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domingo, 27 de agosto de 2017

Pedreira será termómetro para um dos líderes

Depois de três vitórias iniciais no campeonato, o FC Porto é, quando estamos na entrada da quarta jornada, um dos líderes do campeonato. A equipa de Sérgio Conceição entrou de forma positiva na época - três vitórias e ainda nenhum golo sofrido -, mas, até este encontro, a equipa portista não tinha sido obrigado a um teste deste grau de dificuldade. É que em Braga, apesar das hesitações de início de época, mora uma equipa recheada de bons valores.

Recorde-se que nas duas últimas épocas, em Braga, o FC Porto colocou em perigo as aspirações ao título - derrota por 3x1, em 2015/2016, e empate a uma bola, na época passada.
 
Verticalidade ou criatividade? Eis a questão

Com a lesão de Soares, Sérgio Conceição terá apenas uma grande dúvida no encontro de amanhã. Marega tem atuado ao lado de Aboubakar, e o antigo jogador do Marítimo tem dado conta do recado, num estilo muito vertical, objetivo e poderoso. Ainda assim, o técnico azul e branco já testou a solução Otávio...

Com o médio brasileiro na equipa, o figurino muda um pouco. Em vez da força e da verticalidade de Moussa Marega, com Otávio em campo, o FC Porto pode assumir um jogo mais de controlo e de posse. Recorde-se ainda que, quando estava emprestado ao Vitória de Guimarães, Otávio brilhou no dérbi do Minho. O técnico dos vimaranenses era...Sérgio Conceição.
 
Terminar com as entradas em falso

No Sporting de Braga, Abel Ferreira já atingiu o primeiro objetivo da temporada. Depois de duas eliminatórias muito sofridas, os bracarenses estão agora, do ponto de vista mental, mais libertos para encarar esta partida. O técnico arsenalista já apontou aos quatro primeiros lugares, mas para que isso aconteça, a equipa não pode cometer os erros (defensivos) que tem cometido. É que começar quase sempre a perder pode ser fatal, agora diante de um rival mais poderoso.

A Pedreira está pronta para medir as temperaturas das duas equipas. 
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Retirado de zerozero

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Vincent III

imagem retirada de zerozero
Dos três jogos oficiais que vi o Futebol Clube do Porto disputar, este diante do Moreirense FC, foi o que mais me agradou. É um facto indesmentível que a equipa de Manuel Machado nada fez senão tentar o famoso “pontinho”, mas gostei imenso da forma como os azuis e brancos se comportaram numa partida onde estes eram super favoritos. Repito, o adversário de hoje pouco ou nada fez durante os 90 e poucos minutos da partida, mas confesso que fiquei satisfeito com a segurança de passe que a equipa portista mostrou.

Também gostei de ver a iniciativa de Sérgio Conceição de gerir – um pouco - o esforço dos seus comandados num dia de extremo calor. É também um facto que apenas se viu uma pequena mudança no onze inicial (Maxi no lugar de Ricardo), mas na segunda parte Conceição aproveitou a vantagem de dois golos para aprimorar algumas das alternativas ao seu já habitual 4x4x2. Não terá sido uma exibição brilhante a do seu 4x3x3 com Otávio no centro do campo com Marega no lugar de extremo e Aboubakar na posição de ponta de lança (a de Layún a extremo e Marega a ponta de lança foi o mesmo), mas é sempre importante que Sérgio vá melhorando as suas opções dado que na próxima jornada este FC Porto vai ter um verdadeiro teste de fogo em Braga.

Pouco mais há a dizer sobre um jogo que acabou por ser tranquilo por culpa de ambas as equipas. Apenas desejo que Vincent Aboubakar volte a ter um desempenho tão bom como o que teve hoje no Estádio do Dragão. È importante que o camaronês mantenha a confiança em alta e faça ouvidos moucos aos seus críticos pois, repito, a próxima jornada vai ser decisiva dado que o Futebol Clube do Porto terá de enfrentar um Sporting Clube de Braga em Braga que será, sem sombra de qualquer dúvida, apoiado pelo “polvo encarnado”. Convêm não esquecer a pouca vergonha a que todos assistimos em Braga na época passada. E já agora, esta jornada de Braga servirá também ela para se aferir da real valia de Sérgio Conceição enquanto treinador de uma equipa como o Futebol Clube do Porto.

MVP (Most Valuable Player): Vincent Aboubakar. Era impossível não colocar o ponta de lança do FC Porto como o MVP desta partida. A razão para tal? Simples! É que para além dos três golos que este marcou, Aboubakar trabalhou muito em todos os aspectos do jogo. Este foi sempre o primeiro a atacar e a defender. Um ponta de lança não “mede” somente pelos golos que marca. A manter e a melhorar Vincent III!

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 18´ para sentenciar a partida a favor do FC Porto. Isto porque foi nesta altura que Aboubakar marcou o golo inaugural da partida, “deitando por terra” toda a estratégia da equipa de Moreira de Cônegos que veio ao Porto com a clara e nítida ideia de levar um ponto da Invicta.

Arbitragem: Manuel Oliveira levou a cabo uma arbitragem tranquila. Tão tranquila que quase não se deu por ela e pelos sus colegas de equipa.

Positivo: Iker Casillas. É em jogos como este que se vê a qualidade de um Guarda-redes. Iker respondeu quase sempre bem ao que se lhe foi sendo exigido num jogo que o FC Porto dominou por completo

Negativo: Super Dragões. Sou o primeiro a admirar e a apoiar o trabalho desta claque do FC Porto, mas é mesmo necessário tantas bandeiras na bancada? É que tal torna impossível ao comum espectador ver o jogo 

Artigo publicado no blog o gato no telhado (20/08/2017)

domingo, 16 de abril de 2017

SC Braga 1 x FC Porto 1 (breves notas)

imagem retirada de zerozero
Sobre o empate do Futebol Clube do Porto em Braga retiro as seguintes notas:

- O SC Salgueiros “desapareceu” do panorama futebolístico português, mas ontem assisti ao renascimento de um outro “Benfica do Norte”, Só assim se percebe a garra e tremenda vontade que o Sporting Clube de Braga mostrou na 1.ª parte do jogo. Tal explica, também, a razão de tanto festejo da parte dos bracarenses sendo que o empate não serve os interesses da equipa minhota no “mano a mano” com o Vitória Sport Clube na luta por um “lugar europeu”;

- Está mais do que provado (e demonstrado) que até ao final da actual edição da Liga NOS todo e qualquer adversário do Futebol Clube do Porto terá “carta-branca” para “distribuir porrada” a tudo o que equipe de azul e branco. Tal pode suceder em qualquer parte do campo dado que as equipas de arbitragem tudo consentem. Já os jogadores do FC Porto são fortemente penalizados por terem ousado entrar em campo;

- Ainda estou para perceber qual a razão da expulsão de Yacine Brahimi. Na semana passada um tal de Samaris, atleta do SL Benfica, agrediu um jogador do Moreirense diante de toda a gente e não foi devidamente punido por quem de direito. Já Brahimi terá sido expulso por supostamente ter falado em francês com o 4.º árbitro;

. Ao que consta Pinto da Costa terá abandonado a bancada presidencial do Estádio Municipal de Braga por causa dos festejos de um Secretário de Estado. Já fazer o mesmo por causa das recentes arbitragens “vai no Batalha”. Isto de se “sujar na imundice” é algo que somente o Departamento de Comunicação do Futebol Clube pode e deve fazer;

- Porquê razão o Futebol Clube do Porto de Muno Espírito Santo (NES) – por vezes - demora tanto tempo a entrar no jogo. Tal postura contra equipas que “querem agradar ao dono” é fatal;

- Óliver Torres está a atravessar um mau momento de forma. Tal afecta o normal rendimento de toda a equipa como se viu neste jogo em Braga. Talvez fosse melhor apostar em João Carlos Teixeira em vez de Óliver, mas não creio que NES não opte por tal porque sim. Há que ter memória e recuar atá à pré temporada para se perceber porquê razão para o lugar de Óliver só existe a alternativa Óliver;

- E, por último, quando é que Yacine Brahimi voltará a perceber que isto de fintar tudo e todos sem desmarcar um qualquer companheiro e/ou criar linhas de passe não leva a lado algum? Espero que a breve estadia na bancada ajude o argelino a repensar a sua recente ideia de jogo.
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (15/04/2017)

sábado, 15 de abril de 2017

Pedreira de alto risco

O FC Porto entrará em Braga, para defrontar o Sporting local, já com o conhecimento do resutado do Benfica, que defronta o Marítimo, no Estádio da Luz. Independentemente do resultado do seu principal rival, os portistas sabem que não podem falhar, perante um adversário que continua a ter o quarto lugar como objetivo, mas que não tem sido feliz nos confrontos caseiros com os azuis e brancos - oito derrotas em 13 jogos, para o campeonato.

A equipa de Nuno Espírito Santo, desde que se colou ao Benfica, tem feito a sua parte, quer quando joga primeiro, quer quando joga depois dos encarnados. O rival não tem facilitado, e por isso, o atual segundo classificado sabe que o único caminho é mesmo a vitória.

Para isso Nuno contará com um ataque que, depois de algumas críticas relacionadas com a falta de concretização, começa a carburar, marcando há 17 encontros consecutivos para o campeonato.

A dúvida, neste momento, recai em André Silva. O ainda melhor marcador da equipa tem oscilado entre banco e lado direito do ataque, e o provável regresso de Corona ao onze, pode atirar o português para fora do onze. Isto tendo em conta a confiança de Nuno em Soares - recorde-se que desde que o avançado brasileiro chegou, André Silva foi pela primeira vez suplente (não utilizado).

Já em Braga mora uma equipa em crescimento sob os comandos de Jorge Simão, na melhor série de resultados desde que o treinador chegou ao Minho, na luta acesa pelo quarto lugar e pelos objetivos que o técnico traçou: os 65 pontos.

Para concretizar esse objetivo, o Braga apenas poderá perder três pontos nos seis jogos que restam até final do campeonato. E certamente que Jorge Simão não quererá perder já essa margem, que já é bastante curta.

Jorge Simão terá ainda pela frente a onda de lesões que afeta o plantel bracarense desde que chegou: a Assis, Mauro e Hassan, juntou-se Marafona no lote de lesionados, tendo deixado ainda de fora Rosic e Stojiljkovic por opção, dando espaço a jovens jogadores que começaram a temporada na equipa B.

Da equipa do Braga, Jorge Simão só pediu uma coisa, acima de tudo: consistência. Provavelmente a característica que mais tem faltado a este Braga versão Jorge Simão.
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in zerozero

NOTA: A analise do jogo SC Braga x FC Porto relativo à jornada 29 da Liga NOS será publicado mais tarde do que o habitual.

segunda-feira, 7 de março de 2016

"Lopeteguice"

O FC Porto saiu derrotado de Braga e com as contas do título muito complicadas. Os minhotos tiveram mais critério e cabeça no encontro, mesmo nos momentos de maior assédio dos azuis e brancos à baliza de Marafona. Desde o banco ao relvado, os arsenalistas levaram a melhor sobre um dragão que deixou o Minho desorientado.

Com compactação do bloco, o Braga procurou fazer um jogo atento e de proteção nas zonas exteriores (Maxi e Layún estiveram quase sempre bem vigiados). Já o FC Porto, numa posse forte, tentava zonas de penetração mas nem sempre foi fácil.

As despesas do encontro e a intensidade foram repartidas ('rasgadinho', como se diz no vocabulário do jogo). Se os minhotos deixaram sempre a ideia de ter pressa em chegar às redes de Casillas, com transições rápidas, Peseiro pediu sempre largura a construir mas, não raras vezes, era Danilo (sozinho) com essa missão e pelo corredor central. O parceiro de setor, Rúben Neves, ficou sempre mais estático a controlar os espaços.

Num duelo com 25 minutos muito fortes do FC Porto, os dragões ameaçaram primeiro, o Braga foi tentando responder e, com boa circulação também quando tinha bola depois desse período, tentou equilibrar e conseguiu.

A precisar de vencer para não deixar escapar o Benfica e aproveitar o deslize do Sporting, o FC Porto tentou resolver a sua vida mas os minhotos iam sempre defendendo bem e com critério. Critério que faltava muitas vezes aos dragões no passe.

A entrada de Aboubakar pouco acrescentou ao ataque azul e branco e o avançar dos minutos mostrou um dragão cada vez mais nervoso. Aproveitou um Braga sereno e seguro para abrir o ativo, aos 72'. Erro de Marcano que não cortou a bola, esta sobrou na área para Hassan que bateu Casillas.

Já com Marega e Corona em campo, o FC Porto tentou mais com o coração do que com a razão. E chegou ao golo do empate. Aos 86', Maxi teve cabeça para empurrar a bola para o fundo das redes, depois de um primeiro remate de Herrera. Mas a reação portista ficou por aí mesmo.

Num final de loucos, os adeptos tiveram ainda direito a ver mais dois golos para o Braga. Aos 89', por Rafa Silva e já nos descontos, depois de Martins Indi ter sido expulso, por Alan, num lance onde Casillas saiu das redes e deixou a baliza deserta. 

Retirado de zerozero 

Melhor em Campo: Brahimi 

domingo, 6 de março de 2016

Mais do que uma Final

Bem sei que pode parecer exagerado a muita gente mas depois da vitória do SL Benfica em Alvalade não resta outra alternativa ao Futebol Clube do Porto senão vencer em Braga. É um facto que a obrigação de vencer está sempre presente no ADN do FC Porto, mas após o sucedido no Clássico é quase como se o jogo de hoje fosse uma Final para os Dragões que ou a vencem ou então hipotecam toda e qualquer hipótese de lutar pela conquista do Título de Campeão. 
 
Mas atenção. O dono da “Pedreira” já mostrou que sabe como derrotar um “Grande” e de certeza que mais logo não irá facilitar não obstante ser hoje em dia o dono da quarta posição da tabela classificativa da Liga NOS. O Sporting Clube de Braga será sempre o 4.º classificado aconteça o que acontecer mais logo pelo que os comandados de Paulo Fonseca vão entrar em campo muito confortáveis. Quem vai estar pressionado, e muito, é o Futebol Clube do Porto e Paulo Fonseca sabe muito bem disto e irá quere utilizar esta arma a favor da sua equipa. 
 
Vukčevic, Pedro Santos, Rafa Silva, Hassan e Stojiljković são alguns dos bons jogadores com os quais José Peseiro deverá ter espacial atenção. Especialmente Rafa Silva que poderá ser um perigo dado que a defesa Azul e Branca está longe, muito longe, do seu melhor. Por seu turno a defesa dos Bracarenses também não é das melhores dado que quando pressionada comete muitas faltas, faltas estas que culminam em muitas expulsões e grandes penalidades. Um aspecto ao qual José Peseiro deverá estar também atento. Isto porque o SC Braga deverá jogar em contenção (à semelhança do que já fez, com sucesso, no Dragão ainda esta temporada). 
 
As chamadas do avançado Brahimi - que na sexta-feira foi dado como apto pelo departamento médico -, do guarda-redes Casillas, dos defesas Maxi Pereira e Marcano, do médio Danilo e do avançado Corona são as novidades na lista de convocados elaborada por José Peseiro para a partida frente ao Sporting de Braga, agendada para hoje, às 20h30, no Estádio Municipal de Braga e referente à 25.ª jornada da Liga NOS. 
 
Em comparação com a convocatória para a partida que garantiu a presença na final da Taça de Portugal, frente ao Gil Vicente, saem das opções do técnico o guarda-redes José Sá, o defesa Víctor García, do FC Porto B, o médio Evandro e os avançados Varela, Alberto Bueno e André Silva. 
 
Lista de 18 convocados: Helton e Casillas (guarda-redes); Maxi Pereira, Martins Indi, Marcano, Rúben Neves, Brahimi, Aboubakar, Marega, Sérgio Oliveira, José Ángel, Herrera, Corona, André André, Miguel Layún, Danilo, Suk e Chidozie.
 
Onze provável (4x3x3): Casillas, Maxi, Chidozie, Indi, Layún, Danilo, André, Herrera, Brahimi, Corona e Suk

quinta-feira, 3 de março de 2016

Feito o treino venha o Braga!

O filme que passou no Estádio do Dragão já tinha um final praticamente esperado. Sem grande suspense, o argumento dos realizadores Peseiro e Nandinho foi dentro do esperado. Com pouca plateia na 'sala de cinema' do Dragão, levaram a melhor os atores azuis e brancos (2x0), que vão marcar presença na gala final, marcada para o Jamor.

O FC Porto, com bloco subido no terreno e a tentar bolas longas nas costas da defesa gilista, cedo procurou o golo, rendilhando o seu futebol e tentando ser rápido na circulação. Do outro lado esteve quase sempre um Gil Vicente a tentar pausar o jogo e manter o equilíbrio e a segurança.
Perante um cenário muito despido nas bancadas e muitas alterações nos onzes de ambas as partes, Aboubakar foi o primeiro a ameaçar as redes gilistas mas seria Chidozie, aos 11 minutos, na sequência de um canto de Sérgio Oliveira, a abrir o ativo, num cabeceamento.
Se até aí o Gil Vicente foi tentando pressionar o portador da bola portista, daí para a frente a equipa de Nandinho ficou mais na expectativa e foi vendo o FC Porto (muitas vezes por iniciativas de Sérgio Oliveira) rondar a sua baliza e tentar de várias formas e feitios o golo. Helton, que regressou ao posto, foi praticamente um espectador do duelo, enquanto que Marega foi tendo a bola mas mostrou (quase) sempre algum nervosismo e dificuldade em decidir.
Num jogo de sentido único, a história foi-se resumindo a um FC Porto a assediar a baliza gilista e os de Barcelos a tentarem lutar pela honra de forma recuada. Mas os dragões mostravam ser pouco letais na hora de rematar à baliza. O ataque portista, com destaque para Aboubakar, foi deixando os adeptos à beira de um ataque de nervos com alguns falhanços, alguns clamorosos.
O avançar dos minutos mostrou um Gil Vicente a ter mais bola e a rondar mais a baliza de um Helton que foi chegando para as encomendas. E o FC Porto, bem, o FC Porto tinha a eliminatória mais que garantida e foi gerindo os momentos, enquanto que Peseiro aproveitou para dar minutos a Martins Indi, que regressou após lesão. Foi já com o holandês em campo que Marega, aos 80', fez o 2x0, numa jogada rápida de envolvimento do ataque portista. 

Retirado de zerozero 

Melhor em Campo: Sérgio Oliveira 

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Dois pontos atirados ao caixote do lixo

FC Porto e SC Braga empataram sem golos no Estádio do Dragão. Apesar das oportunidades de golo criadas, nenhuma das equipas conseguiu balançar as redes. O FC Porto procurou mais a vitória mas encontrou um adversário muito competente a defender.
Cedo o FC Porto tentou colocar em campo o seu futebol em posse, de apoio, passe curto e circulação rápida. Mas a primeira zona de pressão do Braga foi conseguindo criar muitas dificuldades à saída de bola dos Portistas.
Fosse qual fosse o condutor de jogo Azul e Branco, na esquerda ou na direita, era logo pressionado pelos Bracarenses. Organizados e objectivos, os pupilos de Paulo Fonseca tentavam fechar todos os caminhos para a baliza de Kritciuk. E quando podiam, lá iam saindo em ataque rápido na direcção das redes de Casillas.
Lopetegui pedia ainda seus jogadores para colocarem a bola nos corredores mas a turma Arsenalista ia anulando as investidas dos Dragões, que iam tendo dificuldades em furar a organização da turma de Paulo Fonseca.
Ao intervalo, um nulo e no regresso dos balneários... um FC Porto a entrar com os sectores mais desligados.
Do outro lado, imperava a palavra de ordem: organização. Os alas Minhotos iam recuando em movimentos defensivos e os laterais acompanhavam as rápidas transições. A plateia do Dragão ia ficando impaciente e não gostava de ver o seu Porto com dificuldades na definição das jogadas. Resultado? Entrada de Bueno em campo para render Imbula. Vendo que o FC Porto começava a meter muita gente no seu meio-campo, Paulo Fonseca tentou equilibrar esse sector com a entrada de Luiz Carlos.
O jogo estava aberto e a vitória podia cair para qualquer um dos lados, embora ambos os conjuntos já fossem mostrando algum desgaste (estiveram em acção a meio da semana para as competições europeias). Havia mais espaço mas nenhuma das equipas conseguiu marcar. Afinal, já não dava para mais. 

Retirado de zerozero 

Melhor em Campo: Danilo Pereira

sábado, 7 de março de 2015

Tello mete a 6.ª

O FC Porto fez o que lhe competia e venceu o SC Braga (0 x 1). Mesmo não deslumbrando, os Dragões cimentaram o segundo lugar e pressionam o Benfica. Jackson saiu lesionado no decorrer da segunda parte, Tello voltou a ser decisivo na sexta vitória consecutiva dos Portistas no Campeonato.
 
Nos primeiros minutos as equipas equivalerem-se em termos de domínio e controlo de jogo. Se o SC Braga tentava explorar o espaço nas costas dos defesas Portistas e o jogo exterior, a formação Azul e Branca procurava ter critério e muita circulação a toda a largura do campo. Mas não haviam muitos desequilíbrios. Ambas as equipas não assumiam o risco do jogo, procurando não perder organização.
 
A virtude Bracarense a travar o FC Porto estava no miolo, onde os três médios (Pedro Tiba, Rúben Micael e Danilo Silva) controlavam bem Casemiro, Herrera e Evandro, razão pela qual Lopetegui pedia ao ex-Estoril para fazer movimentos de ligação entre sectores. Com o avançar dos minutos, o FC Porto instalou-se no meio-campo contrário e raramente permitiu as saídas rápidas dos Bracarenses, sobretudo com Pedro Santos e Rafa Silva que estavam bem vigiados.
 
Lopetegui apostava na solidez e segurança, esperando que a magia de Brahimi e/ou Tello pudesse resolver a qualquer momento a questão. Mas a uma maior iniciativa dos Azuis e Brancos, a defesa Arsenalista respondia sempre com muita concentração e rigor. Não admirava, por isso, que ao intervalo se verificasse um nulo que, de certo modo, se justificava face ao comportamento táctico de ambas as equipas no terreno de jogo do Municipal Bracarense.
 
A toada manteve-se no segundo tempo. As movimentações ofensivas eram tímidas, de parte a parte, embora o FC Porto se esgueirasse com mais assiduidade até à baliza do adversário. Os Dragões assumiram o jogo, foram para cima e o SC Braga aproveitava para sair no contra-ataque quando podia.
 
Em busca do golo, o FC Porto perdeu a sua referência maior dos últimos anos neste capítulo. Jackson Martínez saiu lesionado (com queixas na zona da virilha) e entrou Aboubakar para um terreno que já ia tendo Ricardo Quaresma (entrou por troca com Evandro, Brahimi foi para o miolo). Com a saída do Cha Cha Cha, a equipa do FC Porto parecia ter perdido ímpeto e discernimento. Mas Aboubakar mostrou a Lopetegui que pode contar com ele. Aos 73 minutos, o avançado Africano serviu Tello que, na cara de Matheus Magalhães, abriu o marcador com muita calma.
 
A perder, o SC Braga cresceu em busca do empate e o FC Porto tentou segurar as investidas Arsenalistas, já com Rúben Neves em campo, ele que rendeu Brahimi. Mas até final, os Portistas aguentaram as investidas dos Minhotos e somaram mais três pontos.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Casemiro

domingo, 8 de dezembro de 2013

E aí está a vitória!

Numa noite gelada na Invicta, os adeptos Portistas voltaram a brindar uma vitória com "dois Martínez". O Colombiano bisou na partida e carimbou os três pontos para os Tricampeões Nacionais, que estão agora colados ao Benfica no topo da tabela.
FC Porto e SC Braga procuravam somar três pontos para sair da crise de resultados, onde se viram envolvidos nas últimas rondas. Se os Minhotos até tinham vencido na semana passada, os Portistas, por seu lado, chegavam a este jogo vindos de uma derrota por 1 x 0 com a Académica, em Coimbra.
Depois do empate a duas bolas do Benfica com o Arouca, o FC Porto sabia que só os três pontos permitiam uma "colagem" aos Encarnados no topo da classificação. Já o SC Braga tentava subir na tabela classificativa e, desse modo, ficar mais perto dos lugares da luta pela Europa.
Sem Fernando, Paulo Fonseca colocou em campo Defour ao lado de Lucho e Héctor Herrera. Na frente, os Dragões continuaram com Josué e Varela no apoio a Jackson Martínez. Do outro lado, Jesualdo Ferreira apostou num onze onde se destacou a presença de Felipe Pardo.
A entrada em campo deu-se com sinal mais para os Minhotos que tentaram ameaçar, desde cedo, as redes de Helton. A primeira ocasião de perigo pertenceu a Pardo. O Colombiano rematou à entrada da área, mas valeu um corte de um defesa do FC Porto.
Numa primeira parte que se desenrolou com equilíbrio de parte a parte, não foram muitas as ocasiões de golo.
O FC Porto foi mostrando muito pouco do que pode (e deve) dar e foram, por isso, vários os passes falhados por parte dos Tricampeões Nacionais. Por sua vez, o SC Braga alinhou com a defesa muito subida no terreno e isso foi provocando imensas dificuldades nos Dragões.
Ainda assim, a melhor ocasião de golo no primeiro tempo pertenceu aos homens da casa. Aos 34 minutos, Josué, com um remate à entrada da área, obrigou Eduardo a defesa apertada.
Ao intervalo as equipas baixaram para os balneários empatadas sem golos. No regresso para o segundo tempo, Paulo Fonseca trocou Lucho e fez entrar Carlos Eduardo no FC Porto.
A verdade é que os Dragões entraram com uma atitude mais ofensiva e criaram mais problemas aos defesas do SC Braga. Danilo, por exemplo, aos 47 minutos, deixou uma ameaça. O Brasileiro rematou forte mas por cima.
No entanto, os31.129 espectadores que marcaram presença na fria noite da Invicta só tiveram que esperar mais um minuto para verem um golo.
Aos 48', Jackson Martínez abriu o marcador. Cha Cha Cha, após cruzamento de Alex Sandro, disparou para o fundo das redes Bracarenses; ainda assim, a bola quando saiu dos pés do Colombiano bateu em Nuno André Coelho e acabou por trair Eduardo.
O golo animou o FC Porto e a equipa transformou-se para melhor. Os Dragões viviam, por esta altura, uma boa fase no jogo, por oposição ao adversário.
A equipa de Jesualdo Ferreira parecia perdida na partida mas tentava a todo o custo não sofrer um segundo golo e, desse modo, continuar "agarrada" ao jogo. Mas Josué, Herrera, Jackson e companhia bem tentaram de várias formas e feitios para chegar ao segundo golo.
E, efectivamente, ele acabou por acontecer. Jackson Martínez, ao minuto 79, selou a vitória Azul e Branca. O Colombiano, ao segundo poste, após cruzamento de Varela, carimbou o triunfo dos Tricampeões Nacionais. Destaque, ainda assim, para o começo da jogada que teve muito de Carlos Eduardo; o ex-Estoril só jogou na segunda parte mas mostrou a Paulo Fonseca que está aí para "as curvas".
O FC Porto regressou aos triunfos e apanhou o Benfica no topo da classificação. Águias e Dragões somam agora 27 pontos. Já o SC Braga continua com 15 pontos. Os Minhotos só venceram por duas vezes nos últimos oito jogos para o Campeonato.
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Carlos Eduardo

sábado, 7 de dezembro de 2013

Apenas a vitória interessa



Não me vou alongar muito na antevisão da partida de mais logo porque o vídeo fala por si. Garra e vontade de vencer é o que se pede mesmo que este vencer seja sem convencer. È chegada a altura de se mostrar porquê razão SOMOS PORTO!
 
As chamadas dos avançados Kelvin e Ghilas são as notas de destaque na Lista de Convocados elaborada por Paulo Fonseca para a recepção ao Sporting de Braga, marcada para hoje, às 20h15, e referente à 12.ª jornada da Liga.
 
Os dois jogadores, que já não eram opção para o técnico portista desde o triunfo sobre o Vitória de Guimarães para a Taça de Portugal (2-0), a 10 de Novembro, regressam assim aos eleitos de Paulo Fonseca. Ghilas esteve de resto em recuperação durante esse período, devido a uma lesão contraída ao serviço da selecção da Argélia. Em relação à última convocatória, saem Fernando, a cumprir castigo, e Ricardo.
 
Lista de Convocados: Helton e Fabiano (g.r.); Danilo, Lucho, Maicon, Josué, Jackson Martínez, Quintero, Ghilas, Herrera, Varela, Licá, Carlos Eduardo, Mangala, Alex Sandro, Kelvin, Otamendi e Defour.
 
Onze Provável (4x2x3x1): Helton, Danilo, Maicon, Mangala, Alex Sandro, Defour, Josué, Lucho, Varela, Licá e Ghilas.
 
O jogo entre FC Porto e Sporting Clube de Braga, da 12.ª jornada da Liga, disputa-se hoje, às 20h15, no Estádio de Dragão e poderá ser seguido em directo aqui no Mística dado que vamos tentar disponibilizar alguns streams.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Crónicas de Maldizer

Escreveu MST na BOLHA dia 26 Novembro:
 
“Razões de trabalho mantiveram-me no Brasil durante 15 dias”. Tem graça! Sempre o imaginei a fumar charuto, emborcar uns Chivas, escrever baboseiras na BOLHA às terças-feiras, ou a caçar javalis. Pensava que por coincidência, próximo do Natal, escrevia uns calhamaços para se divertir, mas não. Fiquei a saber que o homem trabalha! Até viu por lá o Suécia x Portugal.
E continua: “Por falar em Brasil, é com grande apreensão e tristeza que tiro uma conclusão daquilo que vi no Rio, em Salvador e no Recife, nestes dias: em minha opinião (e oxalá me engane), o Brasil não está preparado para um Mundial daqui a sete meses. Não é só a questão dos estádios estarem ou não estarem prontos, e até acredito que, mal ou bem, estarão. É tudo o resto, essencial a nível de infra-estruturas: o trânsito, em qualquer das três cidades, é caótico a qualquer hora do dia; falar para o estrangeiro (para Portugal, pelo menos), enviar ou receber mensagens, continua o pesadelo de sempre; e levantar dinheiro nas caixas multibanco com um cartão estrangeiro é uma saga incompreensível”. Com todos estes problemas, não percebo o que o homem anda a fazer no Brasil, mas está bem. Quem corre por gosto não cansa.
Fiquei a saber o motivo do homem ter falhado o habitual vómito na BOLHA na semana do internamento do senhor Pinto da Costa. Quem diria! Qual satélites de comunicações com órbitras geoestacionárias, qual carapuça! Nem o pobre do Skype no hotel devia funcionar. “Falar para o estrangeiro é um problema”. Chutou o comentário para canto, foi o que foi. Porventura até terá escrito dois. Um para se “a coisa” corresse bem… e outro para se corresse mal. A “coisa” era o prognóstico do “incidente” no hospital, claro. Se corresse “bem”, como correu, não dava trabalho. Bate-chapas e tinta Robbialac! Se corresse mal, lá vinha um panegírico cheio de memórias boas, “as conquistas internacionais, as centenas de troféus ao longo dos 30 anos”, a hipocrisia feita sermão de paróquia, como todos os anos em Maio.
 
“No Brasil ainda, apanhei a transmissão em directo do jogo do FC Porto com o Nacional e constatei que no futebol a sorte também conta e muito como se viu, aliás, pela forma como Benfica e Sporting venceram os seus jogos deste fim-de-semana”. Afinal sempre existem comunicações, digo eu.
Esta semana escreve outro vómito no dia 3 de Dezembro) atingindo o apogeu. Finalmente o alibi para atacar o nosso clube tinha chegado. A caravana, recebida como se sabe com vistoso fogo-de-artifício ainda mal tinha acabado de regressar de Coimbra trazendo a bordo a cambada que trabalha em campo, massagistas, atletas, treinadores, médicos, e toda a estrutura, incluindo o Conselho de Administração, Órgãos Sociais e demais família (esta cheira a anúncio funerário, desculpem lá o cheiro a incenso). O homem abre outra Chivas, arregaça as mangas, mordisca um Havano e ala que se faz tarde, “agora é que vai ser descascar naqueles incompetentes”.
 
Ninguém ficou incólume. Perdão! Ficou um. Na terminologia do amigo Jorge do Porta19 todos levaram na testa o rótulo de Baronis excepto o Treinador. Só, triste e humilhado, no entender daquela eminência parda, “o menos culpado de tudo, a culpa é de quem o contratou”. As desculpas esfarrapadas de “quando aqui chegou já cá estavam todos” não colhem, digo eu. Quem chegou do Paços ou do Estoril, por certo foi com o conhecimento de Paulo Fonseca. Não nos atire areia para os olhos. Já basta o cheiro a charuto!
 
Então qual seria a solução que o pasquineiro apresenta? Fácil! Da cambada ia tudo embora. Direcção e treinador também. Perguntam os nossos amigos: E quem vem a seguir? Aqui é que a porca, torce o rabo. O homem fala vagamente, como perfil ideal, em dois nomes que já nos deixaram: Bobby Robson e Carlos Alberto Silva. Dos que andam neste rectângulo à beira-mar plantado, nem pensar “tem que vir alguém de fora”! Pergunta o macaco: Para treinar quem? A menos que esteja a pensar no regresso dos seus favoritos: Vieirinha, Paulo Costa, Candeias, Castro, Quaresma…
 
A terminar lá vem a cegarrega dos milhões do Passivo. “Apesar dos 70 milhões com a venda de Moutinho e James, o FC Porto, fechou as contas da época anterior apenas com 20 milhões de lucro, e no primeiro trimestre da nova época já acumulou 10 de prejuízo: isto não é sustentável”. Imaginem! Quando o conjunto dos dois circos da segunda circular (Clube+Sad) fecharam o ano com mais de mil milhões de Passivo, fiquei a saber que anda preocupado com uns tostões. Deixe-se de palhaçadas e vamos mas é ganhar ao Braga!
 
Até à próxima