o FC Porto habituou os adeptos na temporada passada. Uma má abordagem de Marcano e alguma passividade da defesa permitiram que se fizesse a surpresa. Ainda assim, o mesmo Marcano, já perto do intervalo, conseguiu empatar na sequência de um canto.
 
Claro que, neste tipo de jogos, o resultado é o menos importante mas ninguém gosta de perder. Com André Silva numa posição que misturava o extremo direito e o segundo avançado o FC Porto mostrou alguns bons sinais, no que diz respeito à circulação da bola. Talvez a grande preocupação de Nuno Espírito Santo se prenda com a questão do avançado.Aboubakar teve algumas oportunidades e até atirou ao poste mas, desde constantes foras de jogo a movimentos disparatados, perdeu 45 minutos na luta com André Silva. 
 
Para além de um ataque com pouco poder de fogo, um dos grandes problemas dos primeiros 45 minutos passaram pela falta de intensidade. Uma situação que é normal nesta fase, mas que foi algo anulada com a entrada de André André e, principalmente de João Carlos Teixeira. As oportunidades não abundaram, mas a capacidade de ter bola, e saber o que lhe fazer. Com a tal intensidade surgiram as recuperações e, numa delas, o golo de André Silva.
 
Pouco depois do golo entraram Otávio, Quintero e Hernâni e o FC Porto deixou de jogar com um avançado fixo. Juntando a qualidade técnica destes jogadores ao cansaço físico da equipa alemã, as oportunidades e o espaço apareceram. Com um pouco mais de tranquilidade e de acerto - Quintero até um penálti falhou - o resultado até podia ter ficado mais parecido com a qualidade que as duas equipas apresentam. 
 
Não foi um teste negativo dos portistas, mas esta exibição ainda vai deixar algo preocupado Nuno Espírito Santo. Aboubakar mostrou-se um espelho da segunda metade da última temporada. Brahimi volta a parecer que está contrariado no clube e Herrera corre muito, mas nem sempre da melhor forma. 
 
Do lado positivo, Felipe mostrou que, com menos agressividade, pode ser o patrão, Alex Telles deu garantias de qualidade e João Carlos Teixeira deixou água na boca. André Silva pode ser o avançado que a equipa precisa, mas, sem dúvida, que, para uma época tão exigente os portistas precisam de reforçar o ataque.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: André Silva 

terça-feira, 11 de agosto de 2015

O Cantinho das Modalidades

Andebol

Os Heptacampeões nacionais iniciam a preparação para a época 2015/16 com dois particulares em S. Pedro do Sul. Avanca e ADA Maia são os adversários do FC Porto, que prosseguem os trabalhos, com a participação no Torneio de Gaia, em que defrontarão os Russos do Permskie Medvedi (14 de Agosto) e os Suecos do Alingsås (16 de Agosto). Poderá acompanhar estes dois jogos em directo no Porto Canal.

A 21 e 22 de Agosto, a cerca de uma semana da disputa da Supertaça (frente ao ABC, a 30 de Agosto, às 15H, em Castelo Branco), os Dragões deslocam-se a Espanha para disputar o Torneio Concello do Rosal, em Pontevedra, na Galiza, que reserva aos Portistas duelos com o Cangas, da Liga ASOBAL, e posteriormente, com o Novás ou o Valladolid.ndebol

O FC Porto ultrapassou o primeiro teste de preparação para a nova época 2015/16, ao bater o Avanca por 29 x 22, numa partida disputada em São Pedro do Sul.

Frente a um dos recém-promovidos ao Andebol 1, treinados por Carlos Martingo, antigo jogador e treinador adjunto dos Dragões, o FC Porto revelou algumas dificuldades durante a primeira parte, mas após o intervalo disparou no marcador, alcançando uma vitória por sete golos de diferença. Durante a partida, Ricardo Costa, o novo treinador Portista, utilizou todos os 21 jogadores que constituem o plantel.

O FC Porto bateu a ADA Maia por 34 x 22, na segunda partida de preparação da época, realizada em S. Pedro do Sul. Num encontro em que Yoel Morales foi o melhor marcador, com cinco golos, e o reforço Rui Silva marcou quatro, os comandados de Ricardo Costa chegaram ao intervalo a vencer por 17 x 14 e alcançaram a segunda vitória.

Basquetebol 

O sorteio do Troféu António Pratas colocou o FC Porto no grupo um, com Barcelos, Vitória de Guimarães e Maia Basket, sendo o segundo grupo constituído por Oliveirense, Ovarense e Benfica. A primeira fase da prova vai decorrer entre 18 e 20 de Setembro e para a fase final, que está agendada para o fim-de-semana de 26 e 27 de Setembro, apuram-se os dois primeiros classificados de cada grupo.

O FC Porto vai regressar ao campeonato com uma deslocação ao terreno do Eléctrico, em Ponte de Sor, em encontro agendado para 10 de Outubro, conforme ditou o sorteio realizado na sede da Federação Portuguesa de Basquetebol. Os Portistas terão o seu primeiro encontro no Dragão Caixa frente à Ovarense (agendado para 11 de Outubro) e deslocam-se à Luz na terceira jornada, que está prevista para 17 de Outubro. A quarta jornada reserva a recepção ao Vitória de Guimarães, a 18 de Outubro.

A fase regular da competição vai ser disputada num sistema de duas fases. A primeira será organizada na forma de poule a duas voltas (22 jornadas) e a segunda no mesmo sistema, mas disputada entre os seis melhores classificados da primeira fase e que constituirão o grupo A. Os restantes farão parte do grupo B, sendo que manterão a competição entre eles de forma a determinar quem integrará o play-off. A fase decisiva vai contar com as seis equipas do grupo A e os dois melhores classificados do grupo B, mantendo-se depois o formato actual de disputa entre oito equipas.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Fraco desempenho em jogo treino

Jogo enfadonho, típico de pré-temporada, com FC Porto e Schalke 04 a empatarem a zero, após 90 minutos em que as melhores oportunidades de golo pertenceram aos Alemães mas em que os Dragões procuraram ser o mais fiéis possível ao seu estilo de jogo.
 
Julen Lopetegui gosta de privilegiar a posse de bola e de ver a sua equipa a começar a construir desde trás. Os jogadores, dentro das quatro linhas, procuraram seguir à risca as indicações do treinador, mas isso acabou por tornar o encontro pouco interessante, pois a troca de bola entre os jogadores do FC Porto era feita essencialmente numa zona recuada do terreno, o que significa que não criava mossa na formação adversária.
 
Nos processos de equipa sem bola, os Dragões, ao contrário do que Lopetegui pretendia, foram pouco pressionantes, especialmente na primeira parte, o que permitiu ao Schalke 04 sair a jogar e ter mais espaço para circular a bola, o que fez com que os Germânicos dispusessem de oportunidades de perigo. Foi na maioria das vezes pelo corredor esquerdo - Draxler foi levando a melhor nos duelos com Ricardo Pereira – que a turma de Gelsenkirchen foi-se aproximando da área do FC Porto. Em alguns momentos valeu a atenção de Iker Casillas ou a pouca eficácia dos atacantes, Huntelaar e Di Santo.
 
Mas se Ricardo Pereira sentia bastantes dificuldades para travar Draxler, do outro lado Alex Sandro exibia-se a bom nível. Foi, inclusivamente, por intermédio do lateral-esquerdo Brasileiro que surgiu a melhor (e única!) possibilidade para o FC Porto marcar. Sempre que pôde, o capitão dos Dragões procurou apoiar o ataque e chegou mesmo a rematar ao poste, numa clara tentativa de, apesar do pouco ângulo que tinha, surpreender o guarda-redes.
 
Ainda no ataque, Silvestre Varela foi o jogador que mais correu e procurou mexer com o jogo do FC Porto na primeira parte, mas nem sempre bem acompanhado. Sérgio Oliveira e Evandro, os médios que tinham como missão procurar apoiar o ataque na primeira parte, raramente tiveram possibilidade para fazer a diferença e das poucas vezes que tiveram, houve demasiada cerimónia na hora de rematar à baliza. Além disso, o meio-campo Azul e Branco mostrou ainda ter pouca criatividade para surpreender.
 
Na segunda parte, com as mudanças protagonizadas pelos dois treinadores, houve menos ocasiões de golo mas a toada do jogo manteve-se, especialmente do lado Azul e Branco. Apesar de ter tido mais bola do que o Schalke 04, o FC Porto sentiu dificuldades para unir os sectores da equipa e a melhor ocasião de golo na etapa complementar pertenceu aos Alemães. Se Casillas esteve bem no primeiro tempo, o mesmo há a dizer de Helton no segundo, especialmente na forma como evitou que Huntelaar, em boa posição, marcasse.
 
Com a entrada de Maxi Pereira, os Dragões procuraram mais o corredor direito para atacar, mas notaram-se ainda as faltas de rotinas entre o Uruguaio e Cristian Tello, extremo lançado também no decorrer da segunda parte. E no que ainda diz respeito à falta de rotinas, também pouco se deu pela entrada de Bueno – embora apenas tenha actuado atrás de Aboubakar cerca de oito minutos - sinal de que os Dragões mantêm-se mais formatados para jogar na maioria das vezes pelas alas do que por zonas interiores.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Silvestre Varela

domingo, 19 de julho de 2015

Dragão com dupla faceta vence em jogo treino

Ao segundo jogo, o segundo triunfo dos Azuis e Brancos. Sem deslumbrar, a equipa de Lopetegui aproveitou para testar o 4x4x2, com Bueno a mostrar características interessantes para jogar atrás do homem de referência. Ainda assim, foi em 4x3x3 que os Portistas conseguiram os golos, numa segunda parte onde Brahimi foi o grande destaque.
 
O arranque do desafio foi bastante morno. As atrações iniciais foram Casillas e Maxi Pereira, ambos em estreia, se bem que isso rapidamente passou para segundo plano. Existiam outros focos de interesse para observar: reforços e esquema táctico, sobretudo.
 
Nisso, Lopetegui acabou por mostrar um formato diferente da época passada. Com Imbula bem mais perto de Danilo Pereira, quase ao lado do Português, e com Bueno muito mais próximo de André Silva, a equipa actuou num 4x4x2 quase em linha.
 
Diante de um Duisburg a apresentar-se em bom plano, agressivo e aguerrido na pressão exercida, os Dragões mostravam alguma dificuldade em tratar a bola pelo corredor central, onde não havia muito espaço para as transições. Sobravam as linhas, nas quais José Ángel subiu mais do que Maxi e Varela teve mais bola do que Tello. Quer isto dizer que o fluxo atacante dos Dragões se situou mais pelo lado esquerdo.
 
Contudo, foi mesmo Bueno quem causou melhor impressão no arranque da partida. Com a camisola 10 nas costas, o Espanhol mostrou muita mobilidade e grande conhecimento dos movimentos entre linhas, quer na zona central, quer no apoio às faixas. Uma carta que promete, sem dúvida.
 
Quanto a jogo realmente dito, pode-se dizer que a primeira meia hora teve um FC Porto com mais bola, ainda que não mais perigoso que o adversário. Aos Dragões faltava quem imprimisse maior agressividade ao jogo para que este fosse mais fluido e Sérgio Oliveira, que entrou para o lugar de Imbula, conseguiu melhorar isso mesmo.
 
Foi nessa altura que o FC Porto dispôs das duas melhores ocasiões, uma por Bueno, a passe do Português, outra por Tello, assistido por Bueno, também depois de participação de Sérgio Oliveira, dessa vez na recuperação de bola.
 
Na segunda parte, já com uma revolução no resto da equipa, seria o próprio Sérgio Oliveira a inaugurar uma grande dose de oportunidades que acabariam por dar em golos.
 
Com a revolução feita por Lopetegui, a equipa aproximou-se bem mais do seu esquema tradicional, no qual se notou bem mais familiaridade nos movimentos e processos com bola. Evandro ainda disfarçou, ao tentar aproximar-se de Aboubakar, mas a sua tendência acabava por prevalecer.
 
Foi no meio-campo que se assistiu a outra boa prestação. André André voltou a mostrar calo, nervo e atitude, assim como assertividade com e sem bola. Ainda que a grande figura tenha sido Brahimi. Porque quis.
 
O Argelino dá a ideia de ser assim mesmo. Quando quer, faz maravilhas. Quando quer, faz a diferença. Quando quer, é de outro patamar. E, apesar de se tratar de um jogo de preparação, Brahimi quis. Primeiro, quis fugir no espaço e aproveitar o passe de Aboubakar para finalizar. Depois, quis servir Hernâni para o segundo. A seguir, deslumbrou-se com a boa exibição e desperdiçou um lance genial que construiu.
 
Curiosa foi, depois, a saída de Hernâni, apenas 20 minutos depois de ter entrado. Deu vaga a Adrián López e, ao mesmo tempo, o Duisburg também realizou várias alterações.
 
O jogo voltou a decair no seu ritmo e pouco mais teve de interesse. Ressalva para Martins Indi, que se deixou ultrapassar por um adversário que seguia para a baliza e que, num jogo a contar, seria expulso pela falta cometida. Aliás, falta falar das acções defensivas dos Dragões, que não foram exemplares. Apesar de não ter sofrido golos, a equipa tem ainda várias correções a fazer, o que é perfeitamente natural nesta partida.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Brahimi

domingo, 10 de agosto de 2014

Finito. Agora é a sério!

Os Azuis e Brancos, no fecho do estágio em Inglaterra, derrotaram o West Bromwich por 1 x 3. A equipa de Julen Lopetegui ainda tem pequenos pormenores a corrigir, mas parece já estar pronta para enfrentar as exigências da Competição ao mais alto nível, quando falta uma semana para o arranque do Campeonato.
 
O técnico Espanhol delineou um onze próximo daquele que deve iniciar a época em jogos oficiais. Na baliza, a estreia de Andrés Fernández foi um dos pontos de interesse para acompanhar o desafio e perceber se o Espanhol está à altura de discutir o lugar com Fabiano.
 
No resto, Lopetegui lançou uma defesa sem Martins Indi (lesionado) e um meio-campo com Casemiro e Brahimi, ainda que não tenham sido conclusivas que essas serão as primeiras opções do técnico. Finalmente, o ataque teve Jackson Martínez pela primeira vez de início e com a braçadeira no braço, para além de não se ter visto Ricardo Quaresma a titular.
 
Os Dragões entraram 'mandões' no jogo e com vontade de ter o jogo sempre sob controlo. Avaliando as ideias de Julen Lopetegui, isso é o mesmo que dizer que a posse de bola foi mais uma vez alvo de uma procura exaustiva.
 
Conseguiram-no de forma interessante, se bem que com um Héctor Herrera ainda em sub-rendimento. A equipa mostrou dinâmica e os laterais Danilo e Alex Sandro parecem estar com outro ânimo e disponibilidade (a concorrência está a fazer bem e certamente que as palavras de Lopetegui também).
 
Perante o ascendente Portista, a equipa da casa, que também está a uma semana de começar a Premier League, revelou debilidades e não soube contrariar o adversário, pelo que o golo de Casemiro, na sequência de uma bola parada, não espantou quem estivesse a assistir à partida.
 
Ainda assim, os Azuis e Brancos pecaram como há uma semana atrás, diante do Everton. Com uma quebra na intensidade e na dinâmica, a equipa sujeitou-se ao empate, que apareceu também na sequência de uma bola parada, onde ficou espelhada uma apatia nada aconselhável em jogos a sério.
 
Para o segundo tempo, Lopetegui lançou Rúben Neves, Ricardo Quaresma e Adrián López. A intensidade voltou, a qualidade aumentou e os golos foram um reflexo novamente natural de todo esse ascendente.
 
O FC Porto continuou a mandar na partida, pressionou o adversário, acercou-se da baliza de Ben Foster e, com isso, apenas era necessário que alguém soubesse como materializar o ascendente.
 
Esse alguém é Jackson Martínez. Não foi só o contrato que foi renovado. Também o espírito do Cha Cha Cha é outro para encarar uma Temporada em que promete ser novamente o homem-golo Portista e, também, do futebol Português.
 
Dois golaços, o primeiro depois de soberbo cruzamento de Ricardo Quaresma, o segundo também na sequência de um cruzamento, dessa feita pela esquerda, com o Colombiano a rematar de primeira para o fundo da rede.
 
O jogo baixou outra vez de ritmo, só que, com o 1 x 3, o West Bromwich nem sequer esboçou uma reacção, tanto que os Azuis e Brancos poderiam ter saído do The Hawthorns com um resultado mais avolumado. Atendendo ao que se viu, não escandalizaria ninguém.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Jackson Martinez

domingo, 20 de julho de 2014

Treinador novo, Jogadores novos e os velhos maus hábitos do costume

Os Dragões conseguiram, ao quarto teste desta temporada, a quarta vitória. Julen Lopetegui terá ficado agradado com a prestação da sua equipa contra o Genk, em jogo realizado na Cristal Arena e que teve Sami como protagonista principal. O avançado marcou dois golos (tinha marcado somente um em toda a época passada) e ganhou pontos à concorrência no fim do estágio Portista.
 
Para o onze inicial, Julen Lopetegui apostou num quinteto defensivo (guarda-redes e defesa) composto por atletas que derivam da época passada, ou seja, que já se conhecem relativamente e que levam alguma rotação entre si. O meio-campo teve Óliver Torres ao lado de Carlos Eduardo e de Josué. Na frente, Adrián López e Tello acompanharam Ricardo Quaresma.
 
Com uma equipa com várias peças que farão parte do onze-tipo do Técnico, Lopetegui teve mais uma boa oportunidade para tirar notas para a nova época e, sobretudo, para observar alguns aspectos ainda para corrigir pela sua equipa.
 
Pela frente estava um Genk em situação bem mais adiantada na preparação para uma temporada que já começará no próximo fim-de-semana, equipa essa que procura os lugares de acesso às Competições Europeias.
 
E foi o FC Porto a entrar melhor no desafio, contra uma equipa apostada em linhas baixas e recuadas para suster o dinamismo Portista e expectante pelo decorrer do encontro para poder fazer valer uma eventual condição física superior, o que acabaria por não se vir a confirmar.
 
Sobretudo porque, aos oito minutos, já Quaresma tinha inaugurado o marcador. O erro de Kara Mbodji foi infantil, Carlos Eduardo roubou a bola e deu para Adrián López, que a devolveu à entrada da área. O Brasileiro rematou rasteiro para intervenção incompleta de Marco Bizot, que deixou a bola à mercê do pé do número 7, que atirou a contar.
 
O erro criou mossa e pegou Diego Reyes, que decidiu 'disparatar' igualmente passados dois minutos. Numa troca de bola na defensiva Portista, o Mexicano foi imprudente e colocou o esférico nos pés de Jelle Vossen. Conhecido por ser pouco perdulário, o avançado não teve dificuldades em bater Fabiano.
 
A partida estava viva e prometia, só que foi sol de pouca dura. O ritmo foi baixando lentamente e a primeira parte teve poucos mais motivos de interesse. Tello e Adrián López, bem como Óliver Torres, desta vez não tiveram nota tão positiva como no particular anterior.
 
Com o segundo tempo vieram algumas alterações, naturais nestes desafios de pré-temporada, e o Genk até foi a primeira equipa a ameaçar, quando Siebe Schrijvers esteve muito próximo de colocar os Belgas em vantagem.
 
Contudo, haveria de ser o FC Porto a chegar à vitória. Sami entrou ao minuto 57, criou perigo aos 58' e chegou ao golo aos 62', tudo com 'grande gás'. O Luso-guineense já tinha estado em bom plano nesta pré-temporada, mas desta vez quis totalmente o protagonismo.
 
O 1 x 2 surgiu na sequência de um pontapé de canto muito bem cobrado por Rúben Neves (boa exibição), com o avançado a surgir em antecipação e a cabecear com a nuca para a baliza contrária.

A vantagem Portista deu mais alento à turma Portuguesa, que foi aumentando o seu fulgor ofensivo e que só voltou a ser incomodada depois de mais um erro defensivo, embora Benjamin De Ceulaer não tenha tido a astúcia que o seu capitão de equipa teve na primeira parte.
 
Entretanto, já Sami tinha selado a vitória, com um belo pontapé à entrada da área, sem hipóteses para o guardião contrário. O número 20 foi quem mais pontos somou na equipa Portista, dando excelentes indicações a Lopetegui, que teve mais uma tarde para sorrir.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Rúben Neves

domingo, 14 de julho de 2013

Vitória da solidez

No primeiro teste a «sério» na pré-temporada, o FC Porto construiu uma vitória por números interessantes sobre o Marseille (3 x 0), sendo que o triunfo da equipa orientada por Paulo Fonseca foi conseguido com um golo na primeira parte e outros dois na etapa complementar.
 
O treinador dos Tricampeões Nacionais escalou um 11 em que apenas Jorge Fucile e Josué não faziam parte do plantel do FC Porto na época passada mas no começo do encontro teve que contar com uma atitude forte por parte do Marseille, valendo nessa altura a solidez defensiva, o guarda-redes Helton e também a ineficácia dos avançados Franceses para manter a baliza inviolável.
 
Os Dragões tinham mais bola mas pouco conseguiam fazer com ela, algo que mudou aos 29 minutos, altura em que Marat Izmaylov inaugurou o marcador na recarga a um primeiro remate de Kelvin, que tinha batido na barra.
 
A partir daqui o FC Porto começou a superiorizar-se ao adversário, que viria a ficar reduzido a dez elementos a poucos minutos do intervalo, depois de Jérémy Morel ter agredido Jorge Fucile.
 
Na segunda parte, com mais um jogador mas com bastantes alterações no 11, o FC Porto entrou bem e demorou apenas 11 minutos para ampliar a vantagem, com Jackson Martínez, após assistência de Defour, a bater o guarda-redes Brice Samba.
 
No entanto, o melhor golo do jogo ficou reservado para Juan Iturbe. O jovem Argentino, aos 76 minutos, recebeu a bola na direita e com um remate de longa distância rematou sem qualquer hipótese de defesa para o guarda-redes do Marseille, fechando com um golaço o resultado no encontro mais complicado dos Tricampeões Nacionais até ao momento.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Kelvin

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Treinar a golear

No primeiro teste do estágio de pré-época, o FC Porto goleou o MVV por 6 x 0, numa partida em que os Azuis e Brancos, como se esperava, foram sempre superiores ao adversário e na qual Paulo Fonseca aproveitou para utilizar 23 jogadores.
Josué, Licá e Nabil Ghilas foram os reforços que Paulo Fonseca decidiu integrar no 11 inicial, sendo que 21 minutos foi o tempo que os Tricampeões Portugueses precisaram para se colocarem em vantagem, com Silvestre Varela, através de um remate acrobático, a ser o marcador de serviço.
Apenas três minutos depois, Nabil Ghilas, que foi confirmado como reforço do FC Porto horas antes da partida para o estágio, estreou-se a marcar com a camisola dos Azuis e Brancos, antecipando-se ao guarda-redes do MVV e ampliando a vantagem.
O internacional Argelino marcou aos 24 minutos e estreou-se nas assistências ao minuto 31, tendo feito o passe para o golo de Castro, que fez o 3 x 0, resultado pelo qual o FC Porto vencia o conjunto Holandês ao intervalo.
Para a segunda parte, Paulo Fonseca colocou dez novos jogadores em campo, com destaque para as entradas de Jorge Fucile, Carlos Eduardo e Iturbe, sendo que apenas Alex Sandro se manteve e relação à equipa que principiou o encontro.
Jackson Martínez, que entrou para o lugar de Ghilas, estreou-se a marcar nesta pré-temporada aos 53 minutos, ao fazer o 4 x 0 através de um excelente cabeceamento, e aos 65 minutos foi Juan Iturbe, que depois de uma falta sofrida por Kelvin dentro da área, fez o 5 x 0 na conversão de uma grande penalidade.
0 6 x 0 final foi apontado a dois minutos dos 90, com Marat Izmaylov a rematar de fora da área com o pé direito e a colocar a bola dentro da baliza de Bram Castro.
O terceiro teste do FC Porto na pré-temporada está marcado para o próximo Sábado e a exigência será maior, pois o adversário é o Marseille, naquele que será um reencontro de Lucho González com a ex-equipa. 

Retirado de zerozero 

P.S.: Não foi possível eleger o Melhor em Campo desta partida dado que não houve a possibilidade de acompanhar esta partida em directo.

domingo, 15 de julho de 2012

Jogador á Porto = Maicon

Depois de um Servette sem grande sabor, o FC Porto já foi mais testado no embate com o Évian TG. Vítor Pereira prossegue o processo de destilação no plantel Azul e Branco.

Djalma e Mangala foram as surpresas no segundo teste do estágio Suíço. O Angolano atuou a defesa direito enquanto o Francês foi desviado para a lateral esquerda. Maiores problemas para o segundo, que deu sempre espaço a mais e teve pernas a menos para segurar quem lhe causava problemas.

O resto foi igual ao duelo com o Servette, na quarta-feira. A "revelação" Atsu voltou a ser um dos extremos do Dragão e, tal como em Genebra, começou por deixar apontamentos de um interesse acrescido. Aos oito minutos, por exemplo, arrancou em velocidade no flanco direito e serviu Defour, que atirou ao lado.

Mais à frente, aos 21', foi o próprio Ganês a receber de pé esquerdo e a rematar de pronto. Ficou perto do golo e depois acabou por se eclipsar gradualmente - que lhe seja permitido - até ficar no balneário ao intervalo. Entrou Iturbe, outra das pérolas em processo de cristalização. Nada melhor que frente ao Évian.

Mas as pernas pesam em tempo de pré-época e a versão número dois do Bicampeão Nacional revelou bem mais defeitos que no teste zero frente ao Servette. Helton acabou por se destacar no primeiro tempo, com quatro defesas de elevado grau de dificuldade, depois de Sagbo ter ameaçado por duas ocasiões, nas mais perigosas.

Ao intervalo houve troca de guarda-redes - e a de Atsu por Iturbe -, com Fabiano a ter de mostrar serviço logo no primeiro minuto. Ali M’Madi voltou a ultrapassar Mangala, serviu o perigoso Sagbo que só tinha de escolher o canto. Acabou por permitir uma defesa sensacional ao novo guarda-redes Portista.

Seguiu-se a cadência de substituições e os momentos de perigo foram, necessariamente, reduzidos. Um remate de Maicon para defesa de Durand foi a primeira ameaça do FC Porto, que viu um Évian sempre mais perigoso, embora se encontre no mesmo estádio de preparação. O ex-benfiquista Wass entrou para criar perigo (66' e 83'), assim como Baouia, que não deram descanso a Fabiano.

Para o fim, o melhor da tarde. Maicon - cada vez mais patrão na defesa Portista - acabou por resolver a partida na transformação de um livre direto. Aconteceu aos 87 minutos, foi batido de forma irrepreensível pelo Brasileiro e valeu aos Dragões o terceiro triunfo em três jogos nesta pré-temporada. Nem tudo foi claro como a água, mas o FC Porto deixa a Suíça 100 por cento vitorioso.

Com a vitória sobre o Évian, o FC Porto colocou um ponto final no estágio cumprido em terras Helvéticas. Segue-se o regresso a Portugal para no próximo dia 21 se cumprir novo teste, frente ao Celta de Vigo, em Viseu. Santa Clara, Valencia e Lyon serão os restantes testes do Dragão antes da Supertaça Cândido de Oliveira, agendada para 11 de Agosto, em Aveiro, frente à Académica.

Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Maicon

segunda-feira, 12 de julho de 2010

«Mariendefeld»

Portistas. Dei comigo num dilema que é característico acontecer no defeso Futebolístico. Não saber sobre o que escrever. Depois de procurar motivos de interesse no nosso Clube FC Porto, para dar uma opinião, verifiquei que, este início de época tem sido extraordinariamente calmo, sem casos, sem matéria para vender jornais, tirando claro está, o único caso mediático que foi a transferência de Moutinho. Como deste caso, já se falou e gastou-se quilos de papel e litros de tinta, regressei à estaca zero.

Duas coçadelas pela cabeça e para não faltar ao meu compromisso com o «Mística Azul e Branca», resolvi escrever sobre o local de estágio do FC Porto. Pois caros Portistas, este lugarzinho na Alemanha, Mariendefeld, situa-se grosso modo, entre Dortmund a leste e Hannover a oeste.

O local já é conhecido do nosso Futebol Clube do Porto, sendo um lugar de grande sossego, excelente para a paz de espírito, com a vantagem do «Hotel Klosterpfort», estar vocacionado para receber estágios de equipas de futebol. Possui dois campos de futebol, naturalmente relvados, em excelente estado de conservação e toda uma infraestrutura logística, para proporcionar um estágio a atletas de alta competição.

Este lugar e o Hotel, tem sido para o FCP um local de estágio, tipo “Fada Madrinha”, pois de todas as vezes que a Equipa lá estagiou, foi Campeã nesse ano e mais curioso ainda, é que estagiou também neste Hotel, no ano em que o FC Porto se sagrou Campeão Europeu, aliás bem lá perto aliás, em Gelsenkirchen.

Coincidências à parte, julgo ser interessante fazer referência a este historial talismã de vitórias, de todas as vezes que os Dragões se deslocaram, para Mariendefeld!

O tempo aqui, parece que parou, Mariendefeld, possui uma paisagem deslumbrante pincelada de vários tons de verde que promovem uma serenidade,carregada de tranquilidade.

Nesta excelente unidade Hoteleira, estão para além dos jogadores principais da equipa, com a excepção de Raul Meireles, Bruno Alves, Álvaro Pereira e Fucile, ainda ausentes devido ao Mundial, uma mão cheia de jovens jogadores que, o novo Treinador Villas-Boas fez questão de se rodear, sendo um sinal altamente positivo e inequívoco,na aposta de sangue fresco neste renovado Porto.

Estou com bastante fé neste binómio, Treinador / Jogadores, para esta época de 2010/2011, pois tudo indica que, voltou-se novamente a trabalhar à Porto, após uma época atípica, descrente, balofa e de má memória para o FCP e para o Futebol Português, devido como todos sabem, fundamentalmente aos inúmeros casos polémicos que, foram patrocinados por quem mais obrigação teria de evitar polémicas.

Todos esperamos que essa nódoa,para sempre marcada no Futebol Português,no ano 2009/2010,jamais se repita, para bem do desporto nacional e da verdade desportiva.
Ano novo, vida nova!

Este que vos estima