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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Que sirva de lição

imagem retirada de zerozero
Antes de mais apraz-me colocar a seguinte questão: O defesa lateral direito de nome João Pedro que faz parte do actual plantel do Futebol Clube do Porto é assim tão mau profissional? Ao ponto de nem sequer ter a oportunidade de mostrar a sua valia num jogo em que os campeões nacionais defrontaram o 11.º classificado da Ledman LigaPro?

Posto isto, passemos ao jogo em si. Bem que poderia olhar para esta desgraça de jogo e apontar o dedo a Sérgio Conceição e jogadores, mas não o vou fazer. E não o vou fazer pela simples razão de que são jogos como este que devem ser utilizados como uma séria chamada de atenção para o que aí vem. Estamos a meio da actual temporada e alguns dos ditos “jogadores nucleares” começam a acusar algum cansaço… E é normal que assim o seja porque o “modo cavalaria” entusiasma o adepto e faz com que a equipa ganhe os jogos da nossa Liga, mas por seu turno também desgasta mais rapidamente os jogadores de um plantel limitado em termos de opções e cria lesões que poderiam ser evitadas.

Não me surpreendeu mesmo nada que hoje os Dragões tenham sido obrigados a fazer horas extras diante de um Sport Clube Leixões banalíssimo que chegou ao golo do empate a uma bola “sem saber ler, nem escrever”. Quem não “mata o jogo” (especialmente no terreno de um adversário hostil como é o caso deste Leixões), arrisca-se a ter de sofrer bastante para vencer. E de nada serve o treinador andar a barafustar com os seus comandados durante a partida porque, quer se goste ou não, os jogadores também são Humanos e tem um – natural - limite físico e mental.

Obviamente que ninguém vai querer saber de tal para nada. O Futebol Clube do Porto venceu com a “ajuda” de uma substituição feita pelo técnico (a do costume, diga-se desde já) e tem lugar reservado nas meias-finais da Taça de Portugal. Mas para quem olga para estas coisas de um ponto de vista mais sério (como eu), vitórias como esta podem servir para dar moral mas servem também como chamada de atenção para o que aí vem. Especialmente se tivermos em linha de conta que ainda há meia temporada para se disputar.

MVP (Most Valuable Player): Hernâni. Longe de ter estado brilhante (mas alguém o esteve hoje do lado do FC Porto?), mas atribuo este título ao extremo português pelo golo marcado e pela manifesta vontade de tentar dar a volta a um empate que poderia vir a ser fatal no desempate nas grandes penalidades, tal a moral que o guarda-redes leixonense foi acumulando ao longo da partida.

Chave do Jogo: Apareceu no minuto 117´, altura em que Hernâni marca o segundo golo azul e branco. Golo que “deitou por terra” toda e qualquer vontade da equipa da casa de tentar levar o jogo para o desempate da marca das grandes penalidades.

Arbitragem: Falta de critério de João Capela em vários momentos no capitulo disciplinar. No que toca a lances capitais, o golo de Soares foi mal anulado e o VAR, ainda indisponível na Taça, fez muita falta. Análise e opinião de Gaspar Castro (jornalista do site zerozero).

Positivo: Na fase seguinte. Num jogo em que se passou a maior parte do tempo a fazer de conta que se jogava à bola, positivo só mesmo a vitória portista e a passagem à fase seguinte da prova.

Negativo: Santo sofrimento. Efectivamente diante de tão modesto adversário é deveras complicado perceber porquê razão o Futebol Clube do Porto teve de sofrer tanto para vencer.

Artigo publicado no blog o gato no telhado (15/01/2019)

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Outra competição, outra gestão, mas a mesma sede de vencer

O empate em Alvalade, diante do Sporting, terminou com a mais bela epopeia de uma sequência de vitórias sem igual, mas nem por isso abalou o foco do Dragão. A invencibilidade continua de pé, o calendário é cada vez mais apertado e há uma competição para ganhar: esta terça-feira é de Taça de Portugal e logo num estádio «mítico», tal como referiu Sérgio Conceição na antevisão ao duelo.

O Leixões é o adversário que se segue e a teoria pouco importa. Afinal, falamos de uma equipa em crescendo com Jorge Casquilha ao comando - o técnico sucedeu a Filipe Gouveia - e que se tornou na única representante da Ledman LigaPro na Prova Raínha ao eliminar o Tondela.
 
Com um Bernardo Martins em constante evolução no miolo, elementos desequilibradores no último terço e um Pedro Henrique em modo goleador - atenção a Roniel e Erivaldo -, os Bebés de Matosinhos prometem criar imensas dificuldades ao campeão nacional, até porque a ambição é a de ir o mais longe possível na competição.

A gestão de Sérgio

Do lado oposto, Sérgio Conceição vai, ao que tudo indica, implementar alguma rotatividade na equipa. Danilo Pereira e Maxi são baixas confirmadas, Brahimi está em dúvida, e, com isso, algumas portas podem-se abrir à entrada de alguns jogadores menos utilizados. Agora, a questão que muitos colocam: será a hora de Pepe?

Pese essa gestão, o técnico portista tem perfeita noção da valia do adversário e conhece bem alguns dos principais artistas. A Taça de Portugal é um objetivo claro dos azuis e brancos e, por esta altura, há «tolerância zero» para facilitismos.
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Artigo publicado no site zerozero

sábado, 14 de abril de 2018

Classificação das Ligas do Porto com Mística

classificação completa aqui
Treinador da Semana: Parabéns ao joaquim_nisa (Treinador da equipa Semper_Invictum) que foi quem fez mais pontos na 2.ª mão dos quartos-de-final da UEFA Champions League
classificação completa aqui
Treinador da Semana: Parabéns ao LAeB (Treinador da equipa Do Porto com Amor) que foi quem fez mais pontos na 2.ª mão dos quartos-de-final da UEFA Europa League
classificação completa aqui

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Chegar, ver, marcar, relaxar e pressionar

imagem retirada de zerozero
Chegar, ver, marcar, relaxar e pressionar. Penso que esta é a melhor forma de descrever a prestação de hoje do Futebol Clube do Porto em Moreira de Cônegos diante ad equipa local. O único ponto de interesse desta partida foi, somente, o facto de esta ter dito respeito aos quartos-de-final da Taça de Portugal. Tudo o resto pareceu-me demasiado previsível.

Em certos momentos este jogo chegou mesmo a aborrecer-me. E a culpa foi de uma dupla de mexicanos que cedo “teceu” o “par de meias” que os azuis e brancos irão utilizar em dois dos muitos clássicos que vão ter de realizar diante do Sporting Clube de Portugal. Mas atenção. O mérito deste “aborrecimento” não é só da dupla Héctor Herrera/Miguel Layún. Há também que dar mérito ao Moreirense Futebol Clube por ter mostrado ser de uma fraqueza tal em termos de qualidade. Atente-se, a título complementar, que a única oportunidade em que os da casa conseguiram marcar o seu “golito” foi quando os atletas do FC Porto se deixaram “embriagar” pela arrogância de um 2 a 0 a seu favor. Aliás, logo após este golo o Moreirense voltou a desparecer do seu Comendador Joaquim de Almeida Freitas, fruto da pressão constante da equipa liderada por Sérgio Conceição.

Não havendo muito mais a acrescentar a esta naturalíssima vitória portista por terras minhotas, gostaria somente de deixar aqui uma questão que me parece pertinente.

Porquê razão o Vídeo Árbitro (o tal de VAR) nunca funciona nos jogos dos Dragões?

Ainda hoje os azuis e brancos fartaram-se de levar “pancadaria velha” sem que os infractores tivessem sido devidamente punidos. Já quando os atletas do Futebol Clube do Porto olhavam de lado para um seu colega da equipa adversária eis que eram logo admoestados pela equipa de arbitragem. Mistério…

MVP (Most Valuable Player): Miguel Layún. Layún realizou hoje uma excelente exibição num estádio que não é lá muito propício a extremos dada a sua pequenez em termos de dimensão do relvado. O internacional mexicano jogou e fez jogar. Marcou um bonito golo e mostrou a Sérgio Conceição (e não só) que pode contar com ele na posição de extremo.

Chave do Jogo: Surgiu na altura em que o Moreirense FC marcou o seu único golo da partida. Tal fez soar os alarmes da casa portista que depressa “alinhou a suas tropas” no sentido de não permitir que o seu adversário conseguisse sequer sonhar com o prolongamento.

Arbitragem: Arbitragem sem sobressaltos e a dar boa conta do recado. Apenas se critica o facto de Manuel Oliveira ter permitiu o abuso do poderio físico aos da casa.

Positivo: Espírito de grupo. Se há coisa que ficou bem patente no jogo de hoje é que esta equipa do FC Porto segue à risca o lema de “um por todos e todos por um”.

Negativo: Moreirense FC. Fraquinho, fraquinho, fraquinho, Com toda a certeza na Segunda Liga do nosso futebol existirão equipas com muito melhor qualidade do que este Moreirense FC. 
 
Artigo publicado no blog o gato no telhado (11/01/2018)

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Duelo com leão à vista

Em Moreira de Cónegos realiza-se o último jogo dos quartos de final da Taça de Portugal, com Moreirense e FC Porto a espreitarem o duplo duelo com o Sporting, última etapa antes do ambicionado Jamor.

Para a equipa vimaranense seria uma estreia. Pouca habituada a estas andanças, diz a história, a formação cónega surge com a crença lógica de quem olha para uma competição onde a lógica poucas vezes impera - no fundo, é também por isso que a Taça é especial.

Agarrada ao sonho de ir onde nunca os seus antepassados foram, a equipa de Sérgio Vieira não deixa também de saber que está no campeonato a grande prioridade. Porém, não é preciso ir muito longe: basta lembrar que há um ano esse também era o discurso por alturas da final four da Taça CTT. E o resultado todos sabem qual foi...

Só que há a muito difícil missão de parar uma equipa que está... imparável! Este FC Porto já há muito que deixou de parecer fugaz e não há quem não o leve a sério.

A equipa de Sérgio Conceição está sedenta e comunga da ânsia de títulos do treinador, da direção e dos adeptos, naquela que tem sido uma simbiose perfeita e que tem garantido uma renovada ambição de todos os que compõem o clube.

Há, apenas, a missão de contrariar uma inesperada lógica recente em Moreira de Cónegos. A estatística não entra em campo, mas pode ajudar a que se perceba que ganhar no Comendador Joaquim de Almeida Freitas é tarefa bem complicada.
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Retirado de zerozero

domingo, 14 de agosto de 2016

Ponto final no sonho olímpico

Terminou o sonho olímpico de Portugal no Brasil. A seleção orientada por Rui Jorge foi eliminada «sem espinhas» pela Alemanha, por 0x4, numa partida em que ficaram evidentes as dificuldades de Rui Jorge em ter o melhor plantel nesta prova. Faltaram soluções, especialmente no meio-campo, para fazer frente a uma forte seleção alemã.
 
Foram quatro e até podiam ter sido mais. Um jogo pobre de Portugal que acabou por sair pela porta pequena de uma prova onde ainda conseguiu fazer sonhar os adeptos 
 
Rui Jorge surpreendeu ao deixar Gonçalo Paciência no banco apostando numa frente atacante com Carlos Mané e Agra, explorando a velocidade dos dois. E até foi Carlos Mané o primeiro a criar perigo logo nos primeiros segundos. Só que foi sol de pouca dura esse momento ofensivo português. Tal como fazem na política europeia, os alemães impuseram a sua lei, controlaram a bola e só pecaram na finalização.
 
Com um meio campo muito mais rápido e agressivo sobre a bola, a Alemanha foi controlando todos os momentos do jogo e as oportunidades iam-se sucedendo. Fosse pela boa exibição de Bruno Varela ou pelos falhanços (alguns deles a roçar o ridículo) dos avançados da germânicos Portugal ia continuando a sonhar com a chegada às meias-finais. Não passou de um sonho e, quando Sèrge Gnabry fez o primeiro golo alemão, percebeu-se que só mesmo um milagre podia evitar a eliminação portuguesa.
 
Portugal voltou a entrar bem no segundo tempo e Bruno Fernandes esteve perto de marcar num bom cruzamento de Fernando Fonseca. Durou pouco mais de 10 minutos a capacidade portuguesa de dividir o jogo com a Alemanha. Depois desse primeiros minutos, as questões físicas começaram a tornar-se um grande problema, especialmente no meio campo.
 
Novamente não foi uma surpresa quando quando surgiu o segundo golo alemão pelo central Matthias Ginter, na sequência de um canto. O golo deu ainda mais tranquilidade aos alemães que voltaram a desperdiçar várias oportunidades para matar sem sombra de dúvida a partida. Foi nos últimos 20 minutos que Portugal voltou a ter capacidade de atacar de forma continuada. Ainda que de forma muito consentida, a seleção portuguesa conseguiu criar alguns problemas à forte defesa adversária, mas foi traída por uma perda de bola de Tiago Silva no meio campo que permitiu aos alemães fazer o terceiro golo. Ainda houve tempo para o quarto golo já perto do fim.
 
Uma eliminação clara de Portugal frente a uma, senão mesmo a maior, candidata às medalhas nos Jogos Olímpicos.
 
Retirado de zerozero
Melhor em Campo: Bruno Varela

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

São Helton!

Foi com uma defesa a uma grande penalidade nos descontos da partida que Helton segurou o passapore dos portistas para a meia-final da Taça de Portugal. Brahimi fez o golo solitário, num jogo bem mais equilibrado do que o do campeonato e que teve muito para contar.
Rui Barros tinha razão: este jogo ia ser bem mais difícil que o anterior. Sánchez também tinha a sua razão: o 0x5 da Liga não espelhava a valia e, sobretudo, a raça da sua equipa. Por isso, o jogo do Bessa teve emoção até ao fim.
Até ao grande golo de Yacine Brahimi, tinha-se assistido a dois trechos de dérbi: aquele em que, nos primeiros 10 minutos, se viu uma pantera atrevida e capaz de discutir os terrenos intermédios do retângulo de jogo; e aquele em que, nos 15 minutos seguintes, os dragões passaram a um domínio quase absoluto.
Até ao grande golo de Brahimi, viu-se um Boavista globalmente compacto, a procurar muito a bola para Uche Nwofor e a tentar que Rúben Ribeiro encontrasse na sua precisão de passe um desequilíbrio. O número 7, que é reforço de inverno, dá claramente um acrescento de qualidade técnica, mas deu mostras de não conseguir anular a construção de Danilo Pereira.
E passou muito por aí a liberdade portista para montar jogo variado. O número 22, com tempo para pensar e esperar a melhor linha de passe, pôde dominar totalmente a zona nevrálgica. Depois, havia a escolher as linhas, que tiveram boas participações dos laterais, ou os espaços interiores, onde Herrera continua a revelar boa forma.
Depois do golo do argelino, os axadrezados tentaram crescer e conseguiram-no ligeiramente. Evandro lesionou-se e isso também contribuiu para uma momentânea necessidade de ajuste. Mas, tirando a cabeçada de Rúben Ribeiro ao lado (na verdadeira jogada com cabeça, tronco e membros da pantera no primeiro tempo), nada que beliscasse a supremacia de um FC Porto justamente à frente.
Se o primeiro tempo foi pacífico no relvado e (muito) fresquinho na bancada, a segunda parte foi bastante diferente. A razão? Sánchez terá dito e demonstrado que era possível virar o cenário.
Os boavisteiros foram bem mais audazes, ameaçando um FC Porto que entrou adormecido. Depois de uma quezília com Brahimi como protagonista, os ânimos subiram, o jogo ficou mais durinho e da bancada veio o tónico para elevar a formação da casa, que, taticamente, melhorou com a subida dos médios no terreno.
A ajudar, o vento corria a favor e Imbula, que continua a somar aspetos negativos, viu o vermelho por uma entrada mais dura sobre um adversário.
De repente, era a incerteza que mandava num jogo onde o dragão acabou a sofrer de forma considerável. Sánchez introduziu Uchebo para dar corpo à área e o avançado foi quem teve a melhor oportunidade para empatar, num disparate de Helton.
Rui Barros respondeu com Rúben Neves ao lado de Danilo e com Herrera a improvisar na esquerda. O mexicano, com enorme pulãmo, foi incansável e um dos grandes motivos para não se ver um dragão a encolher em demasia. Quando isso parecia acontecer, lá ia o 16 pressionar toda a equipa boavisteira, um por um até chegar a Mika.
A acabar, a grande oportunidade boavisteira. Marcano cometeu grande penalidade e Abner tinha o prolongamento nos pés, só que Helton teve pressa em despachar o assunto, adivinhou o lado e travou a intenção.
E foi sem brilho, mas de forma eficaz e com muita emoção que o FC Porto bisou no Bessa, em três dias. As meias-finais estão aí e o Gil Vicente é quem se segue. 

Retirado de zerozero 

Melhor em Campo:Brahimi
 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Dá para repetir a dose?

O mundo do futebol tem muito destas coisas. No passado fim de semana Boavisteiros e Portistas mediram forças no Estádio do Bessa numa partida a contar para o Campeonato e agora voltam novamente a defrontar-se no mesmo Estádio mas desta vez numa partida a eliminar referente aos quartos-de-final da Taça de Portugal.

O jogo do Campeonato correu muito bem aos Dragões que impuseram uma “manita” aos Axadrezados mesmo tendo jogado na casa do eterno rival, mas ahoje a história é muito diferente dado quem quem perder fica de fora da segunda prova mais importante do nosso calendário futebolístico. O Boavista vê na Taça de Portugal uam forma de recuperar o prestígio e Horna de outros tempos e o Futebol Clube do Porto tem na vitória final na Taça uma obrigação que se renova toads as temporadas. Ou seja, o mesmo é dizer que muito dificilmente se irá repetir o “filme” do passado Domingo.

O Boavista atravessa neste momento uam profunda crise financeira e de resultados. O sue plantel não é dos melhores (longe disso) e tal ficou bem patente na vitória azul e Breanca do passado Domingo, mas na Taça surpresas acontecem e mais vale o Dragão estar prevenido. A equipa de Erwin Sánchez bate mais do que joga mas luta muito e nunca dá um lance por perdido. Daí a Pantera estar numa fase tão adiantada da Taça.

Por tudo isto será conveniente á segunda linha Portista (é normal que Rui Barros dê oportunidade à sua segunda linha nesat Competição) munir-se de uma cautela fora do comum até porque se o Boavista marcar primeiro vai ser o cabo dos trabalhos para se dar a volta. È bom recordar que o Dragão nãom esteve muito tranquilo no Bessa até ter inaugurado o marcador. Empenho, concentração e velocidade q.b. são os “ingredientes” de que os escolhidos de Rui Barros necessitarão para levar de vencida a formação Boavisteira e carimbar, desta forma. a passagem às meias-finais da Taça de Portugal.

O regresso de José Ángel é a novidade na lista de convocados elaborada por Rui Barros para esta nova deslocação do FC Porto ao Estádio do Bessa, onde os Dragões defrontam o Boavista, às 20h30. Em relação à convocatória para o primeiro embate com os Boavisteiros (5 x 0), a contar para a 17.ª jornada do campeonato, regista-se apenas a saída de André André.

Lista de 18 convocados: Helton e Casillas (guarda-redes); Maxi Pereira, Martins Indi, Marcano, Rúben Neves, Varela, Brahimi, Aboubakar, Tello, José Ángel, Evandro, Herrera, Jesús Corona, André Silva, Miguel Layún, Danilo Pereira e Imbula.

Onze provável (4x3x3): Helton, Maxi, Marcano, Martins Indi, José Ángel, Imbula, Rúben Neves, Evandro, Brahimi, Tello e André Silva

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Assunto arrumado. Venha o próximo!

Sem brilho e com uma primeira parte tremida, o FC Porto conseguiu o objectivo maior. Os Dragões estão nos quartos-de-final da Taça de Portugal depois de venceram o Feirense por 1 x 0, esta quarta-feira, em Santa Maria da Feira.
Expectável pela prova em causa e pela filosofia de Lopetegui, o FC Porto apresentou-se com sete alterações em relação ao triunfo na Choupana, sobre o Nacional. No 20º onze em 22 jogos esta época couberam nomes como José Ángel, Sérgio Oliveira ou Alberto Bueno, para além do capitão Helton.
E o plano traçado começou por ser seguido à risca. Minuto 10, canto batido por Sérgio Oliveira e Vincent Aboubakar colocava um ponto final na seca de golos que durava há um mês. O Camaronês ganhou nas costas do oponente e cabeceou para a vantagem Portista. Um arranque de sonho para a equipa de Lopetegui que depois embalou nesse sonho para níveis elevados de dormência. 
E no limbo Portista entre o sonho e a realidade viveu um Feirense atrevido e disposto a fabricar ligeiros pesadelos. Em contraste com o jogo sonolento dos Dragões, a equipa de Pepe apostava em ataques rápidos à baliza de Helton, que aos 38 minutos precisou de se aplicar para não ser enganado num livre de Barge; no canto, Ícaro desviou com perigo ao primeiro poste.
Os avisos dos fogaceiros serviram de alerta para o FC Porto, que sem mudar muito na própria intensidade foi capaz, pelo menos, de retirar algum entusiasmo ao conjunto da casa.
Helton foi menos vezes incomodado na segunda parte e o Dragão descansou sempre em estado de alerta, provocando, pelo meio, alguns sustos a Makaridze. Bueno atirou uma vez ao lado (60') e noutra o guardião da casa segurou (71'); o mesmo Makaridze evitou o «bis» de Aboubakar no mesmo minuto 71.
Com a bola no «congelador» e um Feirense sem soluções para o abrir, a partida acabou por cair alguns pontos na escala do interesse, bem ao... interesse do FC Porto. Houve mais gestão e menos vertiginosidade, mas Helton - e os Portistas - não ganharam para o susto aos 88 minutos. Kukula isolado e com o guardião Brasileiro já praticamente deitado rematou fraco para defesa de Helton; devia ter feito muito melhor. 

 Retirado de zerozero 

Melhor em Campo: Sérgio Oliveira

quarta-feira, 22 de abril de 2015

São Lopeteguices Senhor. São Lopeteguices...

Uma primeira parte assombrosa do Bayern München e assombrada para o FC Porto tirou toda a claridade e clarividência à equipa de Lopetegui. Desde os de trás aos da frente, não esquecendo o próprio técnico, todos tiveram culpa no cartório, se bem que o jogo não foi contra uma equipa qualquer. Os Alemães mostraram que, há seis dias, tiveram um acidente na Invicta. E o FC Porto está fora da Liga dos Campeões.
 
Lopetegui, privado de Danilo e Alex Sandro, apostou em quatro centrais de raíz para formar o quarteto defensivo. Velocidade a equipa perdeu, acutilância ofensiva, mas tal não era uma prioridade. Havia dois golos de vantagem, o equilíbrio defensivo era mais importante. Mais valia? Supostamente, a equipa ganhava altura e robustez para defender.
 
Só que foi no jogo aéreo que, em meia hora, o FC Porto encaixou três golos e ficou com tudo invertido. Falar depois do acontecimento é muito mais confortável do que antes, mas é lógico que a cartada de Lopetegui para colmatar as ausências saiu completamente ao lado.
 
Por isso, entrou Ricardo, para tentar minimizar os estragos de uma equipa que já tinha baixado totalmente os níveis de confiança. Aliás, equipa não era de certeza. Cada um por si, com coração mas muito pouca cabeça, tentava desesperadamente remar contra um aglomerado de qualidade individual que fazia do jogo colectivo uma força brutal.
 
O Bayern München, claro, estava com a corda toda. Espicaçado pela partida do Dragão, o conjunto de Guardiola não permitiu espaços, nem remates, nem triangulações, nem jogo flanqueado. Tudo o que o FC Porto poderia tentar estava fechado. Só que a equipa Azul e Branca nem tentava.
 
Antes do intervalo, mais um e depois outro. A missão era, então, quase impossível. Só uma palavra milagrosa de Lopetegui poderia mudar o cenário. Mas não houve.
 
É verdade que o FC Porto entrou finalmente a pressionar em todo o campo, no risco de um para um. Teve mais bola, teve mais tempo e mais espaço, mas não no último terço, onde, quando chegou, foi bloqueado de forma tranquila e serena por um Bayern que abandonou a 'loucura' e passou a um ritmo bem mais calmo, quase de treino.
 
Mesmo assim, as oportunidades aconteciam a caminho da rede de Fabiano, que foi evitando o descalabro total para uma segunda parte que já nem todos os Portistas quiseram ver. Por falar em adeptos, estes acordaram a meio da segunda parte.
 
Sentados, escondidos nas camisolas, de rosto fechado e mãos na cabeça, os Portistas conformaram-se com a derrota e acharam por bem entoar cânticos, audíveis pela primeira vez desde o apito inicial. E resultou. A equipa ouviu, subiu e marcou, por Jackson, depois de cruzamento de Ricardo.
 
Estávamos no minuto 73 e ventos de alguma esperança no milagre sopraram no Allianz Arena. Mas logo se viu que era miragem. O Bayern melhorou na posse novamente e chegou ao sexto, já depois de Marcano ter sido expulso. Tudo sentenciado. E Dante ainda foi a jogo...
 
Retirado de zerozero
 
Melhor em Campo: Ricardo Pereira

terça-feira, 21 de abril de 2015

Carimbar o passaporte

Muitos poucos acreditariam nesta possibilidade há coisa de uma semana atrás, mas neste momento o Futebol Clube do Porto tem a tarefa de carimbar a passagem às meias-finais da Liga dos Campeões e depende de si próprio para tal tarefa dado que venceu em casa os Alemães do Bayern Munique por 3 bolas a 1.
 
É caso para se dizer que a “dose de leão” está toda do lado dos Germânicos que tem a árdua, mas não impossível, tarefa de marcar dois golos aos Dragões sem sofrer um único golo. 
 
Já aos Portistas irá caber a tarefa um pouco mais facilitada, de defender a vantagem marcando, se possível, um golo ao Bayern, tarefa esta que o jogo da primeira mão se encarregou de demonstrar que não é nada do outro mundo. 
 
Dito de outra forma, tal como disse e muito bem Vítor Pereira que se agrou recentemente Campeão na Grécia ao serviço do Olimpiacos, os primeiros 20, 30 minutos da partida vão ser decisivos para se saber quem irá passar à fase seguinte da prova milionária da UEFA. Se os Dragões mostrarem a raça e o querer da partida da primeira mão e Lopetegui não der uma de “Treinador à Portuguesa” é quase certo que estes repetirão em Munique aquilo que fizeram na Invicta.
 
Contudo o facto de terem de ser os Alemães a ter de “dar ao pedal” não é sinónimo de que tudo são “favas contadas”. Pelo contrário! E o FC Porto já provou um pouco deste venenoso relaxamento quando no Dragão sofreu o golo do Espanhol Thiago Alcântara. É que o Bayern não é uma das maiores equipas Europeias da Europa e do Mundo por mero caso pois conta nas suas fileiras com grandes Jogadores de craveira Mundial. Felizmente para as cores Azuis e Brancas que muitos destes Atletas de gabarito ao serviço dos Germânicos estão lesionados ou a recuperar de lesões recentes (como é o caso de Bastian Schweinsteiger e Franck Ribéry).
 
Julen Lopetegui elegeu 20 jogadores para o jogo de Munique (19h45 de Portugal Continental), jogo da segunda mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões. ​
 
Tello, por lesão (efectuou tratamento, sendo o único Atleta do plantel com limitações físicas), e Danilo e Alex Sandro, castigados, são baixas para a partida. Em sentido inverso, Casemiro está entre os convocados.
 
Lista de 20 convocados: Helton, Fabiano e Ricardo Nunes (guarda-redes); Martins Indi, Maicon, Marcano, Casemiro, Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez, Quintero, Reyes, Evandro, Herrera, Hernâni, Ricardo, Óliver Torres, Rúben Neves, Gonçalo Paciência e Aboubakar.
 
Onze provável (4x3x3): Fabiano, Ricardo Pereira, Maicon, Marcano, Martins Indi, Casemiro, Herrera, Oliver Torres, Brahimi, Quaresma e Jackson
 
E pouco mais há a dizer senão FORÇA PORTO!!!! Vamos lá calar estes Alemães do arrogante Guardiola!

sábado, 18 de abril de 2015

Classificação das Ligas Internacionais (UEFA Fantasy Football) do Blog A Mística Azul e Branca

Treinador da Semana: Parabéns ao Ricardo Sousa (Treinador da equipa Manos_bakala) que foi quem fez mais pontos na 1.º mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões.
Treinador da Semana: Parabéns ao Alexandre adidas18 (Treinador da equipa Eurico II). que foi quem fez mais pontos na 1.º mão dos quartos-de-final da Liga Europa.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

87… Mais uma vez!

1987, ano de ouro para o Dragão pois foi neste ano que o dragão nasceu para o futebol tal como o conhecemos hoje. Todo o árduo trabalho iniciado por José maria Pedroto e Jorge Nuno Pinto da Costa deu os seus primeiros frutos na Final da Taça dos Campeões Europeus de Viena onde o Futebol Clube do Porto de Artur Jorge, Madjer, Futre, Juary, Sousa, Magalhães, João Pinto e outros tantos derrotaram o Bayern de Munique por 2 bolas a 1. Foi um jogo épico onde um David (FC Porto) derrotou um Golias (Bayern) e calou muito boa gente que antevia antes do jogo uma vitória fácil para os Germânicos.
 
Muitos anos se passaram e outros confrontos se foram realizando entre Bayern e Porto sendo que a equipa Azul e Branca não voltaria a derrotar os de Munique, mas hoje surge novamente uma nova oportunidade para derrotar o poderoso Bayern. E logo para a mesma competição (mesmo que reformulada) que viu nascer o Futebol Clube do Porto dos temos modernos.
 
Tal como em 87, e em outras ocasiões, os Alemães são favoritos nesta primeira mão dos Quartos-de-final da Liga dos Campeões, e muitas são as razões para tal. A começar desde já pelo Plantel que é de luxo e nem a onda de lesões que assentou arraiais em Munique impede que Pep Guardiola apresente uma equipa de luxo diante dos seus adversários.
 
Na baliza dos Germânicos “mora” por lá um tal de Manuel Neuer, Atleta que dispensa apresentações. Dante, Rafinha, Philipp Lahm e David Alaba também dispensam apresentações e fazem da defesa do Bayern uma das mais sólidas da Europa. No meio campo (o sector mais fragilizado pelas lesões) temos um Xabi Alonso em fim de carreira mas que tem ainda muito futebol para dar e vender e um Thiago Alcântara que tanto é capaz do pior e do melhor. Já no ataque, o ponto fortíssimo deste Bayern de Guardiola, Thomas Müller e Robert Lewandowski marcam golos para todos os gostos e feitios tendo o último marcado 9 golos nos últimos 10 jogos do Bayern!
 
O segredo para se derrotar Fussball Club Bayern München está no ataque rápido e incisivo. Julen Lopetegui terá de colocar de lado a sua “tara” pela posse da bola e optar por uma estratégia de controlo do jogo com lances rápidos para o ataque por forma a apanhar a defesa Germânica em contra pé. Se o Basco optar por ser teimoso e ter a fatídica ideia de jogar de igual para igual com o Bayern de Guardiola então será a morte do artista porquê o Bayern está muito mais habituado a jogar em posse que o FC Porto de Julen Lopetegui que só esta temporada começou a dar os seus primeiros passos neste sistema de jogo.
 
É possível reviver 87 desde que certas teimosias e planeamentos absurdos sejam colocados de lado em nome do sucesso recente do Clube Azul e Branco! E é certo e sabido o quão importante é ganhar sem sofrer na primeira mão de uma eliminatória.
 
Jackson, Quintero e Indi constituem as três novidades da Lista de Convocados de Julen Lopetegui para o jogo da primeira mão dos quartos-de-final da UFEA Champions League.
 
O avançado Colombiano foi considerado apto depois do último treino antes do encontro com a equipa Bávara, marcado para hoje, pelas 19h45, no Estádio do Dragão. Dos eleitos do treinador Espanhol, que desta vez convocou 20 jogadores, não constam os nomes dos Espanhóis Marcano (que cumpre castigo) e de José Ángel, que tinham sido chamados para o jogo frente ao Rio Ave​, da 28.ª jornada da Liga NOA.
 
Lista de 20 convocados: Helton e Fabiano (g.r.); Danilo, Indi, Maicon, Casemiro, Quaresma, Brahimi, Jackson, Quintero, Reyes, Evandro, Herrera, Hernâni, Ricardo, Alex Sandro, Óliver Torres, Rúben Neves, Gonçalo Paciência e Aboubakar.
 
Onze provável (4x5x1): Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Casemiro, Evandro, Herrera, Oliver Torres, Brahimi e Aboubakar

terça-feira, 24 de março de 2015

O Cantinho das Modalidades

Andebol
 
O FC Porto somou no Dragão Caixa, a segunda vitória sobre o Passos Manuel (33 x 26), nos quartos-de-final do play-off do Campeonato Fidelidade Andebol 1 e garantiu o acesso às meias-finais, em que vai encontrar o Benfica, quarto classificado da fase regular. O primeiro jogo com os Encarnados, equipa com a qual os Portistas vão discutir a 28 de Março um lugar na final da Taça de Portugal​, está agendado para 4 de Abril, na cidade Invicta.
 
Por seu turno na Taça EHF o FC Porto perdeu diante do Skjern (23 x 24), no Dragão Caixa, em jogo a contar para a sexta e última jornada do Grupo C da Taça EHF, no qual os Dragões terminaram na terceira posição, registando duas vitórias e quatro derrotas.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Um Bombardeiro chamado FC Porto

Se em Basileia já tinha ficado a ideia de que o FC Porto era superior aos Helvéticos, qualquer teima que ainda pudesse existir foi tirada no Estádio do Dragão. O resultado fala por si, mas além da goleada de 4 x 0, os Azuis e Brancos voltaram a provar dentro das quatro linhas a sua superioridade, pelo que se pode dizer de forma clara que apurou-se a melhor equipa para os quartos de final da Liga dos Campeões.
O 1 x 1 que os comandados de Julen Lopetegui conseguiram na Suíça dava-lhes vantagem na eliminatória por causa do golo obtido fora, mas desde cedo se percebeu que o FC Porto não teria, nem queria recorrer a esse tento para fazer contas na eliminatória. O resultado foi acompanhando a superioridade dos Dragões ao longo dos 90 minutos e por isso a noite foi de uma festa tremenda no Dragão, apenas esfriada pela lesão de Danilo, que aos 22 minutos teve que sair do relvado de ambulância directamente para o Hospital São João, após um choque com Fabiano.
Nessa altura já o FC Porto vencia por 1 x 0, graças a um belo livre cobrado por Brahimi, e dominava todas as operações, tendo ainda estado perto de ampliar a vantagem por intermédio de Casemiro e mais tarde por Aboubakar. Os Dragões mandavam no encontro, criavam oportunidades e pautavam o ritmo do jogo, circulando a bola a seu bel-prazer. E quando não a tinham na sua posse, recuperavam-na rapidamente através de uma pressão que não deixava o adversário respirar. Essa foi uma das razões para que o Basel nunca tenha colocado verdadeiramente em sentido a zona mais recuada dos Portugueses.
O Basel praticamente só via o FC Porto jogar e a primeira vez que conseguiu rematar à baliza foi aos 30 minutos, tendo o primeiro remate enquadrado com a baliza acontecido apenas ao minuto 42. Prova mais do que evidente da superioridade dos jogadores Azuis e Brancos, que tiveram que sofrer na pele a agressividade colocada em campo pelos jogadores Helvéticos. Nesse aspecto, Jonas Ericksson foi «amigo» dos atletas da equipa orientada por Paulo Sousa. Um árbitro mais rígido podia mesmo ter exibido mais cedo o cartão amarelo a Walter Samuel (apenas aos 49 minutos e depois de muitas faltas duras cometidas é que foi admoestado mas ainda foi a tempo de ser expulso já no período de compensação do segundo tempo) ou o vermelho a Gashi, por ter tocado propositadamente com o cotovelo na cara de Indi, jogador que entrou para o lugar de Danilo, passando Alex Sandro a actuar como lateral-direito e o Holandês na esquerda.
Portanto, ao intervalo, o resultado de 1 x 0 era escasso para aquilo que as duas equipas jogaram nos primeiros 45 minutos. Todavia, o FC Porto tratou de resolver e fechar a eliminatória no começo da etapa complementar, com dois belos golos, mais dois apontados de fora da área. Primeiro foi Herrera quem assinou o 2 x 0 e o 3 x 0 foi da responsabilidade de Casemiro, num livre que merece ser visto e revisto.
Aos 56 minutos não restavam dúvidas de que equipa ia seguir em frente e desde então o ritmo de jogo baixou um pouco, apesar dos Azuis e Brancos manterem o controlo do mesmo. O Basel aproveitou para tentar subir mais no terreno, mas apenas por uma vez esteve perto de marcar, tendo ainda visto a equipa de arbitragem errar ao não marcar uma grande penalidade por falta de Martins Indi sobre Embolo.
Porém, ainda faltava mais uma obra de arte numa noite para mais tarde recordar para os Portistas. Aboubakar, titular pela primeira vez desde a lesão de Jackson Martínez, assinou um grande golo com um remate de fora da área e ditou o resultado final a 14 minutos do final, minutos esses que serviram para os adeptos do FC Porto desfrutarem com mais tranquilidade uma grande noite europeia que os jogadores que apoiam proporcionaram. 

Retirado de zerozero 

Melhor em Campo: Casemiro