Mostrar mensagens com a etiqueta Tricampeão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tricampeão. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 17 de março de 2014

Vutória da Calimerice

O Sporting derrotou o FC Porto. Como tem sido clássico nas últimas rondas, a vitória dos Leões foi conseguida graças a um golo de Slimani. O conjunto Leonino tem agora mais cinco pontos que os Tricampeões Nacionais e menos quarto que o líder Benfica.
Quando Martin Lee Gore escreveu e ajudou a interpretar a música Enjoy the Silence, dos Depeche Mode, longe estava a banda Britânica - e os milhões de fiéis seguidores - de imaginar o duelo entre Sporting e FC Porto. O clássico no futebol Português aconteceu mais de 24 anos depois do clássico musical. Ora, mais de duas décadas depois o hit dos Depeche Mode reescreveu-se mas, desta vez, num relvado de futebol. A banda de Português não tem nada. Apenas a música os liga a este jogo que tem sempre "janelas" para a Europa e para o Mundo.
O FC Porto, é certo, tem dominado os últimos Campeonatos, mas isso não faz diminuir o desejo e a pressão dos adeptos Portistas que querem sempre mais conquistas. Apesar do natural favoritismo com que arrancou para a temporada, por ser o Campeão, a defesa do Título tem revelado um FC Porto menos fulgurante do que em outras temporadas. 
Já o Sporting, por seu lado, entra na recta final da época na luta pela conquista do Título e tinha no duelo com os Dragões francas possibilidades de ganhar uma confortável vantagem para garantir, desde logo, o segundo lugar.
Em Alvalade, o Sporting procurava uma vitória para continuar a ter "uma palavra" na luta pelo título. Do outro lado, o elenco Azul e Branco procurava os três pontos para o mesmo objectivo e, desde já, "roubar" o segundo lugar aos Leões. O jogo de Alvalade permitia, assim, definir melhor a luta pelo Título e também a vice-liderança da classificação.
Ainda antes da bola rolar no relvado, já a polémica estava instalada. Olegário Benquerença começou por ser o árbitro escolhido para este jogo, mas, um dia depois (com a justificação de uma indisponibilidade física), o Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol alterou a nomeação de Benquerença pelo também internacional Pedro Proença.
Os dois rivais entraram em campo separados por apenas dois os pontos, depois de uma semana marcada por fortes críticas à arbitragem por parte do Sporting, no seguimento do empate em Setúbal (2 x 2). Os adeptos e responsáveis do Sporting, sobretudo eles, não esconderam a insatisfação com as arbitragens mais recentes.
«Feelings are intense. Words are trivial. Pleasures.» Traduzindo: «Os sentimentos são intensos. As palavras são insignificantes». Assim cantam os Depeche Mode , assim é o futebol jogado dentro das quatro linhas onde contam (apenas) os golos para as vitórias e o espectáculo.
Na distribuição das equipas, Leonardo Jardim voltou a deixar Montero no banco, tal como Carrillo e Heldon. O técnico dos Leões fez avançar Rui Patrício para a baliza. A defesa teve Cédric, Eric Dier no lugar do castigado Maurício, Marcos Rojo e Jefferson. No miolo, Adrien Silva teve a companhia de André Martins e William Carvalho. O ataque esteve a cargo de Slimani que foi municiado por Capel e Mané.
Do outro lado, Luís Castro apostou no onze esperado. Helton defendeu a baliza e teve na sua frente, Danilo, Abdoulaye, Mangala e Alex Sandro. No meio-campo, Carlos Eduardo e Defour fizeram companhia a Fernando, enquanto que o ataque, com naturalidade, teve Jackson Martínez a ser "servido" por Varela e Ricardo Quaresma. 
Quando o árbitro apitou para o começo do clássico, os jogadores de Sporting e FC Porto tinham o destino nas suas mãos. Esqueceram o que se passou na semana que antecedeu o Clássico e limitaram-se a fazer o que melhor sabem: jogar futebol. Ou como dizem os Depeche Mode «all I ever wanted. All I ever needed. Is here in my arms.» Traduzindo: «Tudo que eu sempre quis. Tudo que eu sempre precisei. Está aqui nos meus braços». E estava mesmo! Eram 22 jogadores e muita ambição de vencer.
Desde cedo, o Sporting procurou mostrar ao que ia. Mais forte, mais rápido e com maior esclarecimento na circulação de bola, os Leões tentaram mostrar argumentos perante os Tricampeões Nacionais. Às investidas do Sporting, o FC Porto respondia com maior serenidade e algumas transições rápidas de Ricardo Quaresma. Mas faltava sempre, ou quase, eficácia.
A primeira situação de perigo nasceu dos pés de Slimani. Aos 11 minutos, o Argelino apareceu na cara de depois de Helton mas o guarda-redes Portista estava atento e cortou a bola, depois de um erro defensivo de Alex Sandro. Pouco depois, aos 16', Quaresma deixou Cédric com os "olhos trocados", cruzou para Varela rematar e Rui Patrício fazer uma defesa em grande estilo e evitar o golo Azul e Branco. Aos 29', Quaresma voltou a obrigar Rui Patrício a defesa de recurso, depois de um remate cruzado em jeito; a bola foi ao ferro. Sorte para os leões, já que Patrício estava batido.
Até final da primeira parte o jogo continuou muito intenso, muito forte, com as duas equipas a entregaram-se ao jogo com muita atitude. Ainda assim, Jackson Martínez, no centro da área, cabeceou ao lado, quando tinha tudo para abrir o marcador, após uma jogada de entendimento entre Quaresma e Danilo.
Do intervalo vieram os mesmos. Sempre fiel ao seu ADN, o Sporting tentou chegar perto das redes de Helton em actos pensados e cirúrgicos. Exemplo: Dier, aos 48', em livre frontal direto contra o FC Porto a 30 metros da baliza, rematou perto das redes de Helton.
Aos 51', Helton fez uma defesa enorme e evitou o golo de Carlos Mané que cabeceou ao primeiro poste. Na recarga, Slimani atirou por cima. Estava dado o aviso para o que ia acontecer minutos mais tarde.
Um minutos depois, aos 52', William Carvalho meteu para André Martins um passe em profundidade. Martins, que estava em posição irregular, tirou um cruzamento para Slimani cabecear à vontade para o fundo da baliza de Helton. 
Aos 54', o argelino tentou o segundo golo, após uma investida de Carlos Mané. Valeu ao FC Porto que o avançado do Sporting se atrapalhou e perdeu a oportunidade de ampliar o marcador.
Pouco depois o azar bateu "à porta" de Helton. O guarda-redes Azul e Branco lesionou-se sozinho numa saída de bola e teve que ser rendido por Fabiano. Enquando foi retirado em maca, os adeptos presentes em Alvalade levantaram-se para bater palmas a Helton.
O jogo partiu depois para vários momentos de quebra no ritmo. As substituições e paragens retiraram, necessariamente, gás ao duelo. Nas bancadas - ocupadas por 36 mil 692 adeptos - os adeptos do Sporting iam fazendo a festa. Já os Portistas que se deslocaram a Alvalade acreditavam na sua equipa e não deixavam de incentivar os Dragões.
Os últimos minutos da partida viram o FC Porto em busca do golo e um Sporting a tentar aproveitar para levar perigo às redes de Fabiano em transições rápidas. Jackson Martínez deixou em estado de nervos a Nação Azul e Branca. O Cha Cha Cha, depois de Rui Patrício perder a bola, rematou, mas Dier esticou-se e evitou o golo do empate.
Aos 90', Fernando foi expulso com vermelho directo, depois de um lance com Montero. O médio Portista não reclamou da decisão de Pedro Proença. Pouco depois o árbitro apitou para o final. Os três pontos ficaram em Alvalade. 

Retirado de zerozero 

Melhor em Campo: Fernando

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Pior que a derrota foi a exibição

Numa jornada em que era importante para o FC Porto não escorregar de modo a que, no mínimo, não deixasse o Benfica e o Sporting ampliarem a vantagem na tabela classificativa e para na próxima ronda poder aproveitar da melhor forma o facto de Águias e Leões se defrontarem no Estádio da Luz, os Dragões foram travados pelo Marítimo no Estádio dos Barreiros, tendo perdido por 1 x 0.
 
Os Tricampeões Nacionais não entraram bem no jogo e por isso permitiram que o Marítimo ganhasse confiança desde os primeiros minutos. Com isso, os Insulares começaram por ser mais perigosos e foram-se aproximando da baliza de Helton, enquanto o FC Porto não conseguia subir no terreno e afastar os jogadores da casa de uma zona de acção mais perigosa.
 
Consequência da forma como começou o jogo, o Marítimo conseguiu ganhar uma grande penalidade aos 12 minutos, num lance em que Danilo não chegou a tempo à bola e acabou por tocar no pé de Danilo Pereira, fazendo com que o árbitro, e bem, assinalasse o penálti. Na conversão, Derley, melhor marcador dos Madeirenses esta temporada, bateu Helton e colocou os da casa na frente do resultado.
 
O FC Porto demorou a reagir e apenas aos 26 minutos é que conseguiu criar algum perigo junto da baliza de Salin, com o guarda-redes do Marítimo a levar a melhor num lance aéreo sobre Jackson Martínez. Além desta situação, só Ricardo Quaresma, dez minutos mais tarde, deu um ar da vontade dos Dragões em mudar o resultado, rematando ao lado na conversão de um livre à entrada da área.
 
Até ao intervalo não se viu mais nada do FC Porto, pertencendo a última oportunidade ao Marítimo, com Márcio Rozário, já em tempo de compensação, a rematar muito perto do poste da baliza à guarda de Helton.
 
Ao intervalo, era claramente notório que o FC Porto tinha que fazer mais para conseguir chegar ao empate, pois pelo pouco que jogou na primeira parte, embora mérito tenha que ser dado ao Marítimo pela segurança defensiva, os Insulares estavam confortáveis na frente do resultado, mesmo não tendo precisado de correr mais do que os Azuis e Brancos.
 
Por isso, era expectável que Paulo Fonseca mudasse algo na equipa no decorrer da segunda parte para ir em busca do empate, mas antes de qualquer alteração os Dragões estiveram perto do empate em dois lances consecutivos. Primeiro, aos 57 minutos, Ricardo Quaresma (claramente o que mais tentou remar contra a maré desfavorável dos Dragões) obrigou Salin a defender com dificuldades um remate cruzado. Logo a seguir foi Josué quem, com um remate em jeito, fez com que o guarda-redes voltasse a brilhar.
 
A segunda parte estava a ser dominada pelos visitantes mas entretanto, já com Juan Quintero no lugar de Defour, o FC Porto viu Helton fazer uma grande defesa após um remate de Derley, naquele que foi o único lance de perigo dos comandados de Pedro Martins ao longo de toda a etapa complementar. Foi uma espécie de sacudir de pressão por parte dos Insulares, que viram, pouco depois, Silvestre Varela a ter uma boa ocasião para marcar, mas a bola saiu ao lado.
 
A sorte não queria nada com o FC Porto e Paulo Fonseca tudo tentou fazer para contrariar isso. Colocou Ghilas no lugar de Varela e nos últimos dez minutos jogou apenas com três defesas, metendo em campo Licá no lugar de Maicon. Mas de nada valeu, pois, apesar das tentativas, o FC Porto perdeu frente ao Marítimo e o resultado pode colocar os Dragões a seis pontos da liderança.
 
O Marítimo, por sua vez, limitou-se a defender na segunda parte após uns primeiros 45 minutos de jogo em que discutiu o encontro olhos nos olhos com os Tricampeões Nacionais, sabendo jogar, também, com a insegurança do adversário, que alinhou sem dois jogadores que até esta jornada foram quase sempre opção no meio-campo: Fernando, que esteve de saída e segundo o boletim clínico está lesionado, e Lucho, que saiu para o Catar.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Ricardo Quaresma

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Arte na terra do café

Passagem perfeita do FC Porto por Bogotá, na Colômbia, com a segunda vitória na Copa EuroAmericana a escrever-se em tons de goleada (4 x 0). Danilo destacou-se entre os "assaltantes" Azuis e Brancos ao apontar os primeiros três golos do conjunto orientado por Paulo Fonseca.
 
O técnico Portista deu a titularidade aos reforços Josué e Licá, recuperando Helton, Danilo, Otamendi, Abdoulaye, Castro, Kelvin, Lucho e Jackson, com Alex Sandro a manter-se como dono do lado esquerdo da defesa Azul e Branca.
 
Num encontro que na primeira parte teve poucos motivos de interesse, o grande destaque vai mesmo para o golo inaugural do Campeão Nacional, da autoria de Danilo. O lateral direito brasileiro arriscou a jogada individual e foi feliz, fabricando a solo a vantagem Portista com um remate de pé esquerdo à entrada da área adversária. O FC Porto foi dominador nos primeiros 45 minutos, mas o ritmo de jogo foi lento e poucas ocasiões de golo foram criadas pelos comandados de Paulo Fonseca, que no entanto mantiveram as investidas do Millonarios longe da baliza de Helton, ao contrário da primeira parte do encontro anterior, diante do Anzoátegui.
 
Na segunda parte, o desequilíbrio de forças entre o Campeão Colombiano e o Tricampeão Português acentuou-se em definitivo com a expulsão de Yohnny Ramirez, aos 57 minutos, numa altura em que o FC Porto já vencia por 2 x 0, depois de quase uma hora de domínio controlado. Antes, aos 52 minutos, já Danilo havia bisado na partida, desta feita na marcação de um livre direto.

Depois, a expulsão nos Colombianos e o resto da passadeira estendida ao convidado Português... e Danilo foi quem mais se aprumou para a passear, fechando a noite de sonho com o hat-trick aos 72 minutos, novamente na cobrança de um livre directo.
 
O ponto final deste ´golpe´ perfeito pertenceu a um homem da casa. E que golpe! Jackson Martínez assinou o golo da noite - sem tirar brilho aos livres de Danilo - "sentando" um defesa e o guarda redes antes do chapéu final.
 
Contas feitas, a digressão pela Venezuela e Colômbia resultou em duas vitórias para os Azuis e Brancos, que assim se mantêm 100 por cento vitoriosos na sua pré-temporada, tendo já disputado cinco encontros particulares. O próximo desafio da turma de Paulo Fonseca será no Estádio do Dragão, onde o Campeão Nacional fará a sua apresentação da equipa aos sócios diante do Celta de Vigo.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Nico Otamendi

domingo, 21 de julho de 2013

Olhar os Rivais: SL Benfica

Estamos ainda em pré temporada mas é importante que no Futebol Clube do Porto se comece a olhar para os Rivais não descurando nunca o trabalho que tem de ser feito a nível interno até porque o Plantel Portista ainda é algo desequilibrado.
 
Penso que já é por demais conhecida a forma como o SL Benfica de Jorge Jesus se comporta. Muita garra, muita corrida, muito físico, muita organização e sobretudo muita matreirice. O Benfica de Jesus é aquele tipo de equipa que tem sempre os olhos postos na baliza adversária e geralmente sabe o que tem de fazer para vencer os seus jogos dando também espectáculo.
Por norma no Reino do Dragão há a perigosa tendência para se desvalorizar o trabalho de Jorge Jesus. È verdade que o Treinador é um bronco que não sabe dizer duas frases num Português correcto, assim como é verdade que o homem é tão habilidoso mas em quase quatro épocas na Luz apenas ganhou um Título de Campeão e foi preciso sabe-se o quê para tal, mas também é verdade que Jorge Jesus vai aprendendo com os erros.
 
Senão vejamos, o Benfica Campeão de Jorge Jesus sofria de vertigens atacantes e esquecia-se de atacar. O da época seguinte foi bem diferente para melhor e o da temporada anterior foi de tal forma sólido que permitiu que a Equipa da Luz pudesse marcar presença numa Final Europeia e na Final da Taça de Portugal. Perdeu tudo mas não deixou de dar luta e praticar bom futebol. Foi assim de tal forma que a determinada altura já ninguém acreditava no FC Porto Tricampeão.  
Esta temporada que está quase a começar não vai ser diferente. Jorge Jesus está muito pressionado porque já são muitos anos na Luz sem nada vencer e também promoveu a contratação de uma palete interminável de Jogadores, mas no meio de tanta malta o Rival da segunda Circular até que conseguiu contratar Jogadores interessantes que se começarem bem a época vai ser um problema para os lados do Clube Azul e Branco.
 
Matic (se ficar) e Sulejmani acrescentam algo mais a este Benfica. E há que ver que Lima continua na Luz o que vai fazer com que Cardozo não seja recordado a não ser pela tentativa de agressão a JJ no Jamor. Markovic parece ser um reforço de valor e Steven Vitória trouxe alternativas a Jardel e outros tais. Para mais a Águia parece ter resolvido o problema que tinha na ala esquerda da sua defesa com a contratação de Sílvio e Cortez (este último está emprestado pelo São Paulo). E ainda está para vir o Português Pizzi que fez uma boa época em Espanha.   
Em resumo, o Benfica 2103/14 é ainda uma caixinha de surpresas daí que seja mm manifestamente importante que o Futebol Clube do Porto olhe com cautela para este adversário apesar de Paulo Fonseca parecer estar a construir uma equipa bem melhor que a de Vítor Pereira. Acima de tudo a caminhada para o Tetracampeonato vai ser tudo menos fácil e o Benfica vai com toda a certeza ser uma tremenda pedra neste caminho.

domingo, 14 de julho de 2013

Vitória da solidez

No primeiro teste a «sério» na pré-temporada, o FC Porto construiu uma vitória por números interessantes sobre o Marseille (3 x 0), sendo que o triunfo da equipa orientada por Paulo Fonseca foi conseguido com um golo na primeira parte e outros dois na etapa complementar.
 
O treinador dos Tricampeões Nacionais escalou um 11 em que apenas Jorge Fucile e Josué não faziam parte do plantel do FC Porto na época passada mas no começo do encontro teve que contar com uma atitude forte por parte do Marseille, valendo nessa altura a solidez defensiva, o guarda-redes Helton e também a ineficácia dos avançados Franceses para manter a baliza inviolável.
 
Os Dragões tinham mais bola mas pouco conseguiam fazer com ela, algo que mudou aos 29 minutos, altura em que Marat Izmaylov inaugurou o marcador na recarga a um primeiro remate de Kelvin, que tinha batido na barra.
 
A partir daqui o FC Porto começou a superiorizar-se ao adversário, que viria a ficar reduzido a dez elementos a poucos minutos do intervalo, depois de Jérémy Morel ter agredido Jorge Fucile.
 
Na segunda parte, com mais um jogador mas com bastantes alterações no 11, o FC Porto entrou bem e demorou apenas 11 minutos para ampliar a vantagem, com Jackson Martínez, após assistência de Defour, a bater o guarda-redes Brice Samba.
 
No entanto, o melhor golo do jogo ficou reservado para Juan Iturbe. O jovem Argentino, aos 76 minutos, recebeu a bola na direita e com um remate de longa distância rematou sem qualquer hipótese de defesa para o guarda-redes do Marseille, fechando com um golaço o resultado no encontro mais complicado dos Tricampeões Nacionais até ao momento.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Kelvin

quarta-feira, 26 de junho de 2013

O Cantinho das Modalidades

Bilhar
 
O FC Porto sagrou-se no passado Domingo Tricampeão Nacional da I divisão de três tabelas ao vencer, na última jornada da "final six", o Leça Futebol Clube por 3,5 x 0,5.

A equipa Portista, composta por Dick Jaspers, Torbjorn Blomhdal, Santos Oliveira e Rui Manuel (João Ferreira substituiu este último contra o Sporting), terminou em primeiro lugar após uma caminhada notável em que só somou triunfos.

Em Almada, cidade onde decorreu o evento, o FC Porto começou por ultrapassar o CB Amadora por 3,5 x 0,5 na primeira jornada e venceu o Benfica por 4 x 0 na segunda jornada. No terceiro jogo, a equipa Portista derrotou o Bilhar Clube do Porto pelo mesmo resultado e, na quarta jornada, levou de vencida o Sporting por 3 x 1.

No último jogo, a classe dos jogadores Portistas impôs-se frente à equipa do Leça, culminando na revalidação do Título.
 
Hóquei em Patins
 
O FC Porto Império Bonança conquistou no último Sábado a Taça de Portugal ao bater a Oliveirense por 5 x 3 na Final da Final Four que decorreu no Pavilhão Municipal de Barcelos.

Depois da reconquista do Campeonato, os Dragões impuseram a sua força na Taça de Portugal, um troféu que já fugia desde a época 2008/09. No que diz respeito a dobradinhas, foi a 11.ª do historial Portista.

Frente ao vencedor das duas últimas edições da Taça de Portugal, o FC Porto Império Bonança desde cedo procurou impor o seu jogo, pressionando alto e apostando em transições rápidas, uma das imagens de marca do conjunto comandado por Tó Neves.

O FC Porto Império Bonança conquistou a 14.ª Taça de Portugal da história e assume-se como a equipa com mais triunfos nesta competição.

A equipa orientada por T Neves alinhou e marcou da seguinte forma: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura (2), Ricardo Barreiros (2) e Jorge Silva. Jogaram ainda: Caio, Hélder Nunes, Vítor Hugo e Tiago Losna.

domingo, 2 de junho de 2013

Carta aberta a Vítor Pereira

Caro Vítor Pereira
 
Antes de mais espero que não te importes que me dirija à tua pessoa na primeira pessoa do singular mas aquilo que tenho para te dizer será por ti melhor entendido se for desta forma do que se eu utilizar um vocabulário mais elaborado. Desta forma nada ficará pro dizer e acredito que tu não levarás a mal esta minha ousadia.
 
Escrevo-te na qualidade de Adepto e Sócio do Futebol Clube do Porto (também adepto do Real Madrid CF mas isto não interessa para agora) e quero por este meio manifestar a minha preocupação pela tua demora em confirmares que irás continuar como Treinador do nosso FC Porto (sim, eu sei que também tens um Coração de Dragão).
 
Preocupa-me que ainda não tenhas renovado o teu contrato com o nosso Clube. Não consigo perceber o que te impede de levar a cabo uma coisa tão natural como renovar um contrato com um Clube que fizeste Campeão nacional por duas vezes e onde acabaste por dar continuidade ao excelente trabalho de André Villas-Boas. Jesualdo Ferreira fez o que fez no Reino do Dragão e sempre que se sagrou Campeão Nacional renovou o seu vínculo contratual tendo saído somente quando “apenas” conquistou uma Taça de Portugal. Pergunto-me porquê razão não fazes tu o mesmo Vítor?
 
È por causa dos Adeptos? Se for então fazes mal em dar ouvidos a quem a maioria das vezes é cego. Os Adeptos, dos mais antigos aos mais novos, vivem somente dos resultados e se para eles num dia tu és uma tremenda Besta no outro é o Herói da Vida deles. Vê por exemplo o que aconteceu a Mourinho em Madrid onde nas Temporadas anteriores este foi o D- Sebastião que os ia conduzir a vitórias em todas as Competições e agora até tem a distinta lata de o assobiar em pelo Bernabéu. Adepto é assim mesmo e tu Vítor deves dar-lhes a relativa importância quem merecem.
 
Mas será que não renovas o contrato com o nosso Clube porque ambicionas algo mais? Se me permites penso que aqui também estás equivocado, pois ainda te falta vencer muita coisa aqui pelo nosso Portugal e na Europa ainda tens muito mais para mostrar. Tens dois Campeonatos e duas Supertaças Cândido de Oliveira no teu currículo de Treinador Principal mas falta-te ainda uma Taça de Portugal e ir mais longe na Europa do Futebol. Para mais estás a evoluir e estás a dar continuidade a uma filosofia de jogo que o teu antecessor te deixou e que pareces ter perdido a meio da tua primeira Temporada á frente do nosso Porto. Como podes verificar Vítor ainda tens muito para fazer no Futebol Clube do Porto.
 
Sei pela voz de Pinto da Costa que o problema não está no teu ordenado. E sei também que na próxima Época tu vais ter um Plantel com mais opções Vítor e se tu com um plantel tão curto conquistaste o Tricampeonato derrotando o melhor SL Benfica de sempre, então com um plantel com mais opções irás com toda a certeza fazer muito melhor.
 
Por isto Vítor Pereira, renova lá o contrato de uma vez e deixa-te de tretas. Eu pelo menos conto contigo mesmo sabendo que és Humano!
 
Cumprimentos deste teu amigo Portista e Madridista.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Habemos um INVICTO TRICAMPEÃO!!!

O FC Porto é Tricampeão Nacional. Os Portistas revalidaram o Título, no passado Domingo, ao vencerem o Paços de Ferreira (0 x 2), em encontro da 30.ª e última jornada da Liga portuguesa.
O FC Porto chegou a Paços de Ferreira com a intenção de carimbar o seu 27.º título de Campeão Nacional. No estádio Capital do Móvel, os Dragões tinham tão somente pela frente a equipa sensação da temporada, o Paços de Ferreira.
A equipa treinada por Paulo Fonseca, que andou a semana toda a festejar o histórico apuramento para a Liga dos Campeões, não tinha pressão mas tinha uma festa de arromba no centro da cidade à espera.
Seja como for, o FC Porto entrou com a certeza de que uma vitória lhe valia o Título, sem outras contas ou complicações. Para o Paços de Ferreira a matemática era ainda mais simples: o terceiro lugar não deixaria de ser Pacense.
Foi, portanto, num clima de enorme euforia que as duas equipas chegaram ao palco do jogo. O autocarro Azul e Branco chegou à Mata Real em clima de apoteose, tendo mesmo dificuldades para serpentear o mar Azul que inundou a cidade Pacense.
Estava tudo pronto para as grandes decisões, que ficaram reservadas para uma electrizante última jornada. Nas apostas iniciais dos técnicos, sem surpresa, Defour ocupou o lugar do lesionado Fernando. Na equipa do Paços de Ferreira, Jaime Poulson substituiu o atacante Cícero.
O jogo começou com equilíbrio em ambos os lados e as equipas estudavam-se. Os Portistas iam, porém, tendo um maior ascendente mas sem chegar com perigo às redes do Paços de Ferreira. O primeiro lance digno desse nome chegou aos sete minutos. Lucho apareceu pela direita, ao segundo poste, e rematou de primeira, depois de um cruzamento de Varela. A bola passou ao lado das redes de Cássio.
Seria, no entanto, El Comandante a colocar o FC Porto na frente do marcador. O Argentino, aos 23 minutos, converteu uma grande penalidade polémica de Ricardo sobre James Rodríguez. O árbitro da partida entendeu que o central Pacense travou o Colombiano dentro da área, quando El Bandido ia isolado. A ter acontecido contacto... é fora da área. Ainda assim, o juiz não hesitou. Penálti e expulsão do homem do Paços de Ferreira. Chamado a marcar, Lucho colocou o FC Porto na frente.
A equipa da Mata Real, até aqui concentrada em defender e espreitar o contra-ataque, viu-se obrigada a baixar (ainda mais) o ritmo de jogo já bem baixo. O FC Porto tinha as portas abertas para o Tricampeonato.
Até final da primeira parte, os Azuis e Brancos ainda criaram algumas ocasiões de perigo mas o resultado manteve-se.
No regresso dos balneários, o técnico do Paços de Ferreira trocou Manuel José por Christian Irobis. O Nigeriano, aos 48 minutos, quase marcava na sequência de um cabeceamento. Um minuto antes, foi o FC Porto quase a fazer o segundo. Varela cruzou e Jackson, de cabeça, obrigou Cássio a uma defesa de elevado grau de dificuldade.
Mas os Dragões, sempre em busca de resolver a partida e preparar os foguetes, ampliaram a vantagem, aos 52 minutos, por Jackson Martínez. OCha Cha Cha, após lance de bola parada, recebeu a bola de Lucho, dominou e rematou em rotação! Jackson Martínez carimbava também o nome do Paços de Ferreira na sua lista de vítimas. Os Castores eram a única equipa, em Portugal, a quem o Colombiano nunca tinha marcado.
Na história do jogo, passamos para a expulsão de Danilo. O Brasileiro recebeu ordem de saída pelo árbitro, por duplo amarelo, aos 56 minutos, depois de uma entrada sobre Diogo Figueiras; Danilo esqueceu-se que já tinha um amarelo. Os dois conjuntos estavam agora em igualdade de circunstâncias no que tocava ao número de elementos em campo; dez contra dez.
Empurrados pelos milhares de Portistas que marcaram presença no estádio Pacense, o FC Porto quase fazia o terceiro por Lucho, aos 69'; O Argentino acertou no poste da baliza de Cássio, que já estava batido.
No entanto, o jogo era fraco e continuava a um ritmo de passeio. Um passeio que até podia ter sido mais complicado. É que aos 76 minutos os Castores pediram grande penalidade por mão de Otamendi. O árbitro não atendeu aos pedidos dos homens da casa.
Até ao fim, tempo ainda para a entrada de Kelvin e Liedson, os jogadores que resolveram a partida com o Benfica, no Dragão, e colocaram os Portistas no primeiro lugar.
A partida chegou ao tempo de descontos e a festa era grande por todos; Portistas e Pacenses. O apito final foi apenas e só um acto formal. O Paços de Ferreira perdeu por duas bolas a zero mas está na Liga dos Campeões. Já o FC Porto, esse, volta a ser Campeão.
 
Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Lucho Gonzalez
 

domingo, 12 de maio de 2013

Tri à vista!!!

Ponto final, parágrafo. Ou quase. O FC Porto tem as portas do Título Nacional abertas, a não ser que não consiga passar em Paços de Ferreira e o Benfica ganhe, na Luz, com o Moreirense, na derradeira jornada. Os Portistas, ao cair do pano, derrotaram o Benfica por 2 x 1, em encontro da 29.ª jornada da Liga Portuguesa.
FC Porto e Benfica apresentaram-se no Dragão com a ideia fixa de escrever mais um pedaço de história neste Campeonato. Os Clássicos entre rivais - ninguém nega, todos o sabem - vivem-se, sentem-se e respiram-se de uma forma diferente dos restantes duelos.
O 225.º confronto oficial entre Dragões e Águias (em todas as competições) foi aparentemente - só aparentemente - igual a outros tantos: sorrisos de um lado, tristeza do outro e muita picardia. Foi igual em quase tudo. Quase, menos numa pequena (para muitos grande) coisa. Do lado Azul e Branco era impensável imaginar o Benfica a fazer a festa de Campeão no seu palco sagrado. Os Encarnados, porém, chegavam perseguidos ainda por um outro pensamento com toques de pesadelo: «O Benfica não pode perder este ano o Campeonato, outra vez».
A noite Portuense, algo fria neste mês de Maio, contrastava com a rivalidade bem quente entre os adeptos. O Estádio do Dragão, esse, estava em "ponto de rebuçado" para a decisão do Título de Campeão Nacional.
Chegado ao palco Portista com a necessidade de vencer ou empatar, para não depender do resultado dos Nortenhos na última jornada, o Benfica procurou segurar-se frente a um FC Porto forte e suportado emocionalmente pelo seu público. A casa Azul e Branca encheu. Emoção, crença, lealdade. Tudo ao rubro.
Ao Benfica dois resultados interessavam: vencer e arrumar a questão, ou empatar e permanecer com dois pontos de avanço antes da última jornada. Para os homens da casa, por seu lado, a matemática exigia uma vitória. No entanto, se os Azuis e Brancos sabiam que um triunfo os recolocava no topo da tabela, sabiam também que isto, ao contrário de gerar uma dinâmica de conquista, podia provocar alguma ansiedade no grupo, complicando, desse modo, o duelo frente ao Benfica.
Nesta recta final do Campeonato, quando tudo se decide, os Encarnados realizavam o seu 53.º jogo oficial da temporada. O FC Porto, há algum tempo a realizar apenas um encontro por semana, apresentava (teoricamente) um desgaste menor mas, por outro lado, uma necessidade maior de vitória; os Portistas estão fora das provas europeias e da Taça de Portugal.
O recente empate das Águias, em casa, com o Estoril (1 x 1) desbaratou o avanço de quatro pontos, que ia imperando na frente da classificação, e reacendeu a "chama" do Dragão na luta pelo Título. Ainda assim, o Benfica entrou líder em campo com dois pontos de vantagem.
Na distribuição das equipas, Vítor Pereira maquilhou o "seu Porto" com o onze de gala. Alex Sandro recuperou o seu espaço no lado esquerdo do eixo defensivo, enquanto que Varela foi aposta no corredor atacante. Do outro lado, sem surpresa, Jorge Jesus apostou em Enzo Pérez. André Almeida fez a vez de Melgarejo na lateral-esquerda e Lima foi a referência no ataque. O flanco esquerdo, esse, ficou para Ola John. Gaitán jogou como número «10» dos Encarnados.
Um clássico, sobretudo com a carga decisiva como este, subtrai também racionalidade em razão da emoção aos jogadores. Não são máquinas, são homens de carne e osso e sentem o que se passa em redor deles.
A entrada em jogo dos Portuenses foi pressionante e ao longo dos primeiros 45 minutos repetiram-se alguns lances de perigo junto à baliza de Artur. Ainda assim, Lima nunca deixou que os Portistas se entusiasmassem e foram dele as poucas acções do Benfica.
Numa delas, o Brasileiro abriu mesmo o marcador, aos 19 minutos. Maxi Pereira lançou longo, os jogadores de ambas as equipas lutaram dentro da grande área e a bola acabou por sobrar para Lima, que emendou ao segundo poste! Estava feito o primeiro, era a festa dos adeptos Benfiquistas no Dragão.
Não duraria muito, no entanto. É que aos 25 minutos o FC Porto empatou. Varela, na esquerda, cruzou, a bola bateu em Maxi Pereira e acabou por trair Artur Moraes, que não conseguiu evitar o golo. Euforia na plateia Azul e Branca. Estava feito o empate.
Até final da primeira parte, o Benfica foi gerindo o resultado e deu a iniciativa de jogo ao FC Porto. No entanto, o resultado manteve-se empatado a um golo. Os homens da casa venciam apenas na posse de bola; 61 por cento contra 39 do Benfica.
Assim como na primeira, foi a segunda parte. O Benfica andou às voltas com nova entrada vertiginosa do FC Porto. Aos 49 minutos, por exemplo, Varela quase fazia o segundo, depois de um remate no lado esquerdo do ataque Portista. Valeu ao Benfica a "sapatada" de Artur Moraes na bola.
Depois da hora de jogo o FC Porto baixou o ritmo e o Benfica tentava sair em ataque rápido. Contudo, dava sempre mais FC Porto na partida. O Estádio do Dragão parecia agora mais adormecido. O animador do palco Portista, durante uma pausa no jogo, chegou mesmo a pedir no sistema sonoro: «Acorda, Dragão».
Nos últimos cinco minutos do tempo regulamentar, James Rodríguez tinha tudo para fazer o segundo do clube Azul e Branco. El Bandido apareceu na cara de Artur mas atirou ao poste. Vítor Pereira, no banco, nem queria acreditar no que acabava de falhar o jogador Colombiano.
Jesus, do outro lado, pedia à sua equipa para subir no terreno. O Dragão puxava pela sua equipa, os Benfiquistas iam roendo as unhas. Já ninguém estava sentado. A adrenalina disparava. Um golo, nesta altura, decidia, por certo, o resultado final e o Campeonato.
Já em tempo de descontos o Dragão deitou fogo. Kelvin, que já tinha resolvido o duelo com SC Braga, rematou forte e colocado para o fundo da baliza de Artur Moraes. Loucura no Dragão. Os adeptos chegaram mesmo a invadir o campo depois do golo e deram trabalho à Polícia e aos Seguranças do estádio.
Chegaria, pouco depois, o apito final. Há troca de líder no topo da classificação e já cheira a Campeão na Invicta.
 
Retirado de zerozero

Melhor em Campo: Silvestre Varela